Pelo TEU povo, Recusa receber esta condecoração.
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Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Pelo TEU povo, Recusa receber esta condecoração.
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Os bombeiros de Setúbal fizeram um calendário que se tornou rapidamente num sucesso de vendas e ainda bem, na medida em que o objectivo do corpo dos de bombeiros era meritório.
Ora, fartinho de ser roubado, resolvi tornar-me um jovem empreendedor e acho que descobri um negócio com pernas para andar e não estou a pensar nas pernas de ninguém em especial.
Caro leitor (peço desculpa às meninas que nos acompanham, mas vão rapidamente perceber o sentido de género do resto da prosa):
– recorda-se dos cafés do Porto nos anos sessenta? Eu também não, mas ouvi dizer.
Algures em cima das mesas existia um objecto que permitia o depósito de matéria viscosa da parte alta do sistema respiratório.
O chave do sucesso desta ideia está no target – o uso de palavras em inglês no meio do texto dá sempre a ideia de elevação intelectual.
Haverá algum português que consiga evitar expelir saliva na presença de Passos Coelho, sobretudo acompanhada por mais matéria viscosa?
E, se pela frente aparecer Paulo Portas? O João Almeida ou…
Estou absolutamente convencido do sucesso deste objecto que poderá, inclusive, vir a ser exportado porque me parece que não faltarão tugas por esse mundo fora com vontade de cuspir nesta gente.
Cada família terá o seu e para além das mensagens de ano novo podem dar uso quase diário a esta nova ideia, desde que sintonizem o telejornal das oito…
Basicamente é assim: estou rico!

Imagem n.º 1 do manual para matar esta mania da novilíngua laranjiniha. Instruções de uso: basta partilhar.
A nova palavra laranjinha para aumento de impostos. São merdas que chateiam, ser roubado e tomado por parvo em simultâneo.
Seguro (PS)
PS não é confiável como partido de oposição, como argumenta e bem JPP no ‘Abrupto’. O principal embaraço socialista na coerência e consistência de opositor reside em Seguro e equipa próxima; curiosamente à falta de predicados associa uma ambição de poder que, se alcançado, não se distinguirá substantivamente das políticas de Passos Coelho e Portas.
A displicência com que se submeteu ao acordo do IRC com os partidos da coligação retirou a Seguro capacidade de agir com estratégia própria, se é que existe e jamais foi revelada aos portugueses – os números do PS nas sondagens são a prova da vacuidade do líder e sua falta de ideias.
Seguro, no habitual estilo de padre da paróquia provinciana, e imaginando-se a falar para iletrados e analfabetos, atirou-se ao aliado na baixa do IRC, para criticar o aumento da incidência da Contribuição Extraordinária de Solidariedade – tal Contribuição, diz-se, passará a ser cobrada sobre reformas da função pública a partir de 1.000 euros, em vez do limite mínimo actual de 1.350.
Manta estendida no chão, por cima de cartões e sacos plásticos. O sítio não é o melhor, tão desabrigado, demasiado perto da esquina, sopra vento o dia inteiro. Impossível não vê-los desde longe. O homem está sentado no chão e ao seu lado estão os quatro cães, com seis pratos de biscoitos à frente, pratos generosamente abastecidos pelas senhoras que zelam com cuidados maternais pela comunidade canina da cidade. Assim alinhados, ele embrulhado numa manta, todos os cães com a sua mantinha pelo lombo, os pratos de biscoitos à frente, parecem sentados frente à televisão, quase divertidos com o programa que lhes tocou, essa sucessão de gente que passa com uma expressão de tédio ou de angústia, um riso adolescente, um silêncio ressentido entre casais. A cena doméstica surpreende, faz-nos abrandar para ver melhor a família, os cãezinhos tão ordeiros, tão pacatamente sentados que parecem gente, gente crescida que observa com curiosidade e talvez alguma surpresa o espectáculo das gentes que passam. [Read more…]
Imaginemos alguém numa sala completamente às escuras. Na mão tem uma lanterna acesa. Mas essa lanterna está apenas a meio centímetro da parede. Como se pode adivinhar, esse alguém não vê a ponta de um corno à frente do nariz apesar de ter uma lanterna na mão. Pois bem, este é um exemplo de alguém que pergunta “qual é a alternativa? Que outro caminho existe para sairmos da crise senão empobrecer, cortar, cortar?”
A resposta é tão simples que até dói. Primeiro: dar uns passos atrás. O círculo de luz da lanterna vai ficando maior. Cada vez maior. A sala começa a ganhar os seus contornos, vemos os objectos, os móveis, quase tudo. E se apontarmos a lanterna para o tecto no meio da sala tudo se revela. Simples, não?
