Origens de Rómulo e Remo


Documentário em espanhol que parte da fundação da cidade de Roma e em particular da lenda de Rómulo e Remo.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 2.2. – O Mundo Romano no apogeu do Império

Magnólia

Pedro Barroso, o que é feito de si?

Que voz! Que música linda você escreveu! Que letras!

Ando à procura das músicas da minha vida, coleccionando-as. A sua música também consta.

O que é feito de si? Por que o «calaram»? Diga coisas. Dê-nos notícias suas. Dê-nos a sua música, Pedro português, genuíno.

«Cantarei à chuva, ao sol, ao vento, ao mar…»; «E viva quem canta»; «Pedra Filosofal»… Ai! A sua «Menina dos olhos d’água»!

Façam um monumento ao Pedro Barroso! A ele sim!

Maradona sugeriu que se fizesse um a Cristiano Ronaldo… Espero que ninguém o tenha ouvido para além de mim.

A Pedro, sim, prémios e condecorações, porque nos toca nos corações (e na alma)! A sua obra é eterna.

Carta do Canadá: Eleições e Lições

Que a Grécia esteja  a ser governada por dois partidos que obtiveram um resultado tangencial nas eleições, a Nova Democracia e o Pasok, afigura-se tão grotesco como pôr pirómanos a apagar incêndios. Porque foram eles os grandes responsáveis pelo estado a que o país chegou, já que se alternaram no poder por dezenas de anos. Por acção, omissão,cumplicidade e incompetência, foram eles que institucionalizaram a corrupção, a ausência de reformas estruturais atempadas, a completa vigarice nas contas apresentadas a Bruxelas, o mais relaxado deixa andar no abandono da agricultura e pescas, a estúpida indiferença face ao declínio industrial. Desgraçaram o povo e encheram os bolsos aos bancos, aos milionários armadores, aos especuladores desenfreados. Puseram a Grécia de joelhos, à beira da bancarrota e da perda de soberania, quando celebraram contratos ruinosos na compra de submarinos, navios e material de guerra com que a Alemanha os seduziu. Insulto sem perdão a um povo que pagou a invasão do seu território pelas tropas nazis, durante a Segunda Guerra, por um inenarrável preço de sangue e escravidão. Perfeitos traidores. [Read more…]

O pesadelo de Angela Merkel

Mario Ballomonti

via Rui Rocha

É hoje

Suicídios

Um farmacêutico grego de 77 anos deu um tiro na cabeça: preferiu morrer a ter de procurar comida no lixo.

No mês passado, um homem de 60 anos e a mãe atiraram-se da janela de um sexto andar em Atenas. Não conseguiam sobreviver com os 340 euros da reforma dela, única fonte de rendimento.

Estes são apenas dois casos…

O que estão os Governos a fazer na prevenção destas situações? Não se protegem os idosos. Não se pensa nas crianças. Eles não constam dos discursos políticos. Estes casos não os preocupam. Nunca ouvi nenhum político referir-se a este problema nem a lamentar-se, sequer («coisa pouca, irrelevante, não é motivo para alarme», pensam logo dizem). É preciso agir, urgentemente!!

Foi na Grécia, mas em Portugal a crise económica também já está a fazer das suas, pela calada, em silêncio. Nem imaginamos o que por aí anda e bem perto…

Há gente a sofrer porque não tem dinheiro nem emprego, ano após ano. Os problemas aumentam na casa dos gregos e dos portugueses. Há famílias ameaçadas. O divórcio também é uma consequência da crise, para além do suicídio.

Isto é que é importante resolver, assim como ajudar, educar, preparar as pessoas para enfrentar problemas desta natureza. Há tantos cursos e cursinhos e acções de formação que só servem para encher pneus. Ninguém está preparado para o pior. Ninguém nos ensinou e continuamos a não estar capazes nem a preparar para a vida, enquanto pais e professores.

Somos todos gregos

Começou o Verão de 2012

Há fortes suspeitas de estarmos perante um mero aperitivo. Isto, somado ao que aconteceu ontem no Ministério da Justiça, promete.

Uma boa Troika

Troika também foi um grupo de música, canadiano, dos anos 60, formado por Robert Edwards , Michael Richards and Ron Lukawitski.

E por sinal bem interessante, na secção dos que gravaram um álbum e desapareceram do mapa. A história do grupo pode ser lida na sua página, e musicalmente destaco a faixa que dá nome ao LP filho único, Early Morning (pode descarregar o mp3, ripado de um vinil).

