É que não é por nada mas o Benfica tem uma pena da UEFA suspensa por mau comportamento dos adeptos por 2 anos, na sequência dos episódios de Madrid na época passada.
No rumo certo

Terminou em Amesterdão. Obrigado jogadores! Obrigado Martim Aguiar! Obrigado Ian Smith! Obrigado a todo o staff que proporcionou um altíssimo rendimento a todos os atletas! Obrigado Luis Cassiano Neves e restante direcção da Federação Portuguesa de Rugby! O rugby português está de parabéns: a nossa selecção acaba de atingir o 5º triunfo consecutivo, passou para a liderança do grupo C da Rugby Europe e deu um passo de gigante rumo à subida para o nosso lugar natural que é o Grupo B e quem sabe rumo ao Mundial 2019 no Japão!
A última vez que isto se sucedeu foi, para terem a noção, foi no período de jogos realizados entre 2002 e 2004 quando obtivemos 8 vitórias consecutivas!
Apesar de ainda existirem algumas arestas por limar neste mandato federativo, em especial no que concerne à politica de desenvolvimento, a alguns aspectos relacionados com o quadro competitivo juvenil e sénior, no que concerne às selecções, o trabalho que está a ser desenvolvido pela actual equipa federativa e pelo staff de todas as selecções está a ser simplesmente 5 estrelas! A seguir à tempestade (a descida do Grupo B em 2016) vem a Bonança! Martim Aguiar é o homem certo para o lugar certo: sem os marialvismos do passado está a construir a pouco e pouco a equipa que quer para o nosso futuro a médio prazo, mesmo apesar de continuarmos sistematicamente a não poder contar com os nossos jogadores que alinham no estrangeiro, Martim Aguiar está a incutir algo que falta há muito ao rugby português: exigência, competitividade e espírito vencedor!
Ora vejam lá bem se…
… não é o maior milagre da história a seguir à passagem de Santo Agostinho do estatuto de maior putanheiro da Idade Média a Santo.
Emil Forsberg: desmistificar a verdadeira posição 10
A propósito da posição de Chico Geraldes, ouvi João Alves dizer num dos últimos episódios do programa playoff dizer uma baboseira de todo o tamanho. Afirmou o luvas pretas nesse episódio, perante o sábio Rodolfo, tantas vezes citado aqui no Aventar por um grande amigo meu, que o clássico número 10 é um jogador que joga obrigatoriamente atrás dos avançados, com a função de criar no corredor central. Respeito muito o João Alves mas, à semelhança do que os compadres da terra dele (Albergaria-à-Velha) dizem ao tasqueiro quando o vinho não é maduro (por norma uma reserva com mais de 6 anos), o João Alves está passado. Como futebolista foi um grande jogador, tendo aberto o filão do estrangeiro para todas as gerações que se seguiram. Como treinador foi mediano. Como comentador, a idade, bem, a idade pesa-lhe e fico-me por aqui: está passado!
Recordar o “louco” Tour de France de 1998
Pelo periscópio de Jeremy Whittle aqui no Cycling News.com
Luis Filipe Vieira; as mil formas de coacção e o ódio, aquele sentimento visceral

