Ainda a Ponte do Romeu

A ponte do Romeu, Linha do Tua.

Até o marisco regressa aos mercados antes de Portugal

Marisco de Fukushima volta aos mercados após o desastre nuclear

Social Media Day :: Portugal 2012 :: V.N.Gaia

Citando:

 

O Social Media Day foi assinalado pela primeira vez a 30 de Junho de 2010, numa iniciativa do Mashable, espaço exclusivamente dedicado a notícias sobre a web 2.0 e redes sociais.
O grande objectivo da data é celebrar à escala global a revolução que transformou os media num ambiente eminentemente social. Logo no ano inaugural, mais de 340 encontros em 76 países do mundo assinalaram a data. Em 2011, o número de encontros subiu para os 1422, com as cidades de Nova Iorque e São Paulo a acolherem os eventos com maior número de participantes. Portugal associou-se ao Social Media Day desde o primeiro momento, com a cidade do Porto como palco para a comemoração.

Em 2012 vai ser em Gaia, no convento Corpus Christi, no próximo dia 30 de Junho (Sábado). Podem ver todo o programa AQUI. Lá estarei para falar sobre “Redes Sociais, as cidades e o turismo”.

João Pereira Coutinho, o idiota útil

João Pereira Coutinho quando pretende ser idiota não precisa de se esforçar muito, a coisa flui-lhe naturalmente. Outras vezes é propositadamente idiota com intenção utilitária, de tipo tarefeiro ideológico. É o caso desta crónica que publicou no Correio da Manhã, com o título muito apropriado de “Delírios”.

E porque é que o delirante João Pereira Coutinho é um idiota útil? Porque – ainda que faça uma pergunta pertinente (ou precisamente por causa disso) cuja resposta servirá sempre para levantar dúvidas e não chegar a conclusão alguma – a utiliza para esconder o fulcro das questões e evitar, desse modo, abordá-las.

Ao pretender reduzir a discussão da cimeira Rio + 20 ao aquecimento global antropogénico, João Pereira Coutinho lança uma cortina de fumo sobre aquilo que este tipo de cimeiras deve e deveria realmente debater: a sustentabilidade dos recursos, o aumento populacional, a democratização do consumo à escala global, a redistribuição, a equação energética, a plausibilidade da manutenção de modelos desenvolvimentistas baseados no crescimento constante pelas vias da produção e do consumo, as políticas de cariz ecológico e ambiental (não é por algumas expressões estarem desgastadas  e vilipendiadas que deixaram de significar precisamente o que significam) que o futuro exigirá para que a viabilidade da vida humana no planeta se mantenha em termos conjunturalmente equilibrados.

João Pereira Coutinho faz-me lembrar as igualmente delirantes autoridades da Carolina do Norte, também elas estúpidas, idiotas e com uma perspectiva “utilitária” da sua própria estupidez. [Read more…]

Parabéns PCP

Paulo Portas afinal ainda existe. Está e mentir na AR como há muito tempo se não via.

Os traumatizados da Moção de Censura

Não faremos portanto o que há um ano nos fizeram a nós e sobretudo porque pomos à frente o interesse nacional“, Silva Pereira, defendendo a abstenção violenta do PS.

Não quer, mas nem pode nem manda

O não querer de Crato.

Blade Runner – 30 anos

Lágrimas, chuva, um dos filmes da minha vida (reaccionária era a tua avózinha, pá) faz hoje 30 anos. Um dia como qualquer outro para o rever, sempre.

Lousada campeão nacional de Hóquei em Campo

A Associação Desportiva de Lousada (ADL) sagrou-se tricampeã nacional de Hóquei em Campo em seniores masculinos e conquistou o sexto título da sua história, o quarto em cinco épocas, igualando assim o Futebol Clube do Porto e o Clube Futebol Benfica na história da competição máxima da modalidade no nosso país, mas ainda atrás do Ramaldense FC, o clube mais titulado, ainda que, no momento, com a prática suspensa por dificuldades estruturais e financeiras.

Nas últimas três épocas, a formação do Vale do Sousa conquistou as maiores provas do calendário nacional no escalão de seniores masculinos, nomeadamente os Nacionais de Campo e Sala (indoor).

Para chegar ao título, a ADL venceu a Académica de Espinho, que chegou a estar em vantagem na final do play off, disputado à melhor de três,no seguimento da vitória por 3-2 na 1.ª mão, realizada em Lousada, mas a equipa orientada por Bruno Santos respondeu à altura e venceu os 2.º e 3.º jogos, levando o título, uma vez mais, para Lousada.

No jogo decisivo para atribuição do título, a ADL venceu a Académica de Espinho por explícito 5-1, resultado que não deixa dúvidas quanto à justiça do vencedor do encontro e do campeonato.

Texto: Armindo de Vasconcelos

Foto: fphoquei.pt

Nota: O Aventar inicia aqui a divulgação de um dos muitos desportos quase ignorados em Portugal. O campo está aberto a outros. Contactem-nos.

