
Para a Junta de Freguesia de Canelas (Penafiel), pela sobredosagem de pastilhas wikipédia.
A dúvida: não há na freguesia um computador Magalhães? Formam doutores em seis meses. Via JN.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Para a Junta de Freguesia de Canelas (Penafiel), pela sobredosagem de pastilhas wikipédia.
A dúvida: não há na freguesia um computador Magalhães? Formam doutores em seis meses. Via JN.

Todos os Santos.
Cossourado, Barcelos.
Hino Nacional Português. Parlamentares da maioria de costas viradas para o povo
Nasce da minha alma, do meu coração português esta insatisfação que apenas posso exprimir da forma que sei: escrevendo essa dor que sinto. Antes de nada, pelos meus compatriotas pobres como ratas, por não receber os seus ordenados para os poucos que ainda têm trabalho, ou os subsídios, para essa imensidão de desempregados que andam pelas ruas a marchar, sempre a marchar na esperança de serem ouvidos por pessoas que não escutam por não ser conveniente para o desgoverno da nação.
Conforme os pontos de vista, podemos dizer que há deputados a mais ou a menos. [Read more…]
Impor uma alimentação saudável nas escolas é fascismo alimentar, na opinião de um insurgente. Há momentos em que a direita alucinada coincide com a esquerda eduquesa. Vamos deixar os meninos fazer tudo o que lhes apetecer?
O DN tinha ontem esta frase de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), um dos meus autores mais queridos:
Se mandar o seu povo atirar-se ao mar, ele fará uma revolução.
Quantas revoluções deixámos de fazer…
Aqueles que, prometendo o contrário em campanha eleitoral, votaram este orçamento.
A seguir visitaremos o ministério de passos coelho.
Começou o Campeonato do Mundo de Futsal, este ano na Tailândia.
E Portugal abre com a Líbia, jogo em que é favorito. Os jogam passam na RTP2 e o título é o sonho.
A Espanha e o Brasil são as equipas mais fortes e o Brasil é nosso adversário na 1ª fase (com a Líbia e o Japão).
Vamos a eles…
A democracia já acabou quando jornalistas são presos.
Tenho acompanhado com apreensão a evolução do dengue a partir da Madeira. A doença não é transmitida de pessoa para pessoa, sendo o contágio derivado da picada de um mosquito específico (o qual, por enquanto, em território nacional, só existe na ilha). Neste momento há no continente 12 pessoas infectadas depois de estarem na ilha. A DGS começou por dizer que os três iniciais casos detectados no arquipélago não eram significativos e agora, passado, um mês há 463 infectados. Em Portugal há enormes zonas de águas paradas, desde os arrozais às salinas, as quais, associadas ao clima ameno da Primavera e Verão, constituem um cenário ideal para propagação da doença. Contrariamente ao que diz Francisco George, director-geral da saúde, há razão para alarme. E não é por não termos os 135 mil casos do Rio de Janeiro (que comparação mais estúpida!) que devemos meter a cabeça na areia. Aliás, a European Centre for Disease Prevention and Control não está na Madeira por acaso.
É de lembrar que Francisco George é o mesmo director da então Ministra da Gripe, em 2009, o qual vinha para os telejornais dar a contabilização diária dos infectados por uma não epidemia. O dengue, pelo contrário, é uma epidemia. Faltará por aí o lobby farmacêutico com algum tamiflu pronto a comercializar?! É agora que é preciso agir, preventivamente e não depois, quando a situação sair de controlo. Sair do estado de negação é o primeiro passo, ó Doutor. Está definida a actuação reactiva mas é na prevenção que é preciso apostar.
Leituras: [Read more…]
Confesso que fiquei surpreendido. Foi um dueto completamente improvável:
– Nicolau Santos, jornalista do Expresso e Alexandra Lourenço, amante profissional.
Aconteceu, ontem no programa da RTP 5 Para a Meia-Noite.