Vi com a máxima atenção a entrevista exclusiva que a CMTV levou a cabo na noite de ontem a Luis Filipe Vieira. Pela primeira vez concordei com algumas das posições do presidente do Benfica, apesar de continuar a discordar do seu método de actuação.
Cumpre-me saudar o facto do presidente do Benfica ter sido um dos primeiros dirigentes senão mesmo o primeiro a admitir que um erro de arbitragem beneficiou o seu clube, mesmo apesar da habitual (clássica) tentativa de spin para o lance do penalty que ficou, a meu ver, injustamente por marcar em Setúbal. Continuo a acreditar, em questões de arbitragens que não existem erros admissíveis assim como continuo a acreditar piamente que em relação ao meu clube, indiferentemente da postura mansa ou agressiva dos nossos presidentes e dirigentes, existe (factualmente) uma postura por parte da arbitragem, dos seus dirigentes e das influencias que historicamente os movem ou moveram uma intenção deliberada de errar para o segregar e para o excluir das vitórias. Se acredito que existem árbitros que erram por clubite aguda ou por instruções de terceiros? Se acredito que existem encomendas? Claro que acredito. Faz parte do futebol. O que não faz parte do futebol é errar sempre para o mesmo lado. Tanto erro, para o mesmo lado, é uma evidência clara de um futebol altamente viciado, que a continuar assim, diga-se a bom da verdade, irá afastar investidores e consumidores.
A morte por asfixia do Serviço Nacional de Saúde; a droga, a indústria do álcool – um breve relato.
Ontem, conforme a marcação previamente acordada com o Hospital de São Teotónio em Viseu, dirigi-me ao serviço de cirurgia para executar uma operação cirúrgica de pequena escala. Preparado que estava por antecipação, cheguei ao hospital 1 hora antes da hora acordada. Do ponto em que me encontrava pude espreitar durante horas a fio o lufa-lufa das urgências através das vidraças. O que previsivelmente me iria demorar umas 3 horas entre espera, intervenção (a um quisto na zona do cóccix) e alta clínica acabou por demorar 6 devido a um conjunto de circunstâncias extraordinárias ocorridas durante o dia de ontem no referido hospital.
As urgências estavam como sempre abarrotadas de pessoas, principalmente idosos. Durante as 4 horas em que pude observar o serviço apercebi-me do ambiente em que diariamente trabalham dezenas de profissionais de mão cheia, diga-se a bom da verdade: existe uma falta notória de pessoal (apesar do hospital já contar com 4 médicos estrangeiros; contudo existem especialidades em que o médico de serviço não tem mãos a medir para a afluência que se regista), de espaço para colocar os doentes (os corredores principais das urgências estavam abarrotados de macas e pessoas literalmente empilhadas em cadeiras de rodas; havia filas de macas até a sala de TACs; apesar de já existir um projecto, as urgências do Hospital de Viseu precisam muito de ser ampliadas porque o hospital, central a praticamente 3 distritos, já não tem capacidade de resposta para a enorme afluência) e de meios para intervir nos casos mais complicados.
Os cidadãos possuem ou não o direito à informação e à verdade?

Tiago Petinga – Agência Lusa
Núncio, não me venhas com tretas. A sério, por favor, não nos tentes engrolar.
Achas mesmo que ao ocultar as estatísticas da saída de capitais para offshores estavas a dar vantagem aos infractores e poderias estar a prejudicar o combate à fraude fiscal quando o próprio Estado tem leis e programas de recuperação (para não dizer que são autênticos programas de perdão fiscal; veja-se os juros que Ricardo Salgado pagou no âmbito do seu pedido de legalização de milhões que ilegalmente tinha nas suas sociedades offshore no âmbito dos RERT I,II,III) de capitais (não-declarados e não-taxados) feitos à medida das pessoas que os colocam? Essa é a desculpa mais esfarrapada que ouvi nos últimos tempos.
As reuniões com o Conselho de Arbitragem resultam? Ah pois resultam resultam

Esta é a prova cabal de que todos os clubes devem ter direito à Indignação!
O regresso de uma campeã

O anúncio do regresso de Vanessa Fernandes ao triato depois de 8 anos de paragem é uma excelente notícia para o projecto olímpico Tóquio 2020 e para o desporto nacional. Aos 31 anos, compreendo as razões que levaram a Vanessa a desistir da modalidade e do desporto de certa forma em 2009 assim como compreendo o seu regresso: por mais que se tenha ganho no passado, e a Vanessa ganhou naquela modalidade praticamente tudo o que havia para ganhar em 5 anos, os seres “competitivos” nunca se contentam com o que conquistaram e querem sempre a mais. A Vanessa quer portanto conquistar em 2020 o que lhe falta: aquele ouro olímpico que lhe escapou em Tóquio.
Quando um truque matou “Os Truques da Imprensa Portuguesa”

