Paulo Portas, o desempregado

Cartaz Portas

Ao contrário dos cartazes do PS que apresentam dramas da vida real que nada têm que ver com as caras que neles surgem, este cartaz é todo ele um retrato fiel da história do irrevogável. Esteve duas horas (mais coisa menos coisa) desempregado – opção sua, não da entidade patronal – mas foi rapidamente readmitido com direito a uma simpática promoção e todos os benefícios à prova de austeridade que vêm com estas coisas. Pelo caminho fez disparar os juros da dívida pública, causando prejuízos avultados ao Estados, sem que isso preocupasse muito os seus colegas moralistas e respectivas claques, e sem nunca ter tido a humildade de pedir desculpa aos portugueses. Está na hora de o mandarmos de volta para o desemprego. O CDS-PP que o sustente.

A reestruturação da dívida grega e agenda alemã

Merkel

Com as milícias de extrema-esquerda entrincheiradas na linha da frente da batalha pela reestruturação da dívida grega, a poderosa chanceler continua a resistir, enfiada no seu bunker berlinense. Angela Merkel prefere deixar o FMI fora do terceiro resgate à Grécia do que aceitar a sugestão do Fundo de reestruturar a dívida, nem que isso signifique colocar toda a pressão de um eventual incumprimento sobre as economias fragilizadas dos estados membros da União Europeia. Para quem lidera um país tão experiente em calotes, o fanatismo do executivo alemão é admirável.

Assim, e segundo o jornal alemão Die Zeit, citado pelo Expresso, a solução proposta pelo executivo alemão passará pela prestação de garantias da União Europeia ao Fundo Monetário Internacional que acautelem potenciais perdas, para que este possa participar na nova intervenção deixando cair a exigência de reestruturar a dívida grega. Se correr mal, a Europa a 28 paga. Se correr bem o FMI leva a sua fatia. O problema é que o Fundo entende que a dívida de Atenas é insustentável e impagável nas condições actuais, motivo pelo qual vê a sua participação no resgate com apreensão. Já Merkel prefere avançar em direcção ao abismo e arrastar a Europa consigo. Sensato vindo da parte de quem tem na catástrofe grega um negócio tão lucrativo. No dia em que a dívida se tornar sustentável e pagável, a torneira pode muito bem começar fechar.

Como lucrar 100 mil milhões de euros com a crise grega?

A Alemanha explica.

FMI exige perdão da dívida grega

IMF Greece

Apesar da recusa de Passos Coelho, o aluno lambe-botas que por acaso até tem ideias que na verdade não são dele, a extrema-esquerda do FMI voltou à carga: sem o alívio da dívida grega, as tropas de Lagarde estão fora do terceiro resgate grego.

É comovente. Outrora irrevogavelmente contra qualquer tipo de reestruturação da dívida daquele país, os senhores do dinheiro recusam agora alternativas que não envolvam essa solução. Uma irrevogabilidade ao melhor estilo de Paulo Portas perante a estupefacção dos miúdos marrões que não compreendem outras lições que não aquelas que os obrigaram a decorar. Depois queixem-se que levam tanga no recreio.

Dívida

André Serpa Soares

Ouvindo e lendo declarações de dirigentes e políticos alemães em reacção à vitória do não na Grécia, apenas me ocorre recordar o seguinte, para ver se não se esquecem nunca: nenhum país, repito, nenhum país, tem dívida maior para com a Europa do que a Alemanha. Isto é verdadeiro em termos financeiros e de dívida perdoada, mas o pior ainda é o resto

