João: BRIOOOOOOOOOOOOOOOOSA!
Ganhámos. Os pequenos também encolhem os grandes.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
João: BRIOOOOOOOOOOOOOOOOSA!
Ganhámos. Os pequenos também encolhem os grandes.
Algumas faixas conseguiram entrar no estádio, enganando a censura.
Diferença entre 2012 e 1969: a PIDE privatizada na forma de empresa de segurança. E também que ao menos desta vez venha a taça para Coimbra. Também pelos seus adeptos, a Académica merece.
À entrada do estádio do Jamor as faixas que os adeptos da Académica transportam foram visadas pela censura e não passaram.
Há idiotas que nem medem as consequências dos seus actos. Democracia? onde?
Tem a Académica de vir jogar a Oeiras para lhe ser dado algum alimento.
1. Miguel Relvas, Ministro dos Assuntos Parlamentares, foi ouvido recentemente na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na Assembleia da República, a propósito das suas “ligações” ao Ex-Chefe das Secretas;
2. Ex-Chefe das Secretas, que segundo declarações públicas, terá enviado a Miguel Relvas, diversos “clipings” e um plano de Reforma dessas mesmas Secretas, propondo para directores do SIS e do SIED funcionários da sua confiança e nomes que não deveriam assumir cargos dirigentes;
3. O Ministro dos Assuntos Parlamentares, que inicialmente desmentiu a recepção dos ditos “clipings” e do Plano para as Reformar, acabou por admitir agora no Parlamento a recepção via mail dos referidos documentos, aos quais garantiu nunca ter respondido.
4. Chegados aqui, a 1.ª conclusão, é que Relvas mentiu!… E mentiu, porque negou primeiro, o que mais tarde confirmou. [Read more…]
Não sei se Patrícia Brito passou pela estação de Porto São Bento.
Sei que andou 465 dias a conhecer os portugueses que moram noutros lados.
Reparem, a Directora do Público afirmou ao i que o Conselho de Redacção do Público fez “uma manipulação intolerável dos factos”. Mais, diz também que nenhuma notícia do caso das secretas deixou de ser publicada.
Hoje ficou-se a saber que, afinal, o Ministro Miguel Relvas nunca falou directamente com a jornalista em causa e que lhe foram dados 30 minutos para responder a todas as perguntas (enviadas por mail).
Por tudo o que já vi escrito nos jornais, mais parece estarmos perante uma guerra de poder interno no Público. A ser assim, é de enorme gravidade usar o nome de terceiros para batalhas internas de poder numa redacção. Ainda por cima quando o “usado” é um ministro. Como dizia o VPV, o mundo está a ficar perigoso…
Vi esta Final com extrema atenção. Em muitos aspectos semelhou as duas eliminatórias contra o Benfica e com o mesmo desfecho, tirando a manha de duas arbitragens favoráveis aos blues. [Com o FC Barcelona, conjugou-se o factor sorte com o sortilégio da suprema oportunidade aproveitada por Torres.] Frieza e mais frieza dos azuis. Demasiados quase e demasiada exasperação nos que atacavam em vão. Sem dúvida Roberto Di Matteo soube instilar nos seus jogadores a eficácia de uma equipa se fingir de morta, antes e durante o jogo. Resulta sempre. Os alemães adoram-se e às tantas começam a ficar ofuscados consigo mesmos. As estocadas finais dão-se nessa altura, nem que por penaltis. Pensar que o Benfica poderia estar ali, com mais ou menos mijo! Ou não.

O Alto Atlas na região de Skoura
“Aquele que ignora a poesia não conhece a estrada da inteligência que conduz à sabedoria, pelos degraus da ciência e da arte.”
Canto do Souss (BOUANANI, 1966, obra citada)
A poesia Amazigh (1) vem sendo preservada ao longo dos tempos através de um processo de transmissão oral, levado a cabo por homens mais ou menos iletrados que, percorrendo as aldeias e áreas rurais, levam até aos seus habitantes mais simples os saberes e fundamentos da cultura popular.
