Passos Coelho, Núncio e a burka fiscal 
Depois de ter afirmado no Parlamento que não tencionava fazer striptease fiscal Passos Coelho certificou-se que o seu cadastro fiscal se apresentaria doravante apenas de burka. [Read more…]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Depois de ter afirmado no Parlamento que não tencionava fazer striptease fiscal Passos Coelho certificou-se que o seu cadastro fiscal se apresentaria doravante apenas de burka. [Read more…]

“Vocês são jovens; multipliquem-se!”, proclamou a ministra Maria Luís perante uma entusiasmadíssima (excitadíssima?…) plateia de jovens da JSD. A coisa é séria.
Logo ali, imagino eu, se trocaram olhares interrogativos:” isso é p’ra já?…”, ter-se-à perguntado a multidão, pronta a corresponder, com militante entusiasmo, ao apelo da líder. Não por vulgar lascívia, mas com a fervorosa e patriótica vontade de resolver o mais depressa possível o problema nacional que a ministra tão lucidamente diagnosticara.
Mas não, não era para já. E embora o conceito de “J” seja muito extenso, em matéria etária, nas lides políticas, convém manter, pelo menos, as aparências. Está escrito: “crescei e multiplicai-vos!”. O verbo crescer tem aqui um moralíssimo relevo. Portanto, enquanto os jovens guardam pudico e casto recato, Maria Luís vai-se insinuando nos produtivos terrenos da eutanásia selectiva que tanto entusiasma a sua mestra Christine Lagarde e aquece o coração de alguns jovens sociopatas laranjas. Por isso, enquanto os jovens não se multiplicam, subtraem-se os velhos, a “peste grisalha”, como lhes chama um desses jovens já com direito a voz na Assembleia da República. Ocorre-me à mente um truculento soneto de Bocage que bem ficaria nesta situação. Mas contenho-me; alguém tem de manter a compostura nestes eventos.

Uma anedota já antiga esclarece-nos sobre a boa comunicação ao longo da hierarquia militar. Perante a eminência de um eclipse solar, o oficial de dia decide instruir os seus praças e comunica as suas intenções ao seu subalterno.
—Tenente, amanhã haverá um eclipse do Sol. Quero que a companhia esteja formada com farda de trabalho na parada, onde darei explicações acerca deste raro fenómeno que não acontece todos os dias. Se por acaso chover, nada se poderá ver e nesse caso a companhia ficará dentro da caserna.
O tenente dirige-se ao sargento: [Read more…]
O massacre do Museu do Bardo (21 mortos), em Tunes, tem razões claras, as quais tentarei sintetizar de seguida, sem no entanto cair no simplismo.
1º Há dúvidas sobre se o objectivo seria verdadeiramente o museu, ou o Parlamento, muito próximo (aliás a notícia começa a ser veiculada como sendo um ataque ao Parlamento), no qual decorria a votação de uma lei anti-terrorista. É esta a convicção do Ministro dos Negócios Estrangeiros Taieb Baccouche e de muitos outros tunisinos; [Read more…]

Há dias para tudo e mais alguma coisa, e parece que hoje é o Dia Internacional da Felicidade. Por uma cruel ou feliz (lá está) coincidência, é também dia de eclipse, o que permite jogos fáceis como “a felicidade está a eclipsar-se”, ou qualquer outro que uma melhor imaginação e verve consigam criar.
E como andamos nós, portugueses, de felicidade? Sendo o conceito de “felicidade” algo de muito subjectivo, ainda assim parece seguro arriscar dizer que a felicidade anda a eclipsar-se aqui pelo “rectângulo”.
