Ressuscitou numa bilha de gás
Cerejo, Passos Coelho e a campanha negra
No governo anterior as notícias que Cerejo trazia a lume levavam a etiqueta de campanha negra contra Sócrates. E agora, ó vozes da propaganda, que dizeis?
«Seis meses depois, a 23 de Janeiro de 2003, Miguel Relvas e Jorge Costa, então secretário de Estado das Obras Públicas (com a tutela do INAC) assinaram um protocolo que visava criar as condições para que o INAC aprovasse um conjunto de cursos para técnicos de aeródromos e heliportos municipais, que eram, palavra por palavra, os anteriormente propostos pelas Tecnoforma; e arranjar maneira de o programa Foral os pagar.
(…)
Dezassete dias depois, a 9 de Fevereiro, a Tecnoforma, invocando aquele protocolo, candidatou-se, com dossiers de centenas de páginas, a financiamentos do Foral para realizar aqueles mesmos cursos nas cinco regiões do país. A candidatura maior, que previa 1063 formandos (correspondentes a um total entre 300 e 400 pessoas distintas, porque algumas poderiam frequentar vários cursos) foi entregue na região Centro e apontava para um custo global de 1,2 milhões de euros. E foi a única, que foi aprovada.» (Público)
Era uma vez… o Homem – A Primavera dos Povos
O título deste episódio é sugestivo. Os primórdios da Revolução Industrial, as aspirações e as mudanças transversais ocorridas em toda a sociedade. A miséria do proletariado, o trabalho infantil, as diferenças sociais.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.1. – A Revolução Agrícola e o arranque da Revolução Industrial
Ramal de Famalicão

Há pouco mais de três anos, apostava comigo mesmo que o Ramal de Famalicão seria a primeira via férrea a retomar o serviço ferroviário no séc. XXI. Provavelmente, perdi mesmo a aposta.
Já por isso mesmo me muni de uma bicicleta para reaver os locais da infância.
Salvamos a Espanha para salvar os bancos alemães
– Jürgen Donges, o senhor que disse isto é conselheiro da Sra. Merkel. Nada que não tivéssemos falado já no Aventar (em 2010).
Muito Obrigado.
Em pleno final de Julho fui informado que tinha de ir à faca. Um tipo quase a chegar aos 40 e fica a saber que tem de tirar peças. Eu que nunca tinha levado sequer um pontito quanto mais. Ainda por cima, em final de Agosto.
A minha vesícula estava pela hora da morte. Uma verdadeira pedreira. Fosse ouro e o Ministro das Finanças sempre tinha uma hipótese de combater a dívida. Além disso, o meu rim também andava com ideias e de pedreira instalada.
Os homens, como bem sabem, são mais florzinhas nestas coisas de saúde. Uns “paridos” como se diz na terra da minha mulher. Eu não fujo à regra. Primeiro, disse que sim ao médico mas, depois de uns dias sem dores, já andava à campeão e a dizer que afinal não era caso para tanto. Uma ida a Santiago e uma valente dose de tapas resultaram numa noite e manhã de desgraça.
Fui à faca. Sem dó nem piedade, lá se foi uma peça. Agora que as dores desapareceram com a retirada da vesícula e o rim acalmou (espero que não seja leitor de blogues nem tenha facebook ou ainda se lembra…), faltam umas palavras de agradecimento a quem de direito. Ao Hospital da Boa Nova do Grupo Trofa Saúde que me tratou de forma exemplar. Ao Dr. Carlos Mexedo e toda a sua equipa, inexcedíveis. E à Dra. Luísa Vilela, foi uma verdadeira amiga algo que nunca esquecerei.
O direito à estupidez também
Ferraz da Costa diz que direito à greve deve ter limites.
Ó contribuinte, paga-me aí a sporttv!
Em Oliveira de Azeméis, descobriu-se que o Presidente da Câmara, Hermínio Loureiro, usufrui da Sporttv no seu gabinete e o PS já veio exigir que esse serviço seja desligado. Pessoalmente, posso achar estranho que, de um cargo tão exigente, sobre tempo para se ver sequer uma flash-interview, mas admito que Hermínio Loureiro possa gerir o seu tempo de trabalho da maneira que melhor lhe convier e pode até dar-se o caso de isso não o impedir de desempenhar as suas funções autárquicas com seriedade e competência. [Read more…]
Che por Vhils

Trabalho de Alexandre Farto em colaboração com René Burri para #festivalImages. Via stick2target.
Este sábado há mais
Com o alto patrocínio do governo, da troika e figuração especial de Marcelo, o Rebelo do Sousa.
Numa cidade perto de si, se for longe faça a sua manifestação você mesmo, chame os vizinhos. É dia de globalnoise também.
