
Mesmo não sendo seguidor da bola, não me têm passado despercebidas algumas reacções de Bruno Carvalho, tais como aquela encenação sobre estar a mandar fumo pelo nariz, a explicação do terceiro olho e, agora, a relação com a sua principal equipa de futebol e a suspensão do seu plantel (que termo futebolístico de fina ironia).
Nos dois primeiros exemplos, estamos perante alguém que fez e disse coisas que a seguir negou com explicações infantis. No presente assunto que enche os “noticiários” (e agora, o Aventar também), Carvalho confirma o seu lado inseguro, de quem não sabe receber uma crítica. Algo que já sabíamos graças, por exemplo, ao ultimato eleitoral que lançou numa das recentes assembleias de sócios.
Dizem que há uma criança dentro de cada adulto. No caso de Bruno Carvalho, há a criancice que alberga um adulto dentro de si. A forma de lidar com a derrota da sua equipa e, depois, a reacção alienada como enfrentou as críticas, denota a enorme infantilidade que marca a sua personagem, sendo, ainda, um claro exemplo do que não se fazer em termos gestão de um grupo. Basta ler a literatura de referência sobre liderança e motivação. Mas, possivelmente, é aí, na leitura, que reside o problema.




O futebol, goste-se ou não, é um fenómeno social com um peso desmesurado na vida da tribo. É importante, claro, ir educando os elementos da tribo no sentido de darem menos importância ao futebol e, sobretudo, às respectivas ramificações, como sejam os inúmeros programas de aparente debate em que cada lance, repetido dezenas de vezes, é considerado gravíssimo ou inócuo, conforme a cor do comentador.










Agora que a janela de transferências (gosto muito destes chavões do mundo da bola) está mais fechada do que a porta da SAD AZUL, resolvi dar uma volta pela Google – sim, assim mesmo no feminino, porque se “ela” sabe tanta coisa só pode ser mulher (pancada no autor!)…






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