Efectivamente, ninguém pára o Benfica. Isso é bom. E não é de agora. Também é bom saber-se que esta é a imagem clara da adopção do Acordo Ortográfico de 1990. Convém que alguém pare com isto.

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Efectivamente, ninguém pára o Benfica. Isso é bom. E não é de agora. Também é bom saber-se que esta é a imagem clara da adopção do Acordo Ortográfico de 1990. Convém que alguém pare com isto.

Alternativa 1: Situo-me politicamente entre o passodoblismo e o snobismo (Ary dos Santos).
Sabem as incontáveis histórias sobre herdeiros que quando assumiram o património que lhes foi legado, espatifaram tudo? Apesar de não gostar que a analogia se baseie em dinheiro porque, desde logo, a premissa fica pervertida, o certo é que se pensarmos num património de liberdade, justiça e humanidade que nos foi deixado pelas gerações anteriores, esses herdeiros perdulários somos todos nós. Principalmente, nós os europeus.
Durante grande parte do século XX, mas como consequência de um processo evolutivo do pensamento estrutural, milhares de milhões de pessoas prescindiram consciente e, tantas vezes, voluntariamente do seu conforto, da sua segurança, da sua liberdade e até da sua própria vida para que os paradigmas políticos se modificassem substancialmente. Dum passado em que a força era a razão do poder para um futuro em que a equidade, a democracia e o respeito pelos mais fracos passariam a ser as linhas mestras da governação. Mas acima de tudo, um futuro onde a liberdade fosse o âmago da própria vida.
[Read more…]pergunta Esteves Cardoso. Eu ajudo: “entre Cila e Caríbdis”.

Na Arábia Saudita, uma ditadura tão ou mais violenta que a russa, Washington e Moscovo discutiram a paz para a Ucrânia. Sem a presença da Ucrânia ou de qualquer dirigente europeu. Será, tudo parece indicar, a paz que se previa desde o início: a paz que beneficia o agressor e que oficializará a ocupação de parte do território ucraniano. Ucranianos – e europeus – aprenderão uma importante lição, recentemente aprendida, da pior maneira, por afegãos e curdos: os EUA usam e deitam fora os seus proxys. E não, não é de agora.
Marco Rubio, que liderou a comitiva americana, deixou um aviso à UE: “terá que estar à mesa em algum momento, porque também tem sanções que foram impostas”, acrescentando que todas as partes devem fazer concessões, incluindo a parte que não foi tida nem achada nas negociações. Ou seja, o que Rubio nos está a dizer é que devemos deixar cair as sanções para garantir um acordo que não nos diz respeito.
Abanaremos o rabo, como Putin antecipou?
Tudo indica que sim. [Read more…]
Nos últimos dias, ganhou contornos de romance policial uma suposta ligação do Bloco de Esquerda a empresas do Paquistão relacionadas com serviços de emigração. Tudo isto porque, como se pode constatar pelo Google Maps/Earth ou outro, o Bloco de Esquerda partilha o nº268 da Rua da Palma, onde se situa a sua sede, com algumas lojas que estão no tal beco (ou pátio, o que é indiferente), assim como com habitações.
Tal não teria mistério. Como surgiu, então, a tal ligação? A obreira de tal chama-se Sofia Afonso Ferreira. E quem é Sofia Afonso Ferreira? Poucos são os que sabem.

Curta biografia de Sofia Afonso Ferreira no jornal israelita Times of Israel.
Escalpelizando. Segundo o que é público, Sofia escreve para o jornal israelita, propriedade de um judeu do Reino Unido e de um oligarca norte-americano, Times of Israel. Por lá, apresenta-se como “jornalista” e “consultora de comunicação”. Quanto ao seu trabalho como jornalista, não conseguiu o Aventar encontrar provas de tal actividade. Apenas encontrámos artigos de opinião publicados no Times of Israel, nada mais. Quanto ao trabalho de consultoria, também não foi possível apurar em que âmbito já prestou serviços do género. No entanto, no mesmo site, apresenta-se, também, como “política”. O trabalho de Sofia como servidora da causa pública, esse, é mais fácil de expor e deixar à consideração.

Sofia Afonso Ferreira e um jogo de espelhos.

A nova América iliberal, que despreza ignorantemente o papel do soft power para o seu estatuto de potência hegemónica, decidiu humilhar e hostilizar os mais antigos e importantes aliados dos EUA: os estados europeus.
A China, que não é estúpida como o exército de memes de Musk e Trump, está atenta. E vai lucrar com isso.

