Ronaldo para?

Sim, pelos vistos, «Ronaldo para autocarro da seleção para abraçar criança doente» (obrigado, Nabais).

João Félix: Insultos injustificados e imbecis

João Félix assobiado e insultado na chegada à concentração da selecção do Brasil

«João Félix assobiado e insultado na chegada à concentração da Seleção». Efectivamente: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.

Jesus e a próclise

Alô, torcida do Flamengo – aquele abraço!
Gilberto Gil

So let’s cut the conversation and get out for a bit
Robert Smith & Co.

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Foto: MIGUEL RIOPA/AFP/Getty Images (http://bit.ly/2KjZhII)

Quando li no Público que Jesus dissera “O Flamengo me dará uma possibilidade”, em vez de “O Flamengo dar-me-á uma possibilidade”, desconfiei. A fonte, obviamente, era uma versão da intervenção de Jesus. Todavia, aquilo que Jesus efectivamente disse foi “o Flamengo proporciona a qualquer treinador essa possibilidade“.

Escrito isto, as conferências de imprensa e as entrevistas do treinador do Flamengo serão um excelente laboratório para acompanhar o novo percurso linguístico de Jesus. O Flamengo é o meu clube brasileiro desde os tempos do Zico e do Bebeto — o meu clube do campeonato espanhol é o Atlético de Bilbau, desde os tempos do Etxeberria; o meu clube do campeonato italiano é o Inter de Milão, por causa desta equipa; o meu clube inglês é o Aston Villa, (não de Londres, my bad, mas de Birmingham), por causa do nome (e não por causa disto); etc. Ainda não tinha feito like na página do Facebook do Flamengo, para acompanhar o desempenho de Jesus. Jesus! Já está.

 ***

Villas-Boas «aponta a um ataque comedido ao mercado de verão»

O novo treinador do Marselha não se pronunciou sobre os mercados de verei, verás, verá, veremos e vereis.

Acordo Ortográfico de 1990: os contatos estão assegurados

SUMO
SUMPTUOSO
SUBIDO
ESPLÊNDIDO
ERGUIDO
SUBLIMADO
TRANSCENDENTE
o casamento de adjectivos a que assisti
— Paulo Pego

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Efectivamente, depois do desastre da semana passada e de um fim-de-semana glorioso (sem Diário da República e com o Benfica campeão), regressamos ao mesmo, no sítio do costume:

Exactamente: “que não fique por fazer o que podia ter sido feito”.

© Global Imagens [https://bit.ly/2TrZPkT]

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Extremo do Benfica só para um jogo

Para um jogo? Ah! Pára um jogo. Ah! OK! Pára um jogo. Pára. Assim, sim. Pára. OK. Obrigado, excelente leitor do costume.

A futebolização do País

Pedro Correia

Vivemos por estes dias mergulhados na futebolização do País. As pantalhas dedicam horas sem fim à conversa de taberna sobre bola transposta para os estúdios televisivos. Os partidos manipulam militantes, tratando-os como membros de claques de futebol. Os debates políticos estão cheios de metáforas associadas ao chamado desporto-rei. E a linguagem mediática imita o pior dos jargões ouvidos nos estádios, anunciando divergências ao som de clarins de guerra.

Há dois aspectos a ter em conta neste fenómeno: um é o factor de identidade tribal potenciado pelos clubes desportivos. Em regra este é um factor positivo: o ser humano necessita de mecanismos de afinidade grupal e quando faltam outros, mais tradicionais, o desporto – ou, no caso português, apenas o futebol – potencia-o como forma de preencher algum vazio deixado pelos restantes (família, igrejas, sindicatos, partidos, academias, etc.)

Outro – muito diferente e claramente negativo – é o da diabolização do antagonista. Este é um fenómeno com ramificações muito diferentes, e algumas bem recentes, influenciadas pela linguagem dicotómica das redes sociais, que tendem a ver tudo a preto e branco, numa réplica do imaginário infantil (cowboys & índios; polícias & ladrões, etc) transfigurado para a idade adulta. [Read more…]

Seixas da Costa retractou-se

disto [imagem tirada daqui]: no futuro do presente composto, como é da praxe, e com o cê bem subjacente, apesar de tudo (e revêem em AO90 é reveem, mas, pronto, acontece).

