Dos nomes mais lindos. Linha de Évora, Abril 2011.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Dos nomes mais lindos. Linha de Évora, Abril 2011.
Nunca mais esqueci como desapareciam os chocolates. A pequena estava proibida de comê-los e, no entanto, a casa estava cheia deles. Resultado: a criança era punida e recebia homilias sobre os seus malefícios – de como faziam mal aos intestinos, tiravam o apetite e estragavam os dentes. Eu próprio nunca me tinha apercebido que os adultos introduzem as suas contradições na interacção com as crianças, mesmo sob a forma de mimos. Nos nossos hábitos, o [Read more…]
PS.: F-se! #ILoveSocrates MesmO!
PS.: #ILoveSocrates Day by Day 🙂
Publicado no F-Se!
O António Fernando Nabais aqui no Aventar e o Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada já escreveram sobre o tema. Eu sigo-lhes o exemplo no Albergue. Para que todos saibam a vergonha de Justiça que se pratica em Portugal. Para que ninguém continue a calar. Para que acabe, de uma vez por todas, esta pouca vergonha.
Já aqui escrevi sobre um acórdão do Tribunal da Relação do Porto relativo a um caso de violação. Mais uma vez, a realidade parece ultrapassar a ficção: o dito Tribunal não considerou violento o comportamento de um homem que agarrou a cabeça de uma mulher para a obrigar a fazer sexo oral e que a empurrou contra um sofá para manter relações. Note-se que os actos descritos foram dados como provados e acrescente-se que o homem é psiquiatra e a mulher era sua paciente e estava grávida.
Digam lá: não considerariam inverosímil um filme que tivesse um enredo destes?
PS e PSD têm demonstrado ser uma e a mesma coisa, em termos de resultados finais para os portugueses: falta ou consciente propósito de ignorar uma visão estratégica, depauperamento do tecido económico do País, os resultados da ilusão de vida fácil à custa do crédito barato e, para remate final, a cedência dogmática às reivindicações de poderosas corporações (advogados, médicos, juízes, pilotos da TAP e outras a que a ordem alfabética me conduziria).
Hoje, como quase diariamente, foi mais uma jornada de contradições e demagogias. Exemplos:
Os bombeiros do belo edifício do Reichstag decidiram-se a defender aquilo que tudo indica ser do interesse da Alemanha, ou seja, o chamado “resgate a Portugal“. O mais surpreendente consiste na sugestão de Gysi, antigo membro do SED da anexada RDA, quando propõe um novo Plano Marshall destinado aos países em risco de colapso.
Tendo sido o Plano Marshall um dos cavalos de batalha da luta que Estaline travava contra os vitoriosos Aliados do Ocidente, os novos tempos parecem fazer dissipar as nuvens de outrora e Gysi está absolutamente certo, quando se insurge contra os esmagadores juros que serão impostos a Portugal. Sincero ou piedoso impulso, ou apenas um recurso na luta política parlamentar alemã – os “bons” e os “maus” -, esta sugestão vem ao encontro dos nossos interesses. Oxalá pudesse ser implantada, mas no extremo Ocidente da península europeia, não se vislumbra um único agente político com credibilidade para gerir um hercúleo plano que deverá ser rapidamente implementado.
O meu colega FMS já se referiu ao assunto. A questão diz-se em poucas palavras mas não se compreende com muitas ou nenhuma. Escandaleira, chama-lhe o FMS. Concordo e acho brando. Pulhice, desgoverno, insensatez, irresponsabilidade, ignorância, estas são as expressões mais leves que me ocorrem e fiquemos por aqui.
O Governo conseguiu, renegociando, tornar o negócio original 58 vezes mais caro para os cofres públicos.
Como, ultimamente, são milhões para aqui e milhões para ali até perdermos o fio às contas, faça-se o seguinte raciocínio – o pacote da Troika é de 78 mil milhões, dizendo que chega para pôr as contas em ordem (o que é duvidoso). Só neste negócio o governo malbarata 10 mil milhões, com esta agravante:
O documento da auditoria ainda não foi aprovado pelo Tribunal de Contas, que por isso se recusou a comentar o caso ao Correio. Ontem a TVI também tinha noticiado esta auditoria, dizendo que os juízes se queixaram de ter sido induzidos em erro para aprovar cinco auto-estradas, no valor de dez mil milhões de euros, porque lhes terão sido sonegadas informações.
