No facebook já lançaram a ideia: Petição: “Vamos poupar o António Costa”.
António Costa quer liderar o PS. Nem que para isso arranje uma desculpa para largar a CML. O PS está animado. É como os mercados…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
No facebook já lançaram a ideia: Petição: “Vamos poupar o António Costa”.
António Costa quer liderar o PS. Nem que para isso arranje uma desculpa para largar a CML. O PS está animado. É como os mercados…
E assim, a par da crise, se vai destruindo o Comércio Tradicional
Os estivadores de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro, suspendem a greve que já durava desde Agosto. e que causou milhões de prejuízo.
E ninguém exige nada a ninguém.
Os senhores estivadores continuam em greve, mas é só até 31 de Dezembro. Coitados, assim ficam com as festas cortadas a meio.Por estes dias, quase nos sentimos obrigados a pedir desculpa quando vimos falar do prazer. Em tempos difíceis, há um olhar severo (muitas vezes o nosso) sobre aqueles que escolhem falar de coisas tão etéreas como canções. Mas os nossos corações não pulsam ao compasso histérico dos mercados, e aos nossos corpos não basta o feijão com arroz da sobrevivência. E é, afinal, nos tempos de sombra que fazem mais falta os faróis, por muito escassa que se revele a sua cintilação.
Tudo isto – como a gente se sente obrigada a justificar-se – para dizer que, ontem à noite, um trovador antigo, um profeta irónico, um monge zen, um homem do mundo, chamado Leonard Cohen esteve em Lisboa. Já escrevi outras vezes sobre ele, trago versos seus nos meus bolsos, como se fossem fragmentos de mapas, e por vezes até tenho a ilusão de que sou eu, com tantos outros como eu, que o mantemos vivo e que o alentamos na sua luminosa velhice, para que fique um pouco mais connosco. [Read more…]
No Terreiro do Paço!
Quando cheguei, já a manif ia adiantada. Estava eu nas Praça de Espanha, em Lisboa, e procurei fazer como em 2008, nas manif dos profs: andar em contra corrente e fotografar os rostos da revolta. Não consegui. Fiz a Av. de Berna, voltei à Praça de Espanha, subi até ao Corte Inglês, desci até ao Marquês e não encontrei os extremos. Do que ouvi na rádio sobre as outras cidades e do que aqui vi, o país saiu à rua.
Entre fotografias apressadas dei por mim a pensar que ainda não olhara para as pessoas. Parei um pouco e comecei a observar. Famílias inteiras, muitos jovens, idosos e crianças aos ombros desfilavam à minha frente. Em alguns olhos a zanga, noutros ansiedade e noutros ainda a alegria-tristeza de quem vê um povo a reagir e a ter que reagir. Vi também originalidade e a simplicidade de um “Não”, a única palavra num cartaz. E “Os bancos que salvaste querem a tua casa”. Quanta verdade!
Como disse noutro post, é um prazer encontrar referências ao nosso país nos livros de escritores estrangeiros. Neste caso, num escritor premiado com o Nobel, o poeta sueco Tomas Tranströmer, que dedica poema à capital e à ilha do Funchal.
No bairro de Alfama os eléctricos amarelos cantavam nas calçadas íngremes.
Havia lá duas cadeias. Uma era para ladrões.
Acenavam através das grades.
Gritavam que lhes tirassem o retrato.
“Mas aqui!”, disse o condutor e riu à sucapa como se cortado ao meio,
“aqui estão políticos”. Vi a fachada, a fachada, a fachada
e lá no cimo um homem à janela,
tinha um óculo e olhava para o mar.
Roupa branca no azul. Os muros quentes.
As moscas liam cartas microscópicas.
Seis anos mais tarde perguntei a uma senhora de Lisboa:
“será verdade ou só um sonho meu?”
Tomas Tranströmer (Nobel da Literatura 2011)
Tradução de Vasco Graça Moura
O restaurante do peixe na praia, uma simples barraca, construída por náufragos.
