Fado de Lisboa, património da humanidade

Gosto de alguns fados, como gosto de alguns tangos, de algumas valsas, de alguns minuetos, de algumas sinfonias e de várias músicas de géneros diversos. Não gostarei menos ou mais de fado de Lisboa como um todo só porque a UNESCO deu uma medalha a uma comissão e que, como ontem frisou Rui Vieira Nery, presidente da comissão científica da candidatura, apenas representou o fado de Lisboa porque «o fado de Coimbra tem uma dignidade própria». Mas, dignidades à parte, assim o leio, há o fado – o de Lisboa, naturalmente – e o fado de Coimbra. Para concluir em grande quanto a bairrismos, aqui ficam as variações do coimbrão Artur Paredes, tocadas pelo filho Carlos Paredes.

Pequenos furtos, grandes trabalhos

Um pequeno furto de 1,75 euros, ou 6 embalagens de chocolate furtados por um sem-abrigo, ou um frasco de descafeinado que uma reformada tentou roubar no Lidl, “podem custar aos ‘criminosos’ e ao Estado muito dinheiro”.
Como li PÙBLICO, “Pequenos furtos desencadeiam milhares de processos milhares que podem durar anos nos tribunais”.
Não está certo roubar: é crime. Mas estes pequenos furtos, de valores insignificantes, poderiam ser resolvidos de uma forma mais prática e rápida e sem prejuízos para todos nós: será necessário comunicá-los todos às autoridades? Em seis meses a PSP recebeu quase 800 denúncias de furtos.
Um sem-abrigo e o chocolate… não se compreende? Vivem na rua, não têm morada fixa, torna-se complicado notificá-los. É ridiculo, é ridículo, que a polícia perca tempo à procura do homem que roubou chocolates. Uma senhora que se quer dar a um pequeno luxo de beber um descafeinado ou de tingir o seu leite e de lhe dar sabor nos dias de dificuldade, acaba por deitar tudo a perder, condenada a «ter de roubar» para pagar as custas do processo. Um desvario de 2, 98 euros traduz-se num pesadelo de 642 euros.
Em tempo de crise que vivemos, em que o desemprego deixa muita gente na pobreza e na rua, e em que as reformas são um insulto, não haverá tribunais suficientes para dar resposta  a tantos processos.
Roubar não está certo, mas o castigo tem que ser proporcional ao crime e adequado ao criminoso (é um insulto chamar criminoso a quem quer comer e não pode)…
Há crimes bem mais graves e no entanto…

Céu Mota

Grécia, crise à parte o turismo continua

Excelente promoção turística, que deve ter custado uma horita de trabalho e merece circular pela net. Comparem isto com os milhões gastos na nossa promoção turística. E sendo certo que não temos as mesmas paisagens naturais e monumentais, fazer o mesmo por cá não custava nada.

Hoje dá na net: Yellow Submarine, O Submarino Amarelo (1968)

Também está farto dos tratos de polé aplicados a All together now? Nada como ver, ou rever, o original no Submarino Amarelo, o filme que George Dunning fez com os Beatles.

Legendado em castelhano (versão sem legendas)

Ficha do filme no IMDB.

A diferença mínima entre pobres e ricos: 1 euro / mês

Segundo esta notícia do Público, a maioria PSD-CDS e PS têm estado a debater alterações da proposta do OGE de 2012, no que se refere a cortes dos subsídios de Natal e de férias de pensionistas que aufiram mensalmente uma valor bruto entre 485 e 1000 euros.

É verdade que pensões entre os referidos limites correspondem, em muitas situações, a vidas marcadas por dificuldades de diversa natureza, limitando condições de subsistência e, por se tratarem de idosos, de acesso a medicamentos e até a cuidados de saúde.