É urgente impedir esta gente de continuar a desgovernar.
O poeta, ficcionista, dramaturgo, cronista e jornalista Manuel António Pina irá receber o 23º Prémio Camões. Apesar de ser autor de uma obra poética assinalável em quantidade e qualidade, tornou-se mais conhecido, recentemente, na qualidade de cronista, graças à lucidez com que tem zurzido os portuguesinhos que poluem Portugal, sem nunca prescindir do rigor formal que só num cultor irrepreensível da língua se pode aliar a um sarcasmo certeiro e descontraído.
Muito provavelmente, Marinho e Pinto, o tonitruante Bastonário da Ordem dos Advogados, não dará os parabéns ao premiado, também ele um licenciado em Direito. Entretanto, a cultura portuguesa poderá continuar a usufruir do privilégio de ler uma voz que a engrandece. Em casa do autor, os gatos continuarão embalados pelo ciciar beirão que os trinta anos de Porto não apagaram.
Uma amostra do debate de ontem. Afinal a ideia de baixar a Taxa Social Única não é do PSD: é também do PS. Ou seja: é do FMI. O embaraço de Sócrates é a primeira alegria desta campanha.
Quanto à renegociação da dívida o “nunca” ficará para juntar à mesma afirmação sobre a vinda do FMI. Esperemos é que quando lá chegarmos Sócrates já tenha arranjado emprego.
“Na última semana beatificámos um Papa,
casámos um príncipe,
fizemos uma cruzada e matámos um mouro.
Bem vindos à Idade Média.”
Chegou-me esta “pérola” de humor cínico, via um fórum de discussão de História (!), concebida, certamente, pelo mesmo género de pessoa que me me enche a caixa de correio electrónico de power-points musicais com aforismos sobre a arte de viver.
O melhor sentido de humor é o que demonstra mais inteligência. Por isso pouca gente gostará de Monty Python e a maioria prefira a vulgaridade de um Fernando Rocha. E no que toca a História, em que todos têm opinião, sempre é preferível o chavão à verdade, um José Hermano Saraiva a um José Mattoso. Aquela arenga sobre um Papa, um príncipe, a Cruzada e o mouro é uma sucessão de preconceitos ideológicos. O pior deles, que a Idade Média é a época das trevas, do atraso social e mental. O que dirão, disto, os meus amigos medievalistas?
Basta olhar para o século XX, para perceber que a Idade Média, com os seus papas prepotentes, os seus monarcas autoritários e as Cruzadas empalidecem perante os actos de Hitler, de Estaline ou do Império Britânico e que a História não se divide em períodos nem em indivíduos bons e maus. Isso é para Hollywood. A principal função da História é pedagógica. Se isso não está a funcionar, como se depreende pelo anónimo discurso citado, então talvez devêssemos ter mais historiadores e menos engenheiros. Porque de mentirosos está o mundo cheio.
Se Almeida Santos já não tem idade para estas coisas, que não se meta nelas.
Parece uma matéria impossível de ser pensada por parte das crianças. No entanto, julgo ter percebido que, na interacção adulto-criança, há uma ponte emotiva nem sempre fácil de cruzar. Porque não há ensino de relações emotivas, elas existem de forma diferenciada através dos tempos (Mead, 1933; Fortes, 1959; Süskind, 1984) e das culturas (Godelier, 1996; Bourdieu, 1972; Netting, 1981; Iturra, 1988, 1990 e 1995c). A afectividade, especialmente quando se trata da relação entre o adulto e a criança, constitui um dos aspectos mais difíceis e controversos nas sociedades. Nos grupos que tenho estudado, no período que vai do nascimento à puberdade, o sentimento de pertença dos pequenos aos adultos, bem como o sentido de posse que os adultos têm dos pequenos não é questionado. E, no entanto, há uma emotividade que [Read more…]
A história é simples: o Governo colocou portagens nas antigas SCUT por não conseguir cumprir o pagamento aos concessionários. Em nome do controlo da despesa pública um tipo até pode compreender.