Relvas treinador do Sporting
Não tem licença de treinador mas obteve equivalência por ter jogado matraquilhos.
Miguel Dias no Facebook
Emprestar só para pagar aos assaltantes
Na Grécia já é assim, por cá gostava de saber.
Mais Estado e pior Estado
Santana Castilho *
1. A portaria nº292-A/2012 cria “cursos vocacionais” no ensino básico. Formalmente, caiu a intenção arrepiante de obrigar crianças de tenra idade a aprender um ofício. Mas tudo está ordenado para produzir o mesmo efeito. O diploma está abaixo do medíocre: redigido em Português pobre, tecnicamente deplorável quanto à substância, pejado de intenções de parcerias e protocolos indefinidos, não passa de uma nova versão dos Cursos de Educação e Formação, de má memória. O alvo confessado são os que chumbam mais que duas vezes. A razão por que chumbam não interessa. O cinismo não se disfarça quando se fala de crianças de 13 anos a “optarem” por um destino de vida. O acto falhado radica na qualificação de “regular” para o outro ensino, o intelectual, deixando a este, por antinomia óbvia, a condição de “irregular”. Que diria Crato, do “Plano Inclinado”, dos disparates que Crato, ministro, escreveu no artigo 9º da portaria? Que será “avaliação modular”? A que título, quando estatui sobre avaliação, confunde com ela considerações metodológicas e didácticas? Que brincadeira é aquela de quatro relatórios finais, a serem redigidos por crianças do ensino básico, que chumbaram duas ou três vezes, certamente a Português, como instrumento central de uma presumível classificação, a que ministro chama avaliação? Onde fica o seu rigor, com a trapalhada que consagra nos artigos 10º e 11º? Se o aluno se contentar em ficar por ali, o que fez “habilita”. Se quiser ir para o tal ensino “regular”, o que fez já não habilita? [Read more…]
«Ninguém imagina que vai cair no desemprego»
“Ela confiava nas previsões metereológicas dos calos do senhor Carmichael. (…) O mundo está mal feito – soluçou. Aqueles que a visitaram nesses dias tiveram motivos para pensar que ela tinha perdido a razão. Mas nunca foi tão lúcida como então. (…) se Deus não tivesse descansado no domingo, teria tido tempo para terminar o mundo. -Devia ter aproveitado esse dia para não ficarem tantas coisas mal feitas -dizia. – Ao fim e ao cabo, ficava com toda a eternidade para descansar.”
No meio da minha leitura, por entre linhas e palavras que, não obstante estarem divinalmente (!) escritas por Gabriel García Márquez, não pude deixar de pensar em Ana, trinta anos, designer gráfica, que não adivinhava, na manifestação de 15 de setembro, que semanas depois iria engrossar a estatística. [Read more…]
A prioridade inglesa na Revolução Industrial
Um documentário bem explicadinho que aborda a prioridade inglesa na Revolução Industrial, o êxodo rural e o novo modo de produção, que inclui o trabalho infantil. «Por que não dão um salário decente para os adultos e deixam as crianças em paz?»
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.1. – A Revolução Agrícola e o arranque da Revolução Industrial
Carta aberta a um jovem treinador
por António M. C. Carvalho
Nos princípios deste ano enviei esta carta aberta, por e-mail, ao Jornal do Sporting, com pedido de publicação. Não foi merecedora da divulgação que eu julgava interessante para o público leonino e, em certa medida, útil ao então recente e jovem treinador.
No dia 25 de Setembro, dadas as pobres exibições da equipa que ia vendo pela televisão, temendo o pior, escrevi uma carta a Sá Pinto, em correio azul e com aviso de recepção.
Até hoje, 8 de Outubro, não sei se a recebeu !!!.
CARTA ABERTA A UM JOVEM TREINADOR
Em louvor do WM e do “jogar à Sporting”
Reconheço que não havia razão nenhuma para me alegrar quando li nos jornais que os jogadores do meu clube de sempre iam voltar a jogar “à Sporting”. Foram as saudades de ver jogar bom futebol que me induziram em erro… [Read more…]
O que vale é que ninguém foi prejudicado!
postal de uma cidade que poderia ser Coimbra
Catalogamos as coisas pelo pouco que vimos delas, ou pelo que intuímos. Por isso, para mim, e embora nada tenha a ver com o que dela se conta, Coimbra é uma cidade exótica e descarada. Imagino que estes homens de pele tão morena que vieram abrir uma mercearia nestas ruelas podem ser descendentes dos mercadores de Samarkanda, a cidade onde até a morte se passeia pelo mercado. Ruelas de mercearias que podiam ser bazares, a transbordar laranjas e tecidos para a rua. Largo da Maracha, rua das Azeiteiras, rua do Almoxarife, beco dos Esteireiros, travessa dos Gatos.