Foi a 30 de Novembro de 2009. Lembro-me como se fosse hoje. O Porto de Bruno Alves, Falcão, Hulk e Meireles, orientado por Jesualdo, enfrentava o Atlético de Paulo Assunção, Forlán, Aguero e Simão Sabrosa. Era o jogo grande do grupo D da Champions. E eu tinha um convite para ver o jogo no camarote.
Cheguei em cima da hora, estacionei o meu velho VW Polo entre Bentleys e Porsches, e apressei o passo. Localizado o elevador, corri para apanhar a porta que se fechava. O jogo estava prestes a começar. Entro esbaforido, capaz de ficar entalado na porta, e dou de frente com Jorge Nuno Pinto da Costa. Ofegante e star-strucked, não consegui dizer uma palavra. Disse ele: [Read more…]
Já lá vai imenso tempo, há 40 anos e alguns dias, abri a pesada porta de casa, saí para o passeio e vi um homem a subir a minha Rua de Santa Catarina, cabisbaixo, quase curvado. Ao passar por mim, vislumbrei-lhe um cachecol do Futebol Clube do Porto a protegê-lo do frio desse longínquo Janeiro de 1985 e, mais impressionante, uma bandeira do Futebol Clube do Porto. Nesse momento, este benfiquista, prestes a sofrer o primeiro gravíssimo dissabor futebolístico doméstico (o terceiro lugar de 84/85), pressentiu os passos da avó materna no granito dos degraus que desaguavam na porta da entrada, olhou para a esquerda, vendo o homem que lentamente se afastava, e perguntou:
— Não há jogo hoje. Porque é que aquele senhor leva um cachecol e uma bandeira do Porto?
— Vai ao funeral do Pedroto —, respondeu-me a minha avó.
Pois. Soubera da morte do Pedroto, dias antes, pela telefonia da cozinha. E o meu pai, portista doente, dera-me então uma longa palestra sobre o jogador Pedroto e o treinador Pedroto. Fosse como fosse, os meus 12 anos de vida reservavam bonés, cachecóis e bandeiras de clubes de bola a acontecimentos desportivos, logo, excluíam-nos de funerais. Por isso, a minha pergunta à porta de casa. Comecei a fazer contas simples. Daí a poucos minutos, o enlutado portista iria chegar ao Marquês e apanhar um autocarro (o 20? o 21?) para a Rotunda da Boavista e, apeado, rapidamente chegaria a Agramonte. Ou seja, em princípio, deveria ser meu vizinho, para não apanhar um transporte em Gonçalo Cristóvão. Como diria o Sherlock, when you have eliminated the impossible, whatever remains, however improbable, must be the truth. Talvez. Há mais variáveis. Nunca saberemos.
Não sei quais são as razões para a direcção do Glorioso não endereçar uma nota de pesar pela morte de Pinto da Costa. Se fosse presidente do Benfica, teria escrito imediatamente uma nota de pesar, sem mais quês, exactamente no momento em que soube do funesto acontecimento, ontem, no final do Santa Clara 0-1 Benfica, pelo amigo do meu amigo David. Mas a verdade é que não sou, nem quero ser, presidente do Benfica. Desconheço o porquê de não se enviar uma, mesmo que sinceramente lacónica, nota com um “O Sport Lisboa e Benfica, através do seu Presidente, expressa as suas mais sentidas condolências ao FC Porto e à família e amigos de Jorge Nuno Pinto da Costa”. Sem descrições, excepções, hipocrisias, exageros. Lacónica. Não sei quais são as razões para a ausência da nota de pesar. Ainda por cima, sem conflito explícito. Gostaria de saber quais são os motivos, para poder validá-los ou não. Na ausência de justificação minimamente aceitável, discordo em absoluto. Agradecido.
Como diria o outro, disse.
A cidade acordou triste. Quase como se não quisesse acordar. Quase como se não quisesse reconhecer o que tinha acontecido. Se já é genética e orgulhosamente cinza, hoje esse cinzento parecia mais negro, mais pesado. Porque ele morreu.
Chovia. Chovia como se o céu também chorasse. Chovia como se o Universo soubesse que não podia ser de outra maneira. Porque ele morreu.
As pessoas agasalhavam-se e escondiam-se debaixo da roupa que desta vez também os protegia contra a realidade. Contra a inexorabilidade da vida. Que os deixava sofrer dentro o que não queriam mostrar ao mundo. Porque fazê-lo era aceitar que tinha acontecido. Porque fazê-lo tornava tudo tão real. Porque fazê-lo era render-se à verdade que não queriam, era aceitar a última derrota, aquela que não pode ser revertida, aquela onde não há “remontada”. Porque fazê-lo era dizer alto o que não conseguíamos sequer dizer em surdina. Era permitir que o pesadelo se tornasse inelutavelmente real. Era gritar o que teria eventualmente de ser gritado: ele morreu.
Mas, por favor, ainda não. Deixem-me sonhar um pouco mais. Deixem-me viver um pouco mais onde ele também ainda vive. Onde ele está ao alcance de um abraço, de um “bom dia”, de um aceno. Onde o mundo não parece incompleto. Onde o mundo não tem este buraco imenso com o qual teremos de viver daqui para a frente.
Porque quando o amanhã chegar e vai implacavelmente chegar, só nos resta o exemplo, o legado, o espírito que ele nos foi deixando. Porque se o ser do Porto, se o ser do Norte, se o ser Portista não foi algo que ele criou ou inventou, foi algo que ele e só ele descobriu e mostrou ao Mundo.
Porque nunca como hoje fez e faz tanto sentido sermos o que ele nos permitiu ter orgulho em ser. O que ele e só ele transformou e engrandeceu. Da inescapável maldição de se ser menos, de se ser irrelevante, de se ser para sempre segundo para a vaidade, a insolência, a certeza de ser um dos poucos, um dos que não aceita a danação que nos impõem, um dos que nunca calará a raiva onde inevitavelmente a petulância cobarde do poder dos corredores nos coloca.