Já uma vez escrevi no Aventar sobre a página “Os truques da imprensa portuguesa” e o serviço que a mesma estava (e ainda está) a prestar ao jornalismo português. Agora, por culpa de uma entrevista que os seus autores deram ao Expresso e que levou à violação do sigilo profissional por parte do Ricardo Costa, a página vai acabar por fechar. Será uma questão de tempo. Aqui fica o post que os autores da página escreveram sobre a questão da entrevista:
Dizer que a culpa é do pessoal dos Truques porque ao aceitarem a entrevista estavam mesmo a pedi-las é o mesmo que dizer que a culpa das violações é das adolescentes porque ao usarem mini-saias muito curtas e estão mesmo a pedi-las. Nós confiámos no jornalismo porque achamos que não há democracia sem confiança no jornalismo.
A nossa decisão não foi precipitada. Foi tomada em consciência, após uma longa discussão que pesou vários argumentos, e foi alvo de uma grande reflexão.
Se as nossas identidades caírem pela mão de terceiros, que caiam à custa de um truque. E que esse truque fique tão visível para todos, que ninguém possa ter dúvidas sobre como as coisas funcionam.
Entretanto, a página do Expresso no facebook já está a ser alvo da fúria dos seus seguidores, uma repetição do que aconteceu à do Turismo de Portugal. O Ricardo Costa não deu apenas um tiro no pé. Deu um tiro de bazuca no jornalismo português.
Nem de propósito
Madeira Rodrigues promete o primeiro produto de Monchi Rodriguez, ontem citado aqui no Aventar. Exceptuando a sua passagem pelo Sevilla, Juande Ramos ganhou Bola!
Situações que irritam qualquer treinador
Minuto 4:32 – Zlatan Ibrahimovic entra na área pelas costas do jogador que lhe estava a fazer oposição. O médio ala norte-irlandês (nº8) vê a entrada na área do sueco e comunica à defesa (de costas para o sueco) que Zlatan entrou na área. Não marca o sueco (nem é de sua competência) mas também não é rápido a sair na pressão a Ander Herrera assim que Anthony Martial varia o jogo para a direita. O sueco passeia-se pela área sem ninguém lhe prestar atenção.
Dá-se o desconto pelo facto da situação ter acontecido aos 86″ quando o cansaço físico e psicológico dos jogadores do Southampton já era por demais visível. Mas, ignorar o perigo que representa Zlatan, ainda para mais nos últimos minutos de uma final, momento em que as equipas têm que possuir 200% de cautela?
Marco Verrati, o cérebro do cavalão de Unay Emery
O meu destaque do fim-de-semana futebolístico vai para a goleada do Paris Saint Germain em Marselha no grande clássico do futebol francês. A vitória por 5-1 dos parisienses frente aos marselheses de Rudy Garcia, uma equipa e um treinador que ainda procuram construir um elenco minimamente competitivo (mesmo apesar de terem conseguido resgatar o seu maior ícone Dimitry Payet; falta-lhes claramente uma defesa mais coesa) confirma a excepcional subida de forma de forma da turma comandada pelo espanhol Unay Emery depois de uma primeira metade de temporada mais complicada do que aquilo que era previsto no início da temporada.
É este o traste que quer ser presidente do Sporting?
Fiquei incrédulo. O meu clube não é assim nem nunca foi constituído por gente assim.
Que falta a Madeira Rodrigues um pouco de ética e um pouco de noção de respeito já todos ficámos a saber na quinta-feira. A “sova” não foi mais do que um conjunto de insinuações reles, do mais baixo possível, sobre a família, sobre as empresas falidas, sobre o José Maria Ricciardi, sobre os rendimentos passados e presentes do presidente. Que lhe faltam ideias para além do Delfim (pergunta-se: que experiência tem o Delfim para as funções que lhe vão ser confiadas?), do Boloni e da bancada (construída em 2 meses, vejam lá só) também já todos tínhamos ficado a saber. Aposta na formação? Desde quando é que o Sporting deixou de apostar na formação? Que lhe falta um bocado de noção da realidade financeira (Madeira Rodrigues vende a uma data de personalidades a realidade do clube que não existe porque desconhece profundamente os números) também já todos sabíamos.
Desconhecíamos porém esta postura arrogante, egocêntrica, sobranceira, soberba, completamente desrespeitadora perante o sócio que lhe queria falar e até, arrisco-me a dizer, de uma pessoa completamente desequilibrada.
Não, o Sporting é uma instituição demasiado importante para uma pessoa deste calibre.
Os Conselhos do Chico
Há vários anos que é assim. Quando a inquietação me assalta de rompante e não consigo encontrar uma explicação lógica para compreender ou tentar explicar esse acontecimento, ou até mesmo quando não encontro uma explicação lógica para explicar algo que se está a passar no mundo, pego nos meus discos do Chico para ali encontrar a explicação. É impossível não conseguir achar a resposta nos Conselhos do Chico. A obra do Chico é tão vasta, tão genial, tão sublime, tão humana ao ponto de crer que o Chico não é do século passado, não é deste século e não é dos próximos – é um ser transcendente a todos nós que vive noutra era, muito mais avançada – é outra forma, é outra matéria. É um ser que foi enviado para nos ensinar a saber como lutar. Nós é que somos ao lado dele gente tola na lufa-lufa que são os nossos dias, metidos quase sempre nas nossas vidas mundanas, na nossa eterna insatisfação, no nosso esforço abnegado para querer mais deste mundo quando o mundo não nos quer dar mais nada.
Foi você que pediu um título feminino para o Sporting?

