
Nenhum.
Se fazemos negócios e consideramos os carniceiros sauditas nossos amigos e aliados, não há-de ser o novo BFF de Donald Trump que fará grande diferença. Pulhas of a feather flock together.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Nenhum.
Se fazemos negócios e consideramos os carniceiros sauditas nossos amigos e aliados, não há-de ser o novo BFF de Donald Trump que fará grande diferença. Pulhas of a feather flock together.

O mundo dito democrático, e os americanos em particular, estão a condescender em demasia com o governo fascista liderado por Donald Trump. Paralelamente, a nova extrema-direita ocidental, camuflada sob vestes liberais e conservadoras, começa a sair do armário, a ganhar terreno no Velho Continente e a mobilizar-se pela segregação, aproveitando o advento do trumpismo para revelar a sua verdadeira face, racista, xenófoba, persecutória e apologista da violência. Não é preciso ir muito longe para ver isso, bastando para tal passar em algumas colunas de opinião de “jornais” como o Observador ou o Correio da Manhã, ou em blogues bem conhecidos, onde felizmente ainda escrevem autores sérios, como o Blasfémias ou o Insurgente. [Read more…]

Os pombinhos do momento são Donald Trump, supremo líder dos EUA, e o talentoso Kim Jong-un, o grande patriota norte-coreano. O amor está no ar!

Na América alucinada de Donald Trump, as anedotas sucedem-se. E como já vale quase tudo, o proxeneta Dennis Hof garantiu ontem a nomeação republicana para as eleições intercalares no estado do Nevada. Proprietário de vários bordeis – legais no Nevada – Dennis Hof integra ainda o elenco do reality show Cathouse, que retrata o dia a dia num bordel no Nevada, e é o autor do livro “The art of Pimp”, que traduzido para português dá qualquer coisa como “A arte do Chulo”. Não admira que tenha ascendido politicamente na era da trampa. [Read more…]

A FIFA entregou a organização do Mundial de 2026 à candidatura conjunta do México, EUA e Canadá, o que é uma excelente notícia, porque tem tudo para correr bem. Pelo menos a julgar pelo estado das relações entre os três países, com especial destaque para esse portento da diplomacia em que se transformou a América de Trump.
Por falar em trogloditas, será que Donald Trump termina o muro que os mexicanos vão pagar, a tempo do Mundial que vão organizar em conjunto com o Canadá do “desonesto e fraco” Trudeau? Ou será preciso chamar o “talentoso” Kim Jong para meter ordem na casa?

Um tipo queixa-se da CMTV, do Observador e da imprensa portuguesa em geral, mas estes tipos da Fox News são malta que, ideologicamente, está ao nível dos dementes do Daesh. Façam o favor de se rirem, enquanto isto não dá para o torto.

O título deste post parece o de um thriller, mas refiro-me, é claro, ao lugar da cimeira EUA-Coreia do Norte sobre desnuclearização. O dispositivo cénico é medonho e pesado, mais concebido para amedrontar que para pacificar. Os resultados serão coincidentes: uma floresta de enganos que servirá a ambos os líderes para limpar um pouco da má imagem internacional que oferecem, enquanto realinham peões na sua pequena guerra fria. A generalidade dos média colabora no logro ao espalhar uma equívoca mensagem de esperança e de mudança a propósito do acontecimento. A ocorrer, ela será mais aparente que real e traduzirá mais um equilíbrio da força bruta militar que a construção de um ambiente de colaboração e entendimento no interesse dos povos da região. Não é preciso ser-se adivinho para escrever isto.