São os “poetas da tribo”, que fortalecem os elos entre os seus membros, contribuindo para o reforço da sua identidade e ajudando a ultrapassar as dificuldades colectivas. Exaltam a coragem dos seus heróis, dão corpo aos rituais colectivos que celebram os acontecimentos do dia-a-dia e os ciclos da natureza. São os “poetas errantes”, que deambulam em pequenos grupos ou isolados, recitando ou cantando os seus poemas, versejando, acompanhados ou não por instrumentos musicais, aliando ao espectáculo e divertimento a mensagem instrutiva, os princípios da justiça, morais e religiosos, o saber, a própria intervenção de carácter político.
“O poeta está envolto em mitos. Pensamos que ele pode entrar em contacto com as forças da natureza, apaziguá-las ou virá-las contra alguém; fala a linguagem dos animais, das plantas e dos insectos. O mundo não tem segredos para ele. Mas a crença popular não ignora que o poeta deve aperfeiçoar a sua arte junto de outros poetas ilustres. Entra ao serviço de um deles, acompanha-o por todo o lado onde vai, aprende o que ele diz. Após um longo período de iniciação poética, ele próprio pode então exprimir-se, dar um timbre pessoal aos seus cantos.” (BOUANANI, 1966, obra citada) [Read more…]
Nuno Crato está pronto a participar no programa “A tua cara não me é estranha” e mostra-se cada vez mais apto a fazer uma imitação perfeita de Isabel Alçada, ficando, apenas, a faltar-lhe um vídeo idiota no início do ano lectivo.
Tal como Isabel Alçada, Nuno Crato prossegue o projecto de destruição do sistema educativo português, iniciado por Maria de Lurdes Rodrigues. Crato, no entanto, preferiu o estilo delicodoce de Isabel Alçada, optando, inclusivamente, por fazer declarações que, devido à quantidade de omissões, não são mais do que suaves mentiras sorridentes; à semelhança da anterior responsável pela pasta.
A propósito do disparate dos mega-agrupamentos vem dizer que são fruto “de um amplo consenso” e que “os agrupamentos agora criados têm uma dimensão equilibrada e racional, e têm em conta as características geográficas, a população escolar e os recursos humanos e materiais disponíveis”.
Para quem quiser saber mais sobre as razões que transformam a opção pelos mega-agrupamentos um crime, pode fazer uma pesquisa pelo google. Pode também relembrar as palavras de Nuno Crato, quando desempenhava o papel de comentador sensato.
“Um em cada quatro dos alunos sujeitos a um plano de recuperação não alcança os seus objectivos, um número considerado hoje “elevadíssimo” pelo ministro da Educação“.
Segundo um relatório efetuado sobre o impacto dos planos de recuperação no ensino básico, este resultado é consequência da falta de recursos humanos e físicos.
Pais: é importantíssimo o vosso contributo no Plano de Recuperação. Leiam o documento com os vossos filhos e estejam atentos diariamente.
Doutro modo, o PR não passará de «papelada». E de papelada estamos todos fartos.
Os professores e a escola não podem fazer tudo…
Ao rio Tejo não chegará qualquer som no próximo dia 24, vindo das bandas da Metropolitana.
“Em causa, alegam os trabalhadores, está a falta de definição de um projecto de qualidade, «reduções salariais coersivas e ilegais» e o «empobrecimento pedagógico» da Escola Metropolitana de Música, da Escola Profissional Metropolitana e da Academia Nacional Superior de Música”.
Os músicos também protestam. Protestam com o silêncio!!
Faça-se tudo para que esta situação se resolva, para bem de todos.
Já andamos demasiado deprimidos para agora ficarmos sem Música e sem ensino de Música de qualidade, como é o caso das várias escolas da Metropolitana.
P.S.: Podemos viver com o silêncio que não o da partitura e o silêncio que se procura livremente? O silêncio forçado dá cabo dos ouvidos e da cabeça…
José-Manuel Diogo
Mas deve ser por isso que pensam que um voto é uma emoção e não uma convicção. Que um discurso é uma forma e não um conteúdo. Que uma mentira é apenas outra versão possível da verdade. Que a traição é só uma questão de datas e que a comunicação social tem a obrigação de relatar acriticamente as insanidades irresponsáveis com que a classe politica nos brinda todos os dias.