Sim, para a mesa do canto se faz favor. À falta de melhores argumentos, de um certo brio e de um certo amor à camisola que se veste, quando por exemplo vemos um Rui Patrício fazer um frete na homenagem que lhe foi prestada na semana passada a propósito dos seus 400 jogos com a camisola do Sporting ou quando vemos no final de cada partida em Alvalade uma interacção nula entre os jogadores e os adeptos nos habituais cânticos finais que as claques fazem para elevar a moral dos jogadores, são as senhoras quem estão a colocar o Sporting sempre na frente.
Pela Defesa da Descentralização
A nossa democracia teves três ciclos de implantação do poder autárquico: 1.º infraestruturação (redes de abastecimento, saneamento, viária, energia); 2.º equipamento (escolas, bibliotecas, equipamentos desportivos); 3.º qualidade de vida.
É neste último ciclo que a grande maioria das nossas autarquias locais se encontram estando a ação dos nossos autarcas muito vocacionada para um “Estado Social Local” no qual se pretende consolidar, e aprofundar, políticas de natalidade, de extensão de tempo para as famílias, de rigor urbanístico, de defesa da identidade cultural, desenvolvimento ambiental e económico sustentável e de um crescendo de mecanismos de democracia participativa.
Será neste novo tempo de “Estado Social Local” que se perspetiva a descentralização de competências na educação e formação, na saúde, na ação social, nos transportes, no património, na cultura, ou na proteção civil e num quadro político, inédito, em que o Partido Socialista tem a maioria das câmara municipais e está no governo com o apoio parlamentar dos partidos mais à esquerda do espectro partidário.
O futuro das autarquias locais, embora sujeito a condicionantes externas, tem um caminho muito próprio, no qual, cada vez mais, os projetos, decisões e diretivas devem ser desenhadas pelos nossos autarcas e pelas suas comunidades de forma autónoma e sem uma ligação ao Terreiro do Paço.
Rafael Amorim
Pedido de reunião do SLB ao CA já produziu resultado…
Será que o após o jogo com o Chaves, os dirigentes do Benfica continuam indignados?
Golo da semana
Vale por tudo: pela execução técnica do remate, pela forma em como Braga manietou 6 jogadores com a sua acção e pela inteligência demonstrada por Perdigão.
A importância do plano mental no futebol
Aconteceu ontem no Artemio Franchi para mal dos pecados da equipa italiana e de Paulo Sousa, um treinador que parece estar, depois de muitos avanços e recuos por parte da direcção do clube de Firenze, mais próximo da porta de saída mais pela irregularidade nos resultados do que pelo futebol mais ou menos vistoso que a Viola pratica.
[Read more…]
Avé Maria que tudo $erve
Sabem o que é que Jesus fez quando viu os vendedores a vender no templo? Sim, arrasou com as bancas e expulsou os vendilhões do templo. Não existindo um Jesus, onde andas tu, Autoridade Tributária?
Inaceitável e imperdoável
Ao longo dos 7 anos em que estudei na Universidade de Coimbra, duas das múltiplas virtudes que a Universidade me fez adquirir para a minha vida foi o respeito por todos os credos e a dotação de uma forma de pensar personalizada, aberta e urbana. Não tenho nada nem nunca tive nada contra as pessoas que elencaram (e ainda elencam;sei que algumas das pessoas que praticaram estes crimes ainda fazem parte da minha geração universitária) as Repúblicas e o Conselho de Repúblicas. Antes pelo contrário. Dormi em várias repúblicas da cidade ao longo de 7 anos, fui comensal de uma, tenho amigos em várias assim como participei em diversas febradas, almoços, jantares e centenários de várias. Fui até mais longe em determinadas situações, entrando directamente nas causas das Repúblicas sem nunca ter sido repúblico quando abracei a causa particular que foi aberta pela nova Lei do Arrendamento Urbano e quando tentei ajudar o pessoal do Solar dos Estudantes Açorianos a ver o seu problema de esgotos e canalizações resolvido junto da Câmara Municipal de Coimbra. [Read more…]
Os Truques e o Digital