Todavia, é verdade também que quem beneficie de uma pensão de 1001 euros mensais, ou mesmo 1050 euros, valores brutos em ambos os casos, pode também enfrentar grandes dificuldades de vida, por ter a seu cargo um agregado familiar mais numeroso. Os encargos associados a filhos desempregados e até à subsistência de netos podem fazer diminuir os rendimentos ‘per capita’ para valores muito mais baixos do que aqueles que, em certos casos, são gerados por pensões inferiores em alguns euros – há quem aufira 1000 euros mensais, por exemplo, e tenha um agregado familiar menor.

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Investir na Educação? Não, isso é nojento!

Tudo o que deveria ser obrigação do Estado está a ser abandonado, ficando à mercê dos privados e ao alcance de quem tiver possibilidades financeiras. Num país ainda subdesenvolvido no âmbito da Educação, continua o desinvestimento.

O governo prossegue um caminho que levará a que as universidades só possam ser frequentadas por jovens das classes altas ou por aqueles a quem for lançada uma esmola. Com cortes sobre cortes e com a Educação dominada pela busca do lucro e dependente do assistencialismo, daqui por uns anos, será necessário recorrer ao robô Curiosity para descobrir vida inteligente em Portugal.

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Quem é, quem é?

O fado é chato, maçador, aborrecido

Dá sono. «Ó musiquinha sonolenta», como vi escrito por aí num site brasileiro.
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Esclarecimento

Apreciar a leitura de alguém não coincide com convergências e divergências. Felizmente o mundo está cheio de gente com em relação a quem politicamente, ou futebolística, ou artística ou seja o que for estou nos antípodas mas não deixo de  ler com agrado, mesmo quando me vão picando.

No caso dos que escrevem no Senatus esse agrado até é generalizado. Mas solicitava que entendessem a ironia como figura de estilo ou então perde a piada toda.

Benfica – Sporting / FCP – Braga : quem vai ganhar?

Com o Benfica e o Porto empatados e o Sporting a um ponto de distância, com o FCP a defrontar o sempre difícil Braga, a 11ª jornada da Liga portuguesa tem os condimentos todos para haver surpresas e reviravoltas na tabela classificativa. Como uma das partes interessantes do futebol são os prognósticos (antes do jogo e não no fim como dizia o outro) e as provocaçõezinhas amigáveis, convidamos os leitores a adiantarem alguns bitaites.

Os meus? O Benfica ganha por dois a zero e o Braga por um a zero. Será?

Coitados dos juízes, ainda bem que os partidos os defendem

Segundo o Correio da Manhã e confirmado pela TSF, o parlamento aprovou esta sexta-feira por unanimidade uma proposta do PCP que elimina a possibilidade das pensões dos magistrados jubilados serem alvo de contribuições extraordinárias, como as incluídas no orçamento.

Continuar a ler no porquemedizem sobre esta melhoria orçamental trazida pelo PCP e para a qual todos os outros partidos também tinham propostas.

Transportes públicos e transportes privados

Há muito que ando a pensar no problema dos transportes públicos dos grandes centros urbanos. Os transportes são públicos porque, penso eu, preconizam um serviço essencial à sociedade que deve ser assegurado pelo Estado a um custo inferior ao que resultaria se o serviço de transporte fosse assegurado por transportes privados.

Tanto a Carris como os STCP (Sociedade dos Transportes Coletivos do Porto) funcionam em áreas muito movimentadas, com muitos clientes. Tanto uma como outra, digo eu, têm condições para ter resultados de exploração positivos. Acontece que, na realidade, estas duas empresas têm acumulado prejuízos atrás de prejuízos. Não tenho dúvidas que, estando em áreas metropolitanas com muita população, esta atividade seria facilmente assegurada pelos privados.

Vivo numa zona rural onde os transportes públicos que existem pertencem a empresas privadas. A taxa de ocupação é muitíssimo inferior à taxa de ocupação da STCP ou da Carris, mas as empresas continuam a assegurar o transporte regular e conseguem gerar lucro, caso contrário já se teriam retirado. Urge perguntar, por que razão estas empresas continuam a dar prejuízo? Não será melhor deixar as empresas privadas explorarem a atividade de transporte naqueles locais (pelo que sei, corrijam-me se estiver enganado, as empresas privadas estão proibidas de circular em algumas zonas, que são exploradas exclusivamente por aquelas empresas)? O erário público agradece.