Registem, caramba!

Foto AFP

Registem que Rui Pinto fez “um trabalho extraordinariamente importante para a defesa do interesse público”.

A Doyen “é um dos actores mais duvidosos do futebol de topo europeu e obteve lucros exorbitantes ao longo de muitos anos, investindo em jogadores e clubes. Muitos dos fundos da empresa foram canalizados através de paraísos fiscais.” e sabe-se que tem por detrás uma organização mafiosa cazaque dos irmãos Arif envolvida em todo o tipo de negócios escuros.

Ronaldo, condenado por evasão fiscal com base em dados da Football-Leaks, pagou 19 milhões de euros e foi condenado a dois anos de prisão – mas em liberdade condicional, porque foram bonzinhos.

Já o pequeno Rui Pinto é que é o grande criminoso, digno de indignação e que só merece prisão! Pelo menos em Portugal.

P.S.- “Claro que há procuradores e juízes que levam o seu trabalho a sério. Mas esta máfia do futebol está em todo o lado. Querem passar a mensagem de que ninguém se deve meter com eles.”- Rui Pinto, aqui.

A puta de Cristiano Ronaldo

A Selecção Nacional é a puta de Cristiano Ronaldo. Sempre pronta, de pernas abertas, a recebê-lo quando lhe apetece.
Veio agora para dois jogos e voltará quando quiser. Mais ou menos como fazia Luís Figo há alguns anos.
Quanto ao brochista de serviço, é o mesmo de sempre. Quem aceita que um jogador o empurre e dê indicações em campo em vez dele próprio; quem se desfaz em declarações amorosas constantes ao “melhor do mundo” sem perceber que nenhum treinador se pode rebaixar a nenhum jogador, seja ele quem for, faz jus ao papel que representa. Que é o de um treinador de quinta categoria – como o são, de resto, quase todos os selecionadores nacionais. Se fossem bons, não estavam nas Selecções.
Mas compreende-se. Afinal, o chefe deles é o mesmo que também manda na Selecção, que é como quem diz o empresário. E nestas coisas, manda quem pode, obedece quem deve.

Crónicas do Rochedo XXIX – Península Ibérica 2483 d.C.

ronaldo jornal da Madeira

“Em 2485 vamos celebrar os 500 anos do nascimento de Cristiano Ronaldo e por esse motivo, os responsáveis das cidades do Funchal, Lisboa, Manchester, Madrid, Turim e Miami aqui reunidos, decidiram criar a ACRM (Associação das Cidades Ronaldianas no Mundo) que terão como responsabilidade criar o programa das festividades em todo o ano de 2485 ficando a sede desta associação aqui, na cidade de Madrid” – anunciou em conferência de imprensa a governadora da província de Madrid.

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A pressão ortográfica

Breathe the pressure
Come play my game, I’ll test ya.
Prodigy

***

O meu destaque da semana podia ser esta magnífica foto dos heróis do Dragão.

© Global Imagens [https://bit.ly/2TrZPkT]

Todavia, há emergências mais urgentes (a propósito de emergências mais urgentes, durante a semana passada, faleceu José Vieira de Lima, o tradutor que me apresentou o Sam Shepard).

No sítio do costume, continuam a chumbar nos testes ortográficos da norma que eles próprios criaram e impuseram.

Já agora, é engatar e não enganar (efectivamente, é uma discussão interessante).

***

Keith Flint (1969-2019)

Boa bola, Rui Pinto

Fonte: NDR

Portugal just wants to silence me.

“Tenho a certeza que não terei um julgamento justo em Portugal. O poder judicial em Portugal não é completamente independente”.

A queixa contra Rui Pinto, que levou à sua detenção em Budapeste, veio da Doyen: “A empresa é um dos actores mais duvidosos do futebol de topo europeu e obteve lucros exorbitantes ao longo de muitos anos investindo em jogadores e clubes. Muitos dos fundos da empresa foram canalizados através de paraísos fiscais.”

