Prova de aferição: fácil? Complicada? Ou antes pelo contrário

Vai boa a discussão sobre a Prova de Aferição.

De quando em vez aparece toda a gente a mandar umas postas de pescada sobre o que não sabem, fingindo-se conhecedores de áreas que ignoram. Mas se eu posso falar de bola, também eles podem falar de educação matemática.

De uma forma ou de outra os lugares comuns levam a conversa para o “no meu tempo é que era”. Diria que as coisas são um pouco diferentes de facto. Vejam o exemplo disponível na imagem e que é um dos exercícios da prova de hoje. [Read more…]

Hoje dá na net: O Contentor

de Edgar FeldmanFilme feito em colaboração com os alunos e professores da turma PIEF da Escola E.B. 2,3 das Olaias, em Lisboa durante o ano lectivo de 2010/2011 emitido pela RTP2 em 25/4/2012.

Dizem que vai ficar pouco tempo na net. Dizem-se tantas coisas.

É bom demais para não dar viral: uma escola como ela é, sem açúcar. Ao pé disto a quarta temporada do The Wired é para meninos. Quem voltar a falar sobre ensino em Portugal sem ter visto pelo menos um quarto de hora deste contentor, ou vivido um, vá dar banho ao dógue, tópas puto?

Número de alunos por turma – contributo para baralhar

O Ministério da Educação e Ciência decidiu aumentar o número de alunos por turma:

“5.3 — As turmas dos 5.º ao 12.º anos de escolaridade são constituídas por um número mínimo de 26 alunos e um máximo de 30 alunos.”

A experiência mostra que tirando uma ou outra escola onde o Director recorre a meios menos formais de manter as turmas em números aceitáveis, está bom de ver que a referência vai mesmo ser as três dezenas.

Os lugares comuns dos mais velhos viajam na máquina do tempo e ” no meu tempo também eram 30 e eu aprendi”. Pois, e quantos reprovaram? E quantos ficavam para trás? Quantos passavam do 1º ciclo? Os lugares comuns do comentador Nuno Crato também vão muito neste sentido. [Read more…]

Pais não vão poder escolher a escola dos filhos

Ou antes, só alguns é que vão poder escolher a escola dos filhos.

Se uma escola tiver 100 vagas e houver 200 candidatos, metade dos pais não escolhe, certo? Será que posso formular uma pergunta: quem vão ser os 100 que vão ficar de fora? Pois, acertou! É a Democracia da Cratinice em pleno!

Agora imagine que as notas dos alunos são consideradas para a avaliação dos Directores (imagine, porque é verdade!), que alunos o Director vai querer escolher? Os melhores, os que lhe garantem mais resultados. Assim, vamos ter na escola A os melhores e na escola B apenas as sobras… Viva o 24 de Abril da Escola Portuguesa – já sei que o Paulo vai achar esta referência histórica um exagero, mas será que não está clara a matriz do pensamento da Cratinice?

Cratinice não tem fim… A Estupidez da ignorância que os leva à Loucura

Ser Professor hoje não é o mesmo que há 100 anos atrás, embora pareça. Para os queques da linha, seja ela de Cascais ou da Foz, até pode parecer que é a mesma coisa, mas não é. E não são as paredes que fazem a diferença, nem tão pouco os computadores. Demagogicamente até poderia subscrever a ideia que a grande diferença até nem são os Professores: são os alunos!

Acresce a este contexto prismático e cada vez mais delicado, uma pressão mediática e / ou mediatizada sobre a profissão, que levou João da Ponte a sugerir que o “professor desenvolve o seu trabalho num ambiente cada vez mais agressivo” e Bárbara Wang a escrever que “de repente, os professores têm o peso do mundo sobre os ombros e, ao mesmo tempo, são o bode expiatório de todos os males da sociedade.” [Read more…]

PQP

São as iniciais do que me apetece dizer. Mas ainda bem que a FENPROF está sem medo das palavras.