Questão grega

André Serpa Soares

A “questão grega” que devia preocupar os dirigentes europeus e do FMI é meridianamente simples: como pagar a dívida colossal?
Esta é, aliás, de forma menos premente, a mesma questão a que urge responder relativamente a Portugal. Como pagar a dívida colossal?
É claro que as dívidas são para ser pagas. Mas se o serviço da dívida obrigar o devedor a deixar de comer, de pouco préstimo o esforço de pagamento será. O devedor definha e morre e ponto.
Com todos os programas de austeridade impostos pelas instituições,Troika, ou o que lhe quiserem chamar, as dívidas soberanas deviam ter começado a decrescer. A ser pagas. Não foram, porque não podem ser.
Porque os programas de “assistência financeira” não são mais do que nova dívida para pagar dívida antiga.
Se, por cá, estamos aparentemente de “cofres cheios” – “Portugal é sólido”, quase consigo ouvir alguém dizer – na Grécia eles já estão vazios.
A dívida sugou tudo o que estaria nos cofres gregos. Sugará tudo o que está nos cofres portugueses.
Nós não somos a Grécia. Mas os gregos somos nós, apenas mais avançados no tempo.
Estas dívidas, como estão, não se conseguem pagar, Empurram-se com a barriga.
É isso, e nada mais que isso, que tem feito a Europa balofa e seus apêndices institucionais.
Como se resolve? Não sei. Mas tenho cada vez mais certeza que isso em nada preocupa o Schauble, o Dijsselbloem ou a Lagarde. Por uma razão simples. Eles também não sabem. Nem querem saber. É um problema dos gregos, pensam. Mal. Pensam mal.

Referendo na Grécia

Tsipras vai submeter as propostas dos credores a consulta popular. Chama-se democracia e não costuma agradar ao regime. Que o diga Papandreou.

Estes gregos devem estar loucos

Sondagem GR

As sondagens, sabemos, valem o que valem. Ainda há poucos dias, a Universidade Católica revelou uma que coloca a coligação PSD/CDS-PP à frente do PS, o que levantou muitas dúvidas mas não lhe retirou legitimidade. Porém, foi o suficiente para que se começassem a ouvir discursos de vitória.

O Jornal da Tarde da RTP abriu com notícias sobre a Grécia e sobre a reunião do Eurogrupo de hoje. Rapidamente, o pivô da televisão pública deu voz aos gregos que, segundo o teleponto, pedem o afastamento de Alexis Tsipras das negociações, como forma de evitar mais humilhações do para o povo grego. Algo estranho se olharmos para a sondagem em cima levada a cabo há poucos dias pela Public Issue, que dá ao Syriza uns “modestos” 47,5% das intenções de voto, ou para as frequentes manifestações nas ruas de Atenas a favor do actual governo grego. Se isto não é ter o apoio do cidadãos, então já não devem restar muitos governos legítimos no Velho Continente. Já por cá, curiosamente, a vassalagem absoluta do bloco central aos ditames do FMI e dos oligarcas que governam a UE não parece granjear grandes resultados para os seus dirigentes. Juntos, PS, PSD e CDS-PP correspondem a 75% das intenções de votos, apenas 27,5% mais do que o Syriza consegue sozinho no seu país, isto apesar de contar com a oposição violenta da União Europeia em bloco. Estes gregos devem estar loucos.

Não é aceitável que a primeira despesa do Estado sejam PPP e juros da dívida

Paulo Pereira

Angela Merkel baralha e torna a dar

Stupid Merkel

Depois do Presidente da República alemão se mostrar favorável à discussão de uma possível indemnização à Grécia, decorrente de reparações pendentes por empréstimos forçados e danos provocados pelo regime nazi, Angela Merkel surpreende ao afirmar:

Não se deve traçar um risco por cima da História. Nós podemos ver isso no debate que existe na Grécia e noutros países europeus. Nós, os alemães, temos a responsabilidade acrescida de estar alerta, sensíveis e conscientes do que fizemos durante a era nazi e dos danos causados a outros países. Tenho uma tremenda simpatia por isso

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Não é lixo, é a porcaria imediatamente antes

O regime lá arranjou uma agência que tirou o rating do balde e nos informou que sem bloco central não existe estabilidade. No mundo real, o rating – da dívida e do governo – mantêm-se no lixo.