Se o Estado deve proteger os mais carenciados, por que razão é que os transportes continuam a ser públicos nos grandes centros urbanos (onde há mais pessoas, logo mais interessados em explorar esta atividade) e continuam a ser privados nas zonas mais rurais, onde os privados não são muito atraídos pelas condições de mercado?

Texto de João Pinto / Cortesia de Criticamente Falando

Sérgio Godinho, quarenta anos de canções

Sérgio Godinho comemora, por agora, quarenta anos de canções. A 16 deste mês foi assim no Coliseu do Porto

Ontem foi a vez do Coliseu de Lisboa. Um concerto fantástico – transmitido pela RDP para todo o mundo, procurem o podcast – a mostrar porque há tantas canções de Sérgio Godinho nas nossas vidas.

Em Matosinhos houve greve na Assembleia Municipal

Entretanto, enquanto se discutiam todas as matérias que, na minha humilde opinião, merecem alguma atenção, e não digo toda, vá, para não ser muito exigente, havia gente com outros afazeres.

O vereador Guilherme Aguiar, eleito pelo PSD e cooptado pelo PS, estava com a cabeça em água enquanto procurava a carta que lhe faltava para completar o jogo de Solitário no seu moderno Ipad.

Um tal de blog

Hoje dá na net: A Crude Awakening The Oil Crash

A Crude Awakening: The Oil Crash, documentário sobre o pico de produção do petróleo. O petróleo é o sangue da economia, mais importante que isso, toda a nossa civilização é sustentada na energia que extraímos do petróleo com um custo absurdamente baixo, se compararmos com o trabalho que este proporciona. Nesta época de múltiplas crises, com efeitos compostos, a crise energética tem sido esquecida. Mas o problema não está resolvido, está apenas latente, à espera. Página do IMDB. Documentário legendado em português, veja como activar as legendas a seguir ao corte.

 
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“Ferroviários Unidos Jamais Serão Vencidos”

Enviaram-me esta fotografia; assumo que fosse obtida nas Oficinas do Barreiro por alturas de 1974/75; os Ferroviários estavam unidos, estavam em luta, estavam junto a uma locomotiva de fabrico americano Whitcomb da série CP 1300…de duas centrais e cabine ao centro…

Criança, totem e tabu. Ensaio de etnopsicologia da infância

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…para irmã Lúcia Aljustrel que nunca soube ler e escrever, exemplo do que não deve acontecer…Não sou homem de fé, mas em dia de defuntos, a etnopsicologia dee ser comentada na base de um totem

Há a necessidade da criança aprender como é a vida, material e cientificamente. É a maneira de ser um bom cidadão. Oh leitor! Não desmaie se ler mais uma vez esta minha teimosa ideia sobre o processo de aprendizagem das crianças.

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Cromo do Dia: Paula Teixeira da Cruz

Paula Teixeira da Cruz, ministra da justiça, referiu hoje que os acontecimentos ocorridos em frente à Assembleia da República fragilizam, note-se, o direito à greve. Não me apetece brincar com isto, nem falar sobre esta gente que fragiliza deliberadamente a democracia e diz a primeira patacoada que lhe vem à cabeça: ficamos a saber, problemas em jogos de futebol fragilizam o direito ao futebol, agressões num matrimónio fragilizam o direito ao matrimónio, pancadaria em comícios do PSD fragilizam o direito do PSD a realizar comícios…direitos

Os deputados Bill Gates

Os partidos da Microsoft, perdão, do governo, chumbaram uma proposta que defendia a opção preferencial do estado por software livre. Tinha ficado com uma leve esperança de que a crise metesse juízo na cabeça de quem não a tem mas afinal é só o Ministério da Educação que se está nas tintas para os computadores das escolas (já desconfiava), em vésperas do regresso da ardósia, a informática não deve ser um conhecimento fundamental para Nuno Crato que só faz contas de cabeça (e vá lá, ainda a tem).

