Platini o falso moralista que esteve sempre contra o F C do Porto

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Ontem o mundo do futebol teve conhecimento que o presidente da FIFA, Joseph Blatter, e o Presidente da UEFA, Michel Platini, os dois homens mais poderosos do futebol mundial, foram condenados a uma pena de afastamento de toda a actividade futebolística durante 8 anos.

O comité de ética da FIFA sustentou a sua decisão nos factos que Blatter e Platini violaram as normas do código de ética da FIFA, nomeadamente no que diz respeito à oferta e aceitação de presentes e outros benefícios, mas também relativamente aos deveres de lealdade no exercício das funções, a conflito de interesses e às regras de conduta.

Existem fundadas suspeitas de corrupção num pagamento de cerca de 1,8 milhões de euros que Blatter fez a Platini, no ano de 2011, relativo a serviços prestados pelo francês à FIFA entre 1998 e 2002.

Neste momento recordo-me das declarações, em 2008, do falso moralista, Platini, já à data presidente da UEFA, quando afirmou relativamente ao Futebol Clube do Porto que

” como presidente da UEFA não estou nada contente com a sua (FC Porto) inclusão na Liga dos Campeões. Digo-o claramente. Durante o meu mandato, a UEFA vai lutar até à morte contra a corrupção”.

Ironia das ironias, nao é que oito anos depois, Platini é precisamente afastado da liderança da UEFA por corrupção.

Tudo isto traz-me à memória um sábio ditado popular português que nos diz que ” aqueles que quem telhados de vidro não deverão atirar pedras “.

O denominador comum

Bancos

Para sermos mais honestos que ele teríamos que nascer duas vezes. Isso e condecorar Alberto João Jardim no dia em que o país acordou em sobressalto com mais um assalto bancário ao bolso do contribuinte, cortesia do banco que financiou o regime que enterrou a Madeira em dívida, sob a batuta daquele a quem Cavaco entregou hoje uma comenda e apelidou de patriota.

Sempre que nos deparamos com estes actos de terrorismo financeiro, que pelas contas do Diário de Notícias já custou aos contribuintes cerca de 13 mil milhões de euros desde 2007 – 7,3% do PIB, quase um ano de colecta de IVA – surge o denominador comum: Cavaco Silva. Foram os seus rapazes que arruinaram o BPN, foram vários os financiamentos de campanha que lhe chegaram do BES, o tal banco no qual os portugueses podiam confiar, e agora sabemos também que foi cúmplice no encobrir de uma fraude com a chancela de altas individualidades do seu partido. Cavaco, sempre Cavaco. Será que ainda vamos a tempo de o ver assim?

Fotomontagem via Os Truques da Imprensa Portuguesa

Saída limpa? Vai um BANIF para debaixo do tapete.

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“Estou consciente que tempo adicional foi repetidamente dado para que o banco [BANIF] endereçasse os problemas. Isto foi motivado por considerações de estabilidade financeira e, recentemente, por considerações de não colocar em perigo a saída do país do Programa de Ajustamento Económico.” Margrethe Vestager, Membro da Comissão Europeia, 12 de Dezembro de 2014, via TSF

Preto no branco, a Comissária afirma que o problema do BANIF não foi resolvido para não estragar a saída limpa. Houve um conluio entre a CE e o Governo Português, de Passos Coelho/Paulo Portas, para fabricar um sucesso que não era real. Com que objectivo? À CE interessava ter um caso em que a austeridade tivesse “funcionado” e o governo construiu uma teia de medo/sucesso baseada nesta falsidade. Medo reflectido no, ainda hoje, usado pregão “não estraguem” e sucesso ficcionado com argumentos inventados.

