O reino de Galiza

a galiza de sempre

Parte de um de vários livros meus, escritos sobre Galiza, ao longo de 40 anos de trabalho de campo….este troço é do texto de 1998: Como era quando não era o que sou. O crescimento das crianças, Profedições, Porto…. Texto que contextualiza a vida da filha de Hermínio Medela e a sua mulher, Esperanza Dobarro, a minha colaboradora na Paroquia de Vilatuxe, Concelho de Lalín, Província de Pontevedra Alta: Pilar Medela de Batán.

O reino da Galiza tinha já sofrido diversas invasões. Como nas lembranças sociais de Victoria do Chile, nas de Pilar há também uma memória social que as repete. Mas, ao contrario que no caso de Victoria e os seus pares. Porque para Victoria, a Conquista é

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A Linha do Minho em Barcelos

Gustave Eiffel viveu aqui pertinho dois anos da sua vida. Barcelos, Linha do Minho, 2011.

21 de março, dever cumprido, e comprido

não fiz nem li versos, quanto mais poemas, não plantei nem beijei nenhuma árvore, embora as ame a quase todas, e só não fui discricionário com uma raça qualquer  porque, azar,  hoje não me cruzei com cães, gatos e os humanos não são raça nenhuma.

que alívio.

1965 .- Collection MONDRIAN and POLIAKOFF. Suede coats with knitted sleeves. Mink coats with “Cire”. Single color coats. Two colors knitted tunics and dresses. Dresses homage to Mondrian and Poliakoff. Backless dresses, or belly exposed dresses.

Soldados Americanos posam ao lado de cadáveres

Esta foto mostra o corpo de Gul Mudin, filho de um agricultor que foi morto em 15 de Janeiro de 2010. Um membro da denominada "kill team" posa atrás dele. Esta imagem faz parte de uma colecção de mais de 4000 que o Der Spiegel obteve

Está a rebentar outra história de abusos e desumanidades por parte de soldados nos palcos de guerra do Afeganistão.

Isto serve para lembrar que não existem guerras com honra.

 
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Chora, chora, PS, chora…

O choradinho aumentou de volume, vem aí a berraria.

A culpa? É dos outros. Responsáveis? Os outros. Quem falhou? Os outros. Maus da fita? Os outros, pois claro, nós até queríamos dialogar, queríamos resolver, queríamos o melhor para o povo, os cidadãos, sei lá, os gajos que pagam e não choram muito alto porque o microfone é nosso, deles será a macrofome, quando muito.

Entretanto, buaáááá, mamã Merckel, aqueles meninos já não querem brincar mais comigo, sou tão coitadinho, tão incompreendido, tão injustiçado…

Esta foi a parte que ouvi. Como não tinha tampões para os ouvidos  aumentei o volume da aparelhagem e ouvi um CD. De quem? Dos Deolinda, era o que tinha à mão.

 

Um país falido e miserável

Vejamos: Recessão já este ano, com a economia a perder quase 1 por cento; aumento de impostos sobre o consumo; privatizações antecipadas e alargadas, que é como quem diz, a preço de saldo; prestações de compra de casa vão ter menor dedução fiscal no IRS; autarquias com mais cortes.

Assim de repente, este é um pedaço do PEC IV.

Já sabíamos que o país estava de rastos. Agora sabemos que está ainda pior. Por este andar, vamos mendigar a Espanha que tome conta de nós.

Se os deixassem PECar por aí…

O Fernando Nabais anunciou há uns dias que o Governo iria passar directamente para o PEC 100, evitando todos os outros entre o 5, que se seguiria ao 4, e o 99.
Não acredito. José Sócrates, se o deixassem, teria a desfaçatez de ir por aí fora enquanto o deixassem, produzindo e realizando novos PEC’s, sendo que o PSD funcionaria sempre como o actor secundário. Que, no final de 100 PEC’s, acabaria por receber, sem qualquer outra retribuição, um merecido Prémio Carreira.
Consigo imaginar as medidas que, se o deixassem, Sócrates poria em prática nos próximos 95 PEC’s. Mas há medidas inimagináveis, que acredito que ele também tomaria se o deixassem. Seria fastidioso enumerá-las a todas:

