Revolução Industrial

Início de um novo tema, a Revolução Industrial. Documentário oroduzdo por alunos que mostra os aspectos negativos da industrialzação.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.1. – A Revolução Agrícola e o arranque da Revolução Industrial

O Tarrafal nunca existiu

Chegada a Portugal dos restos mortais dos presos políticos falecidos no Tarrafal (1978). Autor desconhecido, reeditada a partir de um recorte de jornal encontrado no Facebook

Luísa Trindade desceu a calçada

[youtube http://youtu.be/oNo3wqOvZvQ]

Luísa Trindade nem ia com intenção: viu a pompa, passou-se na circunstância. Relato da mulher que ganha pouco mais de 200 euros e interrompeu a cerimónia oficial do 5 de Outubro.

Tal como ela viu a arrogância de um deputado qualquer pela frente, que não se digna ouvir o povo que supostamente representa, também a li por aí, gente pequenina que não percebe o sofrimento dos outros, escumalha miúda que nem merece um link.

Ficamos assim, um dia destes as luísas deste povo, que demora mas quando acorda pouco dorme, fazem-lhes cair em cima o Carmo e a Trindade.

As cunhas do Relvas

Bem tentaram assobiar para o lado quando Helena roseta falou: Relvas enquanto secretário de estado andou a tratar da vidinha do amigo Coelho e sua empresa Tecnoforma.

E o ainda primeiro-ministro já meteu as mãos pelos pés, os pés pelas mãos é já a seguir.

Nada de novo no reino da podridão dos que nos governam. Para mim a única surpresa é ter agora entendido porque foi o jornalista José António Cerejo convidado pela administração do Público a rescindir o seu contrato. Já não bastava o que tinha feito ao ora exilado em Paris. A dois seguidos é muita fruta para um Belmiro, nem lhe cabe nos hipermercados.

Hoje é dia de eleições no Brasil

 

Seguir no UOL. Cartoon via Humor Político. Já agora, ver também a “urna eletrônica brasileira“.

 

E hoje também sou catalão

Pela Catalunha, e pelo futebol. Um campeonato das federações ibéricas de futebol era a salvação das tesouraria dos clubes portugueses.

Porque não fui ao Congresso das Alternativas

Como agora Isabel Moreira se assume, com órfãos de Sócrates não alterno.

Crimes sem castigo

Acabei de ler uma entrevista surreal a António Ramalho, o presidente das Estradas de Portugal. A entrevista é acerca da chamada “Subconcessão Baixo Alentejo” e da renegociação do respectivo contrato.

Esta subconcessão é mais uma das tão célebres PPPs. Em 31 de Janeiro de 2009 Almerindo Marques (na altura presidente da Estradas de Portugal, entretanto saiu para liderar a Opway, construtora que trabalhava com a Estradas de Portugal…) assinou o contrato de concessão (PDF) por uns módicos 382 milhões de euros.

A subconcessão tem objectivos alargados, que vão desde a manutenção e conservação de vários IPs e ICs, obras profundas de melhoramento em diversas vias e até a construção da auto-estrada Sines/Beja (A26).

O que considero fantástico na entrevista de António Ramalho são passagens como a seguinte:

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É só uma questão de ética

Pedro Correia relata uma certa versão de um caso jornalístico  que passo a citar:

 E nada ilustra tão bem isto como um episódio há pouco recordado no Jornal da Noite especial evocativo deste 20º aniversário: a atrapalhação do candidato socialista António Guterres ao fazer uma promessa eleitoral nas legislativas de 1995.

Dizia Guterres: “Desejavelmente, nós deveríamos poder atingir, num prazo tão curto quanto possível, um nível da ordem dos 6% do Produto Interno Bruto em despesa de saúde.” [Read more…]

Teatro: Diogo Infante no Porto

Preocupo-me, logo existo de Eric Bogosian, no Teatro do Bolhão, de 9 a 20 de Outubro.

Revolução Industrial na Inglaterra

Início de um novo tema, a Revolução Industrial. Documentário que serve bem como introdução ao tema.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.1. – A Revolução Agrícola e o arranque da Revolução Industrial

A lei do mais forte


A tinta ainda está fresca…

Défice Americano em 6.9% do PIB

Na cifra dos 1 100 000 milhões USD. Os EUA deverão pedir resgate?

