
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Estas eleições autárquicas têm sido singulares no que ao tratamento televisivo diz respeito e as últimas notícias confirmam, a três, essa ideia – as televisões não vão cobrir a campanha eleitoral pelo menos da forma tradicional (seja lá o que isso for). Percebo o argumento das televisões, mas tenho alguma dificuldade em os aceitar. Se por um lado admito que uma empresa privada tenha a capacidade de decidir o que faz com os seus recursos, penso que será também importante deixar claro que para o seu funcionamento é necessária uma autorização, certo? Para o exercício de uma função pública, não? Sim, é isso – estamos a falar de um instrumento que procura regular o mercado.
Por outro lado, não fica claro para mim quem sai a ganhar com esta medida – será que poderemos ter uma campanha mais verdadeira, mais pedagógica? Ou, pela falta de visibilidade, a qualidade das propostas e das mensagens vai ficar pior?
Faria algum sentido, até pelo primeiro argumento apresentado, que a SIC e a TVI (privadas) tivessem “coragem” para enfrentar a decisão agora conhecida, avançando com uma cobertura das eleições em função dos seus critérios editoriais.
No entanto e antes que o post termine importa aplaudir uma dimensão positiva da decisão – não teremos que ver mais nenhuma argolada da 4ª escolha para Gaia. Infelizmente teremos que continuar a ver o candidato do PSD a discutir futebol, mas isso não é necessariamente mau, em função da cegueira que o caracteriza.
Ou se calhar até podemos – hoje, às 22h, no Porto Canal temos o debate entre os candidatos a Gaia.
Esperam e desesperam com o dedo no F5!
Para o PC a coisa é simples porque tem sido sempre assim desde o 25 de Abril – na noite eleitoral cá estarão para segurar o enorme triunfo da classe operária. Mas, tirando esse detalhe histórico, há mais para perceber daqui a uns dias (23).
O PSD está em pânico porque o castigo ao pior governo dos últimos 40 anos pode ser brutal e nem os Dinossauros o podem salvar. Da parte do António José Seguro a linha é clara: mais votos.
Percebo que o PS não se estique muito para não ter desilusões, mas será que é um excesso considerar como uma vitória a possibilidade de ter as três maiores autarquias do país: Lisboa, Sintra e Gaia?
Lá das Américas, sempre ouvi dizer, nem bons ventos, nem bons casamentos.
Se calhar, não era das Américas, mas para o caso dá jeito que seja. É só seguir em frente e no meio do Atlântico podemos encontrar meia dúzia (de nove) de rochas. Inspirados no ponto de partida e nas americanices resolvem tentar contratar uma professora, de Leiria, por oitenta euros por mês.
Não deixa de ser irónico que isto aconteça quando Nuno Crato volta a colocar em cima da mesa o cheque-ensino. Ao que parece o país está falido e é preciso cortar na Educação, na saúde, nos apoios sociais… Certo?
Errado! Se não há dinheiro para a escola pública, como é que há dinheiro para o privado?
Isso até poderá ser um detalhe menor, dirão alguns. O importante é que cada família possa escolher a escola para os seus filhos.
E se todos os alunos, por exemplo de Vila Nova de Gaia, quiserem ir para a Escola Secundária Almeida Garrett ou para a Secundária de Valadares, as duas escolas públicas com mais nome na praça? Quem é que vai escolher quem? Serão os alunos a escolher a escola ou será que cada escola vai escolher os seus alunos? [Read more…]
Em 1999, por ocasião das comemorações do 25 anos de Abril tive oportunidade de questionar pessoalmente o Engenheiro Guterres sobre a inexistência do subsídio de desemprego para os professores.
(confesso que só agora, ao ver estas imagens, me apercebi de uma confusão inicial, a que fui, claro, alheio)
Poderia até escrever que não nascemos hoje para a questão dos professores contratados e desde cedo percebemos que a luta pelo emprego não se fazia pelo lado dos contratados, mas pelo lado de acrescentar escola à Escola, isto é, só haverá mais emprego docente numa Escola Pública mais ampla, com mais e melhor oferta. Foi isso que aconteceu nos anos seguintes com a criação, por exemplo, do Estudo Acompanhado ou da Área de Projeto. Foi assim que Portugal teve mais de 150 mil professores.
Depois disso, longas lutas se seguiram por um direito que nos parecia óbvio. Foi uma luta ganha, fundamentalmente, porque conseguimos envolver a classe – “novos e velhos” – na sua exigência.