PEC 5 – Aumentar o IVA máximo para 27%.
PEC 10 – Reduzir os salários da Função Pública em mais 20% e exigir igual diminuição no sector privado.
PEC 15 – Aumentar o IVA máximo para 30%.
PEC 20 – Aumentar o IRC para as Pequenas e Médias Empresas.
PEC 25 – Reduzir a taxa de IVA sobre o Golfe para 5%.
PEC 30 – Aumentar o IVA máximo para 40%
PEC 35 – Reduzir em 30% as Pensões Mínimas.
PEC 40 – Acabar com o Rendimento Social de Inserção.
PEC 45 – Reduzir a taxa de IVA sobre o Golfe para 4%.
PEC 50 – Aumentar o IVA máximo para 50%.
PEC 55 – Cobrar Imposto Extraordinário às Pequenas e Médias Empresas.
PEC 60 – Extinguir os Sindicatos.
PEC 65 – Extinguir Confederações Patronais.
PEC 70 – Criar Corporações chefiadas pelas antigas Confederações Patronais.
PEC 75 – Aumentar o IVA dos produtos básicos para 60%.
PEC 77 – Reduzir a taxa de IVA sobre o Golfe para 3%. [Read more…]

Lista de medidas de austeridade

O J. Mário Teixeira fez uma série de perguntas inocentes que não vão ter resposta pelos responsáveis desta trapalhada onde o país está metido.

Para que não reste o mais mínimo resquício de dúvida, sobre quem estou a falar, declaro desde já que estou a referir-me ao PS/D – duas faces da mesma moeda.

Como os dirigentes destes partidos não têm formação nem técnica, nem política para lidar com o problema em que estamos metidos vão fazer apenas o que sabem fazer, isto é, roubar cada vez mais o povo português. E até estão com sorte, não necessitam de usar a imaginação, basta copiar o que os Gregos têm feito com tanto sucesso.

A seguir ao corte podem encontrar a lista de medidas aplicadas pelos Gregos. Esta lista foi traduzida a partir de:

 
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Volta a Portugal em Blogues: A Vida Vista de Anadia

Um blogger que se estreou no Aventar, como convidado, avança com o seu A Vida Vista da Anadia. Em 3 dias já conseguiu que vários democratas se tenham queixado ao Blogger, acusando-o de conteúdos impróprios para crianças. Uma atitude infantil, e a medalha que certifica mais um blogue sem medo de afrontar os poderzinhos locais.

Mais um prego…

PEC 4

Perguntas (i)nocentes

Para o país atingir as metas de combate ao défice, o PSD acha que não são precisos mais sacrifícios e, também por isso, votará contra o PEC IV no Parlamento?
Ou entende que serão necessários mais sacrifícios mas diferentes dos propostos pelo Governo PS? E, se assim for, quais são eles em concreto?
É que face ao atoleiro provocado por este Governo e sendo real a possibilidade do PSD vir, de novo, governar o país, enquanto cidadão e, principalmente, contribuinte, eu gostava de estar esclarecido.

Miguel Sousa Tavares: ignorante, irresponsável, inimputável ou pior?

O conteúdo da última crónica de Miguel Sousa Tavares já foi comentado aqui e aqui. Resumidamente, o cronista do Expresso comete duas inexactidões em duas afirmações, numa ilustração do adágio que diz “cada cavadela, cada minhoca”: os professores recebiam 25 euros por cada exame corrigido e, ao que parece, corrigiam os exames dos seus próprios alunos.

Para lá da necessária discussão sobre as novidades impostas pelo Ministério neste âmbito, fica, mais uma vez, demonstrada a irresponsabilidade de alguns comentadores pagos pelos meios de comunicação social. O mesmo Miguel Sousa Tavares que, ainda há pouco, proferira imprecisões sobre a manifestação de dia 12, volta a falar do que não sabe.