Como o Estado foi desmantelado, destruído, para além dos impostos não tem outras fontes de rendimento. Daí o “colossal aumento”. Mas, como não resultou, tivemos o inconsequente corte nos salários e nas pensões. Qualquer merceeiro faria isto. É o método das alternadeiras. [Read more…]

É possível visualizar as estatísticas do Blogometro em versão anual. Os blogues portugueses ordenados de acordo com o número de visitantes em 2013 estão aqui.
Claro que nos referimos apenas aos que quiseram comparar as suas audiências utilizando o Sitemeter, claro que o Sitemeter falhou várias vezes ao longo do ano, e mais a uns utilizadores que a outros, mas é o que se pode arranjar, utilizando o Sitemeter e o código aberto do Blogometro na sua versão actual. Eventualmente podem encontrar uma ou outra página comercial que não é um blogue na definição minimal que utilizamos (ter maioritariamente conteúdos próprios) mas a subjectividade é assim, e o filtro humano também.
Uma distribuição dos blogues por categorias daria outra visão. É complicado, nesta casa sabemos bem como essa é muito mais objectiva, ainda procuramos uma fórmula para dar esse salto sem sobressaltos e também sem muito trabalho. [Read more…]
Aos 22 do 10, engulo da tv e faço (obrigado Helder) um videopost com o João Almeida a mentir.
Ainda no ano passado chegou ao governo.
A partir dos 6 anos, pagam a taxa total de emissão do Cartão de Cidadão. Poderiam ter desconto ou até isenção? Claro, mas seria habituá-las mal.
seria solução para alguma coisa?
Não faz mal, cria-se um novo imposto sobre as actuais pensões e ainda um outro sobre os que ainda não têm pensões.
Portugal é um país surpreendente. Somos um país que forma Enfermeiros e Engenheiros e depois os exporta com bilhete apenas de ida. Infelizmente, esta fuga, no caso dos professores, é algo já com uns anos. Se os estaleiros de Viana colocaram no desemprego 600 trabalhadores, o Ministério da Educação, nos últimos anos, reduziu o número de professores contratados de 38 mil para 14 mil. Sim. Leram bem – saíram do sistema, para além dos que se aposentaram, 24 mil docentes. Uma parte deles desistiu da profissão, mas há alguns que insistem em correr atrás de um sonho. Só assim se percebe a forma como lutaram contra a Prova que Nuno Crato, estupidamente, decidiu aplicar.
Depois de ter feito um acordo completamente imbecil com a FNE, Nuno Crato manteve a obrigatoriedade da prova para menos de 500 professores, porque os outros 13 mil que têm menos de cinco anos de serviço, não estão a trabalhar. Logo, a qualidade que Nuno Crato quer trazer à Escola Pública reduz-se a 500 dos cerca de 100 mil docentes em exercício. Há números que falam por si.
Mas, esta é a dimensão política onde, no dia 18, os professores deram uma resposta avassaladora. Há uma outra área em plena actividade: a jurídica. Depois do Tribunal do Porto, agora é a vez do Tribunal do Funchal.
Nuno Crato, és o elo mais fraco! Adeus!
Cunha, já de si, é palavra de significância negativa – viver à custa da ‘cunha’ não é propriamente uma forma de vida louvável, embora o privilegiado saia ganhador; mas caramba!, o jargão estigmatiza mas não é letal.
O pior de tudo é haver os Cunhas, que pela vida fácil que lhes oferecem, ganham um impulso enorme de auto-estima e, sem a menor consciência do ridículo, manifestam-se em pretensiosos raciocínios e conclusões, para os quais a cunha em nada contribui e a estrambólica petulância desmascara.
O Cunha é favorável ao encerramento da MAC. Tem todo o direito a tal opção. O que não é acto de mínima inteligência é o recurso a cálculos de probabilidades enviesados, para defender a sua dama. Aqui, demonstrando falta de conhecimentos de estatística analítica, questiona:
Qual é a probabilidade de 1 de 5,4% dos bebés nascidos num dado ano acontecer no dia 1 de Janeiro entre as 0h00 e as 0h05, em Lisboa e na Maternidade Alfredo da Costa?
Há crónicas que nascem de jacto, outras que se arrastam. Comecei por ensaiar uma retrospectiva sobre o ano que terminou. Abandonei. Digitei linhas e linhas sobre o ano que vai seguir-se. Não gostei. Parei e recordei. Porque é mau que percamos a memória colectiva.
Recordei escolas fechadas aos milhares, Portugal interior fora.
Recordei os protestos, onde hoje vejo esquecimento.
Recordei as falsas aulas de substituição, com que Maria de Lurdes Rodrigues iniciou a proletarização dos professores. Perdeu em tribunal mas abriu um caminho sinistro. E hoje vejo Crato, oportuno, trilhá-lo com zelo.
Recordei a divisão dos professores em titulares e outros. Caiu a aberração mas persiste a tentação. De que outra forma se explica a disponibilidade para examinar colegas a três euros por cabeça?