É também possível escutar no youtube uma compilação, que fica depois do corte, e visitar a página no Myspace, onde dois dos músicos provam que ainda mexem.

Compilação: [Read more…]

Outro licenciado ao Domingo?

A questão não é saber se é ou não licenciado. Isso tem interesse zero. A cortina de silêncio em torno da “coisa” é que complica tudo.

E até pela Blogosfera o silêncio mata! Miguel Relvas é ou não licenciado?

O Mirante diz que sim e o site do parlamento também. No site do Governo nada dizem…

No tugaleaks a pergunta é feita e colocada no ponto certo – será que alguém está a esconder alguma coisa? Será que há alguma coisa para esconder?

Vamos continuar atentos…

Encontrado

Coimbra Destinies

Viagem ao mundo dos ciganos de Coimbra, guiada pelo meu amigo Bruno Gonçalves, cigano e mediador.

Veja na página do Mundi Romani

Realizado por Kata Barsony
Legendado em inglês, mas o português ouve-se perfeitamente.

via Rui Curado Silva

Construindo um Império: Roma


Um documentário falado em português que aborda alguns dos aspectos ligados à história de Roma. Ideal para começar esta matéria.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 2.2. – O Mundo Romano no apogeu do Império

Na Estação de Bragança


Actual central das camionetas [Read more…]

Era uma vez no Futuro

… Era pelo menos vida. Veio um pelo lado da despesa pública frenética, infrene, sôfrega, amiguista, com as costas quentes por um muro de opinadores cunilínguas-de-pau Adão, Júdice, Rangel, Câncio, e pelos media ingénuo-amistosos, tenros-manteiga, macios-mama, com as costas quentes também pela Fast-Fooda-se-Procuradoria, que fecha os olhos às desmesuras da prole PS. Tudo ajudou no grande e indescritível assalto ao Erário Português e à respectiva festança rija, privativa, de furtar, estragar, desviar recursos, mas sempre risonha e sem castigo.

Veio o outro pelo lado do corte. O corte a esmo, a torto e a direito. Corte à canzana. Corte no osso. Corte na pele. Corte na carne. Corte além da Tareia-Troyka e corte aquém da Troyka-Tintas, corte sem alma. Passos Corta. Passos Castra. Passos Tolhe.

Antes de um absoluto cretino e de outro líbero-armadilhado taliban… era vida, pelo menos.

Sais de frutos para 6 milhões de adeptos

Pedro Proença apita final do Euro. Uma final 100% latina, e porca.

Vandana Shiva

Passou há pouco, na RTP2,  um maravilho documentário com um monólogo de Vandana Shiva. São pessoas assim que às vezes me levam a acreditar na humanidade.

Abordou
– a apropriação de sementes pelas grandes cooporações,
– a impossibilidade do modelo de crescimento ocidental,
– a necessidade de a humanidade se assumir como parte integrante do planeta.

Michael Seufert, o deputado que não precisa de reforma

O estudante nas horas vagas (ainda não acabou o “mestrado”, designação pós-bolonhesa para licenciatura) e deputado por profissão Michael Lothar Mendes Seufert  quer a malta nova a trabalhar sem Segurança Social.

A afirmação tem causado a repugnância habitual. Eu fiquei contente. Em novembro escrevi no Aventar: “vamos ouvir falar muito deste deputado na presente legislatura, diz-me o meu dedo que adivinha.” Assim de repente recordo-me de ter tido outro palpite sobre Ricardo Rodrigues, personagem que superou as minhas piores expectativas.

É pena não haver apostas sobre deputados como as há para actividades desportivas. Desconfio que tal como Seufert também passava a desdenhar da Segurança Social.

Não perdem pela demora

Itália tira a Alemanha do Euro. Merkel já ordenou um plano de austeridades para os italianos.

As aventuras de um inglês por causa de meia dúzia de km numa ex-scut

Ontem, no semanário de língua inglesa publicado em Portugal The Portugal News (edição em papel, pág. 20), deparei com esta carta ao director, que traduzo:

Sir,

Passei recentemente uma férias no vosso adorável país e tudo correu bem excepto um fiasco ainda em curso.

Como visitante, achei a questão das portagens na A22 confusa e pouco amigável. Acho que, numa ocasião, fui excessivamente cobrado (cobraram-me 6.42€ por um troço de Lagos a Carvoeiro – num só sentido!). Queixei-me na loja de pagamentos e mandaram-me para os CTT. Queixei-me nos CTT e mandaram-me para a ViaLivre. Acabo de receber um e-mail da ViaLivre e mandaram-me falar com a agência de aluguer de automóveis!!