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Justiça à medida: o mecanismo de Resolução de Litígios entre Investidor e Estado (ISDS)

ISDS

O mecanismo ISDS é um dos elementos mais controversos do previsto Acordo Transatlântico sobre  Comércio e Investimento (TTIP) e está incluído no texto já finalizado – mas ainda não ratificado – do Tratado de Livre Comércio e Investimento entre a UE e o Canadá (CETA). Mas afinal, porque tem sido este um dos cavalos de batalha dos veementes e abrangentes protestos europeus contra o TTIP?

O Investor-State Dispute Settlement (ISDS) foi incluído pela primeira vez no acordo assinado entre a Indonésia e a Holanda, em 1968; trata-se de um instrumento de direito internacional privado, inicialmente criado para proteger investidores, em países politicamente instáveis e corruptos, de imposições aleatórias desses governos aos investidores, nomeadamente de expropriação. Para tal, o ISDS outorga a investidores estrangeiros, sediados num estado aderente ao acordo, a possibilidade de recurso privilegiado a um tribunal de arbitragem privado. [Read more…]

Novo governo, velha solução…

 

BanifMais um problema no sistema financeiro, desta vez o Banif. Estou-me completamente nas tintas para as responsabilidades do anterior governo, politicamente foi julgado nas urnas, perdeu a maioria, já não existe. Se existirem responsabilidades cíveis ou criminais, a coisa muda de figura, tem a palavra a Justiça. O novo governo liderado por António Costa, certamente aconselhado pelo Banco de Portugal que não conhece outra cartilha, opta pela solução do costume, pagam os contribuintes. Este também é sistémico? Para quando uma falência?

Há sempre alguém disposto a ceder…

O desmoronamento do antigo regime segue dentro de momentos

Passos Rajoy

Passos Coelho continua ressabiado, por muito que tente convencer o país do contrário. O seu desprezo pela democracia representativa é evidente e o acantonamento à direita para onde empurrou o PSD parece indicar aquilo que muitos desconfiavam: Passos Coelho estaria mais confortável na liderança de um regime autoritário, cinzento como ele, que pudesse, sei lá, suspender a democracia durante uns meses. Como o seu amigo e companheiro no PPE, Viktor Orbán.

Vem isto a propósito da reacção do líder do PSD aos resultados das eleições de ontem no país vizinho, expressa numa mensagem enviada a Mariano Rajoy:

Quero felicitar-te vivamente pela vitória eleitoral alcançada nas eleições gerais. Espero, sinceramente, que a vontade dos eleitores espanhóis possa ser respeitada e que, nessa medida, possas ser bem sucedido na formação do novo governo.

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Banif: a força de acreditar (num esquema envolvendo TVI, Grupo Prisa e Santander)

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É interessante que toques nesse assunto Jorge. Não deixa de ser curioso que tenha sido a TVI a lançar o pânico sobre o hipotético encerramento do Banif na semana passada, levando a uma queda abrupta do seu valor em bolsa, quando a TVI é propriedade do grupo espanhol Prisa, que tem como accionista de referência o Banco Santander, o mesmo que ontem adquiriu, pelo habitual preço de saldo, a posição do Estado no Banif. Que conveniente! Não fosse eu tão profundamente crente nos princípios éticos que, como bem sabemos, norteiam a acção da sacrossanta banca, e ficaria tentado a conspirar. Haja força para acreditar!

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Tanta pressa que o governo de Passos Coelho tinha em vender o NOVO BANCO e é o BANIF que vai primeiro. O problema vinha de 2013. Falta saber porque é que foi empurrado com a barriga.

Quanto aos danos causados pela TVI, quem é que ganhou com o pânico intencional? Qual foi a fonte da “notícia”?