Crato dilatador

Olha… espreitei o diário da República e reparei que a minha sala de aula cresceu. A sério, é uma espécie de milagre da multiplicação… das cadeiras. Descobri que as minhas turmas vão ter 30 alunos (no 5.3 do pdf do DR).

Contas simples: de 24 a 28, as turmas passam a  30. Se em cada turma entrarem mais 2 alunos, por exemplo, em 13 turmas temos menos uma turma, menos 30 horas, ou seja menos um professor por cada… Vamos jogar ao mata?

A festa

Confesso que já tinha saudades desta senhora.

Apesar das coisas boas que algumas pessoas continuam a ver no seu trabalho e sobre as quais já escrevi no Aventar, vi sempre (defeito meu!) um ódio naqueles olhos de alguém que acorda todos os dias com uma má disposição tremenda.

E a dificuldade em defender as suas políticas continua cada vez mais evidente. Então agora, a Parque Escolar foi uma FESTA? Será que vi e ouvi bem? Uma Festa?

Valha-me S. Gregório, ouviria eu agora em Rio Tinto. Deixo outra festa para esquecer tal peça. [Read more…]

Deixem-nos ser Professores

Há muito, muito tempo, havia algures em Portugal uma escola onde os Professores discutiam o que colocar num pano para levar a uma Manifestação. Depois de muita conversa, muita discussão, depois de um plenário para escolher a melhor frase, chegamos a uma conclusão muito simples: Deixem-nos ser Professores!

É com um sorriso amarelo e com aquela sensação de que se tem razão antes do tempo que fomos ler o relatório da OCDE (pdf) que indica um caminho: os Professores precisam de centrar o seu trabalho nos alunos. Têm que deixar de andar a brincar aos relatórios e às reuniões para fazerem o que lhes é pedido pela sociedade: trabalhar com os alunos.

T.P.C. – sim ou não?

Já tinham saudades destas 3 letrinhas. Confessem… Todos para Casa, trabalhos para crianças, tortura para crianças…

A reflexão está de volta: trabalhos para casa: sim ou não?

De um lado, quem acha que o que faz falta é tempo para brincar, para ser criança.

Do outro, quem pensa ser importante o trabalho, a disciplina.

Diria que todos podem ter razão. [Read more…]

Es.Col.A da Fontinha

A história do Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha, pelos próprios intervenientes. O Rui Rio não gosta.

Professores: exame para ficar desempregado

Os leitores mais atentos ao aventar terão reparado numa série de posts sobre as questões do desemprego docente como consequência das medidas da TROIKA e do MEC: os mega – agrupamentos e as alterações do currículo são as mais visíveis.

E agora surge Nuno Crato a falar de uma prova de acesso: “para entrar na profissão, em termos definitivos, vai haver uma prova de acesso.”

Cá está, mais uma promessa que vai ficar por cumprir.

E porquê? [Read more…]

Educação – os problemas da Esquerda, que a direita não resolve

A mania de mexer no que está quieto leva a que as escolas funcionem apesar dos ministros. À torrente legislativa que é vomitada das estruturas do Ministério da Educação, respondem as escolas com a sapiência da experiência: ignoram ou fazem de conta que cumprem. Querem um exemplo? Há uns “meses” os professores de matemática começaram a aplicar um programa e Nuno Crato já pensa em alterar programas. Estão a ver a ideia?

Ora, este contexto não é grande bisca para reflexões muito profundas. Mas há duas coisas que temos de resolver, sob pena de matar a escola pública: [Read more…]

Tera – Agrupamentos no Grande Porto III

Já aqui revelámos a lista de TERA – agrupamentos do Porto, de Gaia, da Maia e de Matosinhos, de Gondomar. Chegou a vez de Valongo:

– Agrupamento de Escolas de Alfena: Escola Secundária Alfena, Escola Básica 2,3 Alfena;

– Agrupamento de Escolas de Campo e Agrupamento de Escolas de São João de Sobrado: Escola Secundária Valongo, Escola Básica 2,3 e Secundária de Campo, Escola Básica 2,3 Sobrado;

– Agrupamento de Escolas de D. António Ferreira Gomes: Escola Básica e Secundária Ermesinde, Escola Básica 2,3 D. Antº Ferreira Gomes;

– Agrupamento de Escolas de São Lourenço;

– Agrupamento de Escolas de Vallis Longus.

