São 234 golos apontados até ontem, todos num só vídeo. Hoje, dia mundial da poesia, é justo recordá-los.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
São 234 golos apontados até ontem, todos num só vídeo. Hoje, dia mundial da poesia, é justo recordá-los.
Foto de Mauro Pinto
A afirmação de Rosangela Rennó
“Não é preciso fotografar mais, já há muitas imagens no mundo.”
é, como todas as afirmações hiperbólicas e generalistas, simultâneamente redutora e excessiva, mas constitui um bom ponto de partida para uma aproximação à(s) atitude(s) de alguns fotógrafos contemporâneos.
O BESPhoto deixou o ano passado de ser o maior prémio de fotografia português para fotógrafos portugueses, passando a ser o maior prémio de fotografia atribuído em Portugal a fotógrafos de língua portuguesa. Veja uma curta panorâmica sobre a edição deste ano.
Com milhões de visitas em poucos dias, tem feito mais pela visibilidade das “crianças invisíveis” no Uganda do que muitos discursos, eventos, campanhas internacionais, etc. Para ver, lembrar e agir, mesmo considerando as polémicas (que são muitas, como lembra, num comentário a este post, a M. João Nogueira).
…da Liga dos Campeões.
O jogo Barcelona – Bayer Leverkusen desta edição da Liga dos Campeões teve oito golos, facto raro nesta competição. Mas, caso único no actual formato da competição, um só jogador marcou cinco golos. Quem? Messi, claro. Golos para todos os gostos.
As exposições ARTUR – na Casa da Esquina, em Coimbra, até 16 de Março – e ROOTS – na Influx Contemporary Art, em Lisboa, até 17 de Março- ambas resultantes de residências artísticas promovidas pelo LAC – Laboratório de Actividades Criativas na cidade de Lagos, entram agora na recta final de abertura ao público. Faltam poucos dias, [Read more…]
Sem outros comentários, senão este: ouçam alto e bom som.
Adenda: Porque mo enviaram a partir de outro alojamento, não creditei o vídeo aos seus verdadeiros autores, Bandex Vídeos. Reposta a verdade, aqui ficam os meus parabéns e a apresentação de desculpas.
E que seja dia de festa, sem trolls, nem básicos, nem fanáticos, nem hooligans, nem troikas, nem crises, nem…
Durante hora e meia, que seja bonito e bem disputado. E que haja alegria no paísinho tristonho, para variar.
Perdoe-se-me a veleidade, mas este é um post que me recorda o tempo em que eu próprio era piloto destes aparelhos. Porque é um amor que fica cá dentro, se aconchega no peito vida fora e bate mais forte com a aproximação da primavera.
Voo de Balão de Ar Quente em Torres Novas from airdesert on Vimeo.
Pérolas
Aqui com Fausto.
Pela amarga busca no coração
Acelerada com paixão e com dor
Levantamo-nos para jogar um papel maior.
Esta é a fé da qual partimos:
Os homens conhecerão o bem comum de novo
Pela amarga busca no coração.
Amámos o fácil e o esperto
Mas agora, com mais aguda mão e cérebro,
Levantamo-nos para jogar um papel maior.
Partem as lealdades menores
E nem raça ou credo restarão
Pela amarga busca no coração.
Não nos guiando pela carta venal
Que enganou as massas pelo ganho privado
Levantamo-nos para jogar um papel maior.
Remodelando a estreita lei e arte
Cujos símbolos são milhões de assassinados,
Pela amarga busca no coração
Levantamo-nos para jogar um papel maior.
Letra; F. R. Scott
música: Leonard Cohen
Pedro Passos Coelho pede aos portugueses para serem mais exigentes, menos complacentes e menos piegas.
Nem vale a pena recordar Sócrates, que tinha na cassete serem os portugueses mais exigentes, mais competitivos e mais ambiciosos (tudo virtudes, à luz da matriz judaico-cristã). Depois foi o que se viu…
Mas pronto, lá vamos ter ser mais exigentes com Passos, menos complacentes com o seu governo e menos piegas… quando nos mandam emigrar.
Temos homem!
Vais pintar a eternidade com a tua liberdade, Antoni Tapiès.
