Sim, há solução: «a solução é acabar com o Acordo Ortográfico».
O fato do senhor deputado
No JN de hoje, o deputado social-democrata (ou do PSD) Paulo Rios de Oliveira escreve sobre os CTT. Aquém do conteúdo, está a forma. Como deputado de um dos partidos que impuseram o chamado acordo ortográfico (AO90), é natural que o use.
Não sei se Paulo Rios de Oliveira terá sido apoiante de Santana Lopes nas últimas eleições internas, mas é, em termos ortográficos, um seguidor fiel do candidato derrotado por Rui Rio. Na realidade, foi Santana Lopes que declarou “Agora ‘facto’ é igual a fato (de roupa).” [Read more…]
Uau, Expresso! Que informação dramática

O Expresso e a sua correspondente em Bruxelas descobriram que Mário Centeno irá em dias seguidos ao Parlamento Europeu. Será que é desta que chega o Diabo? Que informação dramática!
O que é a “cultura de retenção”?

Volta e não volta, quando há notícias de estatísticas negativas sobre reprovações, ressuscita do seu adormecimento a expressão “cultura de retenção”, eufemismo que serve para afirmar que as escolas e os professores, em vez de tentarem resolver verdadeiramente os problemas do insucesso, optam pelo facilitismo da reprovação.
João Costa, secretário de Estado da Educação, a uma pergunta sobre o elevado de número de retenções em algumas escolas, relembra a “cultura da retenção”:
E ainda:
Já lá voltaremos. Disparatemos um bocado, recorrendo a uma alegoria temperada com hipérboles, coisas da retórica. Da vida, portanto. [Read more…]
Vitória de Setúbal ganha com facilidade ao Belenenses
É uma vergonha! Esta vitória deveria ter sido do Benfica, como estava combinado! E a Federação não faz nada?
Ajustes directos, o financiamento do Porto Canal e outras parcerias público-privadas

E pronto, já era tempo de termos um caso futebolístico como manda a lei. Para quê perder tempo com favores trocados entre juizes e presidentes ou emails que revelam práticas orquestradas de manipulação da opinião pública, quando podemos olhar para o financiamento do Porto Canal, esse antro de terroristas azuis e brancos?
Ora, segundo o Expresso, onde encontrei a peça que cita o inenarrável I, onde a polémica nasceu, o Porto Canal é financiado pelas autarquias do norte do país, através de ajustes directos. Que choque! Quem diria que uma câmara municipal teria o desplante de assinar contratos de prestação de serviços com órgãos de comunicação social? Nunca tal tinha acontecido. [Read more…]
Barracos de Luxo

Gentrificação no Porto?
Barracos por 175.000 euros?
Claro que não! Claro que não!
Romance do ranking
“Estou muito satisfeito com as vossas notas, todos têm positiva na classificação final do ano”, dizia, aos seus alunos, o professor de Filosofia. Estes sorriam, satisfeitos.
“Então vamos todos a exame e fazer um figurão”, garantiam, felizes.
“Ah, isso é que não pode ser; o Colégio só leva a exame o Bernardo. Ele tem, de longe, a melhor nota de todos vós.”
” E- e então e nós, o que fazemos? Não é justo!”, espantavam-se os 24 alunos restantes, indignados com a situação que se desenhava.
“Vocês anulam a matrícula e vão ali à Escola Pública inscrever- se como autopropostos.”
Apesar da revolta dos alunos e, depois, dos seus pais, foi isso que aconteceu.
E foi assim que o Colégio de Sta. Miquelina obteve, mais uma vez, um dos primeiros lugares do ranking promovido pelo ME e patrocinado pela imprensa “de referência”. Há quem ache o método cruel – “canalha”, chamava-lhe um pai – mas a verdade é que o colégio não estava só. Todos os primeiros 15 classificados daquela disciplina tinham levado a exame apenas um aluno…
(Qualquer semelhança com factos reais não é pura coincidência…)
Leituras em dia de rankings
Em dia de divulgação dos rankings dos exames, aí ficam algumas ligações, sendo de saudar que alguma comunicação social já consegue fazer títulos sem que se caia na asneira de insinuar que os ditos rankings são um instrumento de avaliação do trabalho das escolas ou dos professores. Lede, leitores.
Colégios voltam a dominar o ranking dos exames (note-se: “dos exames”)
Os rankings escolares são como as omeletes
O “ranking” das escolas que mede o sucesso dos alunos
Da Causalidade Lógica e Factual
Ministro da Educação diz não ser “adepto” de listas
Postcards from Greece #65 to #67 (Thessaloniki)

His name is George Lakoff: não vale tudo, @MicMedia
O ‘linguistic expert’ deste vídeo chama-se George Lakoff (autor do excelente Women, Fire, and Dangerous Things). O nome do autor da tese nunca é mencionado. Não vale tudo, @MicMedia. Efectivamente.
As Ambulâncias pagam portagem?

Aparentemente já pagam.
Mas convém não esquecer que “estão isentos do pagamento de taxas de portagem os veículos (…) protecção civil, de bombeiros ,ambulâncias e outros veículos de emergência a estes equiparáveis, quando devidamente identificados; (letra da lei)
“Também temos de partilhar as más noticias:
A nossa Ambulância de Socorro, ABSC01, (ISENTA DE PORTAGENS PELA LEGISLAÇÃO) em 2013 utilizou 5 vezes a A23, para um valor de portagens equivalente a 31,95€, cobram-nos agora em cobrança coerciva via AT 1289.15€, infelizmente já tivemos de pagar.
Na passagem pelos pórticos, foto abaixo é perfeitamente identificável a passagem de uma ambulância.
Mas infelizmente há mais, ao confrontarmos a PORTVIAS, fomos brindados com uma lista de portagens desde 2011, que inclui ambulâncias, veículos de combate a incêndios, etc, no valor total de 2 802,94€, antes de entrar em cobrança coerciva, em cobrança coerciva pode chegar hipoteticamente a mais de 69 000€.
PEDIMOS AJUDA, ESPEREMOS QUE A RAZÃO VENHA PARA O NOSSO LADO. Pagar, para prestar socorro, parece bizarro, …mas para já aconteceu e desejamos que pare por aqui.” in Bombeiros Voluntários de Ponte de Sor.
Pourquoi ceci se passe-t-il ?
It’s always nice to have a friend in the audience.
— Noam ChomskyIl s’agit de ceci, d’un incident un peu gros, entre autres de ce qui peut se passer tout le temps dans ce qu’on appelle les sociétés analytiques. Pourquoi ceci se passe-t-il ?
— Jacques LacanIf you open your mouth, make a glottal stop, and flick a finger against your neck just to the side and below the jaw, you will hear a note, just as you would if you tapped on a bottle. If you tilt your head slightly backward so that the skin of the neck is stretched while you tap, you may be able to hear this sound somewhat better.
— Ladefoged & Johnson
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Há muito tempo, no Diário da República de 24 de Março de 2015, apareceu-nos este

Quase três anos depois, verificamos que

nada mudou.
Está tudo exactamente na mesma, de forma sistemática, desde Janeiro de 2012. [Read more…]







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