Um passo à frente na história docente mais recente e um outro momento em que a presença de todos foi a única forma de vencer – as manifestações durante a luta contra Maria de Lurdes Rodrigues. Um processo semelhante ao que foi vivido nas recentes greves de junho.
Apresento estes três momentos porque têm uma dimensão em comum: são momentos em que a luta dos professores produziu resultados. Foram momentos em que todos estiveram do mesmo lado.
Por isso, entendo onde querem chegar, mas creio que estão a ir pelo caminho errado e, pior ainda, estão a escolher mal o alvo.
Os concursos de professores acabam por ser uma das marcas do fim do verão – se os santos populares nos informam da
chegada do descanso, as filas nos centros de emprego empurram as nossas memórias para o fim das férias.
E este ano foi marcado pelo alcançar de um sonho de qualquer gestor de trazer por casa, daqueles que por estes dias enchem os gabinetes dos nossos ministros: o desemprego total.
Mas, os concursos de professores trouxeram outras trapalhadas, cujas consequências estão ainda por apurar, pelo menos, no que diz respeito à vida de cada um dos envolvidos. [Read more…]
Há coisas que não faço. Por esta ou por aquela razão, umas mais felizes, outras nem por isso. E acho que colocar questões ao adjunto do Portas é coisa que não faria. Confesso que não tenho a certeza de que me iria manter calmo, sem ter que lhe partir a cara. Mas, como não corro esse risco, era menino para lhe falar de educação.
Vejamos:
Pela primeira vez em muitos anos, o ano lectivo arranca com todos os professores contratados nos centros de emprego. Nas escolas o ano lectivo arrancou e há muitos professores em falta: escolas sem professores e professores, em casa, sem escola! Que ironia. Mas, deve ser da troika.
Ainda por cima, Crato não os coloca nas escolas (onde são precisos e há trabalho para fazer), mas assume que lhes vai pagar desde o dia 1 de setembro. Gostaria de entender esta medida de gestão.
Será que a intenção de Passos Coelho e Nuno Crato é outra? Será que a intenção é mostrar claramente as vantagens do privado em relação à escola pública?
Será que esta é mais uma manobra de quem prefere a escola do antigamente, aquela onde só alguns podiam ter sucesso?
Percebe-se que queiram trazer o cheque-ensino, mas não exagerem. Não precisam estragar a Escola Pública para mostrar as qualidades da concorrência. Neste momento os colégios e as escolas privadas têm os docentes colocados enquanto as escolas públicas estão como sabemos.
Para mim, filho de trabalhadores, a Escola foi a oportunidade de chegar à faculdade e de poder aceder a uma vida melhor.
E isso, os amigos de Salazar não conseguem perdoar!
Janelas abertas na marginal do Porto. Uma brisa fantástica junta o ar do mar à companhia da família.
Na rádio, as notícias.
Ouvi e não consegui deixar de comentar com todos os insultos que a Escola do Cerco me ensinou.
Só não os vou reproduzir porque uma mulher que também gerou o Miguel não pode ser insultada. Mas este, é …
Só tenho uma pergunta: ainda há um funcionário público, que daqui a 29 dias vá colocar a cruzinha neste personagem e nos candidatos que ele apoia?
Sim. Já pedi desculpa aos meus filhos pelos insultos que dirigi a este tipo.
É cada vez mais o que sinto do Presidente de alguns Portugueses. Morrem três bombeiros (pelo menos) e sua excelência continua de férias. Morre um dos carrascos do nosso presente e sua excelência vem lamentar a sua morte. Tenho pena de um país que tem um presidente assim.
Num post anterior escrevi, sobre Menezes:
“Sendo isto verdade, o que me parece evidente perante os relatos factuais que o Jornal nos apresenta.”
Os elementos que conheço desta história são os do Público e, um ou outro, que vão aparecendo na rede. No entanto, neste caso, a questão não está em saber se temos uma notícia metida por A ou por B – esse é assunto que deixo para a minha condição de leitor e de cliente dos jornais. Uns, o Público, compro. Outros, o JN, não compro. Percebo, também por isso, o texto do Fernando e subscrevo a sua nota sobre o comportamento do Público.
Entendo também a ideia do 31, mas não me parece que a questão seja de quantidade – em Democracia, ou se é, ou …
Ou, o Major por dar notas na feira de Rio Tinto era e Menezes por dar às escondidas e em menor quantidade não é?