Que o Brasil ande deslumbrado com a sua nova condição de potência emergente, parece-me natural. Que o deslumbramento o leve a cometer os mesmos erros de muitos “novos-ricos”, parece-me pouco inteligente.
Há uma certa tendência para o exagero e para a celebração de nacionalismo bacoco na organização de grandes eventos mundiais. Os exemplos de Portugal, da África do Sul, etc., etc., deviam estar presentes quando o sonho se torna megalómano.
Mas acima de tudo, instituições como a FIFA ou UEFA deveriam ser mais contidas no plano das exigéncias, em vez de se portarem como uma espécie de FMI dos eventos e imporem condições tão exigentes que, para atingirem os fins a que se propõem, deixam agonizantes (ou, pelo menos, muito mais depauperados) os países que os acolhem.
Dizem que hoje é um dos dias mais frios do ano. Bom para ficar em casa, quentinho, a ouvir The Offshores, uma banda que não parece portuguesa, mas é. Um luxo!
Vasco Graça Moura, novo presidente do Centro Cultural de Belém, mandou retirar todos os conversores ortográficos dos computadores do CCB e determinou que fosse utilizada a antiga ortografia. Se Graça Moura, o poeta e escritor, pode ter uma posição pessoal sobre o assunto, é duvidoso que Graça Moura, o funcionário, possa impor essa visão aos trabalhadores subordinados apostados em cumprir a lei.
Este aspecto, assim comentado, ignora no entanto a fundamentação exposta por VGM:
“o Acordo Ortográfico não está nem pode estar em vigor”, já que, diz, na ordem jurídica portuguesa, “a vigência de uma convenção internacional depende, antes de mais, da sua entrada em vigor na ordem jurídica internacional”. Refere-se ao facto de Angola e Moçambique ainda não terem ratificado o AO, de que são subscritores, recusando os efeitos do “segundo protocolo modificativo”, assinado em 2004, que prevê que o AO entre em vigor desde que três países o ratifiquem. O ex-eurodeputado do PSD lembra ainda que o próprio AO exige que, antes da sua entrada em vigor, os Estados signatários assegurem a elaboração de “um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa”, algo que, alega, nunca foi feito. E defende que o acordo “viola os artigos da Constituição que protegem a língua portuguesa, não apenas como factor de identidade nacional mas também enquanto valor cultural em si mesmo”.
Não sei se, à luz do direito, assim é, mas, segundo o mesmo artigo do jornal Público, esta discussão surge “num momento em que crescem, dentro do próprio PSD, as vozes que se opõem ao acordo”.
Ora, aqui é que a porca torce o rabo: [Read more…]

Inaugura amanhã, 3 de Fevereiro, a exposição de arte urbana ARTUR, pelas 21.30h, na Casa da Esquina em Coimbra.
Entre Maio e Junho de 2011 decorreu na cidade de Lagos uma residência artística de street art e arte urbana que reuniu nomes destacados da cena nacional e internacional nas instalações de uma antiga cadeia, a sede do Laboratório de Actividades Criativas – LAC.
Dessa residência resultaram trabalhos em muros de rua (entre eles uma das melhores cinco paredes em Portugal de 2011 segundo o jornal Público) e uma exposição que, após ter estado patente em Lagos, se apresenta agora em Coimbra, adaptada ao espaço da Casa da Esquina.
Trata-se de uma oportunidade única para ver obras de Alexandros Vasmoulakis (Grécia), Antonio Bokel (Brasil), ±MAISMENOS±, Paulo Arraiano, Fidel Évora e Jorge Pereira (Portugal). ±MAISMENOS± e Jorge Pereira, presentes na inauguração, apresentam algumas obras inéditas nesta mostra.
De 3 de Fevereiro a 16 de Março de 2012, de 3ª a 6ª entre as 15 e as 18h. Entrada grátis, oferta de catálogo durante a inauguração.
Tem-me acontecido, aqui e ali, ouvir dizer que o Aventar é um blogue de esquerda. Quando respondo que não, que o Aventar foi criado para ser um blogue pluralista onde cabem diferenças ideológicas, de regime, religiosas, raciais e etc., acabo por ouvir dizer: se não é, parece.