O tédio de Passos Coelho

“Não vale a pena estar sempre a gastar tempo a falar do desemprego, das casas que se entregam ao banco”. Declaração de Passos Coelho, hoje, no Parlamento. Está aborrecido, coitado. Roubado ao Ricardo M. Santos.

Panelas de pressão

Se começa a abrir-se a arca da memória, ninguém do bloco central escapa.

Acordo Ortográfico: a leviandade de José Eduardo Agualusa

Descobri no facebook estas declarações de José Eduardo Agualusa acerca do chamado acordo ortográfico.

O escritor começa por considerar que o acordo “não tem importância nenhuma; é irrelevante”. Por outro lado, declarou que o absurdo estava no facto de “haver duas ortografias.” [Read more…]

Parabéns Moçambique

Pré-aviso aos comentadores saudosos do colonialismo: estão avisados.

vídeo e título via Paulo Granjo

Na Polónia a música é outra

Eusébio está internado num hospital desconhecido e que deve ser público. Se fosse em Portugal já tínhamos visto o nome da empresa 100 vezes.

Para que servem os professores?

A Educação no Portugal democrático sempre foi um edifício em mau estado. Nos últimos sete anos, os três governos PS/PSD/CDS conseguiram o milagre de fragilizar ainda mais os frágeis alicerces desse edifício, limitando-se a disfarçar o mau estado do imóvel com uns painéis publicitários e outras manobras de marketing.

A partir do ano que vem, entre mega-agrupamentos, turmas com mais alunos e a dispensa irresponsável de milhares de professores contratados, o triste edifício ameaçará a ruína absoluta.

Em sete anos de políticas ruinosas, os professores souberam fazer três manifestações gigantescas e várias greves, mas não conseguiram e continuam a não conseguir travar a destruição quotidiana da Educação. Intoxicada por anos de inveja social, alimentada pelas máquinas de comunicação partidária, a opinião pública limita-se a olhar para os professores como uma corporação preocupada apenas com os seus privilégios.

Resta saber até que ponto esta visão será justa. Há pouco tempo, um amigo e colega defendia a necessidade de que os professores soubessem unir-se para protestar contra tudo aquilo que está mal na Educação e não apenas por razões relacionadas com questões corporativas.

A verdade é que podemos encontrar demasiados exemplos de pessoas mais preocupadas com a vidinha do que uma classe cuja principal preocupação deveria estar centrada na Educação: efectivos que se manifestaram em Lisboa e foram a correr entregar objectivos mínimos, sindicatos muitas vezes mais preocupados com domínio do território, professores que acatam acriticamente qualquer novidade, directores que se deixam transformar em fantoches do Ministério da Educação e muitos outros exemplos que não ficam bem na fotografia de profissionais qualificados que se deixam desqualificar todos os dias.

Os professores continuam, assim, a ser cúmplices da destruição da Escola e, portanto, indignos de uma das profissões mais nobres que se pode desempenhar. Há muito para pensar e há muito para pôr em causa, o que inclui formas e razões de luta. Enquanto isso não acontecer, os professores servem para muito pouco.

Há sogras e sogras

Os pais trabalham demasiado. E, ultimamente, ainda mais.

O trabalho tira tempo à família. «Tira-nos» a família, é o que é.

Sobra muito pouco para ela: tempo e paciência como gostaríamos. “Educar exige tempo e paciência, e isso é algo que falta aos pais nesta conjuntura”, leio no Público (23 de junho).

E não há muito a fazer: “o emprego precário e o medo de perder o emprego sujeitam os pais e as mães a uma disciplina e a um envolvimento no local de trabalho (…) que tira tempo à família”.

Os filhos estão mais com os outros que connosco.

Acabaram as aulas. A coisa complica-se: «Onde deixar os filhos?»

Que sorte é ter uma sogra disponível que toma conta deles.

Há sogras que são umas «pestinhas», segundo ouço dizer, mas também as há que são umas santas!

Obrigada a estas! São a nossa salvação!!

Eternamente grata, sogrinha.

Campeões de Olímpia


Sobre os Jogos Olímpicos da Antiguidade – a história desta festividade religiosa partindo de uma recriação actual.
Está ainda disponível na net o trecho mais importante de um documentário do Canal Discovery, de cerca de 10 minutos, sobre este tema.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 2.1. – Os Gregos no século V a. C.: O exemplo de Atenas

A Ponte do Romeu

A ponte do Romeu, ou da Assureira, [Read more…]

Like a virgin

Original, sem dúvida, a abertura das festas da cidade de Coimbra, sob a invocação da sua padroeira Rainha Santa Isabel, com um concerto de Madona Madonna.

imagem do Fliscorno

Um ano de Governo

Em Outubro escrevi sobre um receio: a possibilidade do doente morrer da cura.

Agora que passou o primeiro ano de Governo, repito o receio. O caminho para a desejada recuperação da nossa economia só pode, na minha opinião e de forma simplista, passar por um verdadeiro “choque fiscal”: descida para metade do IRC, descida do IVA (com apenas duas taxas de 5% e 15% respectivamente), fim da dupla tributação no imposto automóvel. Num prazo de dois anos, a implementação de uma verdadeira harmonização fiscal em toda a UE.