E todos merecem um aplauso:
– o programa 5 para a Meia-Noite que continua a ser um marco na televisão em Portugal (televisão pública);
– o Nicolau, homem com um currículo fantástico e que esteve muito bem em todo o programa, procurando colocar as coisas como elas devem ser colocadas;
– a Alexandra Lourenço que merece um aplauso pela qualidade da participação e pela óbvia coragem que manifestou: vale a pena conhecer o blogue da Alexandra.
Uma outra Alexandra, Oliveira de família, docente da FPCEUP tem defendido também essa proposta.
Confesso que numa primeira análise me parece óbvia e justa esta luta – parece-me que vale a pena abraçar este debate:

Podia protestar com alguma veemência, mas lá estaria, vivo!
Maria de Lurdes Rodrigues não perde uma oportunidade de confirmar a sua nulidade. Entre 2005 e 2009, usou a pasta da Educação para acentuar a ruína do sistema escolar português. Como prémio, chegou à presidência da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. Parece-me justo, porque não é fácil encontrar funcionários competentes na área da demolição.
Foi do alto dessa presidência que, recentemente, pôde proferir uma série de patetices sobre o ensino do Holocausto em Portugal. Respigo-as e comento-as ao de leve, esforçando-me por manter alguma civilidade, muito a custo. [Read more…]
Livro curioso é, sem dúvida, Do Universo à jabuticaba (2010) de Rubem Alves e que tem vindo a acompanhar-me nas últimas horas do dia!
É «ave rara» este brasileiro. Escreve cada coisa, mas eu gosto:
Onde estive eu, durante esse tempo imenso, bilhões de anos, que vão do big bang até o meu nascimento? (…) Para mim, o mundo foi criado quando eu nasci. O big bang aconteceu para mim quando minha mãe me pariu. Foi grande a demora? Custou-me esperar bilhões de anos? Não. Foi menos que um segundo. E agora, que a morte se aproxima, sei que vou voltar para o lugar onde estive. De novo, a espera vai ser grande? Não. Não esperarei mais que um segundo…
Lembro-me agora da visão da Física sobre este assunto, como não poderia deixar de ser. S. W. Hawking, o físico inglês que escreveu a célebre Breve História do Tempo (1988) dedica dezenas de páginas ao big bang:
(…) o tempo começou com o big bang, no sentido em que os primeiros momentos não podiam ser definidos. (…) não há necessidade física de um começo.
P.S.- O título deste post foi difícil de escolher! Foram muitas as hipóteses: «O meu big bang»,«o big bang importa», «o big bang que importa» ou «o big bang, que importa isso?»
Não começa bem a época em termos de organização, pelo menos é o que parece a quem é observador externo: há jogos
adiados, outros que não se realizam…
Não é fácil fazer o ponto de situação, mas aqui fica o esforço possível:
– Na 1ª jornada o Ribeirense dos Açores ganhou, em Matosinhos, 3-2 ao Leixões;
– Na 2ª a equipa dos Açores perdeu em casa com o Gueifães, num resultado que, à primeira vista, surpreende.
– Na 3ª jornada, o Leixões não jogou e o Ribeirense também não. Sobrou o derby da Maia, onde as meninas do Gueifães conseguiram vencer as do Castêlo por 3-2.
Nestas três primeiras jornadas houve jogos entre as candidatas e o Belenenses foi quem mais aproveitou. Depois de perder com o Gueifães na 1ª jornada, viajou até à Madeira onde ganhou 2 jogos. De regresso a Lisboa venceu o St. Tirso por 3-0 e com 3 vitórias segue na frente do campeonato.
Mas amanhã, dia 1 de novembro, em Matosinhos, às 19h, há mais:
Leixões – CS Madeira.
Aparece! É grátis!
(E aqui entre nós: tem miúdas giras!)
Início de um novo tema, a industrialização do séc. XIX. Estamos quase no final do ano lectivo e, para compreender parte da matéria do 9.º ano, é conveniente não passar por cima desta unidade. Para além das novas fontes de energia, foquemo-nos nos contrastes e antagonismos sociais provocados pelo advento da industrialização.