Estarão as autoridades portuguesas a tentar mandar os visitantes e o seu dinheiro embora?

Bem-vindo à realidade portuguesa, Sir. Isto é apenas a pontinha do iceberg. Para quem cá vive, o pesadelo é bem pior.

Num instante tudo muda

Ao folhear o Público de hoje, fui atraída pela frase “O futebol como coreografia da vida” do deputado do PS, Francisco Assis, que escreve às quintas naquele diário. “Gosto de futebol como jogo, paixão, estratégia, coreografia e vida. Está lá quase tudo”.

Refere-se, sobretudo, ao desempate por grandes penalidades, comentando de forma curiosa e muito interessante (parabéns): “Já não há mais jogo, só penáltis. O estádio pára. O tempo desaparece. Estamos perante a tirania da geometria pura. De um lado um marcador, de outro um guarda-redes. Esquecemo-nos que são homens, de certa forma deixaram de o ser. Solidão absoluta envolta numa multidão muda e expectante. Não é imaginável uma situação mais cruel. Pura existência individual confrontada com o destino. (…) Curiosa metáfora de tantas vidas. Contudo, num instante tudo mudou. (…) Um “golo é muito mais do que um golo. É arte, paradoxalmente imprevisibilidade e dir-se-á que foi feita justiça. Provavelmente foi o génio que triunfou. Seria reconfortante pensar que as duas coisas andam a par. Fiquemos satisfeitos por admitir que por vezes elas não se contrariam. Já não é pouca coisa.(…)”

A vida feita de instantes de arte, justiça, injustiça, génio, crueldade, azar… Feita de instantes de glória e de falhanços.

Também penso que há muitos momentos em que estamos completamente sós: nós e o problema, «o marcador» e o «guarda-redes». Não podemos contar com mais ninguém. E ninguém pode resolver «a coisa» por nós. «A multidão» não pode fazer nada. Tudo está nas nossas mãos. É também o «agora ou nunca» do instante.

Abolir as grandes penalidades? Há quem defenda isso. Afinal já «não é jogo»…

Tal como a selecção portuguesa, ganhamos umas, perdemos outras. Olhemos para a frente, chegará outra oportunidade!

Desporto em Portugal – finalmente!

Há duas vantagens na pontaria do Bruno Alves. Não, não estava a pensar nas questões traumáticas dos adversários.

A primeira vantagem é a possibilidade de ler o que se escreve no Record. A ser verdade, nem encontro palavras para descrever.

A segunda e verdadeiramente importante é a possibilidade, nova, do país se voltar para o que o Ministério da Educação se prepara para fazer com a Educação Física e com o Desporto Escolar. O Miguel explica.

Jornalismo de serviço privado

Eusébio saiu de um anónimo hospital polaco e já está num hospital privado com publicidade gratuita.

Ainda o Escarnecedor Rodrigues

Ninguém no seu perfeito juízo se atira a defender o escarninho Ricardo Rodrigues, dando-lhe o benefício de uma natural reacção a quente. O deputado foi entrevistado. Uma entrevista aceita-se ou declina-se. Numa entrevista, responde-se sim, não e mesmo talvez. Se foi confrontado com o envolvimento num caso de pedofilia, não tinha de ter uma reacção intempestiva, mas desenvolver os seus argumentos com imensa serenidade. Quem não deve não teme. Desatar a pegar nos gravadores e abrir pelos sonoros corredores do palácio de São Bento não abona a favor de uma boa autodefesa ou suficiente paz de espírito, mas sublinha uma sensação de derrota e comprometimento.

O deputado aceitou ser entrevistado e os jornalistas fizeram perguntas que o embaraçaram? Azar. A protecção da lei não tem sido igual para todos – protege os facínoras e ladrões de alto gabarito, oprime e esmaga os pagadores de impostos e os pequenos delituosos filhos da miséria e do desespero. Mas é curioso o quanto esta casta de socialistas degenerados pela obscenidade socratista invoca abusivamente para homens-lixo, para índoles infectas nada recomendáveis e para manifestos corruptos, nada mais nada menos que a defesa do respectivo bom nome e reputação, tratando-se de impunes crónicos e beneficiários vitalícios do beneplácito protector proporcionado por bonecos aos quais aconteceu encabeçar uma Procuradoria.

