Escondeu a SLN da biografia, e também andou pela Jerónimo Martins. Temos homem.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Escondeu a SLN da biografia, e também andou pela Jerónimo Martins. Temos homem.
O regresso aos mercados e a garantia-agora-a-sério de que o próximo ano já não será de recessão contribuíram para que a maioria parlamentar ande mais desocupada. Assim, resolvidos que estão os magnos problemas da nação, os deputados do PSD e do CDS assumiram, agora, as funções de direcção de programação da RTP, a fim de combater a ociosidade, essa mãe de todos os vícios. [Read more…]
Eu nem sou muito de sagas, mas todos os dias tenho encontrado notícias que me chocam ainda mais do que as outras, por revelarem crianças maltratadas por quem as deveria proteger.
Passou Janeiro e não comprei absolutamente nada, não gastei dinheiro absolutamente nenhum para além de trinta cêntimos de pão. Consegui. Não me paguei a mim mesmo nenhum café, que adoro. Não me plantei peregrino e parvo no Merdia Market à babugem fosse do que fosse sem IVA, com respeito a todos os que o fizeram, falo de mim, o peregrino e o parvo seria eu. Não fui ao cinema, que adoro, nem ao teatro, que amo, nem à música, que idolatro. Não comprei coisa nenhuma, entrou dia, saiu dia, umas batas fritas, um bolo, um sumo, nada. Foram 31 dias vividos serenamente e em estado de combate, transformando a minha rebelião contra o Regime que Apodrece em Portugal em esvaziamento zen, em despojamento do meu Eu, num gesto concreto e num propósito reactivo como quem sintetiza o próprio sal e resiste ao Mega-Tributo a que nos submetem.
Jejuei todos os santos dias deste Janeiro, tomando apenas as duas refeições principais, regadas com meio copo de vinho tinto, broa, azeite, grelos cozidos ou couves, cavala em conserva, petinga ou atum ou salsichas. Estou vivo, mais leve, esvelto, e até mais belo, gracioso, com um brilho no olhar verdejante que muito me agrada. Corri para a minha praia, pisei a minha areia e bordejei as águas do meu Mar sempre que o clima o permitiu e mesmo quando chovia a cântaros. Passou Janeiro, espiritualizei-me, fui um pai omnipresente e solidário nas lides de casa, mantive o meu sorriso intacto, evitei demasiada virtualidade-net. Busquei o Sol. Emocionei-me na hora crepuscular, olhando, com o coração Menino e Impoluto, o Mar. [Read more…]
Heloísa Apolónia pediu hoje ao primeiro-ministro que censurasse o banqueiro Ulrich pelas suas declarações desprezíveis.
está na coragem do Governo e na cobardia do Povo, disse com os habituais eufemismos (firmeza, honra, blá-blá) Nuno Magalhães esta manhã no Parlamento.
Uma petição encabeçada por Mário Soares e apoiada por deputados socialistas pretende obrigar o PS a tomar uma posição de ruptura com o actual Governo.
Seguro põe a bola na mão dos portugueses, como se os portugueses o quisessem mais do que quiseram Passos Coelho. Dégage, diriam os franceses.

Se um partido no governo decreta que todo o solo do país é urbanizável, como fez o Partido Popular (PP) de Aznar em 1998, e empurra o país para a construção de um enorme “império do tijolo”, é natural que as empresas construtoras fiquem gratas.
Em 2013, na ressaca da grande borbulha imobiliária, com milhares de casas vazias e um crescente número de cidadãos despejados, aparecem por fim os livros de contabilidade do PP, com a prova inequívoca daquilo que já há muito se suspeitava. Entre 1990 e 2009, os tesoureiros registaram centenas de recebimentos vindos de grandes empresas (construtoras, sobretudo, mas não só) – aproximadamente 7,5 milhões de euros, já sem falar nos donativos ainda em pesetas – e uma longa série de pagamentos a altos cargos do partido, incluindo o actual presidente do governo, Mariano Rajoy. Pagamentos jamais declarados ao fisco, se é que é preciso acrescentar.
A história, investigada pelo diário El País, rebentou hoje, e a esta hora há várias manifestações espontâneas frente às sedes do PP de todo o país. Correm rumores de que já foram feitas algumas detenções. De manifestantes, claro.