Porque é que nenhum tem coragem para dizer às pessoas que é preciso empobrecer? Que vivemos os últimos trinta anos numa ilusão de riqueza impossível num país tão pequeno e tão pouco produtivo como o nosso? Que daqui para o futuro, é preciso ganhar menos e trabalhar mais, ir menos de férias e ajudar mais os outros. Ser menos egoísta e mais solidário. E principalmente ser feliz assim.
Porque é que então se insiste num discurso paliativo sobre o futuro quando o presente demonstra que esse mesmo futuro vai ser difícil e em muitos casos dramático? Por uma razão simples: a maior parte dos políticos acha que o povo é um meio e não um fim. [Read more…]
Por entre jactos de imundice que jorram da sujeira do chamado “caso das secretas”, as primeiras páginas dos jornais informam: “Relvas recebia mensagens a que respondia “por deferência”.
Fico pasmada com esta originalidade à portuguesa. Na verdade, num daqueles países democráticos e normais, um ministro que receba mensagens clandestinas dum funcionário pago com os dinheiros públicos, chama a polícia e obtem garantias de o caso ser julgado em sede própria. Isto é, mostra deferência pelo lugar que ocupa e pelo povo que lhe paga a cadeira ministerial e as mordomias inerentes. Numa palavra: respeita e dá-se ao respeito.
Mas também fico edificada com a mensagem que o ministro Relvas fez passar com esta actuação e que o povo unido registará na memória para o que der e vier. Há cerca de um ano morreu subitamente em Toronto um jovem português, o Tiago Lopes, trabalhador que entrou no Canadá como turista, a exemplo do que largas centenas de compatriotas têm feito movidos pelo desespero de não arranjarem trabalho em Portugal. [Read more…]
O tempo muda os caminhos
mudam as aves o rumo
com o chegar do nevoeiro
e pousam as gaivotas nos telhados
bem longe do mar.
Já os cães não ladram
já não cantam os grilos
e os galos não dão pelo madrugar.
Que mais vai mudar
no lento caminhar
deste passo a passo cansado
pela estrada que foi caminho
pelo caminho que foi atalho
pelo atalho que foi silvado?
Às vezes é preciso fechar os olhos para ver o mundo. Uma frase ouvida há muitos anos que ainda vibra dentro de nós, uma rapariga vestida de branco atravessando um dia de verão, uma fruta colhida de uma árvore em frente ao mar cujo sabor inunda a boca pelo tempo fora.
Às vezes é preciso não pensar para compreender o mundo. Uma palavra dita com violência que regressa e dói com o passar dos anos, uma viagem interrompida a meio e apenas completada por dentro, um bebé enrolado numa manta e uma mãe estupefacta a dizer está morto.
Às vezes é preciso não sair de casa para conhecer o mundo. Uma vibração de luz atravessando uma cortina com um gato nas proximidades, o bater de uma janela sob o vento norte, o ranger do soalho subitamente, o medo, o medo, o medo…
Às vezes é preciso nada fazer para que o mundo nos construa. Uma praça de gente passando, um chilreio de pássaros, um frémito durante o sono, uma dor sem causa nem razão, uma injustiça repentina, uma palavra, outra palavra e outra palavra. [Read more…]
Tenho um fraco pelo Relvas. A voz de aguardente, a arritmia discursiva. Daquilo não há aos pontapés. Nem sequer sabe ameaçar e passar incólume como o fils de pute parisien. Qualquer um que, como ele, ameaçasse expor a minha vida pessoal daria a saber ao mundo que já não tenho dinheiro para viver decentemente neste momento crucial do mês de Maio. Nem sequer para aderir às campanhas carnívoras do Pingo Doce e do MiniPreço. Terá de ser a minha mãe a entrar com a reforma nas promoções alimentícias com que alimento os meus rebentos. Com 42 anos, não vislumbro luz ao fundo do meu túnel. Posso pelo menos ser adoravelmente louco. O Relvas é mauzinho? É. Deve ser demitido? Não. Se fosse demitido, teríamos de demitir quase toda a gente do Regime, que é um Cu Infrequentável, nas suas traficâncias silenciosas habituais. Teríamos de demitir quase todo o Parlamento por não passar de uma plataforma de negócios privativos, a fazer fé, e faço, no Paulo Morais. O Relvas já se arrependeu e pediu perdão pelas ameaças e a perda de senso, coitado. O Relvas não pode pagar sozinho, demitindo-se, por todos os que à testa de escândalos nepotistas e negociações ruinosas para o Erário, se mantiveram ao alto e ainda cantam de galo socialista como se não fosse nada com eles. Era preciso que Relvas fizesse muitíssimo pior, fechasse uma Universidade, por exemplo, ou pressionasse magistrados por interposto magistrado, como no Freeport, permitisse uma barragem no Tua. Demos mais uma oportunidade ao Relvas. Relvas é fixe. Eu gosto do Relvas. Não nos fodam com esse súbito excesso de pudor nem com o novo cristo dos media Relvas!
