
A ler aqui. Que comentários vos merece?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

A ler aqui. Que comentários vos merece?
Da maneira como andam as coisas, o trabalho está sujeito a cada vez mais e mais impostos e, se já dantes não era a trabalhar que se enriquecia, não há-de faltar muito para que nem dê para comer. O que fazer então? Olhei para as possibilidades e descartei a emigração. Raios, este é o meu país, é aqui que tenho um quadrado onde cair por terra, se for caso disso. Outra possibilidade adviria do facto de dinheiro gerar dinheiro mas falha logo pela falta do vil metal. Depois haveria o jogo e a eventualidade da sorte grande, caso não me lembrasse sempre desta velha piada: «Qual é a melhor forma de fazer uma pequena fortuna ao jogo? Começar com uma grande fortuna.» [Read more…]
Belém, Lisboa, 21.Set.2012
© Sandra Bernardo
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O custo da nova sede em Frankfurt ultrapassa os mil milhões de euros, admitem responsáveis do banco.
Este é o país em que a dívida pública não passa de mais uma parceria público-privada: basta ver que constitui um prejuízo para a maioria dos cidadãos e dá lucro a uma minoria de privados. Os bancos exultam. O povo exalta-se, mas pouco, por enquanto.
Quando actuais e antigos governantes se referem à responsabilidade dessa dívida, recorrem a uma generalização insultuosa, usando a célebre censura de que temos vivido acima das nossas possibilidades, fazendo de conta que não sabem que essa dívida tem origem na incompetência – que grande eufemismo! – com que os dinheiros públicos têm sido geridos pelos membros dos partidos que estão há anos instalados no Estado, nas regiões autónomas e nas autarquias.
Os verdadeiros culpados optam por culpar-se uns aos outros, no que teriam toda a razão, não fosse o caso de nunca se incluírem a si próprios. Têm em comum, no entanto, o facto de culparem e castigarem quem tem como principal culpa votar sempre nos mesmos, porque mesmo não sendo os mesmos são a mesma coisa. Os mesmos, portanto.
Quando se desce ao nível de ir buscar uma troca de mails em Fevereiro de 2011 para tentar negar outra de Julho de 2011 e se afirma que “isto é tudo porque convidei o João Paulo e não a ti“, entramos numa fase de delírio narcísico que me ultrapassa. Uma coisa é o reconhecimento do valor que o Paulo Guinote tem, e que sublinho, outra o delírio de pensar que a humanidade docente nos tem por epicentro.
Mas tenho de admitir um equívoco da minha parte: localizações para encontros de professores em Setúbal e nas Caldas da Rainha respeitam a outra coisa que não um encontro nacional, a menos que a minha geografia ande desactualizada. A presunção de que o resto é paisagem é um clássico, e em muitos blogues um vício. Divirtam-se.
A crise explicada aos meus netos
Era uma vez uma dinastia de reis de um país à beira mar plantado, que envenenaram todo o seu povo com uma mistela doce, que fazia o pobre povo pensar que era rico. O último destes monarcas quando viu que o povo podia morrer envenenado, procurou remédio para o veneno. Não o encontrou no seu reino, a Lusolândia, mas, do estrangeiro, soberanos que se disseram amigos ofereceram-lhe um contra-veneno, que ele em desespero aceitou, embora a um preço altíssimo. Com medo da reacção do povo, quando descobrisse que estava em perigo de morrer envenenado, fugiu, para longe, para a Francónia.
Entretanto, o novo monarca da Lusolândia, procurou tratar o povo com o remédio que fora comprado a preço do ouro. Ainda sem grande experiência da governação, não calculou bem as doses nem explicou ao povo os efeitos secundários e a maneira de tomar o remédio. O povo, ignorante por opção da nobreza, influenciado por fidalgos candidatos ao trono, por nobres dados a utopias e barões ressabiados cansou-se de desilusões. Acha o remédio demasiado amargo e não o quer tomar. Revolta-se contra o novo soberano e prefere heróica, romântica e cegamente morrer envenenado.
Se isto fosse um conto de fadas, iria acontecer um milagre: o soberano diminuía as doses do antídoto, diluía o remédio para o tornar menos amargo e dava-o a todos, mas mesmo a todos os súbditos. O povo, ignorante mas não estúpido, sereno mas não mole, sentiria a justiça da repartição da amargura e reconsiderava o suicídio.
Bem aventurados os que ainda acreditam em milagres.
“As manifestações expõem o divórcio entre os representantes políticos e a população portuguesa”.
Tal como escreve hoje a jornalista São José Almeida (Público) esta manifestação foi espontânea e não teve por trás nem partidos nem sindicatos!
É uma manifestação do povo genuíno, cansado e que sente “repulsa pelos representantes políticos” que consideramos gente corrupta.
Sim, há povo e povo do bom e do melhor!
E mais uma coisa, srs. políticos: ” o soberano em democracia é o povo e os governantes são representantes deste”.
Não brinquem connosco!
P.S. – reparo agora na palavra que S.J.A. escolhe para definir a divisão, a separação, o corte, a ruptura que se estabeleceu entre povo e governantes: «divórcio». Ora divórcio remete-nos para a destruição de um casamento que se quis feliz. Este não foi feliz: cada um foi para seu lado… O que fazer agora? Pode um país sobreviver a um divórcio entre as partes em questão? É necessário recorrer ao aconselhamento matrimonial? Faça-se alguma coisa e já, a bem da nação e de seus filhos!
«O estado emite dívida. Os bancos ficam com essa dívida e o estado paga-lhes 4%. Estes vão aos bancos europeus, dão garantias e pagam 1%. Sobram 3% de lucro para a banca!» Carlos Carvalhas, Este Sábado, Antena 1 (citação livre)
A Internet como a conhece está em perigo de desaparecer.
As empresas de publicidade, perseguindo o seu desejo normal de terem cada vez melhores resultados, querem a todo o custo eliminar a navegação anónima na Internet. Ainda ontem se descobriu que o facebook anda a pedir aos utilizadores que denunciem “amigos” que não usem o seu nome real na rede. É bem conhecida a política em relação a nomes adoptada pela Google. Isto para já não falar nos serviços que, graciosamente, se oferecem para guardar toda a nossa informação pessoal (mais uma vez os piores são a Google, a Apple com o iCloud, etc).