Governo Rajoy imita as piores práticas do PàF

PP

O Ministério do Interior espanhol usou a sua conta no Twitter para fazer propaganda eleitoral e promover Mariano Rajoy, colando o líder do PP a Adolfo Suarez e ao histórico momento da transição democrática. Estes PàFs espanhóis tendem a confundir os recursos do Estado com os dos seus partidos, como de resto foi acontecendo por cá com os seus parentes políticos: Paula Teixeira da Cruz usou dirigentes públicos para servir a campanha do PàFPires de Lima seguiu-lhe os passos e até o sítio do Governo publicou um documento manifestamente imparcial intitulado 4 anos de credibilidade e mudança. A uns como a outros, de pouco lhes adiantaram as manobras: venceram o escrutínio mas perderam o poder absoluto, o único que conhecem e com o qual sabem governar. Hoje chegou ao fim a hegemonia da central de negócios do bloco central espanhol. A nossa vez chegará.

Eleições espanholas

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Resultados às 21:54.  Resultados oficiais. A noite é capaz de ser animada

Edith Piaf – A Voz de França

Hoje Edith Piaf, a ” Voz de França ” completaria 100 anos.

Da narrativa da direita

Godfellas

PSD insiste nesta treta, CDS-PP insiste nesta treta, o extinto PàF usava e abusava desta treta e a oligarquia da direita não se cansa de repetir esta treta até à exaustão:

O esforço que os portugueses fizeram.

Ora é porque o admiram, ora é porque a perigosa esquerda o coloca em causa, às vezes vem a ser porque lhes apetece bater um coro barato ao eleitorado, outras ainda porque não têm muito mais que dizer. [Read more…]

O aeroporto de Lisboa está às portas da cidade e isso é uma mais valia.

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Quem chega à Portela é confrontado recorrentemente com tempos inaceitáveis para recolher a bagagem. Foi o que hoje me aconteceu, onde passou uma hora desde que o avião aterrou até que a mala tenha chegado.

É um problema velho, umas vezes mau, outras muito mau. A introdução de duas empresas de handling não melhorou a situação. É endémico. Por oposição, e só para se perceber que é possível fazer diferente, no voo de ida, quando cheguei à recolha de bagagens em Gatwick já a minha mala lá estava.

Outro velho imbróglio é apanhar um táxi. Uma fila enorme, onde se antecipava perto de meia hora de espera. Mas ainda bem que o aeroporto está às portas da cidade, porque isso basta para ser competitivo. Aliás, uma rede de transportes públicos devidamente organizada, à semelhança da existente na generalidade das grandes cidades europeias, seria, como se constata, perfeitamente supérflua.

Ainda bem que este tempo perdido não conta para a produtividade do país. Porque, como se sabe, o problema da produtividade reside em os portugueses trabalharem pouco. Organizar e planear, responsabilidade partilhada pelos políticos que aumentam a carga de trabalho, nada tem a ver. Livrem-nos de termos um horário de 36 horas semanais como têm os moinantes dos ingleses. Ou de gozarmos 30 dias úteis de férias como os preguiçosos dos alemães. Basta ter um aeroporto à mão de semear.

Afinal, existe futuro nas relações entre EUA e Rússia

«Trump agradece elogios de Putin: “São uma honra”.» [Expresso]

Quando o PSD era Pelo Socialismo

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Houve um tempo em que o PSD se assumia como um partido social-democrata, posicionado no centro-esquerda do espectro, e tinha como órgão oficial de comunicação um jornal chamado “Pelo Socialismo que, ironicamente, chegou a ter como director-adjunto um jovem promissor de seu nome Paulo Portas, que mais tarde acabaria por virar costas ao PSD, cansado do socialismo, tão em voga na década de 70, e dos “quadros medíocres” que tornavam a sua militância “uma grande maçada“. [Read more…]

Cuidado com os bolsos… II

BV António Costa numa atitude arrogante de quero, posso e mando, afirmou que a vontade do governo irá prevalecer, indiferente aos interesses dos particulares que legitimamente adquiriram a TAP. Assim de repente, eliminadas que foram as golden-share, quer-me parecer que só pode estar a ameaçar com a nacionalização da empresa, esquecendo que as regras comunitárias impedem a capitalização estatal da empresa, os actuais accionistas já investiram no pressuposto que detêm o controlo accionista, pelo que reverter o processo implicará forçosamente pesadas indemnizações. Pela via negocial o facto do governo PS estar refém da frente de esquerda, fragiliza-o nas negociações. De uma ou outra forma o elefante branco irá continuar a sair bem caro aos contribuintes…