Recordei o altruísmo anónimo por parte de professores, que testemunho há décadas, no combate nacional ao abandono escolar precoce. Vejo, atónito, o novo desígnio governamental de promover o abandono docente precoce. [Read more…]
Mudar de ano pode, no caso em apreço, ter sido apenas uma mudança entre uma terça e uma quarta. Será, para muitos outros, uma alteração entre um ciclo de objectivos e uma nova carga de trabalhos para mais 365 dias. Mas, não deixa de ser também, apenas e só mais um momento em que os rios continuam a correr para o mar.
Neste caso concreto, a variável rio torna-se o receptor da incompetência de uma empresa, de uma sociedade ou sei lá de quem mais. A culpa pode até ser do Pai Natal ou do Pinto da Costa (eu, pessoalmente, aposto nesta última):
A notícia do Porto Canal não precisa de legendas.
Quem vive na zona do Meiral, em Rio Tinto (Gondomar) já se habituou há muitos anos aos maus cheiros que invadem todos os recantos de cada uma das casas daquela zona. Uns dias melhores, outros piores, mas sempre presentes para nunca livrar a memória de cada um da existência daquele monstro. Era o custo que alguns tinham que suportar para o bem de todos. É esse o preço da vida em comunidade. Para além dos camiões a circular permanentemente pelas ruas onde antes se jogava à bola havia os cheiros, sempre os cheiros.
Acontece que o preço que a ETAR custa a cada um de nós não se justifica. E por uma razão simples: não funciona. E não funciona porque a Empresa que tem a sua propriedade é incompetente para o fazer.
Não sei se a solução passa pelo Pai Natal ou pelo Pinto da Costa – mas o novo Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, tem que resolver esta situação e com urgência!

Seguindo a velha escola portuguesa de fazer leis para mudar o que fica tudo na mesma, Cavaco Silva declarou que “Portugal saiu da recessão em que estava mergulhado desde finais de 2010”. Agora é só uma questão de avisar o pessoal das filas às portas da Segurança Social que estão ali a perder o seu tempo.

Molhem Barakat, Aleppo, 2 de Novembro de 2013.
Pela quinta vez, num espaço de pouco tempo, vejo aqui referências a Ali Babá como se este pobre e honesto personagem fosse cúmplice – ou mesmo chefe! – dos cruéis 40 ladrões da história das 1001 Noites.
Ali Babá foi, pelo contrário, o modesto espertalhão que enganou os bandidos e lhes roubou pingues tesouros. Mantendo-se discreto, lá ia surripiando o que podia – ladrão que rouba ladrão… – sem dar nas vistas, ao contrário do seu ambicioso e bronco irmão que, por imprudente, acabou esquartejado aos pedaços pelos despeitados ladrões. E conta-se um conto tão violento às crianças? E outros, que bem sabemos que os contos tradicionais, quer estejam recolhidos em livros mais ou menos clássicos – ou mesmo sagrados – quer estejam dispersos pela tradição popular, estão cheios de sangue, violência, monstros. Muitos monstros. Gigantes que comem crianças, bruxas más, vampiros, reis brutais, dragões, deuses e demónios intrometidos e com mau feitio, assassinos de toda a sorte. E isto não aterroriza crianças e adultos? O que tiram eles, afinal destas histórias? O que aprendem? Que existem monstros? Não. As crianças, tal como os adultos, sabem que os monstros existem. O que os contos ensinam é que eles podem ser vencidos. Que seja esta consoladora mensagem que nos ajude a enfrentar com coragem o ano que aí vem.
O Pedro Correia fez uma lista de quem lê. Uma grande lista…
Em 2013 aconteceu o inevitável, aquilo para que deveríamos estar preparados desde o momento em que começamos a tomar consciência do que nos rodeia, mas que nunca aceitamos bem. Perdi o meu pai logo, logo no início do ano. Embora fosse algo previsível, que aconteceria mais cedo ou mais tarde, e já aconteceu bem mais tarde do que os médicos previam, custou. Pela primeira vez, senti-me orfã de um dos progenitores. Agora, em Dezembro de 2013, pelo Natal, senti-me orfã dos dois, já que pela primeira vez em toda a minha vida tive ambos os progenitores ausentes. Um morto e outra a passar as Festas junto da sua família emigrada. Algo que compreendo, evidentemente. Nós, os filhos, não fazemos a companhia de que a minha mãe necessita e que merece e foram tantos os anos privada da companhia de pais e irmãos, que agora chegou o momento de recuperar algum do tempo perdido.
Em 2013 conheci duas equipas fantásticas de trabalho, ambas com uma dedicação excepcional a causas diferentes. Já aqui escrevi sobre ambas.