Morreu um de nós: um daqueles que zelava pela segurança de todos (alunos, funcionários e professores); O nosso elo mais forte, em pleno exercício das suas funções.
Para evitar que um aluno maltratasse um colega fazendo perigar a sua vida, durante a aula, mesmo perante a pronta ação do professor e de um funcionário, foi pedida a intervenção dos vigilantes da escola, para que fosse conduzido à Direção Executiva para que esta acionasse os técnicos da Escola Segura.
Desde o início do comportamento, de extrema violência, materiais foram destruídos, funcionários e docentes ameaçados de morte verbalmente e agredidos fisicamente. [Read more…]
Na sequência do vídeo anterior.
Este foi gasparizado da página À Nossa (facebook).
Pior ainda, Franquelim Alves vem da SLN. Oliveira Costa aguarda lugar de ministro.
Se tantas foram sodomizadas por John Holmes, porque é que ele não há-de aguentar?
E não é que uma criança de 7 anos foi algemada e levada para a esquadra da polícia nos States? Este criminoso da pior espécie assestou umas murraças noutro miúdo e roubou-lhe cinco dólares.
Nem imagino o que fariam ao Gaspar… Ah, não, ao Gaspar e aos amigos de Gaspar não fariam nada. Eles não são do Bronx. São mais da Quinta Avenida…
É tão bom uma amizade assim!
porque não aguentará o Ulrich?
Há algo de delirante em muito do que acontece hoje, naquilo que nos é apresentado como notícia, e nos actores dessas notícias, como se vivêssemos num estado perpetuamente febril e nesse estado ajuizássemos a normalidade do mundo.
Só num cenário de delírio, e de delírio colectivo, se poderia apresentar o responsável por uma empresa que acaba de auferir pouco mais de 249 milhões de euros de lucro (no mesmo ano em que apresentou um pedido de ajuda ao Estado de 1.5 mil milhões de euros) e afirmar o que afirmou: [Read more…]
“um chefe de família que faz contas à vida.”
Rifem-no.
É a terceira vez em dois dias que sou «atacada» pela revelação deste estudo. Embora não seja uma radical feminista, defendo a igualdade de género se não em tudo, pelo menos em muitas áreas. E a área doméstica é uma delas. Se se quer liberdade e mente aberta na cama, há que fomentar no dia-a-dia. Um lar é-o de todos e para todos. Se estiver arrumado e limpo está-o para todos. Se há comida na mesa, há-a para todos. [Read more…]
O portentoso Costa dos desastres urbanos diz que vai mas não vai e afinal apenas avisa. Deve estar à espera de conseguir uma daquelas vagas de fundo ao estilo da Nazaré. No entanto, a notícia que mais interessa ao comum transeunte das nossas escalavradas calçadas, é a má nova acerca do bacalhau fosfatado. A escória bruxelesa nada mais tem em que pensar senão nos beneficíos a conceder às indústrias de venenos da Alemanha, Suécia, Holanda, Finlândia e Dinamarca. Isso mesmo, tudo não passará de mais ganância sobre ainda maior ganância.
Quando em boa hora levámos a cabo a Restauração de 1640, os nossos amigos da onça batavos, de imediato decidiram exigir a península de Setúbal como compensação pela paz. Queriam o sal, vá-se lá saber porquê…
Mais um dia de despedidas no Centro Infantil de Valbom. Como se sabe, a instituição foi privatizada e entregue à Cruz Vermelha, que logo que pôde tratou de se livrar de tudo o que cheirava a passado. Não descansaram enquanto não correram com quem incomodava.
Desta vez, chegou a hora das educadoras de infância, que há mais de 30 anos, geração atrás de geração, abraçaram, beijaram e amaram os nossos filhos. E ao vê-las chorar no momento da despedida, também não consegui evitar as lágrimas e pensar em tudo o que fizeram pelas minhas meninas nos últimos dois anos. Porque quem faz o bem às minhas filhas tem a minha gratidão eterna.
O trabalho de mentalização vinha feito de casa e se com a mais velha resultou – «depois a Imelda vem visitar-nos!», dizia com alegria – com a pequenina as coisas foram diferentes. Sem a Paula dela, com quem estava todos os dias, a quem tanto se afeiçoara, não quis ficar. Queria vir comigo. Mal conhece a nova educadora e, para uma criança de 2 anos, ser deixada pelo pai no meio de caras estranhas deve ser algo que um adulto não consegue imaginar.