O poder não constitui um privilégio; é, antes, uma responsabilidade. Miguel Sousa Tavares junta a uma formação de jurista uma longa carreira de jornalista. Presentemente, exerce funções de comentador, o que é uma forma de poder. Se é certo que de um comentador se espera, evidentemente, uma opinião, isso não o exime de rigor na busca e na confirmação dos dados em que vai basear essa mesma opinião.

Miguel Sousa Tavares é lido por milhares de portugueses que ainda acreditam que estão a ler as opiniões de um antigo jornalista, ou seja, de alguém que sabe do que fala, de alguém que só fala do que sabe, de alguém que só fala quando sabe. Puro erro: Miguel Sousa Tavares faz um uso irresponsável, eventualmente inimputável, do poder que não sabe merecer.

Aconselha-se, portanto, os leitores do ex-jornalista a fazer, semanalmente, um trabalho que devia ser anterior à escrita e da responsabilidade de quem escreve: confirmar os factos.

o real dos pais – caim e abel

lita pelo lucro que dura uma eternidad, como o dia de hoje

Retirado do meu livro O saber das crianças e a psicanálises da sua sexualidade

Durante anos de textos, em todos eles, como ao proferir conferências, costumo dizer que toda a sociedade tem duas culturas, a do adulto e a da criança e que ambas as culturas estão entrelaçadas e que para entender uma, é preciso entender a outra no seu comportamento e na sua epistemologia. Ao escrever este livro as minhas dúvidas fizeram-me pensar outra vez e hoje eu diria que toda sociedade tem adultos e crianças, hierarquizados pela forma de materializar os seus sentimentos em emoções diferentes, como acontece em diferentes culturas em todo o mundo. [Read more…]

Homens da Luta respondem a Miguel Sousa Tavares

ser escritor

para ser escitor a disciplina é a base do que se quer dizer em palavras

…para o meu amigo Carlos Loures… 

Parece-me que as pessoas pensam que ser escritor é a alegria da vida. Sentar-se numa cadeira ora com caneta e papel, ora com máquina de escrever ou, ainda, com um computador. Pode ser escritor quem viva da sua obra literária, ou escrevedor, quem escreve mal, verbo que roubo ao meu amigo e colega da Universidade de Cambridge, Jorge ou Mario Vargas Llosa.

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Apeadeiro de Aveleda

Apeadeiro de Aveleda, Ramal de Braga, 2011.

Já não há pachorra

Juiz: O Senhor está acusado de ter cometido um assalto do pelas 11 horas do dia 10 de Março…

Arguido: Peço desculpa pela interrupção, mas a minha dignidade obriga-me a, desde já, verberar contra essa acusação falaciosa, falsa e ofensiva.

Juiz: Mas o senhor assaltou ou não assaltou?

Arguido: Isso é completamente irrelevante. Não eram 11 horas, eram 10 horas e 59 minutos. E V.Exa ao afirmar o que afirmou não está a passar no teste da verdade. Isto não pode valer tudo.

Dicionário do futebolês – chutar sem direcção

Se o golo é o sal do futebol, o remate será o saleiro, o que, aliás, dá outro sentido ao nome do jovem goleador sportinguista que é, também, o primeiro bebé-proveta português, fiquem a saber.

O remate, como qualquer outro acto futebolístico, tem como agente o homem, o que faz com que na sua essência esteja a imperfeição, pelo que um jogo está cheio de remates imperfeitos, como o Inferno está pejado de boas intenções. O remate defeituoso é, afinal, o inferno do avançado, porque, num terreno tão vigiado como é o de jogo, é sempre uma dor de alma assistir ao espectáculo que é ver a bola a tomar outra direcção que não a da baliza, até porque não se sabe quando ou mesmo se voltará a haver outra oportunidade de alvejar o último reduto do inimigo.

Os comentadores televisivos costumam chamar a este acontecimento “remate sem direcção”, o que vem contrariar as leis da Física, pois toda a bola pontapeada irá sempre numa certa direcção, mesmo que não seja a direcção certa.

 

Jantares de Passos Coelho

O João Gonçalves já escreveu sobre o jantar de ontem de Pedro Passos Coelho com vários bloggers e o Paulo Guinote informou sobre a posição que o PSD irá tomar, na AR, sobre a ADD.