Porque se hoje a cidade está triste, se hoje a cidade se sente órfã, se sente perdida, também devemos ter pressa em perceber que ele não, não morreu. Porque gente como ele não morre. Apenas perde a mortalidade dos normais para ficar para sempre vivo no lugar que por ser excepcional, único e indispensável, arrebatou. Conquistou. Tomou. Contra tudo e contra todos.
Na pressa de precisarmos de perceber que o mal que o obrigou a ser o que precisávamos que ele fosse, está mais vivo e mais forte que nunca. Mais canalha e mais tentacular. Mais perigoso e mais letal. Porque nunca como hoje estiveram tão próximos da vitória final e de nos colocarem onde sempre quiseram que estivéssemos.
E por isso, também por isso, ele não pode ter morrido. Porque aceitar que ele tenha morrido era aceitar que tínhamos perdido. E se há algo que ele nos ensinou é que nunca desistimos de ganhar, mas acima de tudo, não desistimos de ser, de lutar, de nos transcender, de viver, de importar.
Ele podia ter sido igual a tantos outros antes dele. Podia ter-se resignado à força avassaladora do mal. Podia ter sido apenas um entre muitos. Que vivem a vida dos pequeninos. Que nada fizeram. Que só sabem dizer que sim. Que acatam sem qualquer “mas” o que os mandam ser. Que se rendem ao conforto. Não foi. Não é e devemos ter pressa em que nunca seja.
Porque para além do que nos ensinou, do que nos mostrou, do que nos ofertou, deixou-nos a imortalidade de saber que se não nos importarmos, se não nos elevarmos, se não lutarmos, morremos muito antes de começar a viver.
Obrigado, Presidente. Num obrigado infinito. Num obrigado que repetirei sempre e para sempre.
Nunca houve ninguém como tu, Senhor Presidente. Nunca haverá ninguém como tu. Nunca. Mas também já não precisamos. Porque tu foste, és e serás eternamente o nosso Presidente.
Resumir emoções, memórias e, mais do que isso, pessoas, a umas linhas de texto, peca sempre ou por defeito ou por excesso.
Por defeito quanto ao que fica esquecido, omitido ou ignorado. Por excesso, pelo exagero, pela hipérbole ou pelo endeusamento.
Do que conheço da sua personalidade, pouco interessará a Jorge Nuno Pinto da Costa, elogios fúnebres. Mas, sim, a memória do que alcançou e do que o motivou. E, mais do que isso, o futuro. Esse, sim, era o seu maior motivo.
Acontece que, por vezes, os maiores elogios e maiores provas de grandeza, surgem dos silêncios e das omissões, e do que eles significam.
Veja-se o modo como, institucionalmente, Sporting e Benfica lidaram com a morte do Presidente dos Presidentes: um engulho com o tamanho de 2587 troféus (69 no futebol nacional, europeu e mundial) em forma de silêncio.
O que muito diz sobre a diferença que Jorge Nuno Pinto da Costa fez para um clube, para uma cidade, para uma região e para um país, que o tornou um dirigente desportivo com destaque mundial.
Resta apenas dizer: obrigado e até sempre, Presidente!
Ora, salvo melhor prova em contrário, que ainda não encontrei, essa corrida liberal e ultraliberal, além de ser injusta a nível local, regional e nacional, é injusta a nível global, e cria problemas muito complicados em termos de reversibilidade.
O sistema capitalista é um sistema inigualitário, mas assumidamente inigualitário. O liberalismo assumiu-se como tal. Não nos textos, mas depois na prática social, económica e social. Foi uma construção da burguesia.
Eu comecei por dizer que o capitalismo era uma raiz das desigualdades da pobreza. Mas hoje acho que isto já se globalizou. Isto é, já não é, como diziam alguns, o capitalismo de Estado, é o capitalismo globalizado.
Não é possível. As desigualdades inevitavelmente travam quer o crescimento, quer, por maioria de razão, o desenvolvimento. E, portanto, resolver o problema das desigualdades e em particular o combate à pobreza é crucial.
Fragmentos da intervenção de ontem de Marcelo Rebelo de Sousa, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa.
Paulo Raimundo que fique atento…
Lá no alto, cortando o éter profundo com as suas ágeis asas douradas, a águia, mensageira de Zeus, intensamente trovejante e plenamente dominante, confia com bravura na sua força poderosa, e pássaros de canto delicado agacham-se com temor.
Parabéns aos Philadelphia Eagles!
Uma morte resultante de um crime é uma morte que não deveria ter acontecido. Quando, em Dezembro, houve um homicídio no Palácio do Gelo, em Viseu, André Ventura transformou uma morte que não deveria ter acontecido numa «onda de violência».
Calculo que a língua portuguesa, em casa do presidente do Chega, seja usada de maneira diferente. Quando se entorna um líquido, fala-se em inundação; quando batem à porta, chama-se a unidade de minas e armadilhas; os cinco minutos que dura acto sexual começam à sexta à noite e só terminam na segunda de manhã, havendo necessidade de chamar o 112 para acudir à esposa venturosa, que fica alegadamente incapacitada de reunir os joelhos.
O que têm, entretanto, em comum o homicida e André Ventura? A falta de decência. O primeiro usou uma arma para dar vazão à animalidade que o levou a matar um semelhante ; o segundo usou uma morte para atiçar a animalidade grupal.
Acontece que os moralistas, especialmente se marialvas, são peixes que morrem pela boca. Se um homicídio em Viseu faz parte de uma onda, o que diria Ventura de outro partido em que se descobrisse um ladrão de malas, um homem a conduzir com falta de sangue no álcool e um outro a quem aconteceram um ou mais actos de pedofilia? Tsunami, maremoto, ciclone, apocalipse, o Juízo Final?