Parece quando parece, digo eu, depende da vontade dos aventadores escreverem ou não, sobre o que acharem, quando acharem. A casa tem algumas regras, claro, mas são poucas, o resto depende da liberdade e iniciativa de quem cá mora.
Os últimos dias têm, de resto, ilustrado bem o pluralismo do Aventar: o Carlos Garcês Osório acha que o direito à greve não faz sentido nos dias de hoje, o João Paulo acha que faz. O Fernando Moreira de Sá pensa que a história de Pedro Rosa Mendes está mal contada, o João José Cardoso pensa o contrário. O José Magalhães pede um rei, o João José Cardoso recorda os regicidas. O Ricardo Santos Pinto ataca a política de betão do plano nacional de barragens e atira-se a Francisco José Viegas, o José Magalhães defende a política de betão na Madeira e louva Alberto João Jardim. [Read more…]
Por mais que tente, há coisas que não consigo compreender. No Egipto, morreram cerca de oitenta pessoas em confrontos no final de um jogo entre o Al-Masry e do Al-Ahly.
Aparentemente, segundo o treinador Manuel José, a equipa de arbitragem terá deixado nervosos os adeptos da casa e, após vitória do adversário, a revolta terá estalado, o que explicaria, em parte, os confrontos.
Não explica. Nada explica o inexplicável, nem o resultado desportivo, nem rivalidades antigas, nem a suspeita de aproveitamento político por parte de seguidores de Hosni Mubarak.
Nada explica que se vá assistir a um jogo de futebol e se morra por isso. Nada. Alguém morrer por ir ao futebol é tão dramático como, por exemplo, morrer de fome. Há coisas que pura e simplesmente não deviam acontecer.
Eis o video
Depois deste exemplo, é melhor pensar duas vezes antes de fazer piadas ou escrever o que quer que seja nas redes sociais em relação aos EUA.
Se estiver nos EUA e tiver comprado um carro não diga comprei uma bomba do caraças no Facebook.
Se tiver uma banda de metal e tocar nos EUA não ponha no MySpace vamos partir aquela cena toda.
Se o FCP for jogar a Chicago, para exemplificar, livrem-se de dizer vamos pôr Chicago a arder.
Se for brasileiro e guloso não anuncie que vai comprar balas para depois do jantar.
Se pensar andar de cidade em cidade não escreva que faz um desvio de avião de tal sítio para tal parte.
Se quer umas férias tranquilas o melhor mesmo é estar caladinho, digo eu, que tenho tendência para metáforas.
O que é bom é bom, mas o que é fantástico é de outra galáxia. Atentem nesta pianista, Hiromi de seu nome, japonesa de nacionalidade, trinta e dois anos de idade, música por fatalidade.
Paul Krugman chama “A Grande Recessão” à actual crise e compara o desempenho de algumas economias europeias agora e durante a crise de 1929, a chamada “Grande Depressão”, concluindo que a generalidade dos países europeus está agora pior.
Mas Krugman vai mais longe e põe o dedo na ferida, num artigo intitulado “O fiasco da austeridade“, quando afirma que esta tragédia era completamente desnecessária e foi causada por decisores políticos, analistas e economistas que decidiram “esquecer-se do que sabiam”, por razões políticas.
Por causa disso, continua Krugman, o que enfurece é que milhões de trabalhadores estão a pagar por esta amnésia intencional.
Desiludam-se, no entanto, os que esperam ver perigosas derivas esquerdistas nestas palavras de Krugman, como essa fúria por causa dos trabalhadores. O seu blogue continua a chamar-se, como antes, “A Consciência de um Liberal”.
A consciência de Krugman é que é diferente da desses liberais que, por cá, persistem num caminho que já mostrou não resultar.
Agora que o Benfica olha para trás e vê os principais adversários pelo espelho retrovisor, não sou eu que vou pôr em causa as opções de Jesus. Se o Benfica contratou Yannick Djaló (espero que tenha sido Jesus, para não acontecer como com Capdevilla), saberá os motivos da contratação.