É que este senhor, ex-presidente de Gaia e em especial o novo líder do PSD, Marco António, fizeram anos a fio uma pressão estúpida sobre as Juntas de Freguesia que teimavam em votar PS, numa prática quase ditatorial – para as freguesias PSD tudo, para as que se atreveram a votar PS, nada.
Pode haver muita gente que se deixa enganar por marginais, por relvados sintécticos, por Marés Vivas e por pavilhões que se inauguram a uma semana das eleições com concertos do Tony. Também há quem vote no Isaltino ou no Major.
Mas, a Democracia é mais do que isso. Ou, pelo menos, deveria ser.
Poderiam, por exemplo, dar mais atenção ao emprego para que não fosse necessária a esmola.
O Público é um jornal que tem feito parte dos meus dias de descanso – uma excepção que abro não sei muito bem porquê.
Agrada-me a ideia de comprar o jornal quando vou buscar o pão matinal. Pouco depois gosto de sentir o barulho da areia que desliza nas páginas do jornal…
Hoje, no entanto, alterei a rotina porque não resisti ao teclado – o sr ex-Presidente anda a fazer exactamente o quê?
Pagar?
Sendo isto verdade, o que me parece evidente perante os relatos factuais que o Jornal nos apresenta, penso nas possibilidades que perdi nos últimos anos. Será que ainda vou a tempo?
Vou nesta, que o Mar não dá tréguas – há mar e mar, há ir e pagar.
O Público dá algum destaque à redução do número de alunos no ensino básico. Segundo o jornal há menos 13 mil alunos nas nossas escolas.
Fui ler os números e reparei num detalhe – no 1º ciclo há menos 9554 alunos, mas houve uma redução de 2136 professores.
Vejamos: se os quase dez mil alunos a menos fossem distribuídos por turmas com 25 alunos, teríamos 382, 2 turmas. Isto é, a redução de alunos (a famosa demografia!) teria como consequência uma redução de quase 400 professores (um por cada turma).
Ora, a redução foi 5 vezes superior.
Contas semelhantes poderiam ser feitas para os outros sectores. Repare, caro leitor, neste detalhe – no segundo ciclo Nuno Crato extinguiu o Estudo Acompanhado (6 horas), a Formação Cívica (um tempo) e o par pedagógico de EVT (4 tempos). Uma vez que o horário lectivo “normal” é de 22 horas, este corte realizado por Nuno Crato traduziu-se no corte de um Professor por cada turma. Não foram os alunos a menos que despediram – foi Nuno Crato!
Podem as agências de Comunicação do MEC vir por aqui ou até por ali. Podem os paineleiros de ocasião apontar a demografia como a causa de todos os problemas. Mas, os números não mentem – os milhares de professores despedidos são uma opção de Nuno Crato e do PSD. Não são uma consequência.
E é curioso que tenha saído no Público de há um ano um artigo precisamente sobre esta questão – foi a 20 de agosto de 2012.
Mas, é mesmo assim: este ano é que é!
Fossem as coisas importantes da vida tão simples e estaria tudo resolvido. Ainda bem que temos a bolinha…
Como muito bem lembra a Clara no Expresso. Pelo menos, não são um direito maior e adquirido que os 10% que querem roubar a quem recebe 601 euros por mês. Nesse sentido, é defensável que todos os políticos fiquem sem a sua subvenção pelo exercício de cargos partidários e recebam apenas a reforma que resulte dos seus descontos.
E podem começar por cortar aos que fizeram negócios com o BPN, por exemplo, o Senhor Presidente e o Senhor Ministro. Sim, esse mesmo, o que comprou, para ele a um euro, mas que para a sua “empresa” comprou a 2,2. Um excelente gestor, estou certo. Tão excelente que até é nomeado Ministro.
Pelos Machete’s deste país, acabe-se com a subvenção, com efeitos retroactivos, dos políticos.
O PSD de Gaia tem sido uma anedota, quase tão grande como o PSD nacional. De manhã vão com um, à tarde com outro.
Podes, meu caro Estrangeiro (relativamente a Gaia, claro) vir apontar a não filiação partidária do Aguiar. Tens razão do ponto de vista técnico, mas sabemos ambos que ele e quem está com ele são do PSD, com ou sem cartão. Sabemos, até, que a maioria dos que o acompanham são ainda militantes do PSD. Confesso que não sei se a Direcção do PSD de Gaia está com um ou com outro, ignorância minha. Palpita-me que alguns vão esperar mais uns dias para escolher o que vai perder por menos.