Essa coisa da representatividade

José Seguro tardava em resvalar para a demagogia. Tardava mas lá chegou. Como manda a boa cartilha da pior política que há décadas se faz em Portugal. Reduzir o número de deputados não tem qualquer interesse prático para resolver os actuais problemas do país. Nem, em bom rigor, levanta questões de representatividade. Isto, porque há muito que a representação do povo nas esferas do poder, cedeu lugar aos compromissos para se atingir o desejado poder: ninguém chega à chefia – primeiro do partido e depois do Governo – sem, pelo caminho, se comprometer com os patrocinadores que, mais tarde cobram a esmola ao santo pelos milagres convenientes. Veja-se, recentemente, os avanços e recuos do PSD e do CDS, na proposta de lei sobre o crédito à habitação, em sede de entrega directa da casa para pagamento total do empréstimo. Mais um a juntar ao rol dos exemplos do poder das vozes de dono. Não há bem ou interesse públicos que resistam. E se isto vale para os partidos do rotativismo governativo – PS, PSD e CDS -, também vale para aqueles cuja cegueira doutrinária e vassalagem externa, não se coibiram de tomar decisões absolutamente contrárias aos interesses de Portugal – sim, não esqueço que o PCP votou contra a entrada de Portugal na CEE. Por tudo isto, há muito que não temos quem represente o povo no poder, que cuide do bem e o interesse públicos. Temos partidos políticos que, ora por razões de praxis ideológica ora por ganâncias pessoais, particulares ou corporativas, há muito que não representam o povo. E, já agora, exigir exclusividade aos deputados da nação, impedindo-os de estar em simultâneo na defesa do interesse público e de interesses privados, talvez fizesse muito mais pela representatividade do povo, do que reduzir o número de parlamentares.

Quando…

… o Corporações cita o Aventar fico com a certeza: o mundo está a ficar perigoso 🙂

E nós também temos que ir por aí?

[a notícia]

São necessários mais deputados

O que é, na maior parte dos casos, um deputado? O deputado é, muitas vezes, uma pessoa eleita por cidadãos para servir os interesses de um partido. Depositar o voto para eleger um deputado é algo comparável a pagar as quotas de uma associação, aceitando, placidamente, que o dinheiro vai para os bolsos dos membros da direcção, ao arrepio dos estatutos.

O deputado, para chegar a São Bento, passa por um tirocínio que inclui várias formas de genuflexão até poder sentar-se na Assembleia da República. Aí chegado, o deputado até pode ter ideias próprias e poderá, inclusive, ser trabalhador e dedicado, mas, mesmo sendo dono da sua consciência, o proprietário do seu voto é o chefe de bancada, se estiver na oposição, ou primeiro-ministro, se o seu partido ocupar o governo. [Read more…]

O Gulag americano

Cadeias privadas precisam de clientes. Assustador. Via.

De pernas para o ar

Os dias que desembocaram no 5 de Outubro de 2012 foram um verdadeiro fim de festa, com acontecimentos e pormenores que por muito tempo ficarão na memória do povo.

Começou com António Borges, um homem de mão do Goldman Sachs, a passar rodas de “ignorantes” aos empresários, com a desfaçatez  de quem considera Miguel de Vasconcelos um menino de coro se comparado com a sua pessoa. Logo depois Victor Gaspar  anunciou medidas de austeridade tais que pulverizam a classe média e empurram Portugal para o abismo. E fê-lo raivosamente, como quem atira pedras aos governados, a dar-se ares de pimpão, respaldado pelo Moedas do Goldman Sachs. Logo depois, no debate parlamentar, quando um deputado do PC lia a carta do líder do CDS aos seus militantes condenando a austeridade excessiva, Passos Coelho e Relvas, ao lado de um Paulo Portas calado e cabisbaixo, e de um Álvaro amarrotado como um papel sem préstimo, riam-se sem pudor nem maneiras. Foi uma cena de inacreditável baixeza. [Read more…]

Património na sucata

Leio no Público de hoje o que é tipicamente português: o abandono do património.

Estão abandonadas seis máquinas (locomotivas a vapor) na estação de Gaia: há 40 an0s expostas aos elementos.

Estes veículos fizeram história. Duas delas, dos anos 20, foram entregues a Portugal como indemnização da I Grande Guerra. Outra foi construída na Suiça em 1916 e circulou em praticamente todas as linhas de Portugal. Estes 3 exemplares arriscam-se a “rumar à sucata”.

Ou temos que esperar que venham mais uma vez os holandeses para nos restaurar as locomotivas? Em 2010 recuperaram o Comboio Real para o exibir com toda a admiração em Utreque, tendo sido vedeta no respectivo museu ferroviário numa exposição que decorreu em Setembro daquele ano e onde se puderam apreciar carruagens reais de toda a Europa.

Oportunismo

Com Portugal empolgado por uma bandeira ter sido hasteada tal como estamos, António Costa em bicos de pés diz: fui eu.

Já se ouviu…

… o que Osvaldo de Castro tem a dizer sobre o assunto?

Bandeira: foi giro apontar o dedo à direita…

…mas é óbvio de quem era a responsabilidade.