Depois, colocou-as conforme a cor partidária do respectivo município. E um tipo fica passado pela pouca vergonha.
Agora, segundo a TVI, ficamos a saber que as ditas, aquando da transformação em vias com portagem, passaram a custar-nos a todos 50 vezes mais! Ou seja, antes o Estado devia 178 Milhões de euros e depois de renegociar com as concessionárias, passou a dever 10 Mil Milhões!!!
É ver a reportagem AQUI para que não digam que estou doido. Só espero, sinceramente, que não seja verdade mas desconfio muito…
Catroga não quer discutir pintelhos.
Sou suspeito, mas não via alguém levar uma malha tão grande num debate político nem me lembro desde quando.
Sócrates foi arrumado por KO logo ao primeiro assalto. Humanamente cheguei a ter pena do homem.
Estão três senhores insuspeitos na SICN a dizer isto mesmo, com umas flores, que até parece mal.
Após o debate, contou Louçã, Sócrates ainda disse que ganhou o debate. Desconfio que o PS não tem um problema político, tem mesmo na liderança um problema psiquiátrico.
Imagem roubada ao Simplex
-Há alguns anos atrás, Emídio Rangel, então director da SIC, afirmou que poderia vender um político com a mesma facilidade com que vendia um sabonete. A premonição veio a confirmar-se, estando Portugal a ser governado por um político da mais reles qualidade, inimaginável por qualquer profeta da desgraça. Onde pára neste momento Teixeira dos Santos? Terá o PS forçado ao silêncio o Ministro das Finanças? É o vale tudo na ânsia desesperada de impingir aos portugueses mais algum tempo da tralha que nos desgoverna, com base na mentira e propaganda. Chegam ao cúmulo de fazer oposição à oposição, no próximo dia 5 de Junho, os portugueses devem sim, avaliar o resultado da acção de quem desastrada e teimosamente nos trouxe até aqui.
Como é possível afirmar que foi pela irresponsabilidade dos partidos da oposição, ao chumbarem, felizmente que o fizeram em minha opinião, o PEC IV, que Portugal foi obrigado a pedir ajuda externa? O juro cobrado pelo empréstimo, será substancialmente mais baixo, que a taxa a que o governo se vinha financiando nos mercados financeiros internacionais. Quando o mentiroso que nos governa afirma que negociou um bom acordo, pois terá de dar como contrapartidas as medidas já previstas no PEC IV, tenta passar aos portugueses um atestado de estupidez, compra quem quer, mas a verdade é que a aprovação do PEC IV, não daria ao governo 78 mil milhões de Euros, pelo que a sua aprovação, teria significado um PEC V, VI, VII e por aí em diante. Aliás, colocar 78 mil milhões de Euros na mão deste governo, seria atitude tão inteligente, como deixar um pirómano com fósforos e gasolina, sozinho numa floresta em pleno Verão. [Read more…]
Duas figuras da música são hoje notícia; curiosamente, dois defensores da liberdade, da paz e da justiça social. Um, Marley, faleceu há 30 anos, com apenas 36 de idade. Outro, Zé Pedro, dos Xutos, vai ser submetido a um transplante do fígado.
O desaparecimento ou sofrimento de quem admiramos dói sempre. Nestes casos, dói-me absoluta e justificadamente. Tive o privilégio de viajar, lado a lado, em vôo Londres-Lisboa, com Bob Marley. Ia para África. Duas horas de conversa inesquecíveis. Foi na 2.ª metade da década de 1970. Aprendi que Marley era um inconformado lutador contra a fome, a miséria e as desgraças que ainda hoje castigam os povos de África, em especial os subsarianos. Marley era jamaicano de nascimento, mas africano de alma e coração. Como o tempo voa! Hoje, completam-se 30 anos desde a sua morte. Para mim, o rei do Reggae será sempre um símbolo vivo e digno de homenagem.