Dados indicam que, todos os anos, cerca de 15 mil americanos morrem devido a complicações de saúde causadas pelo contacto com amianto. Em Portugal, onde muitas escolas ainda conservam telhados feitos com esta fibra cancerígena, o jornal Público avançava, em 2014, que morriam cerca de 39 pessoas por ano.
Entretanto, na América estupidificada, o troglodita que governa defende que o amianto é 100% seguro e que os vários estudos clínicos feitos até hoje, que comprovam factualmente a perigosidade da substância, fazem parte de uma conspiração arquitectada pela mafia. Pena não haver por aí um grupo de mafiosos que o enfie numa jaula de amianto durante uns meses, para que o idiota perceba o quão seguro este material é. [Read more…]

Sabes que algo está profundamente errado, quando o presidente da maior potência mundial se reúne com uma celebridade de plástico para, alegadamente, discutir a reforma do sistema prisional. Os EUA transformaram-se numa anedota internacional, perigosa demais para ter piada.

O acordo nuclear com o Irão sentou o regime xiita à mesa com o Conselho de Segurança da ONU e com representantes da União Europeia. E, questões ideológicas à parte, terá sido das poucas grandes vitórias da diplomacia internacional em muitos anos, algo que seria impensável uma década antes. Uma aproximação ao Irão.
Porém, o planeta é hoje governado por Adolf Twitler, um mitómano ensandecido que está aí para que a humanidade possa contemplar o produto acabado do capitalismo selvagem: um bronco com muito dinheiro, sem um pingo de honestidade, sem respeito por ninguém, sem noção do ridículo, com acesso directo ao maior arsenal militar e nuclear do mundo.

Na madrugada de Sábado, Estados Unidos, França e Reino Unido decidiram bombardear instalações militares do governo sírio, alegadamente relacionadas com a produção e armazenamento de armas químicas, alegadamente usadas contra a população civil e indefesa de Douma, um dos últimos bastiões rebeldes nas imediações de Damasco, que alegadamente acertaram os alvos a que se propuseram.
O ataque vem na sequência de tweets contraditórios de Donald Trump, um clássico do governante socialite, que num dia felicita Putin pela vitória numa eleição fraudulenta, para no outro afirmar que a relação entre as duas potências está pior do que nos tempos da Guerra Fria. Em poucas horas, o anedótico presidente norte-americano conseguiu ameaçar que os mísseis iam a caminho, para depois afirmar que tais movimentações poderiam estar para “muito breve ou nem por isso”. Ter um maluco aos comandos da máquina de guerra do império tem destas coisas. E a nomeação de John Bolton é a cereja no topo do bolo da falta de noção deste mentecapto com ogivas. [Read more…]

Passaram 15 anos desde a invasão do Iraque e as armas de destruição maciça do regime de Saddam, cuja existência Bush, Blair, Aznar e Barroso juravam poder provar factualmente, continuam em parte incerta.
Esta noite, Trump, May e Macron bombardearam um Estado soberano, em violação da Carta das Nações Unidas, do seu Conselho de Segurança e das mais elementares normas do direito internacional que norteiam as relações internacionais entre estados civilizados, partindo do pressuposto de que o regime de Assad terá usado armas químicas contra a sua população, sem, contudo, apresentarem ao mundo as provas irrefutáveis que afirmam ter. Tal como aconteceu em 2003, quando o Iraque foi invadido. Com todas as consequências que isso teve, da escalada da violência ao sólo fértil onde germinou o Daesh. [Read more…]

Robert Mercer, proprietário da Cambridge Analytica, é um dos homens mais ricos do mundo. E como grande parte dos bilionários norte-americanos, Mercer é um batoteiro, que pratica o tipo de batota que a grunharia liberal-fascista venera, porque a grunharia liberal-fascista vive precisamente da batota, seja manipulando os mercados e a economia através dos seus fundos abutres, seja através da evasão fiscal em massa, seja com recurso à injecção de milhões de dinheiro sujo para distorcer a percepção pública sobre os mais variados temas. Uma cambada de parasitas e filhos da puta. O mundo estaria infinitamente melhor sem eles. [Read more…]