Pena de morte

Lembram-se dos tempos da tal  omminosa Monarchia que para sempre aboliu a Pena de Morte? Pois bem, aqui vos deixo um aviso de Serviço da República. É que como todos sabemos, a abolição de 1852-67 foi letra morta durante muitos anos, inaugurando-se em 1 de Fevereiro de 1908, o alegre caminho que conduziria às quotidianas fuzilarias em todo o país, à Leva da Morte, à Camioneta Fantasma da Noite Sangrenta, aos assassinatos a eito, ao presidenticídio de 1918, etc, etc.

A Bem da Nação.

E ontem também foi…

dia de um tratado que nem sequer existe, à medida de tolinho que queria ser rei.

Têm menos de 30 anos e já são especialistas do governo

Video da reportagem “Hoje às 9”, RTP 2, de 5-10-2012
Clicar na imagem para ver

Têm menos de 30 anos e já são especialistas do governo.
O “Sexta às 9” descobriu-lhes o rasto nas juventudes partidárias e até uma ligação familiar com um alto representante do eixo do poder.
Fogem de entrevistas como diabo da cruz.
Quem dá a cara, defende-se como pode.

A seguir, os casos destacados na reportagem.

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PS de AJS

Gostei da iniciativa do PS de comemorar o 5 de outubro. Há quem o considere dispensável – eu não penso assim e é claro que um partido de matriz republicana não pode deixar passar o 5 de outubro de uma maneira qualquer. Aliás, ontem foi um dia que muitos quiserem aproveitar:

– o Sr. Silva aproveitou para colocar a bandeira ao contrário;

– a CGTP iniciou a Marcha contra o desemprego;

– a FENPROF ( o dia 5 de outubro é o Dia Mundial dos Professores) fez tanta coisa que …;

– o Congressso das Alternativas aconteceu.

Mas vou voltar ao PS – a ideia de recuperar o 5 de outubro é brilhante! A ideia de reduzir o número de deputados é uma estupidez. É uma forma fácil de demagogia – é como reduzir concelhos, círculos uninominais e outras coisas que tais. O PS  com AJS tem e deve crescer mas não precisa de esmagar a sua esquerda na secretaria. Tem que convencer pelas ideias. Será assim tão complicado entender isso?

Votar por amor

Na Venezuela ainda há quem vote em Chávez por amor, lê-se hoje no Público.

Num site que consultei, surpreendo-me com a surpreendente declaração de Carter, ex-presidente dos EUA: “Processo eleitoral na Venezuela é o melhor do mundo”.

No mesmo site, um link para uma notícia sobre o presidente do Uruguai, José Pepe Mujica que, este sim, parece-me um presidente a amar: “Pepe recebe 12.500 dólares mensais por seu trabalho à frente do país, mas doa 90% de seu salário, ou seja, vive com 1.250 dólares ou 2.538 reais ou ainda 25.824 pesos uruguaios. O restante do dinheiro é distribuído entre pequenas empresas e ONGs que trabalham com habitação.”

“Este dinheiro me basta, e tem que bastar porque há outros uruguaios que vivem com menos”, diz o presidente.

Aos 77 anos, Mujica vive de forma simples, usando as mesmas roupas e desfrutando a companhia dos mesmos amigos de antes de chegar ao poder.

Quem dera que Cavaco e companhia fossem parecidos com Pepe no amor que nutrem pelo seu país!

Assim também eu votaria por amor a um presidente!!

Repare-se na subtileza do argumento

«Venizelos argumentou que o CD com a lista de 1991 nomes “não era um registo obtido e submetido pelas devidas vias legais e que, por isso, não podia ser sujeita a investigação e muito menos divulgada”.» (Público

Não refere se é uma lista com ou sem fundamento. Apenas que não seguiu as «devidas vias legais». O formalismo acima de tudo, a verdade depois. Familiar?

Parece também que o CD desapareceu (onde é que já vimos isto?) e que quem devia tomar conta do assunto estava a assobiar para o lado a “salvar o país” (não é estranha esta linha de argumentação).

Ó Seguro, pergunta ao PASOK

A ideia de através de engenharia eleitoral encolher a representação parlamentar das minorias, lançada em dia de República, só poderia vir da cabeça de quem anda nas nuvens.

Faz parte da demagogia nacional mandar para cima do número de deputados a responsabilidade de se eleger gente que ninguém conhece e só ficará a conhecer quando ocasionalmente abrir a boca e sair grossa asneira.

Que S. Bento está cheia de inúteis é um facto, sentados nos grupos parlamentares do PS e do PSD, colocados ali por quem vota neles.

É óbvio que António José Seguro tem em mente reduzir não o número total de deputados mas o número dos que se sentam à sua esquerda. Entendi-te. Só que nos tempos que correm bem se poderia lembrar do que aconteceu ao partido irmão do PS na Grécia. Com tanta abstenção ainda vai buscar lã e sai tosquiado.