Muitos, chegados à porta, voltam para trás, mas não assim as rajadas de vento do mar. Uma sombra encontra-se num cubículo fumarento e assa dois peixes, segundo uma antiga receita da Atlântida, pequenas explosões de alho.
O óleo flui sobre as rodelas do tomate. Cada dentada diz que o oceano nos quer bem, um zunido das profundezas.
Ela e eu: olhamos um para o outro. Assim como se trepássemos as agrestes colinas floridas, sem qualquer cansaço. Encontramo-nos do lado dos animais, bem-vindos, não envelhecemos. Mas já suportámos tantas coisas juntos, lembramo-nos disso, horas em que também de pouco ou nada servíamos ( por exemplo, quando esperávamos na bicha para doar o sangue saudável – ele tinha prescrito uma transfusão). Acontecimentos, que nos podiam ter separado, se não nos tivéssemos unido, e acontecimentos que, lado a lado, esquecemos – mas eles não nos esqueceram!
Eles tornaram-se pedras, pedras claras e escuras, pedras de um mosaico desordenado.
E agora aconteceu: os cacos voam todos na mesma direcção, o mosaico nasce.
Ele espera por nós. Do cimo da parede, ele ilumina o quarto de hotel, um design, violento e doce, talvez um rosto, não nos é possível compreender tudo, mesmo quando tiramos as roupas.
Ao entardecer, saímos. A poderosa pata, azul escura, da meia ilha jaz, expelida sobre o mar. Embrenhamo-nos na multidão, somos empurrados amigavelmente, suaves controlos, todos falam, fervorosos, na língua estranha. “ um homem não é uma ilha.“ Por meio deles fortalecemo-nos, mas também por meio de nós mesmos. Por meio daquilo que existe em nós e que os outros não conseguem ver. Aquela coisa que só se consegue encontrar a ela própria. O paradoxo interior, a flor da garagem, a válvula contra a boa escuridão.
Uma bebida que borbulha nos copos vazios. Um altifalante que propaga o silêncio.
Um atalho que, por detrás de cada passo, cresce e cresce. Um livro que só no escuro se consegue ler.
Tomas Tranströmer
(Traducão do sueco para alemão por Hans Grössel)
Traducão do alemão para português por Luís Costa

Manifestação dos professores | Rossio, Lisboa | 12 Julho 2012
Porque é que este sonho absurdo [Read more…]
… e o resto é paisagem. Neste orgasmo antonino das estações de televisão nos últimos dois dias, em que, pelos vistos, só em Lisboa se comemora o Santo António. Curiosamente, quando chega o S. João, já se lembram que também é de Braga. É a chamada “regionalidade selectiva”.
Coimbra, Pç da República, 16h. Ver evento no facebook.
Faro, Jardim Manuel Bivar, 14h30. Ver evento no facebook.
Lisboa, Rossio, 14h. Ver evento no facebook.
Porto, Pç da Batalha, 15h. Ver evento no facebook.
Santarém, Jardim da Liberdade, 15h. Ver evento no facebook.
Mais informações na página da Primavera Global – Portugal
de José Carlos A. Brito (poeta e dramaturgo, SP Brasil)
1
Há dois caminhos
Para entrar em Lisboa
O da intolerância, da estultice
– Que a Fernando Pessoa
Provocaria uma poética vertigem –
E nega ao ser humano
Direito de conhecer
E amar a sua origem
Há outro caminho
Onde se encontra o amor
Que ama a inteligência
A negra flor
De uma síntese rara
Da raça enriquecida
Pela ideia clara
Da única paz
Futura e possível
Que ainda jaz
Na Europa sepultada. [Read more…]
![By 4028mdk09 (Own work) [CC-BY-SA-3.0 (www.creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)], via Wikimedia Commons](https://i0.wp.com/aventadores.wpcomstaging.com/wp-content/uploads/2012/04/larmfeuer_2010.jpg?resize=640%2C211)
Lisboa arde há anos. Há prédios devolutos por toda a cidade. Mas ninguém faz nada.