Trump teve uma ideia para a Faixa de Gaza. Não é uma ideia nova, Putin teve a mesma em relação à Ucrânia. E Xi Jinping tem uma parecida para Taiwan. Trata-se de ocupar e colonizar aquela área. E, no caso americanos, de expulsar os residentes que, seguramente, não terão capacidade financeira para se manter no projecto imobiliário que ali irá nascer. A Riviera de Gaza. Ou, como li por aí, Gaz-a-Lago.
Agora imaginem que Trump, Putin e Xi decidem dividir o resto do mundo em “zonas de influência”.
[Not so] Fun fact: nós ficaríamos na “zona de influência” russa.
Mas pelo menos teremos um novo destino turístico super instagramável.
Será a castração química defendida por A. Ventura aplicável a todos os pedófilos ou poderá haver imunidade para dirigentes do Chega?
Em suma, um long black é mais curto do que um americano, mas há mais pormenores.

Nuno Pardal (à esquerda na imagem), dirigente do CH acusado de recorrer a prostituição de menores, ao lado do líder da seita, André Ventura.

A pergunta óbvia, que Sam Altman não antecipou que se colocasse, quando escreveu no Washignton Post há mais de seis meses, mas que se coloca agora, depois da eleição de Trump, da proximidade das grandes tecnológicas americanas com o novo presidente, do que Elon Musk tem feito, mas também do que outras grandes tecnológicas têm feito, é óbvia e trágica para a América e o Ocidente: entre uma Inteligência Artificial que nos oferece as verdades de Xi Jinping e do Partido Comunista Chinês e outra que não sabemos se um dia não nos oferecerá a verdade de Elon Musk, Trump ou companhia, a escolha democrática é assim tão óbvia? Obviamente que não.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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