Um senhorio velhote, invariavelmente chamado sr. Marques, conduz-nos pelo labirinto de ruas até ao prédio em ruínas que o seu pai lhe deixou, para mostrar-nos a casa sombria, com lixo amontado aos cantos, portadas de madeira carunchosas na janela, uma cama onde morreram gerações, uma banheira onde corre um rio de cobre. Tem orgulho na casa e pede um bom dinheiro por ela. Que ninguém lhe diga que a casa é velha e suja, que a humidade alastra nas paredes e que há um cheiro a bafio que nos deixa nauseados. Para os senhorios de Coimbra, os tais homens chamados Sr. Marques, que têm montado um “escritório de papelada” ou se dedicam à venda de atoalhados, nenhuma casa se compara à que têm para alugar e nenhuma cidade supera Coimbra. [Read more…]
O casaco verde da senhora Merkel
Merkel hoje em Atenas
Merkel no jogo Grécia-Alemanha do Euro 2012
Descubra as semelhanças. Deve ser superstição, ninguém vai imaginar que se trata de pura sacanice, ou como diria uma outra, que não há coincidências.
Entretanto, mais que proibidas, as manifestações continuam em Atenas. Veja ao vivo.
É o que dá escrever à hora de almoço: faltava aí que a informação fora roubada à Joana Lopes no facebook, e que entretanto a publicou.
Fun Zon
Com a ZON, na saúde e na doença (e vai com sorte, se tivesse fidelização só a morte os separava).
Estuda o mínimo, goza o máximo
Faz o Curso na Maior é o livro de Nuno Ferreira e Bruno Caldeira que será apresentado no próximo dia 13 em Lisboa.
Segundo o Público, é um livro que explica como se pode “estudar menos, mas melhor”. Avança uma cartilha, o PODER (Preparação — “Não sejas apanhado desprevenido”; Organização — “Maximiza os teus recursos”; Determinação — “Sincroniza-te com o objectivo”; Enfoque — “Diz não para dizeres sim”; e Realização — “Faz acontecer”), dá conselhos, desfaz mitos.
Lemos ainda como nota introdutória do artigo: ” Não é preciso andar sempre agarrado aos livros para se ter boas notas no ensino superior. Ter vida social é tão importante para o futuro como tirar o curso. Muitos professores são chatos. Quase todos os alunos copiam. Dois antigos alunos universitários (um deles agora professor) escreveram um livro provocatório e didáctico que promete dar que falar. “Não importa o ‘quanto’ estudas, mas sim ‘como’ estudas”.
O conteúdo pode ser muito bom, mas o título deixa muito a desejar »na maior» soa-me mesmo mal.
Há quem tenha (Relvas, Sócrates, e outros afins) ou quem faça o curso na «maior», mas não é o estudante comum…
De qualquer das formas, fica aqui a sugestão de leitura. Terá, com certeza, alguma utilidade e ensinamentos.
«Estuda o mínimo, goza o máximo» não é o melhor conselho a dar-se, nem aos alunos nem aos filhos, embora seja precisamente o que querem ouvir. A defesa da lei do menor esforço está brevemente numa livraria perto de si.
Uma aposta, que será um best-seller?
É o que dá fecharem os manicómios
Alice Vieira no Facebook:
Estou a pensar que gostava muito de saber quem são os energúmenos que escolhem os livros para o Plano Nacional de Leitura!!! Acabei de ver que o meu livro de poesia (poesia de amor, PARA ADULTOS!!!!) chamado “O Que Dói às Aves” está aconselhado para…o 2º ano!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Que é que eu, como autora, posso fazer? Retirar o livro do mercado? Dizer que proíbo? Mas essa gente leu alguma coisa do livro para lá do título? Será que pensam que são histórias de pintainhos?????
Zhang Yimou: O Caminho Para Casa
Realização de : Zhang Yimou com: Zhang Ziyi, Honglei Sun
Uma procuradora com muito trabalho à frente
No dia em que é anunciada, Joana Marques Vidal já tem o caso Tecnoforma para investigar.
Um tipo cheio de sorte
O “capitão gancho” de Finnsbury Park, conseguiu aquilo que milhões de mexicanos infrutiferamente tentam: passar a fronteira dos EUA. Par aalém de ter viajado à conta num jacto privado, ainda beneficiará de estadia gratuita e a expensas dos contribuintes yankees. Oxalá seja agora tão pródigo nas palavras como era em Londres. Há quem o queira escutar com a máxima atenção.
Nuno Crato não quer que me falte nada
Para confirmar este meu texto, Nuno Crato não perdeu oportunidade de brincar com a vida das pessoas. O poder de síntese do Paulo Prudêncio diz quase tudo.








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