Aprovar uma proposta como aquela tinha duas vantagens: poupava pelo menos 50 milhões e dinamizava a indústria de software nacional para onde ela pode crescer, precisamente para os lados que concorrem com a decadente Microsoft. Não perceber que via Google o software baseado em Linux vai dominar o mercado é digno de quem leu uns artigos nos jornais e pensa que sabe alguma coisa do assunto. O Android já é a plataforma mais utilizada no seu mundo, e isso diz tudo.

Não ver isto tem duas componentes: a ideológica (estes analfabetos pensam que o software livre é coisa de comunas e idolatram o tio Bill mais o primo Jobs) e a dos interesses (a Microsoft suborna por tudo o que é sítio e vê Portugal como um ponto estratégico para entrar nos Palops, já que com o Brasil não teve sorte nenhuma). Ou seja, ignorantes e lambe-botas, é o que estes senhores são.

Sarita, a bailarina

adão cruz

Acordei às seis da manhã, eram sete em Santander.

Sem ponta de sono, fui à janela do pequeno Hotel Central, na Rua General Mola, paralela ao Passeio que ladeia o mar. Caía uma chuva miudinha e a rua estava escura e completamente deserta.

Preparei-me e saí. Pequeno almoço só a partir das oito. [Read more…]

Fazido e mal pago

José Manuel Fernandes escreve, hoje, no Público (em papel), sobre o célebre vídeo da revista Sábado em que estudantes universitários são apanhados a demonstrar uma ignorância que, na sua opinião, se deverá estender a uma geração inteira. No Blasfémias,  discorre sobre a greve geral de ontem com o mesmo simplismo, típico de quem descobriu as soluções ou de quem é pago para fingir que as tem. Nesse mesmo texto, JMF é apanhado a usar um particípio passado digno, provavelmente, das respostas dos estudantes que critica: “fazido”. São episódios como este que podem dar mau nome a uma geração inteira.

Fica aqui o excerto:

Felizmente há uma explicação: o povo que não fez greve afinal queria ter fazido greve, mas teve medo. Só um país aterrorizado, depreende-se, é que face a tantas malfeitorias, não começou ainda a protagonizar tumultos “à grega”.

Adenda: felizmente, alguém informou José Manuel Fernandes do erro e, agora, já aparece um “feito” escorreitíssimo no lugar do “fazido” universitário. Não teria ficado mal uma explicação. Para a história, ficam os comentários, se não forem apagados, e o printscreen que se segue.

Hoje fazem anos…

Passam hoje 30 anos sobre o primeiro concerto dos Heróis do Mar. Sim, aquela banda que parecia de extrema-direita e afinal era só pop (e bom pop), como muita provocação pop. Trinta anos depois também recordo envergonhado o esforçado provincianismo com que encarei a coisa e que encalhou nesta cantiga, que tem todos os ingredientes estado novo mas era apenas um novo estado para a música portuguesa.

Ainda me proporcionaram o mais épico momento da minha vida radiofónica através de uma entrevista em directo que acabou com um processo disciplinar, afinal uma das medalhas que trouxe da RUC.

Também faz anos o 31 da Armada, o blogue da direita onde me vou rindo sem ser forçosamente das tolices da direita e que pelos vistos hoje ajusta contas com o Pacheco Pereira, que desde o primeiro dia estava mesmo a pedi-las.

Hoje é o dia nacional da direita no seu melhor, o 1º de Dezembro envelheceu, o 10 de Junho agora é só da raça do António Barreto. Do outro 25 de Novembro fiquemos só por não ser o aniversário do início de uma guerra civil de consequências incalculáveis, ou seja, podia ter sido muito pior.

