Meu caro Arménio Fóssil Carlos, o meu caro não pense que este que lhe escreve está incondicionalmente do lado das políticas de direita deste Governo como muito menos esteve aquando do desgoverno UltraDireita patrulheiro-trauliteiro socialista. Não. O que nos separa é o facto de eu pensar pela minha cabeça e o camarada Fóssil pela do Comité Central Ortodoxo milenarista. Mas, nesta carta aberta, a minha mensagem é muito simples e resume-se nisto: ainda está a tempo de desconvocar a peregrina Paralisia PseudoGeral de Quinta-feira. [Read more…]
Sinto-me Tenso com a CGTP e com a EDP
Na próxima Quinta-feira não sei se poderei ir trabalhar. O Metro do Porto falhou-me na última Brincadeira Geral com o Fogo e eu dependo inteiramente dele-Metro para complementar as minhas deslocações a pé diárias, para lá e para cá: 10km são duas horas. [Read more…]
Energia e pontes, a diferença vai do pagar
Quem paga duas vezes fica. Mas, quem quer pagar menos sai!
Decididamente é um problema pessoal- MEU! Que tenho de aturar esta gente!
Aquela proposta do Aborto ter efeitos RETRO (trocadilho fácil!) passivos continua de pé?
Lobby das renováveis: 1 – consumidores: 0
Henrique Gomes, que será substituído por Artur Trindade, director do serviço de custos e proveitos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), encontrava-se há vários meses sob fogo cerrado, com a promessa de revisão dos subsídios pagos à indústria eléctrica, nomeadamente às empresas de energia eólica e à cogeração e com a EDP no alvo.
Leia mais no Público para perceber porque tem aumentado a sua factura da EDP
Coisas para que serve ter o Estado nos negócios
Tudo somado, incluindo também os chamados CAE, CMEC e PRE, os apoios à produção pagos em Portugal somam quase 1800 milhões de euros e formam uma grande parte dos custos de política energética e de interesse económico geral (CIEG). Este ano, os CIEG e os custos de política energética totalizam quase 2302 milhões de euros – uma dívida que todos os meses vai sendo paga por todos nós.
(Público)
Como se vê, nem só de BPNs e tal vivem os buracos do país. É de sublinhar a grandiloquência com que as energias renováveis foram apresentadas. Foi um negócio de futuro, sem dúvida, mas novamente para alguns.
A EDP e os contratos bi-horários
Em finais de Outubro publiquei aqui “Tem contrato bi-horário com a EDP? sorria, pode estar a ser roubado” a partir de uma denúncia. Daí para cá a caixa de comentários foi-se enchendo com mais depoimentos. Uns verificaram, e estava tudo bem. Outros nem por isso. Último exemplo, bem revelador de que a Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos não passa de um departamento da EDP:
“Entre Junho e Outubro de 2010, a EDP não cumpriu os horários do Bi-Horário, ciclo diário. O contador só entrava no período de VAZIO às 00h00 quando deveria ser às 22h00.
Comuniquei o facto várias vezes à EDP, que começou por ignorar a questão, passando depois a tentar baralhar as coisas dizendo que o problema estaria no meu contador. Rebati dizendo que o problema estava na EDP e não no meu contador. A EDP nada fez. Comuniquei o problema à ERSE e a ERSE nada fez, eu insisti e ERSE acabou por tentar escudar a EDP em vez de tentar resolver o problema concreto do cliente. A ERSE é a EDP e a EDP é a ERSE. Assim vai o país. [Read more…]
O Vómito Compensa

