– E agora a Angela vai-me dar com a palmatória e ainda acabo de castigo no canto da sala…
O que vai Passos dizer a Cavaco
Recomendações para presidentes que não querem ser vistos
Passos Coelho está a caminho de Belém e quer esclarecimentos.
O respeitinho é muito feio
O chamado Presidente da alegada República dita portuguesa, Cavaco Silva, deslocou-se ao concelho de Torre de Moncorvo, onde foi injustamente vaiado, anteontem. Injustamente, porque merece muito pior do isso, tendo em conta as pesadas responsabilidades que tem no estado em que vivem muitos cidadãos, uma vez que, depois de ter sido um primeiro-ministro inevitavelmente medíocre, foi cúmplice de Sócrates, de quem se limitou a dizer mal, e faz parte do bando da troika, apoiando Passos Coelho, para quem ser primeiro-ministro não passa de um estágio remunerado para outros voos, como teremos ocasião de confirmar antes cedo que tarde. [Read more…]
Cavaco é discípulo de John Cage
“I have nothing to say / and I am saying it / and that is poetry / as I needed it” – diz John Cage, compositor autor da famosa peça 4’33’’, obra dividida em três andamentos em que não se passa absolutamente nada. Apenas um silêncio total. O pianista, na versão para piano, ou o maestro, na versão orquestral, apenas têm de estar atentos ao indispensável cronómetro para não falhar o “fim” da peça.
Mas a verdade é que a obra ficou para a história. É o caso do silêncio do nosso presidente: incompreendido hoje, a história lhe fará justiça. Assim ficamos a saber quais as influências filosóficas e estéticas de Aníbal. Hoje é, pois, um dia feliz. Claro que não faltam musicólogos a garantir que John Cage é um maganão. Genial, mas um aldrabão. E não faltará quem, entre nós, garanta que Cavaco partilha esta condição com o compositor. Sem a parte do “genial”.
Presidente da República: comunicação oficial após as manifestações de 2 de Março
Encontrado no canal de João Pinto.
Afinal, não há erro

A alteração decorre das regras de revisão aceites na publicação de diplomas no Diário da República. Comprova-se o que se suspeitava, que Cavaco Silva saiu da penumbra onde tem estado enquanto o país se afunda para vir defender os amigos com providências cautelares a impedi-los de se candidatarem.
Não se trata de Saudade
Mas, onde é que anda o sr. Silva? Estava com alguma expectativa de o ver na reportagem sobre o BPN.

A favor do regresso do TV Rural
O regresso aos mercados e a garantia-agora-a-sério de que o próximo ano já não será de recessão contribuíram para que a maioria parlamentar ande mais desocupada. Assim, resolvidos que estão os magnos problemas da nação, os deputados do PSD e do CDS assumiram, agora, as funções de direcção de programação da RTP, a fim de combater a ociosidade, essa mãe de todos os vícios. [Read more…]
O presidente mais pobre do mundo
Chama-se José Mujica. É Presidente do Uruguai. Homem de sábias palavras, bem mais rico do que a cabeça de vento que assombra Belém.
Cavaco e o Tribunal Constitucional
Marcelo transforma-se em boneca insuflável
Quem não sabe, aprende
Longe de mim faltar o respeito à máxima autoridade do país. Mas o PR Cavaco Silva recebeu o projeto de lei de orçamento de Estado, como tenho comentado em textos anteriores, confessou tê-lo enviado para um grupo de especialistas e, a seguir, promulgar e enviar ao Tribunal Constitucional. Até o dia de hoje, estamos na doce espera…
Quem espera mais é o Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que parece ter perdido o controlo do orçamento de Estado. A notícia de 26 de Dezembro, diz: tudo indica que o Governo terá que recorrer a um plano B no que diz respeito aos objetivos orçamentais para o próximo ano, que poderá passar por menos de 800 milhões de despesas na Função Pública, indica o Jornal de Negócios.
Ele disse mesmo isto?