A guerra na Síria arrasta-se há 7 anos. Depois de tantos anos de carnificina, que entra por nossas casas adentro todos os dias, sem cerimónias e em horário nobre, as imagens continuam a ser impressionantes, de Aleppo a Ghouta oriental. Bairros inteiros arrasados, cadáveres nos escombros, hospitais em ruínas, crianças em profundo sofrimento. Não tem explicação. Já não era suposto acontecer.
A Síria é o palco do conflito mais complexo e destrutivo da actualidade, que não se esgota no objectivo da conquista do poder. Existem questões étnicas e religiosas à mistura, existe um fanático e imprevisível Daesh, existem facções nacionalistas, paramilitares e exércitos estrangeiros, rebeldes, terroristas, rebeldes-terroristas e milhões de civis indefesos a viver um pesadelo sem justificação. O inferno na Terra. [Read more…]

É curioso que a administração norte-americana se empenhe tanto em manter potenciais terroristas afastados do país, usando o pretexto para criar legislação xenófoba, quando luta activamente por manter a vida facilitada aos terroristas que, nascidos e criados em solo americano, decidem metralhar uma escola ou um concerto com uma arma semiautomática. Não, não é nada curioso. É só estúpido. E talvez, mas só mesmo talvez, tenha algo que ver com os vários massacres que acontecem, todos os anos, na land of the free. [Read more…]

E sobre a mais recente estupidez, digna da besta mais retardada de que há memória na política mundial, ide ler o J Manuel Cordeiro, caros leitores. Haja alguém para dar alento às rezas da minoria fascista que temos por cá.

Donald Trump pediu ao Guggenheim de Nova Iorque que lhe emprestasse “Paisagem com neve”, de Van Gogh, para que a pintura do mestre pós-impressionista pudesse ser exposta na Casa Branca. O museu, porém, recusou-se a aceder ao pedido do presidente, sugerindo o empréstimo de uma sanita de ouro como alternativa. A sanita integra a exposição “America”, do escultor italiano Maurizio Cattelan, que satiriza a riqueza excessiva dos Estados Unidos. [Read more…]

Ilustração de João Carlos Santos@Expresso
Não que a mensagem contida no novo tema e vídeo dos U2 não seja actual e relevante. É claro que é. Mas, corrijam-me se estiver errado, estes são os mesmos U2 que têm como vocalista Bono Vox, o multimilionário activista que defende o capitalismo como meio de acabar com a pobreza, apesar das desigualdades e da exploração que gera, e que anda de mãos dadas com os agro-terroristas da Monsanto, o Daesh que envenena a nossa comida, certo? Infelizmente, não há registo de cantigas de pseudo-intervenção com a mira apontada aos Trumps das sementes geneticamente modificadas. Só paleio de saco humanitário.

Dados National Centers for Environmental Information
O ano 2017 foi o quinto mais quente desde que se regista a temperatura global. O mais quente foi o ano de 2015, seguido de 2013, de 2010 e de 2004. Durante os 10 anos precedentes, em 7 destes registaram-se temperaturas médias globais que os colocam no top ten dos anos mais quentes (ver figura). O mês de dezembro de 2017 foi o 396.º mês consecutivo cuja temperatura média foi superior à média de temperaturas registadas durante o século XX. Obviamente, a temperatura global está sempre sujeita a oscilações à escala anual. A este período de acentuado aquecimento, poderá seguir-se um período de temperaturas globais mais baixas. No entanto, à escala de décadas, a tendência da evolução da temperatura global não engana. Nas últimas quatro décadas registou-se um período de acentuada subida da temperatura média global.
Durante anos assistimos a discursos em que se negava o aquecimento global pelas mais variadas razões. Em 2008, João Corte-Real, professor catedrático da Universidade de Évora acusava os modelos de simulação do clima de estarem a “ser forçados para aquecer”. Na mesma altura, Delgado Domingos, professor catedrático do IST, assegurava que a temperatura não subia desde 1998 e que os cientistas não conseguiam explicar a descida de temperatura da Terra… Outros produziam discursos mais enviesados pela fé no ultra-liberalismo. Em 2014, Alexandre Homem Cristo garantia no Observador que “o aquecimento global estagnou” que se tratava de “uma derrota política da corrente ideológica que usou a ciência para legitimar o seu radicalismo contra o capitalismo”. Ainda em 2014, Henrique Raposo ia mais longe e afirmava no Expresso que o “aquecimento global está parado desde 2000”. O deputado do PCP Miguel Tiago, ilustrando o desnorte da CDU sobre questões ambientais, apoiava no Avante o discurso negacionista. [Read more…]

A diferença é que os Griffin são gente boa e este filho de uma grandessíssima puta é uma ameaça à sobrevivência da humanidade. Em termos de estupidez, deve andar ela por ela, mas suspeito que os três neurónios do Chris cheguem e sobrem para desmontar este complicado quebra-cabeças.