Não deixo de sentir uma enorme ternura pela decorrente manifestação contra a fusão de freguesias, neste sábado à tarde, em Lisboa. Basta olhar para mim, um bairrista feroz pelo menos vinte anos da minha vida aqui por Gaia, recanto onde nasci. Por Lisboa, porém, o que se vê é a festa do protesto: desfile de diversidade, com ranchos folclóricos, associações culturais, recreativas e desportivas. Talvez nada impeça a metamorfose toponímica contra a qual lutam esses bravos portugueses no seu festivo esbracejar de náufrago: há tanto século acumulado, tanta vida, nesses lugares, lugarejos, freguesias, deliciosos pardieiros espirituais do País que o topónimo parece um absoluto. Mas os jovens e os velhos que hoje provincianizam a Capital sabem que terá valido bem a pena fazer a festa do protesto.
Este vídeo podia ser ficção. Algumas empregadas domésticas pintam um cartaz no Chiado. Chega a autoridade e exige autorização do governo civil (sim, a autoridade não se actualiza, não sabe, não lê). Foi decretado o estado de sítio e não nos avisaram. Deve ter sido divulgado num comunicado do Governo Civil de Lisboa. A autoridade avisou, identificou, os elementos subversivos serão notificados e responderão no Tribunal Plenário de Lisboa. A António Maria Cardoso ali mesmo ao lado.

A imponente espanhola de família francesa, a fidelíssima Rainha D. Mariana Vitória de Bourbon, terá rejubilado, ruidosamente fazendo roçagar em fru-frus, as sedas do seu vestido de Corte versalhesca. Pelos salões do Paço da Ribeira, marcava-se então o novo passo da ordem, distanciando-se este assim do pretérito reinado joanino, onde as Pompadours lusas se enclausuravam em conventos, embora dentro destas santas portas, trajassem tão bem ou ainda melhor que a agora viúva Rainha D. Maria Ana de Áustria, igualmente gozando as delícias do conforto dos móveis, diamantes e outros luxos que os Magnânimo fazia chegar de Paris. Para nem sequer mencionarmos as mulas carregadas de lembranças que a Petronilha levou, quando D. João nela fartamente se rebolou. Bem vistas as coisas, bem podiam os lisboetas dependurar cornos sobre as entradas das igrejas e conventos, pois a bem do zelo pelo natural e humaníssimo furor uterino dalgumas donzelas involuntariamente votadas à clausura, a Majestade não resistia em sorver os prazeres discricionária e platonicamente reservados ao Senhor mais alto, ou seja, o guloso usufruto do enxame de freiras e monjas que faziam abarrotar conventos dentro e fora de portas.
Obrigado a permanecer em sombrio degredo na capital deste País dois terços da semana e coagido à jorna por entre políticos e seus satélites, consegui ao fim de meses e meses de árdua investigação e profundo estudo, alcançar que nestas gentes e nestes meios há uma subtil dicotomia: os que são lisboetas e os que estão lisboetas.
Os que são lisboetas, uma óbvia minoria, distinguem-se pela sua procedência, ou seja, não procedem por que já cá estavam. E já cá estavam os seus Pais. E já cá estavam os seus Avós. São poucos, porque a maior parte dos lisboetas que por castigo divino aqui nasceram, não se coíbe de falar, com os olhos lacrimejantes de saudade, da sua querida terrinha (que, evidentemente, não é Lisboa).
Já os que estão lisboetas reconhecem-se pela sua enorme argúcia pois descobriram que podem ludibriar a naturalidade e, como quem não quer a coisa, passarem por nativos desde que lhes copiem os trejeitos. Assim, incham o ego até este fazer fronteira com o Uzbequistão, ostentam os talentos que irrelevantemente podem ou não ter, efeminam o registo vocal e obliteram antigas pronúncias, encaram o próximo com a grandeza dos predestinados, etc., etc., etc.
E diga-se em abono da verdade que não deixam de ter sucesso (e razão) porque por estes lados, grassa a soberba e a presunção. É como se o Barroco se limitasse ao Rococó.
Para agravar, os que estão lisboetas, normalmente, não reconhecem as ténues linhas da impostura e ficam mais lisboetas que aqueles que são lisboetas. E isso é supinamente patético.
