Carlos Abreu Amorim – quer comentar?

Ou será que Relvas fará parte da equipa que vai trazer para a minha terra?

Às voltas com o que por aí está escrito sobre relvas, na tal lógica de fazer a história – relvas e história, assim mesmo, com letra piquininas – cruzei-me com uma pérola que não resisto a destacar.

É de um deputado  do PSD – parece que é ou era do Partido de Manuel Monteiro, foi eleito Deputado pelo PSD em Viana do Castelo e agora é um dos candidatos laranja a Gaia:

«Miguel Relvas está a ser alvo da mais brutal campanha que eu me lembre que alguém tenha sido sujeito, um ministro, nomeadamente nos tempos democráticos. Pedro Passos Coelho não é pessoa para mudar ministros ou fazer remodelações governamentais» em função da comunicação social.

Jardinagem

relvas
Fotografia da Sandra Bernardo

Entra ministro sai com o 12°

Levou com um downgrade tipo Standard & Pobres.

Exclusivo

Relvas vai ter aulas de canto coral. Alentejano.

Sem mudar de vida…

Em férias por terras lusas, vou naturalmente revendo amigos. Porque não escolho amizades em função de opções políticas ou ideológicas, várias vezes me insinuam que vivo numa terra subdesenvolvida, onde faltam infraestruturas. Sim, Angola não possui algo que se compare ao CCB ou Casa da Música, nenhuma obra tem a envergadura e complexidade da Ponte Vasco da Gama, o investimento em caminho de ferro não fez nascer qualquer estação semelhante à gare do Oriente, nem existem serviços como o Alfa-pendular. A maior diferença contudo são as rodovias, com apenas uma auto-estrada digna desse nome, quando Portugal tem dezenas de Auto-Estradas, Itinerários Principais e complementares. Pena que apesar de todo esse investimento público, a economia portuguesa esteja em contracção. Dizem-me que a culpa é do governo e da troika, que falta conceder crédito e investimento público. Sem querer inocentar o governo, que é de facto fraquinho, não percebo a lógica. Mais crédito para deixar o défice exactamente em quanto? Mais investimento público para quê? Se com toda a obra realizada nos últimos 20 anos, chegamos ao lamentável presente…  [Read more…]

Vou-me embora

antes que me empurrem.

E, tu Crato, vens comigo?

Saia um licenciatura em história para o Relvas

Sei que só a história me julgará convenientemente e com distância

– disse o aldrabão Miguel Relvas na hora da despedida. Uma licenciatura em história (com h minúsculo, é claro, para evitar o anglicismo estória) da carochinha.

 

Amanhã de manhã

o Relvas já irá ás aulas, ou começa na 2ª feira?

Foi estudar, o Relvas

Um já está. O Crato por ter demorado 2 meses não se demite?

7 de Abril, dia da 3ª Caminhada da APEE Autismo

autismo
O próximo Domingo, 7 de Abril, é dia da III Caminhada APEE Autismo com partida do  Edifício Transparente – Porto – pelas 10h30.
As inscrições podem ser feitas para o endereço de mail: apeeautismo@gmail.com, indicando nome, data de nascimento, número de BI e se levantamos as t-shirts na sede ou no local de partida.
Eu sou o número 178.
Encontramo-nos por lá.

Relvas vai vender pipocas

A remodelação está em marcha.

Governo quer portugueses em party time

Governo quer criar part-times para que haja tempo de ‘fazer filhos’

Dicas para Cipriotizar e Italianizar Portugal

Ontem, o PS resolveu fazer a triste figura de ruptura dúbia com este Memorando. Um Memorando desactualizado, evolutivo, agravado, mal ajustado aos dados e variáveis do presente? Não importa. É o que há. A palavra foi dada. A versão inicial foi negociada e subscrita por ele. Na verdade, o PS é, ele mesmo, tal como o Governo, um problema nacional e não atina no caminho, sobretudo agora que António José Seguro, acossado pela facção devorista, parisiense, pentelhista, se viu compelido a derramar palavras de capitulação e desistência do compromisso assumido sob a forma de uma emoção de censura muito mal armadilhada, talhada para paradoxalmente fortalecer o Executivo. [Read more…]

Finalmente uma boa notícia

enfermeiraParece que a política do governo começa por fim a produzir os seus frutos de forma assinalável. Sobretudo no plano da sustentabilidade da Segurança Social.

As más línguas do costume diziam que os despedimentos em massa e o desemprego não ajudavam nada ao equilíbrio de contas da Seg. Social.