Mas está tudo tolo ou o quê?
O Presidente da República disse mesmo isto?
“Eu não vejo razão para que não seja reduzida a comissão que é cobrada a Portugal pelos empréstimos” (…) “tal como não vejo razão para que não seja alargado o período de reembolso dos empréstimos do Fundo de Europeu de Estabilidade Financeira”
Ou o Ricardo tem razão ou então não se entende!
Ele está a dizer o que muita gente anda a dizer há meses: menos juros, mais tempo!
Confesso que estou surpreendido – alguém explica?
A Aleivosa Prosopagnosia do Regime
Relvas e tal e não sei quê… Acho uma seca, não que se embirre com Cavaco, mas ser obrigado a aturar os esbirros do socratismo a embirrar com ele, basicamente uns merdas indefectíveis de um tipo de escondimento no anonimato vil, próprio de quem assaltou monumentalmente um Banco e se pôs à sombra por uns tempos, até que a poeira assente. Sobre Cavaco, fale quem quiser o que quiser e será pouco. Falarei também o que quiser, mas como se atrevem a abrir a boca nada mais que umas emanações prostitutas, anónimas, em sistemática defesa do Roubo Devastador que possibilitou o Esbulho em Decurso, Roubo consequência do Roubo?! Não ocupa a Presidência da República alguém menos inócuo e mais omisso que todos os demais anteriores titulares no cargo, tirando o facto de o primeiro mandato deste presidente ter decorrido em face da mais asquerosa incumbência de um mentiroso sociopata, alguém que não suportava a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições, alguém que não tolerava ser contrariado nem admita que se pensasse de modo diferente daquele que organizara com as suas poderosas agências de intoxicação a que chamava de comunicação, alguém, em cujo ideal de vida, todos seriam submetidos ao Regime Disciplinar da Função Pública, revisto e reforçado pelo seu Governo com intuitos controleiros, patrulheiros, intimidatórios, alguém que foi a mais séria ameaça contra a liberdade, contra a autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas, nas palavras definitivas de António Barreto. [Read more…]
Resistir, der por onde der, ao Tsunami 2013
Cavaco tem tido os seus deslizes que o afastam preocupantemente da realidade. Não lhe caberia, logo a ele, colocar o dedo culpado na grande ferida nacional em que redundou a nossa desindutrialização e desactivação pesqueira dos anos noventa. Foi por sua mão. Dói. Mas se o problema de desconexão com a História, com responsabilidades passadas, e, logo, com a própria realidade, fosse adstrito a Cavaco, menos mal. Há, porém, mais tartamudo nefelibata no resto da esfera representativa convencional, a qual anda pela hora da morte. Por exemplo, o deputado comunista, Jorge Machado, quando se atira contra o roubo consignado no OE2013, dizendo esta mesma palavra grosseira e grotesca «Roubo», apanha logo pela frente o deputado do CDS-PP, Nuno Magalhães, o qual convoca a Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, contra a suposta autorização de um vocabulário chulo por parte dos deputados, uma vez que na casa da democracia não se deveria autorizar hipérboles e desbragamentos de café, tasco e confeitaria [termos a que Louçã estava exclusivamente autorizado e os quais elevou a mito ciceroniano] argumentário perante o qual Assunção Esteves se limita a mostrar que pode ser seráfica, mas não é perfeita, pois, admitiu, estava distraída. Era uma cassete. Não reparou. Pelo que se limitou a chamar a atenção para a necessidade de evitar esse tal vocabulário rasteiro e básico, regressando à distracção ou lazer tagarela da presidência da Assembleia nos seus colóquios intestinos. De loucos. [Read more…]
A renúncia de Cavaco

Não sei se Cavaco Silva anda a correr pela casa fora com uma bola de cocó que tirou do próprio rabo momentos antes. Ou se o funcionário não chega a tempo de lhe mudar a fralda, que acaba de vazar naquela altura. Ou se ele, sentado no sofá, passa horas a fio a rasgar metodicamente pilhas e pilhas de jornais e revistas antigas (as tais que nunca leu).