Boa sorte, Rui Pinto, e a maior força…

António Cluny não pode avançar com nada…

«FC Porto punido pela FIFA por influência dos fundos e informações incorrectas numa transferência»?

Não acredito. Parece impossível! O Record grafou incorrectas! Excelente.

 

É verdade que depois há umas infrações,

 

 

mas as incorrectas mantêm-se estáveis.

Uma óptima notícia!

Gloriosa nótula: Obrigado, Rui Miguel Duarte.

Perspectivas de Adriano

Ce provincial ignorait le grec, et parlait le latin avec un rauque accent espagnol qu’il me passa et qui fit rire plus tard.
— Marguerite Yourcenar, Mémoires d’Hadrien

God, how I miss the subjunctive! […] Far be it from me to use the subjunctive in a lecture. But, anyway, I just did.
John Searle

Je pense qu’il faut avoir ressenti ce que Proust a ressenti pour pouvoir trouver du plaisir à la fameuse histoire de la madeleine, pour n’en rester qu’à ça. Et encore, la madeleine de Proust c’est le Don Quichotte contre les moulins: il suffit d’une anecdote pour résumer la totalité du livre.
Michel Onfray

***

A ortografia portuguesa continua na mesma: estável na sua instabilidade. Repare-se na crónica publicada no Expresso, acerca do jogo de futebol A.S. Roma-FC Porto de ontem. Começa tudo muito bem, do ponto de vista da ortografia portuguesa europeia e da “unidade essencial da língua portuguesa”, com perspectiva (quartos-de-final, mas não nos dispersemos).

Efectivamente, em primeiro lugar, para impedir o fechamento (ou elevação) da vogal, convém meter uma consoante (como já expliquei aqui e ali): neste caso, o c. Além disso, em segundo lugar, a tão propalada “unidade essencial da língua portuguesa” é mantida pela recaída do Expresso, mas posta em causa pelo próprio Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990: no Brasil, mantêm a perspectiva; por cá, criaram a perspetiva.

Todavia, logo a seguir, a crónica do Expresso resvala para terrenos de 1990, com esta receção.

Portanto, perspectiva por um lado, mas receção por outro.

estamos habituados.

Quanto ao sítio do costume…

Exactamente.

Continuação de uma óptima semana, se possivel, com mais recaídas.

***

Coação às gemas

A coação, acto ou efeito de coar, na versão das claras. No próximo episódio, teremos a das gemas.

Parabéns, Elisabete Jacinto!

A primeira mulher a vencer a «África Eco Race», prova automóvel todo-o-terreno, ao volante de um camião. Não só subiu ao pódio como fez história.

FIFA à Venda

Gianni Infantino planea en secreto vender todos los derechos relevantes del fútbol mundial a un consorcio vinculado a Arabia Saudí. Por 25 mil milhões, mas tanto faz.

«Medidas de coação de Bruno [de Carvalho] e Mustafá»

Tradução: «medidas de acto ou efeito de coar de Bruno de Carvalho e Mustafá» ou «medidas de porção de líquido coado de Bruno de Carvalho e Mustafá».