Pedro Passos Coelho, o pigmeu europeu

É possível que Pedro Passos Coelho não tenha ainda caído em si. O papel de deputado, que de resto não deixou grandes memórias passadas com a excepção do célebre episódio do regime de exclusividade pouco exclusiva que lhe permitiu sacar uns trocos extra ao erário público, não parece ser do seu agrado. Passos gostava de mandar, convenceu uns quantos que goza de um direito natural a ocupar o poder mas, independentemente das suas fantasias, a verdade é que agora é apenas um deputado. E já é tempo de se habituar ao seu novo papel. [Read more…]

Renegociar a dívida, essa bandeira da extrema-esquerda

“FMI: Dívida de Portugal devia ter sido reestruturada” [Dinheiro Vivo]

245º aniversário de Ludwig van Beethoven

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Celebração do 245º aniversário de Ludwig van Beethoven (clicar na imagem)

Não é claro quando é que Beethoven realmente nasceu, mas 17 de Dezembro marca o 245º aniversário do seu baptismo. Hoje deu-nos uma rara oportunidade para construir um jogo em sintonia com bela música, cujos humores evocativos, drama, leveza e profundidade tornaram a correspondente produção gráfica intensamente divertida. [Google] *

Costumo ignorar a bonecada da Google, mas, desta vez, os meus tempos de músico falaram mais alto. Está engraçado e lá me levou em busca de umas quantas peças que não ouvia há tempos. Aqui fica uma sugestão.

* tradução minha

Rajoy em busca da sua Marinha Grande

Autor da agressão é da família de Rajoy [DN]

A autocrítica de Cavaco Silva

Cavaco

Num raro momento de lucidez, quiçá uma vez mais inspirado por Nossa Senhora de Fátima, Cavaco Silva brindou hoje os portugueses com um inédito momento de autocrítica, longe dos tempos em que a arrogância que o caracteriza o levava a dizer barbaridades como “Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas“. Questionado por jornalistas sobre o caso Banif, o presidente da República fez as seguintes declarações:

É preciso medir bem as palavras quando se fala do sistema bancário, porque o seu funcionamento é decisivo para o funcionamento da nossa economia e consequentemente para o crescimento do emprego e da nossa produção.

O bom senso e o conhecimento das funções do sistema bancário aconselham muito cuidado nas palavras que se pronunciam em público.

Cavaco estaria com certeza a referir-se ao fatidico dia 21 de Julho de 2014 quando, à margem de uma visita à Coreia do Sul, não teve o bom senso de estar calado, afirmando perante o país que os portugueses podiam confiar no BES. Por não saber medir bem as suas palavras, ou talvez por fraco conhecimento das funções do sistema bancário, Cavaco Silva não foi cuidadoso com as palavras que pronunciou em público e contribuiu decisivamente para enganar a população portuguesa sobre à real situação do BES. O resto da história o caro leitor já conhece. Está inclusive a pagá-la.

Cuidado com os bolsos…

BV Em 2000 um governo socialista presidido por António Guterres, do qual fazia parte o actual Primeiro-Ministro aprovou em Conselho de Ministros a venda da TAP. O processo havia sido iniciado no governo anterior, o primeiro de António Guterres, processo conduzido pelo então ministro do equipamento João Cravinho. Sucessivos governos liderados por Durão Barroso, Santana Lopes, José Sócrates mantiveram a intenção que por diversas razões não conseguiram finalizar até que o anterior de Passos Coelho já em fim de mandato, na que foi talvez uma das suas melhores decisões políticas, consumou a venda. Foi ainda pela mão do governo PS que a companhia aérea contratou Fernando Pinto, um gestor contratado no Brasil auferindo salários muito acima da média nacional, com a intenção de restruturar e valorizar a empresa. [Read more…]

Que se lixe o Banif, o Mourinho foi despedido!