Nos últimos meses e graças ao Aventar descobri a página “Os truques da imprensa portuguesa” no facebook. A página está muito bem feita e nota-se que é alimentada por gente do meio, conhecedora da matéria. Na minha opinião, as chefias dos diversos meios de comunicação social deviam estar menos preocupados em desacreditar a página e bem mais atentos às denúncias que a mesma faz, procurando corrigir os constantes erros.
É que todos ou quase todos os dias temos exemplos de mau jornalismo. Um jornalismo que está, a médio prazo, a prejudicar seriamente a credibilidade dos meios de comunicação. Reparem nos exemplos mais recentes: Afirmações do Papa Francisco truncadas; a história dos jovens “nem-nem” que vão receber um subsídio mensal; a história da Rua da Bica como a mais bonita do mundo; etc. etc. etc.
Como é costume em Portugal, em vez de se preocuparem com a mensagem preferem tentar matar o mensageiro. E depois acontece uma coisa muito simples, no meu caso, agora sempre que vejo uma notícia no digital fico de pé atrás e já começo a nem clicar para ler por achar que deve ser mais uma notícia falsa.
E o tal modelo leninista?
“Eu não quero falar sobre assuntos desta governação” – Cavaco Silva. E a devida explicação sobre o “tal modelo leninista” que este governo quer implementar?
Afinal vai haver um 2º volume
“Se a saúde me permitir, eu vou escrever um 2º volume” – Cavaco Silva. Ficámos a saber que o primeiro foi escrito em parte em Belém. Será que o 2º será relativo aos temas que Cavaco deixou por escrever?
No futebol, infelizmente é assim
O Leicester despediu Claudio Ranieri. Infelizmente é assim: no futebol, os bestiais rapidamente passam a bestas. A ver vamos se o “quase” despromovido que passou a campeão não passará em breve novamente à condição de despromovido.
O regresso do maior vampiro deste país
A propósito. No dia em que o maior vampiro deste país regressará ao grande ecrã para ser entrevistado às 21 horas pela mão do Vítor Gonçalves. Mais uma vez anda o nosso rico dinheiro, que tanto nos custou a ganhar, a ser jogado janela fora pela RTP para ouvir os mexericos, as insinuações baratas e a subjectividade indevida e imoral de um canalha que viveu uma vida inteira a alimentar-se do sangue e do suor dos portugueses. Serviço público? A pergunta é de retórica. Todos conhecemos minimamente a agenda da besta, os propósitos e os objectivos que ele visa alcançar, a constante necessidade de se reafirmar e a incapacidade de se manter fora das esferas de controlo. Um vampiro a sério não deixa de querer chupar até ao dia da sua morte.






Recent Comments