Deus ou outra qualquer entidade todo-poderosa me ajude a resistir e a continuar “Tripeirinho da Silva”. Porque, sinceramente, e como está tão na moda, ser Portuense é, claramente, um avanço civilizacional.
Obviamente, eu também não quero Lisboa a arder. Deus nos livre, já imaginaram os custos de a recuperar? Já bastou a fortuna da Expo 98…É a minha resposta aos mesmos amigos a que se refere Jorge Fiel.
O artigo em causa, de leitura obrigatória, coloca as coisas como elas são. A cidade de Lisboa, por culpa de uns quantos e alguns deles do Norte, é uma espécie de ralo neste lavatório em que se transformou Portugal. Repetindo o que escreveu o Subdirector do JN: o Norte é a região mais pobre do país, apesar de ser a que mais contribui para a riqueza nacional, com 28,3% do PIB. Por ser a região mais pobre e tendo em conta o objectivo de convergência dos fundos comunitários (aproximar as regiões mais pobres das mais ricas) é uma vergonha, uma pulhice aquilo que hoje se pode ler na página 2 do JN. E se percebi bem algo que li a correr um destes dias num rodapé televisivo, o Ministério das Finanças já se prepara para avocar a gestão das verbas do QREN, o que me leva a temer o pior…
Olhem, só me resta concluir como Jorge Fiel: “Nós não queremos mesmo Lisboa a ser consumida pelas labaredas. O que nós queremos é dizer, em voz bem alta, que estamos fartos de ser chulados“.
A Academia Nobel decidiu premiar o poeta Tomas Transtromer com o prémio Nobel da Literatura 2011. Praticamente desconhecido em Portugal, com apenas alguns poemas traduzidos e dispersos (alguns a partir do castelhano), Tomas Transtromer é, curiosamente, um conhecedor de Portugal, como descobri aqui. Com a devida vénia a Sylvia Beirute e ao poeta e tradutor Luis Costa, eis um poema significativamente intitulado “Lisboa”


Olhando para o Terreiro do Paço, com o seu amplo espaço e com as colunas a convidarem o olhar a pousar no rio, noto o quanto esta praça tem os mesmos ingredientes paisagístico-arquitectónicos da Praça de S.Marcos, em Veneza. Já o ambiente humano é completamente diferente, faltando ao deserto que é a congénere lisboeta a vida que enche S. Marcos. Valham-nos as cíclicas manifs que a populam, ou poderíamos pensar que se destinava aos pombos aquela imensidão, na qual até se estoirou em abundância o escasso dinheiro para trocar a bela calçada portuguesa por uma vulgar lage de “terra” batida.
Foi criado um novo passe social para os pobrezinhos, que tem feito correr muita tinta. Defendo, como é óbvio, transportes públicos financiados pelo estado, mais que não seja por razões ambientais.
Mas há um outro aspecto neste caso que não chega aos jornais: é que este passe, tal como os transportes públicos subsidiados pelos impostos de todos os portugueses, limita-se a Lisboa e Porto. No resto do país contribuímos, com os nossos impostos, mas os transportes públicos são exclusivamente apoiados pelos municípios.
Nas cidades médias onde existem serviços municipais de transportes continuamos a dar sem receber. Chama-se a isto um roubo, com décadas, e na prática mais um pequeno empurrão para que duas metrópoles cresçam ao nível do insustentável, enquanto outras cidades caminham a passos largos para o estatuto de aldeias despovoadas. E depois precisam de mais transportes públicos porque as pessoas vivem cada vez mais longe do seu local de trabalho: assim se planifica o território em Portugal.
Um excelente trabalho no tretas.org sobre prédios devolutos em Lisboa. Entre particulares e, imagine-se, propriedade municipal, pontos de uma cidade fantasma.
A ler em prédios devolutos em Lisboa.
A EMEL mudou recentemente o sistema tarifário do estacionamento de rua, pretexto para se tentar perceber quanto vale o mercado dos parquímetros na capital.
imagens: site EMEL
De acordo com os tarifários anunciados:

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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