O Eurostat divulgou ontem um estudo que conclui que os portugueses são dos europeus menos satisfeitos com a vida que têm. Mas, para tentar objectivar um pouco a questão, o melhor é ir directamente à pergunta realizada no inquérito do Eurostat e aos resultados alcançados
«Globalmente, em que medida se sente satisfeito com a vida que leva nos dias que correm?», perguntou a instituição europeia. [Read more…]
Hoje, a abertura solene do 1° Simpósio Luso-Brasileiro de Astrologia terá as honras, mas bem mais grave, uma certa forma de legitimação de se realizar nas instalações da Sociedade de Geografia em Lisboa.
No meu entender a Sociedade da Terra Plana está para a geografia, como um simpósio de astrologia está para a astronomia. Como congénere da Sociedade Portuguesa de Astronomia apetece-me aconselhar a actual direcção da Sociedade de Geografia a dirigir-se até ao extremo do nosso planisfério (seguindo o mapa da referida sociedade) e saltarem para o vazio. Boa aterragem em Sirius…
PS- Percebo que possa haver uma transacção financeira muito favorável à Sociedade de Geografia, tão apetecível em tempos de crise, mas apesar de tudo são uma sociedade científica e há limites para uma sociedade científica, não são uma associação de bairro ou uma filarmónica.
O Insurgente já não existe. Acabou no dia 5 de Junho de 2011, tendo no seu lugar ficado um outro blog, O Obediente.
Noutros tempos já haveria uma resma de posts sobre as novas PPP e sobre a lista VIP, da qual os colegas até dizem que foi feita pelo Estado (com letra maiúscula e tudo) mas na verdade foram pessoas concretas, deste governo e camaradas de cor, que a fizeram. Não faltaria também o argumentário sobre o estado não gerar emprego (ups!) e por aí fora, segurança social vade retro, pois privadas IPSS é que é bom (e até têm uns empregos porreiros – ups! outra vez).
Neste O Obediente, a insurgência hibernou. Um dia destes lanço uma petição para ajudar os respectivos autores no prosseguimento do único passo em falta: renomearem-no. Precisam de se despachar, só têm mais seis meses.
PS: Parece que há uns vídeos novos do Varoufakis. Aproveitem, que ainda dá para mais uns posts, entremeados com esse terrível socialismo, nacional e estrangeiro.

© Bruno Colaço (http://bit.ly/1MNVOe2)
Há três meses, Ricardo Salgado apareceu na Assembleia da República em excelente forma:
Acção, Abril, accionistas, acções, actas, actividade, activos, actuação, actuações, afectava, afecto, correctas, Dezembro, directa, directamente, directo, efectivamente, efectuar, incorrecto, injectar, interacção, Janeiro, Julho, Junho, Maio, Março, Novembro, objectivo, objecto, Outubro, percepção, perspectiva, perspectivas, projecção, projecto, protecção, protectora, respectiva, respectivos, ruptura, Setembro.
Contudo, hoje, apesar dos nomes dos meses (“em 2 de Julho de 2014”, “em 2 de Março de 2015”, “em 3 de Agosto de 2014”, “em 23 de Julho de 2013”, “19 de Março de 2015 “) e de outras excelentes formas ortográficas (“em todos os actos“, “acções da Tranquilidade”, “sobre as acções“, “novos accionistas“, “respectiva composição”, “protecção do animal”, “actividade financeira”), algumas delas em citações, Ricardo Salgado ensaiou uma mistura ortográfica extremamente perigosa, com “injeção de fundos privados”, “ativos“, “retificação“, “correção“, “objetivo“, “prospeto” e outras infracções grafémicas.
Salgado disse aos deputados: “Não pretendo – nem nunca pretendi – refugiar-me no desconhecimento”. Infelizmente, refugiou-se e o resultado é aquele que sabemos. Lamentável, Dr. Salgado. Lamentável.
Imagem@Uma Página Numa Rede Social
Tenho saudades da heróica cavalgada laranja contra a encarnação do mal que foram um dia as PPP. No tempo em que mentia diariamente aos portugueses sobre o ilusório novo mundo sem aumentos de impostos, sem cortes de pensões ou subsídios e sem venda de “anéis”, o então líder do PSD referia-se aos prejuízos acumulados por empresas públicas e às facturas a pagar pelo Estado como “esqueletos num armário que se chama PPP“.