Mas, o que me leva a rir com mais intensidade são as zangas entre as comadres. O Aguiar espetou a faca e quem com ferros mata, com ferros morre. Com a Swap do Aguiar foram 370 mil euros que foram ao ar e apenas para despesa corrente, isto é, a aldrabice foi usada para tapar buracos na Gestão do Aguiar e não para investimentos de longo prazo. E esse é o maior erro. Mas, diz-se por cá que o novo chefito do PSD é também pai de coisas do mesmo calibre ou, diz-se, ainda piores. Será que as vamos conhecer também? [Read more…]
No Expresso de hoje, Martim A. Figueiredo, sugere que o cheque-ensino de Nuno Crato é uma grande ferramenta de justiça social.
Segundo o autor, metade dos portugueses é pobre antes dos apoios sociais e grande parte da população não é livre para escolher o melhor para si.
Defende que uma família de um bairro social ganha uma nova possibilidade com esta oferta de Nuno Crato ao conseguir ir para uma escola de uma outra área urbana, por exemplo, da classe média.
Pois bem, creio que fica, na argumentação, por explicar uma coisa: se todos os lisboetas decidirem ir para a Escola Secundária Camões ou se todos os Gaienses pretenderem ir para a Secundária de Valadares, quem vai decidir? O pai? Ou a Escola?
Se me permite, Martim sugeria que alterasse ligeiramente os seus argumentos e procurasse defender uma outra ideia que se enquadra, escrevo eu, na sua ideia: vamos aceitar esse cheque-ensino, por exemplo, para as famílias com RSI, para os filhos de emigrantes africanos ou para as crianças de etnia cigana, quase sempre à margem do sucesso no sistema educativo.
Depois, abra as portas dos melhores colégios, com esse cheque e permita que os alunos, das zonas desfavorecidas, possam integrar as melhores escolas e os melhores projectos educativos. Aqui no Porto podemos começar por levar alguns habitantes do Cerco ou do Viso para o Colégio Alemão ou para o Luso – francês.
Se quiser tornar a coisa ainda mais eficiente sugiro outra coisa: os alunos do Luso-Francês passam, no próximo ano, integralmente para a Escola do Viso. Os alunos desta passam para o Luso-Francês. Depois, poderá comparar melhor o sucesso do seu cheque-ensino.
Certo da sua adesão a esta ideia, aguardo pelo próximo sábado. E, já agora, poderá tentar fazer uma conta: desse cheque, que parte fica para o lucro do colégio? Não faria mais sentido, numa lógica mais aberta de mercado, que cada colégio procure o lucro sem ser à custa do Estado?
Pode ser demagógico, mas este é o momento do Governo mostrar que os tem no sítio. Querem cortar 10% nas reformas? Sugiro uma alternativa.
Quem foi político durante x anos tem hoje direito a uma pensão apenas por isso. Além da pensão de político têm ainda direito à pensão que resulte da sua actividade profissional normal.
Pois bem, com efeitos retroactivos, o governo corte a todos essa pensão, limitando a uma o número de pensões que cada um pode ter. Ajuste-se a pensão civil com um factor qualquer de ponderação mas é urgente que a classe política possa ser um exemplo.
Laranjinhas, será agora que os têm?
O Paulo chama a atenção para a singularidade do momento – Nuno Crato, Paulo Portas, Cavaco e Passos Coelho têm em mãos uma missão que passa por entregar a Escola Pública nas mãos do mercado.
O cheque ensino parece permitir aos pais a escolha da escola dos filhos, mas vai, na realidade, permitir a cada escola a escolha dos seus alunos e será, por isso, um instrumento muito interessante para dar uma mão ao ensino privado que está com a corda no pescoço.
É uma medida que mostra a marca ideológica desta gente, que, ao mesmo tempo que dá a mão ao privado, procura destruir a Escola Pública. Nos últimos anos trataram de diminuir a Escola Pública, retirando horas lectivas e apoio aos alunos. Hoje, dois anos depois, a Escola Pública está pior porque tem menos ferramentas para ajudar os alunos com mais dificuldades.
Dois anos depois, em pleno mês de Agosto, Crato volta à carga com mais um prego no caixão da Escola Pública. Continua a fazer crescer o número de alunos por turma o que, além do desemprego docente, vem prejudicar a qualidade da escola. [Read more…]
O Governo que (não) nos governa pode ser dividido em dois grupos:
– o dos boys incompetentes e sem qualquer tipo de valor ou pensamento político. Limitam-se a viver à nossa custa – passaram todos pelas jotinhas;
– o dos boys de extrema-direita que sabem muito bem o que têm para fazer e que têm tentado cumprir com eficácia a missão que têm em mãos.