Essa corja de viperinos extremistas insinuava que haver menos pessoas a descontar e mais a receber (apesar de pouco estas últimas), estava para o equilíbrio das contas como um turista com destino ao Porto apanhar o comboio para Faro.

Ou que fazer emigrar a população em idade fértil não era uma boa ideia para assegurar a estabilidade do sistema e a inexistência de broken links geracionais. Vontade de maldizer está bom de ver.

Os ingleses estão muito contentes com os nossos enfermeiros.

Os alemães pelam-se pelos engenheiros que nós formámos.engenheiros

E, todos juntos, pelam-se pelos descontos que uns e outros fazem para as respectivas seguranças sociais. E pela produtividade que entregam. E pelas crianças que irão certamente contribuir para o futuro dos seus sistemas.

Entre outros assets exportamos pessoas qualificadas e férteis e isso contribui para o equilíbrio da balança, de qualquer coisa, de alguém, algures!

bebés

É ou não é uma oportunidade, cambada de velhos do Restelo?

Que ignorantes, pá!

Um blog (pelo 4º ano do Aventar)

É pertencer, e estar cada um do seu lado na casa, a pensar e a dizer aos outros, aos do blog e aos que passam, o que se vai pensando. Com os do blog de vez em quando almoça-se, mas sobretudo partilham-se muitos dias da Vida, e partilha-se uma casa, lugar onde se vai deixando qualquer coisa escrita na ardósia da cozinha – qualquer coisa que se guarda para sempre, nessa acumulação não-realista de notas e de memória que é um arquivo digital. Somos também, por vezes, alguns de nós e à vez, soldados dessa tropa que é a dos bufos dos correios e telégrafos, cada um e à vez com a sua trompa megafónica, os pensamentos de há bocado tornados outra coisa, já aprumados para os confrontos na Cidade, e prontos, também, para os comentários – missão ou destino dos que passam, que não os anónimos silenciosos e pardos, e espreitam, e marcam o território próximo da casa, deixando na azinhaga do blog comentários amáveis ou selvagens, para nossa alegria ou tristeza, por vezes para nosso espanto.

Ponto de ordem à canalhada

Ó meninos Bem, se me permitem, um ponto de ordem à mesa, pode ser?caa1

Se houver um segundo resgate é porque o vosso trabalho falhou. O vosso e o do Governo que Vossas Senhorias apoiam e aplaudem, ok?

Ou seja – não é por culpa da oposição, não é por culpa do Tribunal, nem tão pouco do povo.

Claro que no vosso entendimento, sendo este um povo tão triste e foleiro, daria mais jeito eleger um novo povo, mas…

Vejam lá este detalhe, pode ser?

Repito: É apenas e só da Vossa – Deputados e Governo – incompetência, OK?

BCE deve devolver lucro…

feito com a dívida portuguesa (1%), diz Seguro. E os lucros feitos pelos amigos da banca portuguesa (1% a 2%) são para esquecer?

Alexandre SS volta atacar

Quer

a criação de “um grupo de sábios” que incluísse desde [sic] empresários, economistas ou generais, para a produção de um livro branco que permita encontrar uma solução para os problemas do país.

Isto ladrado num evento pago pelo Deutsche Bank. Generais? Alô Ministério Público…

O Caso da Pensão Flor

Vai dar muito que ouvir, e falar. Segredos de Coimbra…

Obra completa do Pe. António Vieira

Segue o chamado acordo ortográfico. No Brasil, será publicada exactamente a mesma edição?

Desta vez a culpa não é do Relvas

Foi do Luís M. Jorge.

O romance do Raposo

raposa

Henrique Raposo irá, decerto, propor, numa próxima revisão constitucional que a realidade, a crise e a bancarrota passem a ser consideradas extremamente constitucionais e que as pensões e os direitos adquiridos, devido ao seu “peso brutal”, sejam declarados inconstitucionalíssimos. Enquanto tal não acontecer, o mesmo cronista não hesitará em declarar inconstitucional a própria Constituição, o que, a ser confirmado pelo Tribunal Constitucional, será facto inédito num Estado de Direito.

No fundo, Henrique Raposo acaba por repensar o aforismo “A lei é dura, mas é lei”. Para ele, a lei não é suficientemente dura, inferindo-se, portanto, que não pode ser lei. Para o corajoso cronista, a Constituição é, portanto, mole. Ergo, a Constituição é inconstitucional.