Paul Motion, 1931 – 2011

Morreu Paul Motian, o “lendário” baterista de jazz norte-americano que teve “uma forte ligação com Portugal” onde chegou a ser preso em 1971, por ocasião do primeiro Cascais Jazz, depois de ter interpretado o tema Song for Che, “(…) contra o regime de ditadura que então vigorava em Portugal”. Na mesma década, compôs For a Free Portugal (‘Por um Portugal Livre’).
O músico morre na mesma semana da greve geral, onde a paralisação foi de 85% para a CGTP e UGT mas de apenas 10.8 % segundo o Governo (!?). A tensão fez-se sentir, as negociações vão ser difíceis, o povo continuará super descontente e desanimado.
É caso para um músico português compor ‘Por um Portugal Feliz’. Quem sabe, o hino da próxima manifestação nacional…

Céu A. Mota

Depois das especiarias, a bofetada e o lançamento do sapato

Ministro da Agricultura da Índia leva bofetada

 Um homem deu uma bofetada no rosto do ministro indiano da Agricultura. O objectivo era alertar o governante para a escalada do preço dos alimentos. Não houve ferimentos graves.

[…]

Incidentes deste género têm-se sucedido na Índia, com governantes a serem alvo de sapatos atirados, e os seus gabinetes a serem pilhados

Em primeiro lugar, é sempre importante confirmar que a bofetada é no rosto. Os especialistas consideram que a bofetada como meio de alertar os políticos para qualquer espécie de escalada pode ser perigoso: à razão de uma bofetada por corte salarial e aumento de impostos, Passos Coelho e Vítor Gaspar estariam, neste momento, irreconhecíveis.

O arremesso do sapato, desde o ataque a Bush, pode, até, vir a tornar-se modalidade olímpica. A associação dos industriais do calçado vê na agressão aos políticos uma oportunidade de negócio e antecipa a hipótese de passar a vender trios de sapatos em vez de pares, para que os atiradores não fiquem descalços após o arremesso. Os EUA, entretanto, defendem a entrada de inspectores da ONU no Irão, alegando a existência de sapatarias clandestinas.

A greve nunca existiu, a imbecilidade cumpriu a rotina

De acordo com as estatísticas oficiais ontem não fiz greve, a minha escola não esteve fechada, não aconteceu nada. Nada.

Os dados estão disponíveis online, os totais e os parcelares.

Escolas Básicas e Secundárias do Centro em 46724 funcionários 0 grevistas.

Estatisticamente não existo. Estatisticamente como ontem não aconteceu nada espanta-me a indignação de tanto honesto trabalhador que continua por aí vociferando contra a meia-dúzia de perigosos sindicalistas que ontem fez greve, esquecendo o estado em que o país está, a necessidade de pagarmos 34400 milhões de euros só em juros à troika, vamos todos trabalhar, viva a austeridade essa proximidade possível com a penitência e o cilício, produzir mais, muito mais, comer e calar (e escolhi esta ilustração com duplo sentido, é verdade), abrir bem o esfíncter para eles entrarem melhor. Há coisas fantásticas, não há?

Como Resolver a “Crise”


Quando os recursos são poucos*, só há uma solução para sair da “crise”: competência.

Não seria tempo de chamar gente genuinamente competente, sem maquillage e sem botox na cabeça, para fazer o que tem que ser feito? E, já agora, na mesma rodada, despedir os botas, repatria-los e sem direito a “subvenção vitalícia”? – Afinal, eu não os vejo a fazer Bem à Nação.

Era, não era?

Você sabia?

Hoje dá na net: “O pesadelo de Darwin”

Quando o leitor encomenda uma posta de perca do Nilo no restaurante ou no supermercado não está apenas a comer peixe. Está a fazer parte de um pesadelo que começou nos anos sessenta com uma “pequena experiência científica” – a introdução da perca do Nilo no Lago Vitória.

Tráfico de armas, sida, prostituição, problemas ambientais gravíssimos, etc. Veja o que lhe cai no prato*

*este documentário é composto por dez partes da qual se apresenta a primeira. Pode visionar o documentário, de seguida, seguindo este link ou escolhendo a parte seguinte no fim do vídeo.

Fitch no lixo

fitch lixo

Fitch corta rating português por causa do baixo crescimento