Alguém viu por aí os omnipresentes spin masters da direita alternativa portuguesa? É que já passaram três dias desde que Donald Trump decidiu mexer os cordelinhos para censurar um livro e por cá nem um pio dos paladinos da neoliberdade. Cá para mim estão é a adorar ver o milionário-presidente atiçar os advogados contra Michael Wolff, enquanto o presidente-milionário usa a sua posição para impedir a venda do livro. E haverá coisa mais bela que um predador capitalista que se transforma no presidente da superpotência global, que vê o mundo com os mesmos óculos que o pior de Wall Street e da banca sem princípios e que cospe nos direitos humanos e nas liberdades fundamentais com a arrogância de quem se acha um Deus na Terra? Já dizia o bom velho Passos que nunca tinha embarcado na ideia de que Trump era tão mau que tinha de sair derrotado. É natural que os seus súbditos não se indignem com as blasfémia.

Que Trump tenha apoiantes nos EUA, um Estado que tem tanto de genial como de retrógrado, eu até compreendo. Gajos que vêm a Fox e têm as Kardashians como referência só podem ser presas fáceis para quem anda no negócio de fazer os outros de otários. Que haja, aqui em Portugal, uma série de imbecis e Marias Vieiras, uns mais envergonhados que outros, a fazer deste grunho um herói, já é algo que me ultrapassa. Já me ultrapassou mais, claro, que num país onde ainda tantos fachos vestidos de conservadores, social-democratas e liberais suspiram por Salazar e pelo respeitinho a toque de cassetete, e onde qualquer vómito televisivo com 10 ratinhos de laboratório fechados numa casa repleta de câmaras, com os personagens mais acéfalos e parolos, bate recordes de audiências, já nada disto pode surpreender. [Read more…]

Durante semanas, na imprensa como em significativa parte da opinião publicada, produziu-se e comercializou-se o dogma do fim do independentismo catalão. A reacção musculada de Madrid, a enfatização das contramanifestações, o receio provocado pela fuga de empresas de referência ou os presos políticos e exilados eram motivos de sobra para que o romantismo separatista se dissipasse.
Estavam enganados.
Apesar da vitória do Ciudadanos, que viu a sua força parlamentar crescer na exacta mesma medida em que o PP, o grande derrotado da eleição, viu a sua diminuir, e ainda sacou mais quatro representantes aos restantes, as forças independentistas conseguiram manter a maioria no parlamento, apesar da cisão no seio da alargada coligação que venceu as eleições de 2015. Independentemente daquilo que será o futuro da Catalunha, a estratégia do medo falhou. [Read more…]

A ameaça não podia ser mais contundente: Donald Trump vai “tomar nota dos votos” de todos aqueles que tencionam apoiar a resolução que condena o reconhecimento norte-americano de Jerusalém como capital de Israel. Nikky Haley, embaixadora dos Estados Unidos na ONU, reforçou a ideia e, através do Twitter (what else?), afirmou que os EUA irão “anotar os nomes” daqueles que votarem favoravelmente a resolução.
Entretanto, a votação aconteceu e 128 dos 172 membros da ONU que participaram no escrutínio votaram contra a decisão da administração norte-americana. 128 Estados que ousaram levantar a sua voz contra uma decisão incendiária e autoritária, apesar da chantagem e da ameaça em tom de mafioso siciliano. A ver vamos, como o fascista irá reagir à heresia de uma maioria clara, que contrasta com apenas 9 votos favoráveis e 35 abstenções.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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