A heresia de Joachim Gauck

Gauck soll neuer Bundespräsident werden

Momentos de intimidade como o retratado na foto poderão ter os dias contados. Tudo porque o senhor Joachim Gauck, Presidente da República da capital do império europeu, admitiu a hipótese do seu país pagar as indemnizações reclamadas por Atenas que resultam da ocupação da Grécia pelo III Reich, o que inclui empréstimos forçados concedidos pelo Banco Central da Grécia aos nazis.

É certo que o poder está concentrado no executivo de Angela Merkel, assumidamente contra o pagamento de qualquer tipo de indemnização resultante das aventuras imperialistas dos seus antepassados, e que Joachim Gauck pouco mais representa do que uma figura decorativa sem grande poder de decisão. Mas a coragem do presidente alemão poderá dar nova vida à discussão de uma reivindicação legítima. Dizer que “Não somos apenas um povo que vive nos dias de hoje, somos também os descendentes daqueles que deixaram para trás um trilho de destruição na Europa” são palavras sobre as quais todos os alemães podem e devem reflectir. Até porque se Tsipras se lembrasse de alegar que a herança de endividamento corrupto e irresponsável que recebeu do bloco central grego não lhe dizia respeito, que fazia parte do passado, usando a alegação como argumento para se recusar a pagar a dívida grega, algo me diz que a heresia não seria bem recebida. Ou pagam todos ou não paga ninguém.

Contos para crianças VI: o milagre económico português

Juros da dívida grega disparam e arrastam juros portugueses consigo. Irlanda praticamente imune ao contágio.

Recompensar a má gestão bancária

banks

Foto@Econintersect

A edição online do jornal I revelou ontem que o conjunto dos 4 maiores bancos nacionais – BES, BPI, BCP e CGD – acumulou prejuízos na ordem dos 9,5 mil milhões desde que há quatro anos Portugal se submeteu ao plano de austeridade que teve no resgate dos bancos a sua principal prioridade. Claro que, e o jornal fez essa mesma referência, metade desta catástrofe bancária diz respeito à hecatombe BES, cuja custo directo para o contribuinte rondará já os 5 mil milhões de euros, valor esse que dificilmente será recuperado na totalidade. Mais uma factura das aventuras bancárias com a chancela do liberalismo económico a ser suportada pelos otários do costume: nós.

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279 mil milhões de euros

É o valor do calote nazi segundo as estimativas do governo grego. Uma estimativa “estúpida” no entender da Alemanha. Quase tão estúpido como endividar um país para salvar bancos.

Tinha 121 milhões de euros de dívida no BES

e continua a aguardar que o Novo Banco proceda à “regociação da mesma“. Falar sobre os 14 milhões que deu a Ricardo Salgado é que não lhe apetece muito. Ele está doente e só sai mesmo para cortar o cabelo.

Fisco em incumprimento

José Valente

Foto@Global Imagens/JN

Apresento-vos José Valente. Desempregado desde 2012, este cidadão acumulou uma exorbitante dívida de IMI no valor 800€, dívida essa que, juntamente com o atraso de algumas prestações do seu crédito à habitação, lhe custou a casa onde vivia. Segundo o JN, a casa foi posteriormente vendida em leilão e, saldada a dívida, sobraram cerca de 17 mil euros. De despejado a credor do fisco, a situação de José Valente conheceu uma reviravolta no mínimo irónica.

Contudo, e à imagem de outros caloteiros que por aí andam, a autoridade tributária não pagou ainda o que deve ao seu novo credor. E 17 mil euros são capazes de dar jeito a um “desalojado”. Claro que, ocupado como tem andado a penhorar bolos, o fisco continua em incumprimento com José Valente. Isto de honrar dívidas anda pelas ruas da amargura.

Sobre a recuperação milagrosa do país

Entre 2013 e 2014, aforradores portugueses resgataram 19,8 milhões de euros de PPR’s para garantir pagamento de prestações do crédito à habitação.