Por más práticas de gestão, por coacção abusiva de jornalistas e órgãos dos media, ostensivos beneficiários de escandalosa impunidade, apesar de comportamentos censuráveis em funções públicas, é vasta a colecção de cromos doentios de que se compôs o infeccioso socratismo. Só falta a higiene exemplar de uma prisão.

Em Portugal? Impossível!

 

Por vezes somos levados a pensar que Portugal é um país de terceiro mundo. Que só aqui acontecem coisas inacreditáveis. É preciso estar com terceiros, com não portugueses e a nossa alma fica um pouco mais…alegre.

 

Um velho amigo de outras paragens esteve, por estes dias, de visita a Portugal. Entre algumas valentes patuscadas e a folia própria do S. João, contou-me uma história de bradar aos céus que lhe aconteceu no seu país.

 

Este meu amigo trabalha como Consultor de Comunicação. Nos finais da década de noventa, depois de muitos anos a virar frangos, criou uma empresa. Recentemente, um cliente seu, no final de uma palestra onde foi orador um importante administrador (ou director, não percebi bem) da televisão pública do seu país, virou-se para quem o convidou, o tal cliente do meu amigo, tecendo críticas ao facto da escolha de media partner ter recaído num concorrente privado de TV. Não satisfeito, atirou-lhe:

 

“Eu bem lhe disse para escolher outra empresa de consultoria, a que escolheu é uma merda. Devia ter escolhido a que lhe indiquei e sempre garantia um forte apoio da minha televisão”.

 

O inacreditável é que a tal empresa de comunicação a que se referia esse administrador (ou director) era…da mulher (ou amante, ainda ninguém percebeu bem).

No final só tive tempo para lhe explicar que, em Portugal, era impossível um administrador/director da RTP fazer coisa semelhante. Impossível, repeti. Onde já se viu semelhante? Imaginem um Administrador/Director da RTP criticar a um organizador de um determinado evento por ele escolher a SIC em detrimento da RTP e logo a seguir aproveitar para tentar vender os serviços de consultoria da sua mulher (ou amante) garantindo, pelo caminho, os seus bons ofícios no canal que administra/dirige. Nem consigo imaginar.

 

Realmente, não lembra a ninguém, pois não???

A Assembleia de Freguesia de Tadim, o “Interesse Nacional” e 70 Minutos de Atraso

Tal como anunciado em newsletter via correio electrónico no dia 25 de Junho, realizou-se hoje a Assembleia de Freguesia de Tadim; o email recebido pelos subscritores da newsletter, e tal como anunciado no próprio site oficial da Junta de Freguesia de Tadim, dava conta que esta Assembleia se realizaria hoje, dia 27 de Junho “pelas 21h30“.
Na medida da minha disponibilidade temporal, acompanho sempre que possível estes actos de cidadania e democracia e hoje, tendo-me sido possível programar o meu dia de trabalho em conformidade, cheguei à porta da Casa do Povo de Tadim (local onde decorreria a Assembleia) minutos antes da hora marcada.
Por razões que a Mesa da Assembleia e o próprio sr. Presidente da Junta aludiriam no decurso da Assembleia, o atraso no início dos trabalhos – atraso de 70 minutos – deve-se a ter havido um jogo de futebol com uma equipa portuguesa e onde, disse-se, estava em causa o “interesse nacional“. Portanto, a desculpa para atraso estava dada. [Read more…]

A escala consente

(Texto de Marcos Cruz )

(Quadro de Adão Cruz)

 A Joana Vasconcelos é, de acordo com o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, “uma artista de uma modernidade assustadora”. Ele lá saberá por que acha isso. A frase, em si, pouco diz. Cada um de nós, face ao conhecimento que tem quer do SEC quer da JV quer do meio artístico quer da conjuntura nacional quer seja do que for que conte para o caso, pode interpretá-la como lhe apetecer. Na minha opinião, o SEC pretende dizer: a JV é uma artista à frente do seu tempo, visionária. E não: a modernidade que consagra a JV como artista é assustadora. A mim, porém, faz-me mais sentido esta segunda hipótese. [Read more…]

Latadas, a Jusante de Mirandela

Linha do Tua, anos 70. [Read more…]

As Sete Maravilhas da Grécia Antiga


Um documentário falado em português que aborda alguns aspectos da religião e da arte na Grécia Antiga, sendo que há espaço para factos e monumentos de que não se fala habitualmente durante as aulas. Ideal para terminar o estudo da Grécia Antiga.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 2.1. – Os Gregos no século V a. C.: O exemplo de Atenas

Guimarães