Carta aberta a Jorge Nuno Pinto da Costa

Caro Presidente,

Anunciava um destes dias o Jornal de Notícias que já está em marcha a sua Comissão de Recandidatura, liderada pelo habitual Fernando Cerqueira, e que no início de 2019 começa a recolha de assinaturas. 
Tem sido um espectáculo habitual nas últimas décadas: de quatro em quatro anos, os pedidos para que fique multiplicam-se à medida que as eleições se vão aproximando. E o Presidente, que promete de cada vez ser o último mandato, acaba sempre por ficar. Já vi esta narrativa várias vezes e imagino como vai acabar.
Desta vez, no entanto, o Presidente não pode esquecer que no final do próximo mandato, em 2024, terá 87 anos. Não é justo que faça mais este esforço. Nem para si nem para o clube.
Penso que chegou a hora, pois, que todos nós sabíamos que um dia iria chegar: a hora de lhe agradecer por tudo o que fez pelo clube. Por si e pelo FC Porto, peço-lhe: anuncie desde já que este é MESMO o seu último mandato e que não vai recandidatar-se. Deixe que apareçam alternativas. Deixe o FC Porto viver sem si.
Sei que não é o momento ideal para esta minha carta. É fácil apoiar quando a bola entra na baliza. Afinal, somos os actuais Campeões Nacionais, no final de um campeonato marcado por uma vergonha como há muito não se via a nível de arbitragens e no auge do caso dos emails e de todos os outros casos que o grande Francisco J. Marques soube denunciar.
Ao mesmo tempo, felizmente, as coisas estão a correr bem para a nossa equipa de futebol e mal para os nossos adversários directos – um já despediu o treinador e o outro está na iminência de fazer o mesmo.
Mas contrariando o que escrevi antes, não seria mesmo este o momento ideal? Com o barco a navegar placidamente, sem ventos nem marés, um anúncio desta importância não provocaria qualquer tormenta. O Presidente teria quase dois anos pela frente para terminar o seu trabalho enquanto a equipa de futebol desenvolvia normalmente a sua actividade. Ao mesmo tempo, eventuais candidatos às eleições de 2020 saberiam com o que contar e poderiam começar desde já a contar espingardas. Fazer pontes. Unir.
Respondo à pergunta que fiz. Não, este não seria o momento ideal. O Presidente, perdoe-me a franqueza, já devia ter saído em 2004.  [Read more…]

Loucos por Óliver

Óliver Torres. É só o que tenho a dizer: Óliver Torres.

Rui Pedro (vermelho) Brás (ou será Braz?)

rpb

Em muitas páginas de facebook e nalguns blogues ligados ao meu clube, o FC Porto, são muitos os que atacam o jornalista/paineleiro Rui Pedro Brás (ou será Braz?). Estão a ser injustos. Passo a explicar:

O Sr. Rui Pedro Brás (ou será Braz?) é um conhecido benfiquista. Daqueles ferrenhos como o nosso Nabais. Bem, o nosso Nabais não merece, antes pelo contrário, que o insulte com semelhante comparação. Desculpa.

Continuando, o paineleiro/jornalista em causa anda pela TVI a oferecer as suas doutas opiniões. A opinião de quem, em 2013, escreveu o seguinte comentário nas redes sociais: “Mas o que eu quero mesmo é que o Benfica ganhe! Sempre! Com ou sem Aimar!” – 16 janeiro de 2013. A opinião de quem foi secretário técnico do futsal do Benfica durante dois anos. Ou seja, o que o distingue, por exemplo, de um Pedro Guerra? Nada. Só se for o tamanho da cintura.

Ora, atacar a personagem é injusto. Todos sabem que é um benfiquista. Quem deve ser o alvo do ataque é a TVI. Sim, a TVI. Por o ter como paineleiro? Nem pensar. Por estar a vender gato por lebre. É a TVI que passa (ou deixa passar) a imagem que o senhor é um paineleiro/comentador independente. É a TVI que dá tempo de antena a um suposto especialista em futebol que ontem, em directo e a cores, explica que o braço de Danilo (jogador do FC Porto) coloca em jogo o Éder (jogador do Lokomotiv) e por isso o golo não deveria ter sido invalidado. Upss, a lei do fora de jogo, no seu artigo 11, explica que, “As mãos/braços de todos os jogadores não são considerados para a marcação de um fora de jogo”. Ou seja, a culpa não é do rapaz, é de quem o escolheu, de quem lhe dá tempo de antena e de quem o vende como “independente”…

 

Mais uma vez, Cristiano Ronaldo violou as redes

Hoje foi em Udine.