Tera – Agrupamentos no Grande Porto II

O Aventar, depois da cidade do Porto, de Gaia e de Gondomar, revela o que está em cima da mesa para Matosinhos e para a Maia:

Matosinhos: [Read more…]

TERA Agrupamentos no Grande Porto

O Ministério da Educação e Ciência tem no terreno um processo de agregação de Escolas. Já apresentámos no Aventar a proposta para Vila Nova de Gaia e está também disponível a proposta da DREN para a cidade do Porto.

Vamos também mostrar as propostas para outros concelhos do Grande Porto, a começar por Gondomar.

Para Gondomar a proposta do MEC é completamente descabida porque parece só querer atacar as escolas “partidariamente” independentes de Rio Tinto. Muito estranho, mesmo!

Vejamos: [Read more…]

46664 é o próximo número da escola pública

A 11 de fevereiro de 1989 assisti pela televisão a um dos momentos mais marcantes da minha vida: a libertação de Nelson Mandela.

Eu sei que a recordação é completamente desajustada, mas  avisei, há três anos atrás, no primeiro dia do Aventar que nem sempre consigo pensar antes de escrever.

Também já deu para perceber que o azeite e água, coisa e tal, um por cima e outro por baixo e nem sequer é uma questão de peso.

E vem esta conversa a propósito de quê?

Da separação entre alunos bons e alunos maus! [Read more…]

Saudosismo?

Paulo, eu vou pedir desculpa, mas não entendo esta tua sedução pelos exames do antigamente. Será que dá para explicar?

O irónico título “Coisas muito traumáticas da velha primária” quer conduzir a reflexão para onde? Mostrar que apesar das “coisas muito traumáticas da velha primária” estás aqui de boa saúde?

Se for só uma estratégia de markting para ter mais cliques, ok. Eu entendo e nós também os temos! Se é mesmo só por interesse histórico,então nada a dizer.

Mas neste momento tal interesse tem até um efeito contrário ao que tens mostrado. Associar a novidade do exame no 4º ano ao teu singular apelo acaba por legitimar as dúvidas – que eu partilho por inteiro – do interesse dos exames, dizendo que “são o mesmo de antigamente.” São um instrumento claramente político que foi usado no tempo do estado novo e que acabou com a Democracia.

Posso apelar ao teu perfil de docente? De professor, mesmo.

O que vais fazer com os meninos – tu às vezes referes que trabalhas com alunos “mais complicados” – que nunca irão conseguir fazer o exame? Reprovar? Há mais perguntas, mas esta penso que poderá ajudar a perceber o que vai na mente de quem defende os exames num momento tão precoce da escolaridade.

Exames na “4ª classe”

O Ministério da Educação e Ciência prepara-se para introduzir exames no 4º ano depois de o ter feito no 6º ano.

O debate está aí: exames fazem ou não sentido? Concordam ou discordam?

Faço minhas as palavras do Miguel e sobre isto, Paulo Guinote escreve que “que é preciso um sinal, por simbólico que seja, que os anos de Escola são para formação e aprendizagem, não apenas para passar tempo e divertimento. Até porque evita estados posteriores de incapacidade de gerir expectativas e momentos de pressão”.

Mas a minha dúvida começa mesmo por aí – é transmitido um sinal, mas que resolve quê? Conhecendo nós a Escola, o que vem resolver um exame? Em que é que isso altera a forma como alunos e famílias se colocam? [Read more…]

Análise de reorganização curricular ou… (III)

Depois de ter realizado uma breve reflexão sobre o que foi proposto pelo MEC para os e 2º ciclos do ensino básico, vamos agora fazer uma primeira leitura da proposta para o terceiro ciclo.