Mou

A CMVM suspendeu hoje a venda de acções do Banif “até à prestação de informação relevante relativa ao processo de venda voluntária do mesmo“. A última vez que me lembro de ver tal coisa foi em Julho de 2014, quando a mesma CMVM suspendeu a venda das acções do BES, à espera da tal informação relevante que estas situações exigem. Hoje já não existe BES, entretanto substituído por dois bancos maus onde todos os dias enterramos alegremente alguns milhões de euros, e em breve poderá também já não haver Banif. Neste Natal, vasculhe bem o seu sapatinho. É altamente provável que a quadra lhe traga mais uma factura de regabofe bancário para pagar.

Passando para assuntos verdadeiramente importantes, José Mourinho foi hoje despedido do comando técnico do Chelsea, ao que tudo indica por mútuo acordo. A notícia está a marcar a actualidade nacional e é destaque em praticamente toda a imprensa nacional, que remeteu assuntos de menor importância, como o caso Banif, para um quadradinho mais pequeno das suas páginas web. Podem tirar-nos tudo, salários, pensões ou segurança social. Mas não nos podem tirar a escala de prioridades de um país desenvolvido. Que se lixe o Banif! Longa vida ao Special One!

Foto: Andy Rain/EPA

A estabilidade do governo de esquerda explicada por Paulo Portas

Portas

Muitos são os que ainda duvidam da estabilidade do governo minoritário do PS, apoiado no Parlamento pelo BE, PCP e PEV. É legítimo. Eu que estou, até ver, satisfeito com a solução, tenho as minhas reservas. E é aqui que entra Paulo Portas.

Como o caro leitor estará certamente recordado, a 2 de Julho de 2013, Paulo Portas apresentou a sua demissão ao então chefe de governo, Pedro Passos Coelho (por SMS ou carta, dúvida nunca dissipada). Num comunicado emitido pelo próprio, obedecendo à sua consciência, Portas elencava os motivos por trás da sua famosa decisão irrevogável. Destaco alguns pontos, que me parecem legitimar a esperança de ver o actual governo cumprir o seu mandato, aos quais acrescentarei alguns comentários: [Read more…]

Teremos sempre Bragança, ou o dia em que a coligação PàF chegou ao fim

É oficial: Pedro Passos Coelho formalizou ontem o fim da coligação PSD/CDS-PP, Portugal à Frente de seu nome, deixando ao seu agora ex-parceiro algumas juras de entendimentos futuros. Foram para cima de quatro anos de uma geringonça que só não terminou numa sucata em Julho de 2013 porque Passos cedeu à chantagem do seu irrevogável amigo, promovendo-o a vice-primeiro-ministro e entregando ao seu partido o Ministério da Economia, num episódio controverso em que o Pedro afirmava ter recebido a notícia da demissão do Paulo por SMS ao passo que o Paulo reiterava ter notificado o patrão por carta. Que bem que eles se entendiam e que simpáticos parvos os rodeavam. [Read more…]

Rajoy em choque


Os espanhóis não deixam a situação em mãos alheias.

A carta que António Costa podia muito bem ter enviado ao senhor Aníbal

Cavaco

Por último, quero sossegar V. Exa. acerca das medidas que o meu governo vai tomar no sentido de garantir a estabilidade do sistema financeiro. São elas: impedir que qualquer amigo de V. Exa. funde ou administre bancos; propor um aditamento à Constituição que impeça V. Exa. de fazer considerações acerca dos bancos nos quais os portugueses podem ou não confiar.

O resto está aqui. Do genial Ricardo Araújo Pereira.

Sérgio Monteiro, “O predador”

A radiografia do privatizador, por Mariana Mortágua.