Passos Coelho: entre a irresponsabilidade e o incumprimento

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Foto@Mentiras de Passos Coelho & CIA

No fim de contas, esta história da dívida de Pedro Passos Coelho à Segurança Social até acabou por correr muito bem ao ilusionista de São Bento. A situação irregular emergiu, o regime apressou-se a criar um cordão sanitário em torno do primeiro-ministro, alegando erro dos serviços administrativos, e por fim, cereja em cima do bolo, Passos Coelho, o magnânimo, decidiu mostrar ao país toda a sua generosidade e pagou a sua dívida, apesar de, e aqui partilho das dúvidas do perigoso cata-vento Rebelo de Sousa, ser difícil de perceber como se paga voluntariamente uma dívida já prescrita que, por ter prescrito, deixou de existir.

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Na Grécia do Syriza

o fim está próximo. Tenham medo…

Há que pagar as dívidas

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Regressou o discurso da honradez, que imagina um país como um humano, e homem que é homem paga as suas dívidas. Acho bem. Para começar governo que é governo paga o que deve aos seus cidadãos.

Quero o que é meu de volta. O meu salário sem cortes, as cinco horas semanais que trabalho à borla, os feriados também. Quero os meus que emigraram de volta, familiares amigos, vizinhos, as gentes que passavam por mim na rua e o desemprego empurrou para longe. Quero o meu serviço nacional de saúde, que paguei e pago para funcionar bem. Quero a minha escola pública, que ensinava e agora se privatiza de tantas maneiras. Quero os meus serviços públicos, que minguam.

Porque as dívidas também se negoceiam, podes ficar com as PPP todas, dispenso, os contratos swap, renego, o offshore da Madeira desde que encerrado, é simbólico, e as dívidas dos bancos falidos ou por falir, agradeço.

Mostra lá que és um homem de palavra, cumpridor e honesto, ó Passos Coelho.

Sobre armadilhas petrolíferas que se calhar vão dar merda

Angola quer renegociar. Alguém chame o FMI antes que o preço dos preservativos volte a subir na Venezuela. Alguém disse Goldman Sachs?

Os cães ladram e o Syriza passa

Syriza

As elites nervosas não largam o Syriza. Espumam-se todos os dias e fazem figuras tão patéticas que parecem estar a competir por um qualquer prémio de imbecilidade. Uns escrevem cartas hipócritas com excesso de vírgulas, outros, mais versados na arte da aldrabice, classificam as ideias do Syriza como sendo um “conto de crianças” com a mesma lata com que nos contaram aquele conto de embalar jotinhas em que o príncipe encantado social-democrata chegaria ao poder sem que tal implicasse aumentar impostos, cortar pensões ou vender os tais anéis. Que moral têm estes sujeitos para dar lições ao novo governo grego que ainda agora iniciou funções, principalmente depois daquilo que fizeram ao nosso país? Como é que é possível que pessoas com o mínimo de discernimento e bom senso confiem nesta gente de carácter altamente duvidoso, capaz de mentir sem qualquer tipo de reservas com o intuito único de se instalar no poder? Parafraseando Pedro Passos Coelho “Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?

Twitter PPC

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Da Grécia com amor

A carta de Alexis Tsipras ao povo alemão. Um documento para a história.

Passos Coelho diz-nos que o plano está a resultar

A Comissão Europeia tem dúvidas. O FMI está pessimista. A Standard & Poor’s mantêm-nos no caixote. Está portanto tudo bem. Abençoada austeridade!

Orçamento para a Educação: esquerda e direita

evrNão é fácil encontrar palavras para escrever sobre o orçamento apresentado pelo Governo. Parece-me que os nomes atribuídos à mãe do Pedro Proença nos jogos do Benfica serão insuficientes para qualificar esta gentinha medíocre. E, como vem sendo habitual, a Educação é o sector com o maior corte: 700 milhões.