Não faltam filmes sobre este tema. Começamos por Oliver Twist, romance de Charles Dickens que põe em relevo as condições precárias da sociedade inglesa no séc. XIX. Na net está disponível o musical de 1968, legendado em português,
ficha IMDb

Carregue para ver
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX
Unidade 8.1. – O mundo industrializado
Ai não aguenta, Ulrich, ai pois não.
Lembro-me de ter ido pela 1ª vez a um comício por alturas da campanha de Mário Soares em 1986, contra o Freitas do
Amaral. Quando tudo era bem mais simples, perguntei porque é que ia a um comício do Soares e não ia a um do Freitas. A resposta foi de uma limpeza cristalina:
– Soares é o bom! Freitas é o mau.
Mesmo quando tento explicar a crise a quem vê o mundo nessa simplicidade, tenho dificuldade em explicar algumas coisas. É verdade que, na situação presente, é fácil identificar os maus!
A complexidade do dia de hoje é o de procurar um significado para a sigla BPI.
Sim, claro que é complicado e não estou a misturar a árvore com a floresta- quando fala Cavaco eu não estou a ouvir o sr. Silva. É o Presidente que fala.
E quando ouço Vítor Gaspar é o Primeiro-Ministro que estou a ouvir- não é o familiar do Louça.
Logo, quando fala o tipo, é o BPI que eu estou a ouvir.
Felizmente não sou, nunca fui e, por este andar, nunca serei, cliente do BPI!
(Se és, deverias, desde já, deixar de o ser!) [Read more…]
Não, não é piada: a elevus existe, e pede alguém com Formação superior em Gestão; Finanças; Direito ou similar; Experiência mínima de 3 anos como formador na área referida (factor eliminatório).
Bem, pode ser uma formação destinada ao investigadores policiais e judiciais, vamos acreditar nisso.
Mas tenham mais cuidado na forma como colocam anúncios.
ia cair mal. Mas vai dar ao mesmo
Dia 31 de Outubro de 2012, a partir das 21h30, o OAL promove a videodifusão da Palestra Pública integrada nas “Noites no Observatório”. Veja a palestra clicando aqui.
Penso que Fernando Ulrico não se importaria: “os gregos estão vivos, protestam com um bocadinho de mais veemência do que nós, partem umas montras, mas eles estão lá, estão vivos”. Não levem o homem a mal: foi fazer análises e acusou gorduras do Estado no sangue.
Martha Nussbaum, Prémio Príncipe das Astúrias para as Ciências Sociais, em entrevista ao ABC: “A falta de estudos clássicos é um perigo para a democracia.” Leia-se, ainda, a crónica de Fernando Alves sobre essa entrevista.
Descarada violação do segredo de estado.
Era uma vez uma família que tinha 100 euros. Viviam felizes – os pais trabalhavam e os filhos andavam na escola. O Rex era
o cão da casa e o Tareco era o gato.
Não eram nem mais nem menos do que outra qualquer família da sua terra, a terra das pessoas felizes.
Na televisão iam ouvindo que uns senhores, lá longe, na cidade, onde toda a gente vestia fatos cinzentos e gravatas azuis, andavam a fazer grandes negócios. Faziam coisas grandes, coisas muito grandes. É verdade que também faziam coisas menos grandes e algumas até muito pequenas.
Mas, de uma maneira ou de outra nunca usavam o seu dinheiro. Pediam emprestado. Iam aos bancos e diziam que precisavam de dinheiro para fazer uma rua nova. Faziam de conta que a rua custava 1000 euros, quando ela só custava 500. O Banco emprestava e eles faziam a rua por 500 euros e ficavam com os outros 500 só para eles. Muitas vezes os Bancos que emprestavam eram também parte do grupo que ia fazer a rua nova, mas isso explicamos mais tarde.
Mas, sabemos todos, quando pedimos uma coisa emprestada, temos que devolver. Certo?
Errado. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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