Ora ficamos esta semana a saber que Passos Coelho se prepara para encher esse armário com 13,6 mil milhões de euros de potenciais novos esqueletos. Segundo a imprensa nacional, o governo terá enviado para Bruxelas uma lista de 113 projectos estratégicos, que no total ascendem a 31,9 mil milhões de euros. E apesar de menos de um quarto destes projectos corresponder a parceiras público-privadas (24 no total), o valor a alocar aos mesmos ascende a quase metade do bolo (43%).
“A Liga de Amigos do Museu Machado de Castro pediu ontem à Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) que o tríptico do Mestre de Santa Clara, recém-adquirido pelo Estado em leilão, seja entregue ao Museu Nacional Machado de Castro (MNMC).”(Diário de Coimbra, 18/3).
Tem todo o sentido, esta pretensão. Mas não tem grande futuro, ensina-nos a história destas coisas. Apesar do Museu Nacional Machado de Castro (MNMC) ser um museu nacional e a peça em questão ser oriunda de um templo de Coimbra e da autoria de um mestre de Coimbra, a gula das instituições lisboetas é bem conhecida.
Compreendo a centralização de colecções se tal obedecer a critérios inteligíveis. Mas não é o caso. Qualquer pessoa de boa fé entende que o lugar desta peça, comprada com dinheiros públicos, é O MNMC. [Read more…]
Isso é coisa de socialistas. O Pedrinho não se mete nisso.
Por estes dias, o embaixador do Vaticano nas Nações Unidas proferiu interessantes declarações em entrevista ao site católico norte-americano Crux. Sobre a situação dramática e monstruosa a que o Estado Islâmico está a submeter parte do Iraque e da Síria, Silvano Tomasi afirmou que a prioridade será sempre a procura de uma solução pacífica mas que, caso não seja possível – não tenhamos ilusões: não é – “o uso da força será necessário“.
Havia era, no “âmbito da Autoridade Tributária”, “procedimentos internos nessa matéria” .
Pois.
Em Portugal como no resto do mundo, os partidos não são todos iguais. O cliché é bastante útil para as elites dirigentes, mas a verdade é que o nosso regime tem duas faces: PS e PSD. Às vezes, como é o caso actual, o regime traz um CDS-PP atrelado que, por ter um líder mais hábil do que praticamente todos os militantes dos dois outros partidos, consegue ter mais poder do que seria de esperar de um partido cuja base eleitoral ronda os 10%. Uma reduzida expressão eleitoral que contrasta com o poder de um partido com dirigentes de topo envolvidos em quase tudo o que é falcatrua neste país sem que um único seja sequer beliscado pela lei. Abençoado São Jacinto Leite Capelo Rego.
Digo eu, apesar da minha experiência no ofício ser mínima. Toda a honestidade do mundo não basta: ainda assim está-se sempre sob suspeita. Os enxovalhos são constantes, digamos o que dissermos, e há momentos em que apetece desistir de todo e qualquer envolvimento cívico.
Quantos portugueses, entre os que não participam na política, suportariam ler as toneladas de “hate mail” e de comentários anónimos injuriosos e difamantes que invariavelmente se lêem na internet sempre que os nossos depoimentos, quaisquer que eles sejam, são publicados?
Se defendes ideais de Esquerda, és um comuna. Se de Direita, és um facho. Se moderados, és do centrão. Se fores filiado num partido, és um “boy”. Se não fores, és um arrivista. Se inicias a vida política num período tranquilo, és um carreirista. Se a inicias num período conturbado, és um oportunista. Se te diriges ao eleitorado, és um populista. Se te diriges às elites, és um autista. Se defendes o investimento público, és um despesista. Se não defendes o investimento público, és um retrógrado. Se tens um passado impoluto, és um moralista. Se tens um passado atribulado, és um corrupto.