A esta hora a cambada larangista que passou do primeiro parágrafo estará a pensar que não há dinheiro para mais, que tem de ser, que vivemos acima das nossas possibilidades. Claro que também estão a reflectir sobre o BPN e o BES e as empresas do Relvas e do Coelho.

Mas, lamento informar, estão enganados. É mesmo possível fazer diferente e, ao mesmo tempo, fazer melhor.

Em Vila Nova de Gaia andou um senhor que fez o que queria e ainda lhe sobrou tempo para ajudar meio mundo a tratar da respectiva vidinha. A dívida consolidada da autarquia é, depois do pesadelo,superior a 318 milhões. Mas, mesmo com esta dificuldade, foi possível, num ano reduzir o prazo de pagamentos a fornecedores de 206 para 111 dias o que é fantástico para a economia local. O passivo foi também reduzido em quase 33 milhões.

A Câmara de Eduardo Vitor Rodrigues conseguiu ainda baixar várias taxas municipais (derrama, imi, água) e investir na Educação: para além do alargamento da oferta dos livros escolares ao 2º ciclo, a Escola a tempo inteiro tem hoje uma dimensão única por estes lados. As escolas estão abertas das 7h30 às 19h30. É claro que este projecto pode colocar várias questões (o mais discutido a alternativa hiper-escola / hiper-rua) , mas estamos a falar, de um enorme investimento na Escola Pública e na qualidade do serviço prestado, até porque, como sugere David Rodrigues, estamos a falar de docentes qualificados.

Parece-me, pois, que é possível fazer diferente e fazer melhor porque um concelho da dimensão de Gaia é um território já com algum significado. É tudo uma questão de prioridades e, estou convencido, que por cá, ninguém se importará de exportar o modelo para o todo nacional. Não estamos e não podemos estar condenados a viver na miséria e a aposta na Escola Pública é a única que nos poderá tirar deste buraco onde a direita nos quer colocar.

A vida das pessoas continua a não estar melhor

BES PSD

E porque recordar é viver e a aldrabice anda de mão dada com este governo e respectivos lacaios parlamentares, eis que chega o momento de recuperar esta frase inspiradora do maçon Montenegro, autor da célebre frase “eu sei que a vida quotidiana das pessoas não está melhor, mas não tenho dúvidas que a vida do país está muito melhor do que em 2011”. Montenegro, qual virgem ofendida, insurgia-se no início de Agosto contra demagogos que acusavam o governo de ajudar banqueiros enquanto eles, os samaritanos dos tempos modernos, isentavam os contribuintes de responsabilidades.

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E a piada do dia vai para…

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal e potencial substituto de RAP na Mixórdia de Temáticas!

O novo Portugal imperial

pigsPortugal tomou de assalto, em 2011, vários países europeus sem que se desse por isso. Fenómeno único na história da humanidade, apenas é conhecido entre os que escutam a propaganda do governo, já que se tratou de uma ocupação silenciosa, discreta, mas oportuna.

Assim, hoje sabemos que a responsabilidade da subida das taxas de juro diligentemente operada pelos míticos mercados nos países assinalados a vermelho só pode ter uma explicação: a política económica do anterior governo, tal como acabamos de constatar que a sua descida é fruto da acção diligente do actual.

Temos assim que José Sócrates, que governava em Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha, teve como sucessor Passos Coelho, o milagreiro que hoje celebra uma estrondosa vitória. Governantes de Pigs, diz-se em inglês, e há uma vara que acredita na palavra do seu porqueiro.  Aguarda-se o alargamento do nosso novo império, mal para os lados BCE se dê mais uma reviravolta política (será desta que nos vingamos dos séculos de saque britânico?).

Pior do que a imbecilidade, só a estupidez de nos acharem ainda mais imbecis que os próprios imbecis que repetem este mantra em pose de profunda descontracção.

Em honra da Fitch

Governo propõe alteração do hino nacional para: “Levantai hoje de novo o outlook de Portugal”.