Este último é claramente mais perigoso e Nuno Crato é a prova disso mesmo. Nos últimos dois anos arrumou para canto mais de vinte mil professores e até conseguiu passar a ideia que havia, na Escola Pública, professores a mais. O que ele fez foi simples: acabou com o Estudo Acompanhado, reduziu as horas de algumas disciplinas, etc… Ou seja, diminuiu a resposta da Escola Pública e o apoio aos alunos. E, como sempre, são os mais fracos que vão perder mais.
Mas, a marca ideológica de Nuno Crato, já vincada com o exame da 4ª classe, atinge agora um novo patamar. Numa proposta entregue à FENPROF abre as portas ao cheque-ensino e à liberdade de escolha da escola. Não é uma ideia nova e é mais um passo no caminho que tem vindo a ser trilhado – entregar a Educação ao deus Mercado.
Tenho a certeza que a esmagadora maioria dos eleitores do PSD estarão contra a entrega do serviço público de educação aos colégios, mas neste momento, quem tem o poder laranja está longe de ser do PSD.
Claro que um leitor menos atento (que não passam pelo Aventar, claro) poderia pensar que é excelente a possibilidade de escolher a escola do filho, ainda por cima se lhe for possível optar pelo colégio xpto lá da terra. Mas, seria mesmo uma boa ideia? [Read more…]
Estou longe, felizmente muito, de perceber o que é uma swap. Dá para perceber que é uma forma de alguns ganharem dinheiro à custa do Estado. Sempre em grande quantidades e por isso passível de distribuições generosas pelos amigos.

E, se Rui Machete é o exemplo supremo do centrão Luso, não deixei de me espantar com o PSD ontem. Fiquei de boca aberta quando vi o Marco António a falar destas coisas. É que também por cá, por Gaia, há muito que se fala da relação impossível entre Menezes e as boas contas, bem como das Swaps que Guilherme Aguiar (Vereador PSD) seria responsável. A visão de hoje confirma e demonstra o que todos já sabiam – Guilherme Aguiar, uma das escolhas do PSD para Gaia, é responsável por uma boa parte dos problemas financeiros de Gaia. E, se foi assim como Vereador, o que poderia acontecer, na Presidência? [Read more…]
Finalmente! A pouco mais de um mês do arranque de mais um ano lectivo, o MEC finaliza a primeira parte dos concursos de Professores – são as listas que permitem ver quem mudou de escola (entre os efectivos) ou se houve alguém que tivesse entrado nos quadros.
Já passaram umas horitas desde o discurso de Cavaco Silva e continuo sem perceber em que ponto estamos.
Por um lado sinto que o homem cavou ainda mais o buraco em que este governo nos enfiou, mas por outro, quero puxar pelo optimismo porque não é possível que isto esteja mesmo a acontecer. Vejamos:
– Para o Governo, o fim da linha chegou. Tentaram uma remodelação, voltaram com uma segunda proposta, mas o Presidente chumbou ambas. Cavaco, afirmou ainda que este Governo, de Portas e Passos, já não existe;
– Para o PS a posição só pode ser uma: então o Sr. Silva anda há anos a ignorar o PS, a fazer discursos de Primeiro-ministro e agora acordou para o mundo? Logo e bem, o PS, a voltar ao Governo, só com eleições;
– Os outros partidos não são, neste momento, relevantes.
Neste contexto – o que existe não pode continuar e o que Cavaco deseja não pode acontecer – só resta uma alternativa que vai ser um desastre: um Governo de iniciativa presidencial, até Junho de 2014. Silva Peneda tem a palavra.
Nota: O optimismo fica a cargo da fotografia, porque de resto…
não tem nada a dizer? Que silêncio tão barulhento…
O Ministério da Educação e os Sindicatos assinaram uma acta depois de uma das lutas mais intensas que os professores desenvolveram no nosso país.
Dando sequência a esse acordo, foi hoje publicado em Diário da República, um Despacho (pdf) que procura enquadrar formalmente o seu conteúdo (trata-se no fundo de uma alteração a um outro publicado há um mês)
Confesso que a primeira leitura me deixou algumas dúvidas: não vi nada sobre o horário de trabalho, sobre a organização da componente lectiva (o que é lectivo e o que não é), mas sendo um documento tão desejado, fica desde já disponível a todos os leitores do Aventar, em especial aos docentes que nos acompanham.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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