O de um cidadão de 74 anos do Algarve, vítima de um AVC isquémico. 6 (inenarráveis) horas de espera nas urgências no Hospital de Faro até ser enviado o pedido para o São José que o recusou por falta de meios, acabando por ser transferido várias horas depois para os HUC onde viria a morrer. Levanto as mãos aos céus e pergunto-me como é que é possível que um doente com uma patologia que mata em minutos demore horas e cruze metade do país à espera que um hospital o aceite?
E o Ministério Público continua a dormir…




















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