Não sei, dispenso os detalhes sórdidos, mas quero saber do que realmente importa. Se o meu Presidente da República ficou maluquinho depois da visita do sr. Alzheimer ou do sr. Parkinson, eu tenho o direito de saber. Já para isso vivemos numa República: para não termos de esperar que o nosso representante máximo morra ou fique totalmente incapaz. Há uma coisa que se chama renunciar ao mandato. E se o Presidente da Republica não está em condições de continuar, é bom que comece a pensar no assunto.
Acumulam-se os indicios de que algo nao vai bem. Definitivamente, uma parte do baralho desapareceu e, nestas coisas, é improvável que regresse. Vamos todos continuar a fingir durante mais 4 anos que não se passa nada?
Porra para o Cavaco, porra! Pim!
“O Cavaco pesca tanto de economia que até faz quadras populares à António Aleixo com as ligas da sua Maria Cavaca.”
Mário Viegas e o seu “Manifesto Anti-Cavaco”, de 1995, que periodicamente volta a ser actual.
Socorro!, querem voltar ao “faz-sismo”!
E não é que a coisa chega pela boca do arrependido residente em Belém? Ora-ora, lá teremos de voltar a engolir coisas terceiro-mundistas e famélicas da fome como a Famel Zündapp, a FNAC, os Cabos d’Ávila, a Covina fabricante e não armazém espanhol de vidros, as baterias Tudor e outras fabriquetas que tais? Canada Dry em Portugal uma vez mais? Não nos digam que lá voltarão as campanhas do trigo, o pão afarinhado de e por Portugal? Era só o que mais nos faltava voltarmos a”levar com” os fertilizantes e sabões da Quimigal e a termos os supermercados cheios de lataria assardinhada Made in Allgarve e Setúbal. Não queremos voltar a ver a branca frota bacalhoeira “do Tenreiro” despejando peixe seco mal cheiroso ali às portas do Arsenal. Nada de Lisnave e Setenave cheia de fatos-macaco fascisto-comunas construindo barcos a torto e a direito! Nunca mais!
Cavaco Silva quer agora re-industrializar o país e ainda não se lembrou da necessidade de voltar a encher de ouro o Banco de Portugal. Como será isso possível, se aquela montanha reluzente veio da moçambicana percentagem das minas do Rand e dos milhares de toneladas de volfrâmio e de conservas vendidas por bom preço à Alemanha? Sonha com os campos louros de trigo e milho e verdejantes de hortaliças, alfaces e couve em barda. Para cúmulo, anda de boca aguada com a perspectiva de uma bela posta de atum fumegante no seu presidencial serviço de porcelana Vista Alegre da ida Monarquia. Tiques passadistas, ecos gloriosos de um passado extravagante. Mas não era o yuppismo o futuro garantido de Portugal? Viu-se! Vê-se…
Retrato de um governo de Cavaco Silva
Cavaco Silva anda muito esquecido, Coitado!
ACTO DE CONTRIÇÃO, ANEDOTA, OU SIMPLESMENTE BRANQUEAMENTO DE ACÇÕES PRÓPRIAS?
Durante dez anos (1985/1995), o sr. Presidente de Portugal, ajudou a desmantelar as pescas, a indústria e a agricultura, a troco de alguns muitos milhões que da Europa (CEE) vieram, para torrar em cimento e alcatrão.
Tratem-lhe da Saúde, Por Favor
Cavaco Silva sofre de amnésia política. Ainda ao menos se estivesse calado…
Portugal não é a Grécia, mas Lisboa e Madrid são Atenas
Sem dificuldade, concluí que nos percursos da existência humana, dos estilos de vida confortáveis à pobreza, ou mesmo à miséria, o comportamento dos povos, ainda por cima numa Europa de cultura e níveis vanguardistas de civilização, é mais predominante o que os identifica daquilo que os distingue.












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