Ameaçar “fazer um blackout noticioso do Governo contra o jornal e divulgar detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira” não é um comportamento aceitável para quem sirva o estado. Ou Relvas se demite ou é demitido. Depois do que o PSD disse, e bem, sobre as pressões de Sócrates na comunicação social, não lhe resta outro caminho que não o de aplicar a receita que defendeu enquanto oposição.
Quanto ao Público, o meu sentimento é de desilusão. Então ameaçar divulgar detalhes da vida privada de uma jornalista não pode ser enquadrado como violação à lei? Até onde é preciso chegar? Até às vias de facto? Será preciso lembrar o recente caso da jornalista que viu a sua vida íntima divulgada na net?
Ontem foi o dia mundial dos museus e hoje dá na net o Google Art Project, disponível em googleartproject.com. Podem-se explorar os trabalhos com grande nível de detalhe, fazer visitas virtuais e até construir uma colecção para partilhar. Os trabalhos podem ser usados para fins educativos.
Se há político sob sítio é Relvas. Muitas vezes porque sim. Olham para ele e é como se vissem todos os monstros que foram felizes no saque e ficaram largamente impunes nos dois Governos do fils de pute parisien, quando pressões sobre jornalistas eram o prato diário e quando se foi longe de mais, por exemplo contra António Cerejo, jornalista do Público. Mas calma lá, camaradas! Uma coisa nada tem a ver com a outra. Que mal é que Relvas pode fazer ao jornalismo menor português comparado com tudo aquilo que o x-acto do Noronha e a tesoura do Monteiro fizeram ao Face Oculta?! Vamos por partes, camaradas: primeiro, temos uma série de filhos da puta corruptos para pôr na prisão. Foram postos de molho. Acham-se isentos. Nem se fala deles. Continuam a laurear a pevide depois do furto e da festa, a rir da nossa cara de parvos. Depois, e só depois, é que poderemos compreender que os camaradas ganhem essa tusa toda e esse moral com cio às fatias e essa pressa masturbatória em pedir a cabeça do inócuo Relvas, que até pede desculpas por qualquer coisinha. Para quê o assédio ao homem, como se não houvesse mais nada prioritário, ainda para mais quando o Público está, porque está!, editorialmente pejado de Óxido de PS, Refugo de PS, com um forte reagente não só à Passos Aselhice como às Pombinhas da Cat’rina Coelhianas. Acham que apanharam Relvas pelos colhões e pronto abana tudo o que com o PS-Merda nem tugia nem mugia jamais, podia vir o Papa. [Read more…]
Não há outra saída para tanta incompetência.
O Político Relvas é daqueles que se sente o cheiro à distância. Cheira mesmo mal! E não sei se é dos pés. É aquele tuga espertalhão que parece estar sempre a mentir, com um sorriso amarelo e de plástico, talvez do botox.
Recebia sms, mas não respondia e perante o trabalho livre do jornalista, atacou ferozmente?
Depois, parece que pediu desculpas, mas o texto do Conselho de Redacção do Público é bem claro sobre o que aconteceu.
Não há outro caminho. Siga as dicas do seu Sr. Primeiro Ministro e dê uma oportunidade ao seu sorriso inverdadeiro.
Tenho uma dúvida quase existencial.
Para o Primeiro – Ministro as listas de graduação de professores, onde se pode ver a sua ordem dentro de cada grupo de docência, são listas de Professores ou uma lista de portugueses candidatos a imensas oportunidades?