Para Raposo, só quando for possível limpar a Constituição das molezas que a afectam será possível resolver a crise, a bancarrota e a realidade, porque todas as três são consequências dos “tais “direitos adquiridos” de partes da população”, direitos esses tornados intocáveis por uma lei praticamente ilegal. [Read more…]

O novo CD de Luiz Caracol

Chama-se Devagar. Há títulos mesmo adequados. Melhor só mesmo quando Tony Carreira lançou O Mesmo de Sempre.

Diversidades em concordância

Uma das notícias de hoje é titulada da seguinte forma:

“Ministros pedem a Passos para saírem do governo”.

É apenas uma meia solução!

A solução inteira passaria, simplesmente, por reescreverem a frase, assim:

“Ministros pedem a Passos para sair do governo”.

Esta é dedicada ao amigo Fernando Nabais, que, entre outras ideologias diversas, se bate, como eu, desalmadamente, pela língua portuguesa.

Zoologia do voto

Ainda há homens e mulheres nos grupos parlamentares do PSD e CDS? tipo homo sapiens, bípedes, com coluna vertebral e capacidade cognitiva superior?

Hoje têm uma boa oportunidade de o demonstrarem, basta ir dar uma volta no momento da votar a moção de censura, deixando em solidão os invertebrados, as minhocas que cumprindo a sua função biológica serena e constante de  detritívoro irracional, transformam o esterco em húmus a consumir pelas relvas e outras cada vez mais viçosas plantas daninhas, nomeadamente germânicas, e muitos bancos.

minhoca

Pode ser uma dúvida irracional da minha parte, mas assim sou: um ateu ainda crente nos milagres humanos. E se o PS acredita nos ilhéus, estendo a minha fé aos restantes.

E se fossem para o ohlarac?

A nova campanha da Galp Energia: Lagutrop (Portugal escrito ao contário). Têm cada uma…

Muito bem lembrado

De Carolina Patrocínio a Miguel Gonçalves. Memória de elefante.

Os meus presentes de hoje

Nasceram com um ano de diferença. O segundo filho do Dario e a SPELL. Renovar a humanidade com novos frutos será sempre uma responsabilidade, mas é sobretudo um momento de alegria e amor.

Ao Dario, amigo recente pelas mãos do Aventar, os meus parabéns nortenhos e vizinhos, e que, para júbilo e exultação da família, bebé e mãe continuem bem. [Read more…]

Carta aberta à Segurança Social e à Cruz Vermelha Porto

Img0366_2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exmos. Senhores,

Tenho duas filhas, desde há dois anos, a frequentar o CIV – Centro Infantil de Valbom.
A situação que hoje trago ao Vosso conhecimento já foi relatada à Directora da referida instituição e, por nada ter sido feito, já foi plasmada no respectivo Livro de Reclamações.
Trata-se de uma situação que envolve um enorme risco para todas as crianças que frequentam o CIV e que a qualquer momento pode transformar-se numa tragédia que, a acontecer, terá de ser assumida por todos os que tiveram conhecimento desta situação e nada fizeram para a resolver.
O facto de a Segurança Social ter privatizado o CIV não a iliba de quaisquer responsabilidades nesta matéria.
Refiro-me ao cadeado em ferro que impede a entrada de veículos na zona fronteira ao edifício do CIV e que separa essa zona do parque de estacionamento. Desde sempre, com a gestão da Segurança Social, que esse cadeado esteve fechado e não me lembro, em dois anos, de algum dia ter estado aberto.
Desde que a Cruz Vermelha assumiu a gestão do CIV, esse cadeado está aberto diariamente, sendo muitíssimo frequente ver automóveis estacionados em frente à porta do CIV, transitando por entre as crianças e colocando-as num perigo tremendo. Num desses dias, já tive de agarrar a minha filha mais nova para evitar que fosse atropelada. [Read more…]

Greve aos exames

A blogosfera docente é das mais poderosas no contexto mais amplo das redes sociais no nosso país e isso pode ser facilmente comprovado no blogómetro, onde, uns dias atrás dos outros, temos blogues educativos nos primeiros lugares. Não surpreende, por isso, que o foco da discussão da classe não se reduza à que resulta da actividade sindical – a FENPROF vai colocar em cima da mesa, na próxima semana, a possibilidade ou não de fazer uma greve aos exames.

Mas, porque hoje os tempos não são os de ontem, o debate está já a decorrer.

E vale a pena entrar nele.

Nos últimos dias temos procurado escrever sobre a educação no nosso país:

Agrupamentos;

Burocracia;

Currículo;

Com estas e com outras reflexões, tu, que és Professor, vais fazer GREVE aos EXAMES se fores convocado, quer para a GREVE, quer para vigilâncias?