Este é o ciclo onde a pulverização disciplinar mais se faz sentir, com várias disciplinas a terem apenas uma aula por semana. A proposta do MEC não vem resolver essa questão:

– esclarece a questão do Inglês como língua estrangeira; não altera a carga curricular nas línguas, a matemática e a ed. física;

– nas ciências Humanas e Sociais (História e Geografia) a proposta acrescenta um tempo no 7º ano e um outro no 9º. Faz sentido este aumento na medida em que estas eram duas das áreas com dificuldade em fazer um trabalho sério.

– nas ciências Físicas e Naturais, surgem mais dois tempos no 7º e no 8º e um no 9º. Do que se vai sabendo das reuniões em que tem estado, é intenção do Ministério acabar com o desdobramento. Pode ler-se na proposta:

“alterar o modelo de desdobramento de aulas nas ciências experimentais, através de uma alternância entre as disciplinas de Ciências Naturais e de Físico-Química;”

. Espera-se que cada turma tenha 3 tempos de cada uma das disciplinas, ficando por esclarecer como será feita a distribuição no 9º ano. Do ponto de vista dos professores, a carga horária não sai deficitária, mas em relação aos alunos haverá menos oportunidades para experimentação, na medida em que a turma estará sempre junta; Se a prática for de alternância, então estaremos na presença de uma proposta sem sentido.

– a disciplina de TIC passa do 9º para o 7º ano e para o 8º, sendo que surge associada a uma oferta de escola que está por esclarecer. Esta dimensão de autonomia da escola merece ser valorizada e deve ser aplaudida. Como medida transitória TIC continua, em 2012/2013 no 9º ano.

Para mais tarde uma análise do secundário e mais global.

Análise de reorganização curricular ou… (II)

Do maior despedimento alguma vez feito em Portugal!

Depois da análise ao 1ºciclo, vamos agora olhar para o segundo ciclo (5º e 6º): a proposta do MEC é tudo o que se esperava: péssima.

– Na área das Línguas (Português e Inglês) e dos Estudos Sociais (História e Geografia de Portugal) torna formal o que era uma realidade há muitos anos: o inglês é a única língua estrangeira no 2ºciclo. Nada de novo. De resto mantém 12 tempos de 45 minutos;

– Para matemática e Ciências ficam os 9 tempos ( 6 + 3), acabando o desdobramento em Ciências. É uma contradição que fica por explicar: dizem que vão continuar a apostar na experimentação e impedem o desdobramento que tornava essa prática possível? [Read more…]

Análise de reorganização curricular ou… (I)

Do maior despedimento alguma vez feito em Portugal!

Nuno Crato continua a fazer o seu caminho – para os menos atentos é o percurso oposto ao do comentador televisivo no tempo de Sócrates. Para quem está a ver para lá da poeira dos dias, trata-se apenas de um assessor do Ministério das Finanças, que de Educação pouco sabe e que por isso se limita a mexer no que está quieto, fazendo de conta que muda tudo, para que tudo fique na mesma ou pior…

Desta vez temos a reorganização curricular. Não é a questão central do nosso sistema educativo, mas é uma questão importante que precisa de ser revista. No entanto, o MEC limita-se a elaborar uma proposta que apenas vai levar ao despedimento de mais de dez mil professores – não acrescenta nada e não resolve nada. Estraga, apenas!

Vejamos: [Read more…]

Reorganização Curricular está de volta

O Ministro da Educação apresentou hoje a última proposta de reorganização curricular.

Por agora fica a ligação para  o pdf do MEC e os quadros com a estrutura curricular.

A estrutura do 2º ciclo do ensino básico fica assim definida:

Estrutura Curricular do 2º ciclo

E para o 3ºciclo e Secundário:  [Read more…]

A parque escolar

em números, para que o investimento na Escola Pública não seja colocado ao nível do Isaltino. Já agora, será que agora ele vai preso?