Eis a lista. O MEC divulgou uma nova lista a 1 de junho de 2012.
Em comunicado o MEC divulgou hoje um pacote de fusões verdadeiramente espantoso. Para memória futura deixo o texto enviado à Comunicação Social e que mostra a falta de qualidade desta gente: [Read more…]
Será que foi este o preço da pulseira?
O Porto comove-me. Vejo-o todos os dias como se o visse de novo. Pelo menos esforço-me por abrir os olhos e senti-lo como Cesário a nauseante cidade dele. Tento imaginar como entranham o meu Porto quantos nos visitam e são tantos e tantas ou de queixo erguido, reparando no que deixamos de ver por ser nosso, ou obliquando o olhar a partir dos city sightseeing buses, para observar como são e o que fazem os pequenos portugueses no seu habitat natural.
Bolhão. Sigo por passeios, atravessamentos-passadeira. Vou aonde devo ir. O mercado mostra as mesmas pombas e as mesmas gaivotas cativas de sempre, em volutas e tangentes temerárias. Nos telhados interiores — posso espreitar da entrada norte onde há sempre turistas especados a olhar para dentro — as mesmas escorrências esbranquiçadas daquelas cloacas industriosas alvejam o negro da cobertura. De dentro, avulta um pequeno rumor baço de gente. [Read more…]
Foi preciso importar um português do Canadá para confirmar que o grande problema de Portugal é o coiso.
Os mais puristas poderão censurar ao Ministro da Economia e do Emprego a utilização de um termo tão pedestre, mas a verdade é que não lhe resta outra solução. Na realidade, num país em que a economia está em coma e o emprego em extinção, só resta a Álvaro Santos Pereira ser ministro do coiso. Aliás, talvez antevendo a inutilidade do ministério a que ia presidir, foi ele próprio a pedir que não o tratassem por ministro: seria algo tão absurdo como chamar governo ao actual governo.
Finalmente, um país com tantos problemas já não tem designações que cheguem. É, portanto, natural, que se use “coiso”, a palavra que, em Portugal, é uma espécie de etc.
Depois de, há uns anos, termos seguidos o cherne, resta-nos agora atentar no coiso.
Ricardo Rodrigues anda confuso. Compreende-se. Isto de um homem ser suspeito em vários casos obscuros e transitar para deputado, de ser nomeado membro do Conselho Superior do Ministério Público, de desviar gravadores a jornalistas e ir parar à Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, de ser constituído arguido e ser nomeado para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários, de ter sido referido como pertencente a um “gang internacional” e ver-se na situação de coordenador da Comissão Parlamentar para o Combate à Corrupção, deixa qualquer um confuso. [Read more…]
Completamente afastado de qualquer círculo dos sucessivos poderes que têm dirigido o país, foi com surpresa ter recebido um convite para na companhia de uma dúzia de bloggers, jantar com o Ministro da Economia.
Uma longa conversa de três horas e a constante colocação de problemas candentes e incómodos, apenas serviram para confirmar aquilo que já sabia. Não estamos a lidar com um “soldado da fortuna” recrutado para preencher o lugar por um determinado tempo e compor fotografias de eventos de circunstância, sejam estes cimeiras à beira Tejo ou visitas a amigáveis empresas. Em suma, este Ministro não precisa do lugar para nada e tendo-me atrevido a deixar a questão da transumância habitual para postos mais rendosos, meio a sério, meio a brincar pronunciei a frase: [Read more…]
Tanto quanto sei, as conferências TED convidam personalidades e pensadores de diferentes áreas para exporem o seu… pensamento. Ora, o pensamento sobre questões sociais é, parece-me, quase sempre político.
Por isso mesmo, tenho assistido a algumas intervenções que denotam atitudes políticas em assuntos que têm a ver com a educação, ecologia e ambiente, direitos humanos, etc.
Um milionário americano (e especulador) decidiu tecer considerações sobre economia, capitalismo, impostos, criação de emprego e afins, mas o seu discurso foi considerado “demasiado político”, razão pela qual a sua conferência não será publicada.
O que disse, de “demasiado político”, Nick Hanauer, a personalidade em questão? [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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