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José Carcarejo, ilustre adepto do afogamento do vale do Tua e democraticamente-eleito edil de Alijó, vai presidir à Agência de Desenvolvimento Regional, “criada na sequência da construção da Barragem de Foz Tua. A agência é constituída pelos cinco municípios da área de influência da barragem, Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor, e a EDP, que fica com a presidência da Assembleia Geral.”
Parabéns, senhor presidente! Assim já pode levar os velhinhos a passear!
Só tenho é pena que este país não tenha os meios para lhe fazer a justiça e a homenagem que merece.
Tristezas pagam dívidas
O povo é sábio! E tem sempre a solução para tudo: quem não arrisca não petisca ou mais vale um pássaro na mão, que dois a voar. Nunca falha – parece o Camilo Lourenço. Vem isto a propósito de uma mensagem de Passos Coelho escrita há uns tempos e que agora surgiu no arrastão.
Sabemos aqui no Aventar, que a maioria do povo português acreditou nesta mensagem. Logo, ninguém estranha os pentelhos do Eduardo que, dizem-nos de fonte segura, não conhecem os da Celeste e até os estranham.

Ana Malhoa
O valor de Catroga no mercado nacional é um grande pintelho
Diz Eduardo Catroga que tem seu valor no mercado. Ora deixa cá ver uns apontamentos…
No Luxemburgo (grupo Sapec), nas ilhas Caimão (Sofinloc)…
Já fazia parte do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, ou seja um pintelho, tal como a Nutrinveste (onde é que estes pagam impostos?).
Um grande pintelho exportador de lucros por aqui obtidos, um grande maratonista de empresas, corre fundo e ganha a fundo, acima de tudo um homem sério, patriota empenhado, grande gestor… não vamos falar do seu contributo para o défice num governo de Cavaco Silva, pois não?
Catroga e a EDP não são pentelhos!
A fama de Catroga ganhou mais popularidade desde a célebre entrevista à SIC Notícias. Ousou empregar a expressão “pentelho” e o rubicundo homem, queira ou não, em conversas sociais passou a ser alcunhado como o “gajo do pentelho”.
No lugar de “pelo púbico ou pubiano”, Catroga preferiu o calão para afirmar que não é homem de causas menores, sem importância ou valor. Comprovando tratar-se, de facto, de um predestinado para viver os prazeres do sublime e da renúncia de ninharias, temos agora a sua nomeação como presidente do Conselho Geral e de Supervisão Eléctrica na EDP, função em que auferirá 639 mil euros anuais, ou seja 45 mil euros mensais a acumular a mais de 9.600 euros de pensões.
Ainda segundo o jornal “i”, Catroga defende-se e argumenta que descontou 40 anos para o sector privado e 20 para o sector público. Se estes períodos fossem complementares – sem qualquer coincidência entre os mesmos – então o rubro mas leonino ex-ministro teria trabalhado desde os 9 anos. Nasceu em Novembro de 1942. Se assim não for, o homem sempre foi um sábio da acumulação e continua a acumular à grande e à francesa.
Mas atenção, para ajudar à festa a EDP também é há muito um reino da megalocefalia: grandes cérebros (Mexia, Catroga, Celeste Cardona, Braga de Macedo, Teixeira Pinto e não sei quantos mais), remunerações regulares e prémios chorudos e, para concluir, elevados preços e taxas cobradas aos consumidores. Agora digo eu: “Na EDP, nada de pentelhices!”.
A promiscuidade e as ligações perigosas de Francisco José Viegas