Mal sabia a pequenina que a sua Paula estava lá dentro a chorar, por causa da despedida e por causa das injustiças dos pais que durante anos lhe confiaram os filhos. E mal sabia a mais velha que não voltará a ver a sua Imelda, pois agora que conseguiu livrar-se delas, a Cruz Vermelha, instituição dita de solidariedade social, a última coisa que permitirá é que elas voltem a pisar o lugar que foi seu durante décadas. O lugar que É seu por direito próprio. [Read more…]
A PGR diz que não há indícios de que Ricardo Salgado tenha estado envolvido em “qualquer ilícito de natureza fiscal” in Público
Tozé vai seguro e não formoso nas suas afirmações.
Este é, pois, um local comum às três principais profissões forenses.
Este Supremo Tribunal de Justiça é, pelo menos neste dia, a verdadeira Casa da Justiça portuguesa. [Read more…]
Da primeira vez cheguei demasiado tarde (seriam 9.30h) e tive que voltar no dia seguinte. Assim, às 5.45h, lá estava eu a juntar-me a uma fila de pessoas no passeio, frente à embaixada de um país africano de língua portuguesa. Um, dois, três, quatro, trinta, trinta e um. Eram 5.45h e eu era o número trinta e um na fila, sabendo que apenas seriam distribuídas trinta senhas para pedidos de visto de entrada. Voltei a contar: trinta e três, desta vez. O melhor era manter-me no meu lugar e acreditar na providência. Estava frio, chovia e iam chegando mais e mais pessoas, grande parte sem a mínima possibilidade de receber a dita senha.
Havia uma triagem prévia de documentos à porta da embaixada, o que fez com que algumas pessoas à minha frente não pudessem entrar e me colocou entre os primeiros trinta. Lá dentro, de guiché em guiché, detectaram algumas imprecisões menores na minha carta de chamada. Teria que voltar no dia seguinte, desta vez sem necessitar de senha. Agora está tudo bem, disseram-me nesse outro dia, mas hoje não é dia de aceitar pedidos de vistos, volte amanhã. Tentei insistir mas não adiantava, teria que madrugar outra vez frente à embaixada.
A experiência entretanto acumulada dizia-me que teria que chegar mais cedo ainda. Apontei para as cinco da manhã mas cheguei às 4.30h. [Read more…]
Não é propriamente por uma moção de desânimo ou de auto-rejeição que, enquanto desempregado, passei a declarar-me radical e subversivamente contra o Consumo, todo o Consumo Pessoal, fora do estritamente indispensável sob os imperativos inerentes à minha paternidade. Os espíritos mais coreáceos, no seu empedernimento ofensivo e exibicionismo onanista do comentário, podem até brincar em torno do facto de a milhares de portugueses e a milhares de espanhóis faltar trabalho, escassearem recursos para sobreviverem dignamente, como se a circunstância pessoal do Palavrossavrvs fosse um cómico e desprezível problema dele e não o de tantos outros milhões, fruto amargo de todas as ilusórias legislaturas precedentes, em grande parte, noutra parte, puro azar, macrogestão, merda-FMI.
Os poderes da corrupção política em troca de uma generalizada dissolução social, os poderes da lógica do benefício pessoal ilícito na política em troca da desgraça de milhares, estão aí nos seus efeitos sobre mim. Esses poderes negros são fortes. A bronca não é para eles. É mais fácil manipular as pessoas que se auto-rejeitam do que as que se auto-aceitam. Rompo com a possibilidade de ser manipulado a começar pelo impulso de comprar. Consumir ávida e compulsivamente para além, dentro ou abaixo das próprias possibilidades tornou-se para mim uma desordem própria da auto-negação e da recusa em escutar o meu íntimo na sua fome de integridade e equilíbrio. Começo por assumir e aceitar a minha vulnerabilidade não como um medo de ser inútil, mas como uma certeza, já que tenho imenso tempo para contemplá-la. A certeza de ser amado. Um nada, qualquer coisa que nos amesquinhe insuportavelmente, pode levar-nos a uma profunda depressão e até ao suicídio. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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