Não obstante, os políticos só existem em regimes democráticos; a sua alternativa são os déspotas. Por isso admiro quem se entrega à política para propor um rumo aos seus concidadãos, e se dispõe a defender sinceramente aquilo em que acredita apesar do opróbrio sobre ele lançado.
Sempre trabalhei a recibos verdes. Dos verdadeiros, mas sobretudo dos falsos. Nunca conheci outra relação com o mundo laboral. Nunca conheci outra cor de governo que não o rosa ou o laranja.
Foi o Mário Soares que trouxe esta nova forma de exploração para a economia portuguesa, que a vendeu como medida de futuro, de crescimento e desenvolvimento, de criação de postos de trabalho. Criou um monstro que devora Portugal.
Somos o novo Lumpemproletariado. Ninguém sabe quantos somos. Não convém sabermos quantos somos. Nos censos, o INE nunca se deu ao trabalho de aferir quantos vivemos sob este “novo” regime de exploração.
Somos a desresponsabilização social do estado e do empregador. Somos cobradores do estado.
Somos o fim do estado social.
Para quem dá mais do que metade do seu vencimento ao estado, para depois nem ter direito a reforma ou subsidio de desemprego, não faz sentido algum contribuir. Sem contribuintes não há estado social. E é isto que querem. Há anos. Décadas. E é isto que temos e somos. Uma carneirada crescente sem rebanho algum. Cada um isolado no seu posto de trabalho a alimentar o vírus.
Os recibos verdes são um vírus. [Read more…]
É decerto um espécime criado num dos viveiros das juventudes partidárias, o que lhe permitiu desempenhar papéis de relevo na política espinhense e no mundo das anedotas de louras. Na sua página de linkedin, usando uma língua semelhante ao português, apresenta-se:
Destaco o empenho, o rigor e a dedicação para ser bem sucedida e prestar uma efetiva e produtiva colaboração em todos os projetos que participo.
Capacidade de gestão de prazos e cumprimento de deadlines.
Organizada, responsável, capacidade de liderança, de gestão, maturidade, dinamismo, pró-atividade, de análise e de comunicação aliada a um forte espirito de equipa.
Palavras para quê? É uma mulher que participa projectos e que não só tem capacidade para gerir prazos como para cumprir deadlines. [Read more…]
Num grupo de professores do Facebook uma colega expõe a sua dúvida: acompanhou uma visita de estudo, obviamente não deu aulas que a ubiquidade não é para todos nem a sua profissão tem equivalente na de gafanhoto saltitando de conselho de administração em conselho de administração, foi-lhe marcada falta porque a incompetência burocrática no micro-mundo das escolas existe, e exigem-lhe que a justifique, com um artigo que assim reza no maravilhoso mundo da justificação de faltas:
As motivadas por impossibilidade de prestar trabalho devido a facto que não seja imputável ao trabalhador, nomeadamente doença, acidente ou cumprimento de obrigações legais
É um artigo giro, lembro-me que apareceu no universo docente reinava Roberto Carneiro e na altura foi dado como exemplo ficar fechado num elevador, o que deu às empresas reparadoras dos mesmos um bizarro poder no mundo do absentismo. [Read more…]
Walter Branco: Pedro Passos Coelho com os cantadores das Janeiras, Lisboa, 6 Janeiro 2015.
Diana Andringa explica a sua profissão aos que se calam perante o banho.