Além disso, renegociação total das parcerias público-privadas (e publicitação integral do conteúdo dos contratos existentes); continuar as reformas já iniciadas e finalizar, rapidamente, as privatizações em carteira. Sobretudo nos transportes (TAP, CP, STCP, Metro, Carris, etc). Indústria, Turismo e Formação Profissional devem ser as principais apostas da revisão do QREN e na negociação do próximo quadro comunitário – acautelando, na revisão, as expectativas jurídicas em face dos contratos existentes.

Só assim se pode salvar o doente sem o matar com a cura.

E o piloto conduz mais que as gentes que leva…


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 13 – O Barco para a Afurada. Letra e música de Pedro Abrunhosa.

Arautos de São João em Tregosa

arautos sao_joao tregosa barcelos, vale do neiva

Em Barcelos, o maior concelho português.

O Porto inteiro a bater no coração


Do CD Junta Corações – Festas de S. João do Porto. Faixa 1 – S. João do Porto. Letra de João Lóio, música de José Mário Branco.

Ditosa pátria que tais ladrões tem

Helena Roseta contou um caso ocorrido com Miguel Relvas que tresanda a tráfico de influência. E, pasme-se, é uma farisaica arquitecta que gosta do protagonismo.

Já Domingos Nóvoa, quando denunciado por Sá Fernandes, virou a acusação contra o acusador. Percebe-se por estas reacções, sem pejo em defender um ministro mentiroso e corrupto, o que  aconteceu nos tribunais. Em Portugal corrupção é mera cunha, fazem todos, deixa-se andar, aponta-se o dedo a quem denuncia, e daqui a meia-hora estão a dizer mal da Grécia, essa sim, a pátria das poucas vergonhas.

E o Ministério Público, dorme aonde?

Volta a Portugal em apupos

Cavaco Silva vaiado duas vezes no mesmo dia, em Guimarães e em Castro Daire.

As cidades sem coreto e os coretos sem amor são como igrejas vazias


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 2 – À sombra de dois trombones. Letra e música de Mário Alves.

Parabéns, Lionel Messi

Hoje faz anos (25) o outro grande jogador do mundo.

Dois jogadores desta craveira ao mesmo tempo num só planeta é coisa rara. Em vez de discussões da treta sobre o melhor  (uns dias é um, outros é o outro), o melhor mesmo é desfrutar o seu futebol.

Hoje Messi faz anos e está de parabéns.

Eu, se me chamasse Cristiano Ronaldo, mandava-lhe uma mensagem de felicitações, desejava-lhe muita saúde, força e combinava um jantarzinho secreto durante as férias num lugar à escolha do aniversariante, onde nos riríamos das paixões assolapadas de alguns e do desprezo de outros.

Depois disso voltávamos ambos à rivalidade para público ver.

É que qualquer deles precisa do outro para ser ainda melhor do que já é.

Hoje o Porto desde a Foz até às Antas esqueceu as divisões que não são suas


Do CD Junta Corações – Festas do S. João do Porto. Faixa 9 – Uma noite não são noites. Letra e música de Pedro Osório.

Relvas Roça Rente Rancores Reles

Relvas é uma coisa tradicional na Política em Portugal: motor desmedido em contactos, cumplicidades, na grande soma e subtracção de favores e gratidões de que se faz o grande bloco central e homogéneo de interesses e poderes. Depreende-se do testemunho muito correcto e sereno de Helena Roseta, que Relvas, político frenético e activista, vive e prospera do tráfico de influências, da negociação política permanente com a sua crueza implacável feita de ganhos, perdas, contrapartidas, agrado a gregos e a troianos. Um homem assim, visceral aparelhista, não tem moral para falar na ‘exportação’ dolorosa dos nossos activos humanos, com a brutal ruptura de laços que ela envolve, com esse reconstruir de vidas portuguesas na distância da Pátria Amada, no natural esfriamento e estranhamento familiar, não como opção, mas como única saída. Mais lhe vale falar de futebol e ir pastorear gambozinos.

Carta do Canadá – Universidade e política

Assim como o ensino primário é o sólido alicerce do conhecimento daquele que o busca, a Universidade é a cúpula desse mesmo conhecimento. O primeiro garante bom terreno para o secundário e este, se não tiver qualidade, pode liquidar as esperanças do candidato ao saber de nivel superior. O ensino no seu todo, creio, é uma longa cadeia de indissociáveis elos, firmemente mantida por professores que, salvo lamentáveis excepções, dão grande parte da sua vida à tarefa de formar jovens. É tarefa tão nobre,e tão exigente, que nos parece evidente o  direito que têm ao respeito, ao apoio, às boas condições de trabalho.Infelizmente, quem (des)governa por conta de partidos que só vêem o palmo diante do nariz, fala em conhecimento para ficar bem no retrato eleiçoeiro mas reduz tudo a contas de mercearia. Vivemos a hora do cifrão, da ganância, da mediocridade – basta ler atentamente os curricula académicos e profissionais da generalidade dos políticos. Logo se percebe que,de facto, a ignorância é atrevida. [Read more…]