A qualidade dos ‘Réveillons’ que gozei na minha adolescência variava de local, música e género de miúdas, em função do material sonante que o meu grupo juntava nos bolsos – eramos solidários sólidos, desde o pagamento do café (‘bica’ aqui, ‘cimbalino’ aí) à comparticipação no custo das entradas para o baile.
E, então, no baile de fim-de-ano, estávamos em sintonia com a massa monetária disponível. Se os meios abundassem, escolhíamos lugar mais refinado: ‘Espelho de Água’ em Belém ou em ‘Belas Artes’ onde dancei ao som do ‘1111’ do José Cid, Mike Sergeant e outros – o baterista seria o Daniel Proença de Carvalho? Sinceramente não estou certo.
Nos anos de ‘tesura’, do mesmo tipo dos tempos actuais, seria obrigatório contentar-nos com os bailes de colectividade. O mais famoso dos conjuntos musicais dos bailaricos designava-se ‘Os 6 Latinos’. Onde eles tocavam, além das miúdas do bairro sob controlo materno, lá estavam os dançarinos de estilo profissional, elas e eles, mulheres e homens da noite lisboeta.
À distância, reflectindo sobre as alternativas decretadas por mais ou menos moeda no bolso, sinto saudades mais apertadas dos ‘Réveillons’ populares, do COL (O ‘Oriental’ do futebol) ou do Ginásio do Alto-Pina que ainda lá está, na Rua Barão de Sabrosa, a organizar anualmente a marcha do ‘Alto Pina’ e muito provavelmente as tradicionais sessões de dança. [Read more…]

Celebração do ano novo, onde e quando. Legenda
Mantendo uma velha tradição (desde 2005 que o faço), aqui ficam as minhas escolhas do ano de 2013 no mundo da música (de forma aleatória):
Agnes Obel – Aventine; The National – Trouble will find me; Austra – Olympia; Sigur Rós – Kveikur; Foals – Holy Fire; Editors – The weight of your love; Kodaline – In a perfect world; Laura Marling – Once I Was an Eagle; Daughter – If you leave; Pedro Abrunhosa – Contramão; Spain – The morning becomes eclectic session; Peixe:Avião – Peixe:avião; Fenech Soler – Rituals; Tom Odell – Long way Down; Vetusta Morla – Un día en el mundo
Uma referência especial aos Vetusta Morla: para quem ainda não conhece aconselho o seu último trabalho, um concerto ao vivo com a Orquestra Sinfónica de Murcia. Absolutamente espectacular.
Um fantástico 2014 para todos/as!
As segundas-feiras são dias duros? Nada como as aliviar um pouco, é o que diz o relatório de 2013 do agregador de conteúdos PornHub. Ao que parece, os 14.7 mil milhões de visitantes deste site, que realizam 1.68 milhões de visitas por hora, visitam-no maioritariamente à segunda-feira, talvez para descontraírem de um fim-de-semana excitante, excepto se esses visitantes forem japoneses. Estes preferem os sábados, assim se confirmando a sua fama de workaoolichs mas revelando-se que não têm prazer no trabalho.

Tirando o lado lúdico da questão, não deixa de ser curiosa a penetração dos dispositivos móveis (tablet e smartphone) no mercado computacional, levando a crer que, em 2014, já assistiremos à redefinição do conceito de computador para a maioria da população (post relacionado: Apenas um tablet… ou o Cavalo de Tróia da Internet). É certo que estes números são de apenas um site, mesmo com o impressionante tráfego que gera. Mas é de recordar que, desde a mundialização da Internet, a indústria do porn tem sido um bom indicador das tendências tecnológicas da rede.
post via readwrite: The Majority Of Porn In The United States Is Viewed On Smartphones
tabela e gráfico compostos a partir do artigo Pornhub 2013 Year in Review
Esta mastodôntica figura é o secretário de estado da Modernização Administrativa. Tem uma carreira cheia e anafada como ele próprio. Sempre exercida em círculos do poder.
Impulsionado por obesa ambição, em 2008 fundou e foi vice-presidente do partido ‘Movimento Esperança Portugal’, onde permaneceu sempre a mover-se, em louco dinamismo, até provocar o desmoronamento em 2011/início de 2012 do inócuo partido.
Com a agilidade que o move nos meios político-sociais, e de que a imagem da cabeça, pescoço e tronco dilatado é elucidativa prova, chegou ao citado o cargo de secretário de estado da Modernização Administrativa.
Truculento quanto basta, foi a figura escolhida pelo governo de Passos e Portas para extinguir a Loja do Cidadão, no centro de Lisboa, mais precisamente nos Restauradores.
A ‘Loja do Cidadão, agora em extinção, atendia uma média de 3.000 pessoas por dia, ou seja, cerca de 780.000 / ano, com o custo de uma renda de 600.000 euros/ano, equivalente, portanto, a menos de 0,77 euros por atendido.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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