Pedro Passos Coelho é um dos mais atentos líderes partidários ao que se passa na blogosfera e redes sociais. Mais do que participar directamente ou fazer de conta que o faz, ele prefere reunir com diferentes bloggers e responder às suas questões. Sem qualquer “agenda” prévia e absolutamente sem rede (não lhe vi um papel). Temas como a Educação, Justiça, Economia, a Saúde passando pelo mercado de trabalho ou as recentes manifestações da “geração à rasca” estiveram em cima da mesa num jantar (muito bom, por sinal) que se prolongou até perto da meia-noite (fomos os últimos clientes a sair do restaurante).

 
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Mudam-se os tempos – II

Deve existir algum equívoco nesta notícia, seria lá possível que as forças armadas comandadas por um Prémio Nobel da Paz, lançassem mísseis sobre um país soberano, visando derrubar um governo, mesmo que liderado por ditador sanguinário. Até a França, outrora crítica das sucessivas administrações americanas, parece estar envolvida, acredito pois que se trata de uma bem intencionada operação de paz. Até a esquerda europeia, portuguesa incluída, permanece no mais absoluto silêncio, sem vigílias pela paz ou bandeiras americanas queimadas, o folclore habitual nestas circunstâncias. Mantenho no entanto a ideia que tudo seria diferente caso George W. Bush ainda ocupasse a Casa Branca.

A Lua está mais cheia

 

 

 

 

 

 

 

A Lua, hoje, aproximou-se um bocado mais da Terra, ficando a uns meros 356 mil quilómetros. Se olharem lá para fora, poderão ter a impressão de que caíram num filme de terror. Fontes próximas do Primeiro-Ministro já declararam que este facto é consequência das medidas propostas no último PEC, até porque a Lua é a mesma (há estabilidade) e parece maior (houve crescimento).

Adeus, até logo, até à próxima ou um problema de expressão

Por causa deste post dei-me a pensar na fórmula de despedida “adeus”. Raramente digo adeus. Prefiro um ‘até à próxima’, ‘até logo’, um simples informal ‘inté’ e um informalíssimo ‘xau’… Nesse aspecto acho que o ‘au revoir’ francês (que também usam o ‘adieu’) ou o ‘goodbye’ inglês têm mais sentido. Soam mais ligeiros e não contém uma certa carga negativa que, mal ou bem, atribuimos ao ‘adeus’.  A culpa não é da palavra, apenas da forma como interpretamos o seu significado.

Adeus!

O ‘adeus’ soa mais distante, como algo definitivo, embora na realidade seja uma recomendação. Estamos a recomendar ‘a Deus’ que acompanhe a quem nos dirigimos, ao mesmo tempo que encomendamos essa pessoa ‘a Deus’. Que tudo te corra bem, se Deus quiser. Vai com Deus.

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In memorium

Muitas vezes nos travámos de razões, familiares, políticas, desportivas ou sociais, eu sempre tinha as certezas e dispensava ouvir os teus conselhos, até ao dia em que deixei de ter essa possibilidade. Hoje 19 de Março, assinala-se o dia do pai, passam 10 anos sobre a última vez que este dia significou algo para mim. Por isso escolhi este vídeo, em tua memória, para que outros possam aproveitar e desfrutarem, enquanto puderem…

A Messenger entrou em órbita de Mercúrio

A Terra e a Lua vistas da Messenger (clique na foto)

 