Nós, adeptos, lá teremos que ver nos camarotes da Luz a Luciana Abreu acompanhada pela Lyonce Viiktórya, pela outra filha que vai nascer, cujo nome
tem que ter o mesmo brilho do primeiro. Mas uma coisa é certa, vai voltar a ser a junção do meu nome e do Yannick, por isso um ‘L’ e um ‘Y’
e pelo resto da família. O pior de tudo pode ser o papagaio não se dar com a águia Vitória:
“Vamos levar as meninas, os cães, o papagaio, a mãe e a irmã. Vamos todos. Somos uma família e há que fazer sacrifícios e o benefício também é para todos. Estamos sempre unidos, para o bem e para o mal”
…e o verniz estalou outra vez.
Onde é que eu já vi este filme?
Este fim de semana ando assim, virado para canções que nos ficam na cabeça, canções que se agarram a nós e vão connosco passear.
Bonito! Para trautear hoje, ao longo do dia.
*
Que o Kim(zinho) da Megaupload não é flor que se cheire, é claro e óbvio. Que a Megaupload fazia tábua rasa de direitos de cópia e de autor, também parece evidente. Que a maior preocupação do FBI e do pessoal da SOPA não são propriamente os autores, os criadores e os artistas, também não carece de desenho.
A luta é pelo controlo da internet e pela limitação da liberdade aqui instituída. A vontade é a aquisição de ferramentas legais para o encerramento de sites e para o cerceamento de correntes de opinião mais “inconvenientes”, o silenciamento de vozes incómodas. Não são, sequer, os prejuízos causados a utilizadores anónimos e a gente sem rosto, ou decisões de tribunal, que vão fazê-los recuar. O que os faz recuar (por enquanto) é o facto do conhecimento estar desequilibrado a favor dos utilizadores da internet. O que os faz recuar é o facto de serem atacados e terem muito a perder.
Defender a liberdade na net não é defender o Kimzinho da Megaupload nem subvalorizar os direitos de autores e criadores. Defender a liberdade na net é defender a última frincha popular que ainda náo foi tomada e controlada. É defender a última sombra de democracia que ainda tem alguma autenticidade. Nada menos do que isso.
Durante anos, a ofensiva ideológica neo-liberal foi passando a sua cartilha baseada em algumas “verdades” salvadoras. Repetiu-se até à exaustão que o estado era o papão e os privados, coitados, as vítimas. Entre os argumentos mais usados, havia dois que fluíam sempre na boca dos novos evangelizadores:
– O estado faz mal, os privados fazem melhor.
– A presença do estado no mercado impede a concorrência e a livre concorrência faz baixar os preços.
Apesar dos factos desmentirem estas “verdades”, apesar de nunca termos visto uma descida sustentada dos preços após uma privatização, estes argumentos, de tão repetidos, passaram para o senso comum. O Provedor de Justiça vem agora dizer que teme uma subida de custos para o consumidor nos serviços públicos que vão ser privatizados e frisou que
Da próxima vez que falar num estado-papão e em privados-santinhos, pense duas vezes antes de dizer asneiras e ampliar uma mentira que não passa a verdade só porque é dita por gente aparentemente séria. Como o meu avô me ensinou, o estado somos nós. Quando algo que é nosso passa para a posse de outrém, quem perde somos nós.
É oficial: anda tudo doido, até os deuses. Caso contrário o Real de Madrid tinha ganho ontem em Barcelona, no final de um jogo fantástico em que humilhou o Barcelona e mandou o tiki-taka às urtigas. Ontem quem fez tiki-taka foram os olhos dos jogadores do Barça, trocados pela velocidade dos jogadores do Real. Velocidade mesmo, diga-se, jogadores a correr com a bola nos pés, em vez daquela coisinha em que os catalães são mestres (e muito bons) com a bola a andar e os jogadores praticamente parados no campo como se fossem matraquilhos.
Se os deuses não andassem embrutecidos teria ganho a equipa que colocou mais alma em campo, que jogou mais bonito, que mostrou maior mobilidade, querer, vontade e raça. Se os deuses tivessem visto o jogo, aquele pontapé de Ozil teria entrado. Se os deuses tivessem que ganhar a vida, premiavam os que jogaram melhor, os que jogaram mesmo, os que mereciam melhor sorte. Assim ficou a ganhar a equipa que, ainda que com nota artística, é perita a congelar a bola. Uma pena.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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