Bufo 2.0: como delatar na Internet (roubado daqui)
Vivem-se tempos agitados na Educação.
No dia em que Cavaco celebrou as bodas de morte do casal governamental, o Conselho Educativo reuniu no Ministério da Educação. Com Crato reuniram-se o Conselho de Escolas, a FENPROF e a FNE.
A FNE tem um sentido muito optimista, abrindo a porta para tudo e para nada – agora a vinculação também é para quem está desempregado, os horários vão ao sítio e os problemas nas ofertas de escola vão ser todos corrigidos.
Quase valeria a pena perguntar à FNE quem é que assinou a legislação de concursos que permite isto tudo.
Da parte da FENPROF chega-nos, como é hábito, uma versão menos positiva. São várias as propostas entregues ao MEC e, ao que parece, só uma coisa está em vias de se resolver: docentes sem horário, mas com outras tarefas lectivas, serão retiradas da bolsa e a aplicação da mobilidade fica mais longe.
E esta será a questão central dos próximos tempos: como é que se consegue evitar a aplicação da Mobilidade?
6) O Conselho de Estado foi informado da disponibilidade do Governo para, no quadro da concertação social, estudar alternativas à alteração da Taxa Social Única.
7) O Conselho de Estado foi igualmente informado de que foram ultrapassadas as dificuldades que poderiam afectar a solidez da coligação partidária que apoia o Governo.Lisboa, 21 de Setembro de 2012
Cientistas actuais testam os efeitos que as máquinas de tortura da Inquisição teriam nos interrogados. Muito curioso e elucidativo.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

Possivelmente, o medo da revolta dentro do PSD contra a TSU foi mais forte do que o receio de consequências negativas para o país que este espasmo mental traria. É que ao primeiro não estava o governo habituado. A ver vamos, se de facto, houve recuo e que imposto vai, em substituição, ser cobrado… aos do costume.
Quero-me alistar para esta guerra: privatizar a CGD?
Nem pensar.
Cavaco perguntou, em Évora, ao Noivo:
– “Quer casar com a Noiva?”
– “Não.”
E viveram felizes para sempre, ou não.
Mas, pelo sim, pelo não, todos para a boda em Belém.
É verdade que o noivo não foi convidado para a festa – no seu lugar foi o contabilista.
Com um pequeno grande detalhe – a Maria anda a dormir mal e por isso à uma hora a festa termina. Lamento amigo, mas a pista fechou.
Podem começar a assobiar.
Passos Coelho faz as vezes do dj.
Adenda
O Conselho de Estado foi igualmente informado de que foram ultrapassadas as dificuldades que poderiam afectar a solidez da coligação partidária que apoia o Governo
Conclui-se que não será cortada a electricidade ao congelador.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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