O Governo anunciou recentemente a criação de um novo organismo, a Direcção-Geral do Património Cultural. O Aventar sabe de fonte segura que Francisco José Viegas se prepara para nomear Elísio Summavielle como director-geral desse organismo. Elísio Summavielle, relembre-se, foi Secretário de Estado da Cultura no segundo Governo de José Sócrates.
Dando mostras de um súbito sentido democrático, invulgar na política portuguesa, Francisco José Viegas reconduziu também dois elementos que tinham sido nomeados por Elísio Summavielle, Manuel Correia Baptista e Henrique Parente.
Dando mostras de um súbito sentido democrático. Ou se calhar não.
Em 18 de Maio de 2010, o então Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, entregou por Ajuste Directo o projecto «O Douro nos Caminhos da Literatura», constituído por 7 DVD’s sobre escritores durienses, no valor de 138.600 euros. Pagaram o projecto, entre outros, a Estrutura de Missão do Douro e a Fundação EDP. Tudo gente boa, como se sabe…
E quem foi o feliz contemplado por esse Ajuste Directo e o responsável pela concepção e apresentação dos DVD’s? Acertaram, o actual Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.
Há coisas fantásticas,não há?
China: o império “comunista”-financeiro
O António Mexia, à semelhança de outros do género, vive bem e satisfeito. Com origens genético-familiares em figuras do Estado Novo, sempre revelou superiores dotes na arte de aceder, evoluir e dominar instituições e empresas que o Estado e associados lhe confiaram – do ICEP à EDP.
Anteontem com Santana Lopes, ontem com Sócrates, hoje com Passos Coelho, provavelmente amanhã com os chineses, lá vai navegando e bem à bolina nas nossas castigadas costas. Da outra parte, nós, consumidores, lá vamos perdendo e bem com despesas crescentes de gás e eletricidade – A EDP, segundo dados aqui divulgados, registava no 3.º trimestre de 2011 passivos não correntes de 21,974 mil milhões de euros; ou seja, 14% da dívida pública externa. Como se sabe, o valor não é considerado para cálculo da dívida pública. E, portanto, Mexia mexe, e de que maneira!, com os nossos bolsos. A ERSE também ajuda à romaria.
Entretanto, ao arrepio dos interesses estratégicos nacionais, a participação restante do Estado Português na EDP (21,35% do capital) foi adquirida pela gigantesca chinesa ‘Three Gorges’ – na China, sob a oligarquia do PC local tudo é gigante e esmagador. O homem das três gargantas, Cao Guangjing, saberá aproveitar-se de Mexia e, mais grave ainda, das vantagens estratégicas dos planos portugueses para desenvolvimento de energias ‘limpas e renováveis’, na Europa, América e Brasil.
A EDP é vermelha!
“Levantar uma pedra para deixá-la cair depois sobre os seus próprios pés” é um ditado popular chinês que descreve os comportamentos de certos tontos. Os reaccionários de todos os países são tontos desse tipo. Mao Tsetung
A EDP já está, o BCP é já a seguir. O camarada Gaspar diz que “Portugal é um destino atractivo para os investidores estrangeiros”.
Porque será que no momento em que abrem as pernas ao imperialismo os reaccionários de todo o mundo e de todos os tempos ficam sempre assim, alegres e felizes, até a pedra lhes acertar nos pés?
Barragem do Tua: O relatório do ICOMOS / UNESCO que o Governo tentou esconder

No seguimento da luta que tem vindo a desenvolver a favor do Vale e da Linha do Tua, o Aventar teve acesso ao Relatório do ICOMOS / UNESCO sobre a Barragem do Tua e os seus efeitos na classificação do Douro como Património Mundial.
É um relatório arrasador, no qual a autora afirma peremptoriamente que «a área de intervenção da Barragem afecta totalmente a Região do Douro Património Mundial»; ou que «a construção da Barragem significaria um impacto muito grande na Região do Alto Douro Património Mundial que implicaria a perda do VEU (Valor Excepcional Universal) e sérias ameaças à sua autenticidade e integridade»; ou ainda que «Medidas compensatórias, mesmo que tenham de ser revistas à luz do Plano de Gestão, não são o ponto mais importante, mas sim se a Barragem de Foz Tua deve ser construída de todo».
É com grande prazer, mas com enorme pesar, que publicamos hoje o Relatório da Missão Consultiva do ICOMOS / UNESCO para o Alto Douro Vinhateiro e impactos da construção da Barragem de Foz Tua. A tradução portuguesa é o nosso contributo para a defesa do Tua e do Douro.
Download do Relatório original (em inglês):
REPORT Advisory Mission Alto Douro ICOMOS_20110805

TRADUÇÃO PORTUGUESA a cargo de Ricardo Santos Pinto, Helder Guerreiro e Carlos Fonseca [Read more…]



A EDP já comprou todos os deputados 
O prémio 












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