Chegou a Primavera

Quiver Trees, Namibia (Foto da National Geographic)

Quiver Trees, Namibia (Foto da National Geographic)

A Primavera chegou. Neste dia recordo sempre aquelas pequenas árvores, quase sempre pinheiros, que a cada ano lectivo coloquei na terra. Não me consigo lembrar o que aconteceu a cada uma delas, mas palpita-me que não aconteceu nada de muito extraordinário, uma vez que não há árvore nenhuma no canteiro que todos os anos era usado – já agora, se a gente usava sempre o mesmo, onde estavam as árvores do ano anterior?

Se ainda continua por aqui, permita-me que lhe sugira que continue a ler o post porque não se vai arrepender. Não, não vamos ter mulheres nuas, mas uma fábula: [Read more…]

Pais na Escola

Do acordo entre a FNE e o Governo resulta um velho modelo de gestão das escolas. Apesar de continuar a pensar que a Escola não precisa de gestores, a verdade é que o modelo partidário (sim, não estava a pensar em político) que está no terreno permite e promove todo o tipo de trapalhadas, criando promiscuidades várias entre Directores, Autarquias, Colectividades, Associações de Pais,…

Não se percebe porque é que os do costume assinam. Paulo Guinote questiona sobre o incómodo que tal decisão provoca – eu, que não assinei começo a ter pouca (nenhuma!) paciência para ver sempre o mesmo tipo de comportamento: incomoda e muito!

E reitero uma opinião que partilhei num post recente sobre esta temática e que o Miguel teve a amabilidade de questionar, trazendo para cima da mesa uma saudável divergência entre pessoas que partilham o mesmo espaço sindical.

É ou não positiva a saída dos Encarregados de Educação do Pedagógico?

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Como funciona a escolha partidária dos directores das escolas

A verdadeira intenção do MEC ao alterar a gestão das Escolas manifesta-se na fase final da declaração disponibilizada no site do governo.

“O MEC propõe-se a concluir até final do ano escolar de 2012/2013 o processo de agregação de escolas e a consequente constituição de agrupamentos, com o acordo das respetivas direções e autarquias. A integração em agrupamento ou a agregação de escolas ou agrupamentos de escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, escolas profissionais públicas, de ensino artístico, que prestem serviços em estabelecimentos prisionais e com contrato de autonomia dependerá da sua iniciativa”

Vamos lá então a uma explicação, a pensar nos leitores que não são Professores.

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Dificultês

o texto que eu gostaria de ter escrito sobre o eduquês de Nuno Crato e as contas da Parque Escolar, por Rui Tavares.

Carta da Sara, filha de Professora, aos Professores

É um dos posts mais complicados que “tenho” para escrever no Aventar.

Conheci a mãe da Sara. Com ela discuti política e sindicalismo, com ela aprendi. Eu, um puto armado em revolucionário. Ela, a Professora disponível para ajudar, para dar a cara, para estar presente, como sempre esteve desde a fundação.

Estupidamente tudo acabou!

E a filha, Sara, revolveu escrever um apelo aos Professores: [Read more…]

Escola Pública e serviço público de educação – livre escolha é uma mentira

Portugal tem tido ao longo dos anos uma política algo errante em relação à Escola Pública. Errante porque a cada nova (velha!) equipa no Ministério da Educação, temos velhas mudanças.

Governos do PS e do PSD, aparentemente com mais semelhanças do que diferenças, em muitos momentos, actuam como se não houvesse uma Lei de Bases do Sistema Educativo.

No entanto, nem tudo é assim tão igual, na desgraça partidária que tem governado a Educação e nem sequer equaciono as pessoas que nos lideraram sob pena de perder o apetite.

Com todas as malfeitoria que José Sócrates e Maria de Lurdes trouxeram aos professores, culpando-os por todas as desgraças, inclusive pelo terramoto de 1755, houve algumas apostas na Escola Pública que mostram uma diferença significativa entre um partido que entende a Escola Pública como algo bem diferente do serviço público de educação. Quais? [Read more…]