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Mudam-se os tempos…

Felizmente o sanguinário George W. Bush já não está na Casa Branca, as posições dos EUA no Conselho de Segurança da ONU são agora motivadas por razões exclusivamente humanitárias, sem interesse em petróleo como aconteceu no passado no Iraque, hoje com o Prémio Nobel da Paz, Barack Obama na presidência, a defesa da Democracia e dos Direitos Humanos, são a única prioridade da administração americana, como acontece em relação à Líbia, país onde todos sabemos existir apenas areia e deserto, para além da genuína vontade popular em estabelecer um regime democrático com respeito pelo direito das minorias. Não é à toa que ainda não existem vigílias ou manifestações pela paz nas capitais europeias, afinal Muammar al-Gaddafi é bem pior que Saddam Husseim, não me ocorre qualquer outra razão para ver os outrora anti-americanos, hoje na primeira linha da opinião pública a defenderem uma intervenção da ONU, bem sei que a palavra NATO ainda lhes é difícil de pronunciar, talvez num eventual segundo mandato de Obama o consigam, mas para já, defendem que seja estabelecida uma zona de exclusão aérea na Líbia. A vontade dos habitantes de Tripoli, ou de outras cidades fiéis ao regime, não faz parte da equação…

Projecto Tsunami: ilustradores pelo Japão

Um grupo de artistas pediu a vários ilustradores que interpretassem os acontecimentos recentes no Japão. A ideia começou a espalhar-se através de redes sociais e ganhou a adesão de ilustradores de todo o mundo.

O objectivo é vender estes trabalhos e, através da organização Give2Asia, aplicar as receitas obtidas em projectos no Japão.

No site Tsunami-Imagens para o Japão podem ver-se trabalhos já enviados e as linhas mestras do projecto. Ilustradores que queiram participar podem saber aqui como fazê-lo.

Invasões imperialistas, o caso Salerno

Não esquecer Salerno. A 3 de Setembro de 1943 a operação Avalanche, comandada por ingleses e americanos, resultou no desembarque em Salerno, uma vil intromissão nos assuntos internos da Itália invocando a tanga humanitária, um caso claro de ingerência estrangeira num país soberano. Ainda por cima a abertura de uma frente oeste resultou das pressões de Estaline. Que horror! Talvez por isso a invasão da Itália, uma clara agressão imperialista,  não teve  o apoio do BE.

Parece que Mussolini se fartou de protestar. Um pouco mais alto do que Gadafi fez hoje.

O beijo

…para os meus netos…

Bem sei que não conhecem a língua portuguesa, mas os vossos pais podem-vos explicar em inglês ou en neerlandês. Escrevo na língua impossível para vós, porque há obras do ser humano que impressionam os nossos sentimentos.

Esta imagem que vós apresento, foi esculpida em mármore pelo escultor francês Auguste Rodin (1840-1917), esculpida em 1883. Foi exibida na exposição internacional de Paris, em 1989, época em que se inaugurou A Torre Eiffel, cheia de luzes para a exposição. Em 1879, Thomas Edison tinha criado a iluminação eléctrica, base não apenas para a exposição, bem como para substituir os faróis a gás que iluminavam as ruas à noite. Foi a base do sucesso de exposição Internacional de Paris de 1889. A Exposição de Paris de 1889, centrava-se na “Torre de Gustav Eiffel” com 300 m., de altura, pesando mais de 7.000 toneladas e tendo mais de um milhão de rebites. Tinha duas longas galerias devotadas às Belas-Artes e às artes decorativas, por detrás ficava o imponente “Palácio das Máquinas”. Este último, projectado por Ferdinand Dutert e construído por M. Contamin, excedia em tamanho qualquer vão coberto construído até á data, com as suas 20 treliças principais, cobrindo um comprimento de 380 m., e cada uma vencendo 144 m., de vão livre. As treliças trianguladas, formavam arcos apontados sendo articuladas na sua base por eixos. Os visitantes circulavam num comboio interior em vagões abertos e sentados em cadeiras, sendo treliças um conceito arquitectónico que significa sistema de vigas cruzadas usado no tracejamento das pontes.

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os monos de outono-inverno

Líbia, as contradições


– Reconheço o som dos aviões franceses!
– Salvos!
– Sim, pois, mas Gadafi também tem aviões franceses.

Entretanto o ditador anunciou um cessar-fogo, e declarou que aceita a resolução da ONU. Anunciou, mas os bombardeamentos continuam:

Tradução de algumas frases:

Caíram 6 obuses… eles parecem conhecer as nossas posições… eles sabem onde estamos… atiram às cegas sobre a manifestação improvisada após o anúncio da zona de exclusão aérea… uma manifestação festiva…

via Le Monde