Levo vinte anos relendo assiduamente um pequeno conjunto de autores cujos escritos, quase todos sob a forma de máximas, apotegmas e conselhos, nos deixaram um retrato desencantado da natureza humana: Castiglione, Guicciardini, Maquiavel, Gracián, La Rochefoucauld, Chesterfield. Aprendo muito devagar, e por isso talvez demorarei a vida inteira para compreendê-los. A cada ano que passa, as releituras ganham outro sentido — e iluminam mais o presente. Foi o que senti neste serão, quando repassando Guicciardini me pareceu encontrar uma descrição lapidar do autoritarismo que se prepara sob o nome da “liberdade dos mercados”, apregoada pelos admiradores de economistas como Hayek, Mises e Friedman:
Não acreditem naqueles que pregam fervorosamente a liberdade, porque quase todos, senão todos, têm por objectivo satisfazer os seus interesses particulares; e a experiência mostra-nos claramente que se eles conseguissem obter os seus propósitos por meio de um Estado autoritário, correriam ao seu encontro”. [Read more…]
Eu queria que a nota 8 fosse sobre Ataúro mas não vai ser… Ataúro fica a marinar pois merece tempo e a calma necessária para soltar os sentidos. Sentidos retraídos não é solução mas tem que ser. Não há pedal. Preciso de tempo. Dar-lhe-ei atenção em devido tempo. Sentidos, coisa que por aqui não escasseia mas volto a dizer, para mim claro, não é nada fácil. Pela segunda vez, em pouco mais que 15 dias, levar de xofre com mais uma partida… desta vez, ontem, a mãe do Ivo Rosa… e tinha adorado estar, dias antes, numa amena cavaqueira com o pai. É denso. Eu que me digo agnóstico, respeito mas a este ritmo, é complicado. São momentos tristes e dos quais não escapo, por querer estar.
Amanhã, se tudo estiver conforme, saio de Dili… vemo-nos por aí!
Deixo aqui esta imagem para o Ivo e para o Helder e para quem a apanhar… e muita força, como Sempre!
Pedro Tadeu entreteve-se com mais um deslize de linguagem de António Costa: capital humano, usou o líder do PS, presidente de um município onde não se trabalha, há colaboradores. A apropriação da linguagem neoliberal pelos partidos da Internacional Socialista é um facto há muito adquirido, e nada tem de coincidência, corresponde ao desabrochar, ascenção e agora queda do chamado social-liberalismo, que de Blair em diante os levará, a todos, ao ilustre destino do PASOK.
Recordo que Sócrates, entre nós, esteve na vanguarda da coisa, traduzindo o clássico NIMBY quando decidiu vingar-se da cidade de Coimbra, coisa injusta, sempre cá tirou um curso a sério.
Vai daí, um certo blogue, encanitou-se, que até Estaline teria usada a mesma expressão (como se Estaline e toda a Escola Austríaca não repousassem muito bem no mesmo panteão). [Read more…]
Agora que cheira a eleições, como o próprio afirmou, deu em verborreia. Eis o presidente de 2 milhões.
Este documentário do canal Arte merece ser visto pelos portugueses que não dominam a língua francesa. Para isso pedimos a colaboração dos nossos leitores interessados, que saibam francês e/ou lidar com programas de legendagem.
Basta que manifestem a vossa disponibilidade na caixa de comentários, deixando o vosso endereço de mail no formulário respectivo (que não será divulgado).
É possível uma “música” cheirar mal? não tomar banho? não respeitar quem trabalha?
É. Tapem o nariz antes de escutar.
Depois da visita do jihadista de Telavive ao Congresso norte-americano para reunião com os seus pares da direita radical republicana, vim a saber que, tal como noutras latitudes onde os regimes repressivos e autoritários pontificam, também o indivíduo Netanyahu dispõe de imprensa supostamente livre ao seu serviço.
Talvez por a sua distribuição ser gratuita, o jornal Israel Hayom é o diário mais lido daquele país. Segundo o “insuspeito” The Economist, a sua actividade é dedicada a apoiar incondicionalmente as políticas do actual governo e a glorificar Netanyahu enquanto ataca violentamente todos os seus opositores. Avigdor Lieberman, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, chamou-lhe Pravda.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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