O FC Porto não faz 125 anos… e o FC Porto de 1893 também não

Ponto prévio: não sou menos portista do que todos aqueles que acreditam na patranha inventada há 30 anos para tornar o FC Porto no clube mais antigo.
Sou um portista dos torniquetes. Com 4 ou 5 anos, passava ao colo do meu pai para ver os jogos no velhinho Estádio das Antas, que durante muitos anos foi a minha segunda casa.
Acredito é que a grandeza de um clube não se mede pelo facto de ter aparecido ou não antes dos outros. Mede-se por valores e um deles, se calhar o mais importante, é o da verdade.
Posto isto, parece-me indiscutível que o FC Porto foi fundado em 2 de Agosto de 1906 e que o FC Porto de 1893 não passou de uma remota e efémera experiência que durou menos de um ano e que acabou tão depressa como começou.
Em comum, os dois clubes tinham apenas o nome, nada mais. Os fundadores de 1906 disseram-no com todas as letras há quase 70 anos: um clube nada teve a ver com o outro e os fundadores do segundo não faziam a mínima ideia de que 13 anos antes existira um com o mesmo nome.
Sim, sempre se soube da existência de dois FC Porto…
A investigação profunda, que terminei há uns meses e que entretanto enviei às editoras para análise e eventual publicação, prova-o sem qualquer dúvida.
Deixando de lado essa investigação – espero que um dia possa ver a luz do dia – atenho-me para já apenas ao que é público. [Read more…]

Vidal e as três razões

Di giorno, se il tempo era bello, s’assistimava in coperta. A leggere.— Andrea Camilleri

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Segundo o jornal da resistência silenciosa em tempos de liberdade de expressão, são duas as razões que impedem Vidal de jogar na Premier League.

Mourinho e Guardiola, transmite A Bola, terão rejeitado a contratação de Vidal devido quer à idade do futebolista, quer às duas operações feitas ao joelho do marcador do único golo de um dos melhores jogos de futebol que vi in loco.

Todavia, haverá uma terceira razão.

Efectivamente, o empresário de Vidal ‘contatou’ Manchester City e Manchester United.

Se tivesse contactado, provavelmente, a história seria outra.

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2 de Agosto de 1906 – Parabéns ao FC Porto pelo seu 112.º aniversário!

Quando José Monteiro da Costa e demais companheiros do Grupo do Destino se juntaram no dia 2 de Agosto de 1906, para decidir a transformação daquele grupo informal num clube desportivo, não faziam qualquer ideia que existira 13 anos antes um outro clube com a mesma designação.
Afinal, aquele primeiro FC Porto, o de 1893, fundado por Arthur Rumsey, Fernando e António Nicolau de Almeida, resumira-se a meia dúzia de treinos, a que chamaram «match», no hipódromo de Matosinhos. Fora tão relevante no panorama futebolístico português que, entre 18 jornais diários publicados na cidade do Porto, a única notícia da sua fundação tivera de sair, a 28 de Setembro, num jornal lisboeta associado à alta aristocracia e ao regime monárquico. Meses depois de o clube ter sido efectivamente fundado e iniciado a sua (residual) actividade.
Quanto a José Monteiro da Costa, filho de um ajudante de jardineiro, diz-se que previu o futuro. Que um dia o FC Porto iria representar Portugal nas altas instâncias internacionais. «O nosso fundador» – como muito bem disse Jorge Nuno Pinto da Costa no discurso de celebração do último título.
Mesmo que o estatuto de fundador lhe tenha sido usurpado, aí está o FC Porto, ao fim de 112 anos de História, para homenagear a sua memória e os seus curtos 32 anos de vida.

Politicamente correcto, os talibãs do sec. XXI…

Agora que se aproxima o fim do mundial da Rússia, decidiu a FIFA ceder à insidiosa agenda do politicamente correcto e proibir grandes planos de miúdas giras. Muito provavelmente agora só teremos direito a ver nas transmissões gajos de copo na mão e claques de apoio mais ou menos carnavalescas.
A FIFA vai por mau caminho, se quer promover o respeito pelas mulheres poderia começar por obrigar a que todas as federações filiadas permitam a entrada de mulheres nos estádios e promovam a prática de futebol feminino sem uso obrigatório de véu ou burka… Quanto a questões de género, que filmem tudo e cada um coma o que gosta. Já não há mais paciência para proibições, restrições ou recomendações desta gente…

Sexta-feira, 13

Tomorrow is another day.
— Peter Sagan

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Efectivamente. Ainda por cima, sendo sábado, não teremos o nosso querido Diário da República.

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Acordo Ortográfico de 1990: parar de fazer

Vendo bem, não há muito para contar.
— Ana Cristina Leonardo, “O Centro do Mundo

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Os meus agradecimentos ao muito atento e excelente leitor do costume.

Efectivamente.

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