Zé Pedro, fora dos palcos, a última vez que o encontrei foi no Museu do Arroz, na Comporta. Festejava com familiares e amigos a recuperação de um caso complexo de saúde, de que havia sido acometido em Portimão tempos antes. Agora, está confrontado com a necessidade de se submeter a um transplante de fígado. No limite da capacidade humana, aquém e além dos médicos, dou-lhe publicamente o meu estímulo para que vença mais esta etapa. Força Zé Pedro! Os meus votos são sentidos e sonorizados, por “Is This Love” de Bob Marley. Uma canção com letra à feição de Zé Pedro, penso.
De vez em quando recebo um mail que sinto dever publicar no Aventar. É o caso desta petição que pretende evitar a pena de morte para os homosexuais no Uganda. Leia, assine, divulgue, faça qualquer coisa, a maior crise é a demissão e há mundo para além da nossa casa. Eis o mail integral:
Em 24 horas, O parlamento de Uganda pode votar uma nova lei brutal que prevê a pena de morte para a homossexualidade. Milhares de ugandenses poderiam enfrentar a execução – apenas por serem gays.
Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma manifestação global massiva ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o progresso da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional de uma segunda tentativa de aprovar essa lei cheia de ódio. Nós podemosmostrar a eles que o mundo ainda está observando. Se bloquearmos o voto por mais dois dias até que o parlamento feche, a lei expirará para sempre. [Read more…]
…Se passa um dia só e não te vejo” E a voz delicodoce do “cantor de sonhos” espraia-se numa suavidade lânguida, de um erotismo angelical. E as balzaquianas mamalhudas, matronas vermelhuscas de calores menopáusicos, desfraldam as banhas, reviram os olhos, baloiçam os úberes até ao umbigo e abanam as ancas opulentas num último estertor de excitação. É um alucinante delírio orgásmico colectivo, num clímax que se prolonga como num eco: “Porque eu morro…” Pois é. “Esqueçam tudo o que a musa antiga canta / Que outro valor mais alto se alevanta” – Camões, “Os Lusíadas”. “Tony! Tony! Tony!… Faz-me um filho, Tony.” E o Tony: “Porque eu morro…”. Num refrão angustiadamente repetido. E um patusco, roxo como um fígado, disfuncionalizado da histeria colectiva: “Faz lá um filho à gaja, pá. Antes que morras…” Fizeram o mesmo pedido ao Quim Barreiros, não sei se antes, durante ou após o chupanço “nas tetas da cabritinha”. E a resposta segundo o próprio: “Eu fazer, fazia, o pior é que a gaita já não ajuda muito”. É o Portugal português, o “incrível país da minha tia / trémulo de bondade e de aletria”, no entendimento de Alexandre O’Neill. [Read more…]
Parece que é da Marktest, e sai amanhã. Encontrei no Facebook, entrego a quem provar pertencer-lhe:
PPD/ PSD (39,7%),
PS (33,4%),
CDS-PP (9,0%),
CDU (6,5%)
BE (4,8%).
E para quem vai um quarto do empréstimo?
.da gui
Para que não restem dúvidas, esta notícia é de 11 de Maio de 2011 d.C., e não de MMXI a.C.
Assistimos a uma campanha PSD Sacripanta – com um Porta-Voz Sacripanta – com objectivos Sacripanta – de valor de Sacripanta. Mais palavras para quê? SACRIPANTA é a justa. Quem se subjuga, agora, no silêncio, a Sacripantas, que se cale para sempre. Não venham depois bradar o Sócrates!! Ai o Sócrates! Não, não é o Sócrates, nem o terrorista, nem o mentiroso ( ó! que ridículo é o coro de Santos em desespero da Santa verdade, Y logo no Planeta Terra! Y com os condicionalismos da Condição Humana … ). Os Sacripantas salivam Y todos fecham os olhos: o Sócrates!! Ai o Sócrates. O Sócrates é o PS! Y uma coisa é justa dizer sobre o Sócrates: no dia 23 de Março de 2011, Portugal só teve um Homem à altura da sua História: O Sócrates! O Sócrates que eleito numa maioria relativa, respeitou essa maioria relativa. Não teve foi quem o acompanhasse nesse respeito; os, agora, Candidatos Sacripantas colocaram-se à frente dos interesses do país. Sim. Há o Candidato José Sócrates Y há os Candidatos Sacripantas que salivam por isto: [Read more…]
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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