Não tive pachorra para assistir totalmente à encenação de ontem. Todo aquele arrazoado histérico, de tão previsível e robótico, mói qualquer paciência bem intencionada acabadinha de chegar à Terra. Sócrates desejou ardentemente o palco estéril da TV para pomposa defesa de si mesmo e da sua indefensável corrupção de processos, de tom, de modo, com que contaminou a Governação, enquanto a exerceu. Desejou defender o pequeno quadrado do seu desejo de exclusividade e fechamento do Poder: Portugal e os Portugueses existem, aliás, apenas para servir de cenário à magnífica pessoa do sr. Sócrates e assim preencher a cova de um dente do sr. Sócrates, enquanto gemem e gerem sofredoramente os problemas que ele causou.
O que me opõe desde o princípio a Sócrates é o que me opõe à devastação gratuita da vida de milhões de portugueses como eu. É o que me opõe à traição pelos políticos de todas as nossas aspirações legítimas de paz, prosperidade e confiança, coisas a que um sueco, hoje, tem direito e eu e milhões de portugueses não. O que me opõe a Sócrates é o que me opõe a todos os políticos, e ele foi e é o pior deles, que se deitaram sem rebuço, na cama dos banqueiros e me condenaram, e a milhões, à vergonha de ver o meu País intervencionado. [Read more…]











uma convocatória para a 








Recent Comments