Lavagem mediática do socratismo

No espaço de uma semana houve a entrevista ao Expresso e  à TSF, a ida ao Herman na RTP e duas entrevistas na Antena 1. Várias personalidades do núcleo duro socrático também andaram em entrevistas,  como é o caso de Amado,  Assis e Óscar Gaspar.

Com efeito,  Sócrates,  como todos os  políticos portugueses  de resto, não precisa de “depender do favor popular”. Basta-lhe convencer o partido a torná-lo cabeça de lista e fica a um passo de ser primeiro ministro. É este o conceito de democracia representativa em Portugal e a actual lavagem mediática do socratismo é mais um degrau na escadaria do poder.

Três Corruptos. Um Livro. Um Público.

friso de corruptosEra uma vez um simpático friso com três corruptos: Soares, Lula e Sócrates. Soares, com a EMAUDIO-Fax de Macau e outro tanto num longo currículo de nebulosidades negras, delinquentes, pelas quais nunca foi julgado ou demitido: ele é o Regime e o Regime geme na mão dele; Lula, com o Mensalão, um escândalo nacional a estarrecer o Brasil, esse imenso Portugal; Sócrates, com tudo e ainda mais, especialmente o tardo-cripto-burlo-keynesianismo 2008-2011 de encher pneus e atochar o recto dos amigos com o último dinheiro, vai-fechar, coisa que veio a revelar-se a Falência de um País, com suas malignas consequências, com os seus dez milhões de torturados, vítimas, danos colaterais. [Read more…]

Narcísico Merdeiro

O Supremo Burlão quer antena e vai vendendo a banha que não há: só ele é que está bem.

O péssimo é amigo do mau

© Lusa

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Passos Coelho e pandilha adjacente constituem um conjunto de criminosos competentes ou de burros contumazes, uma vez que insistem em receitas que são problemas, resoluções que não resolvem e agravam. De uma maneira ou de outra, estão no lugar errado: prisão para os criminosos e para os asnos, palha.

É importante relembrar que chegaram ao poder graças a mentiras descaradas e que se mantêm no poder praticando o contrário do anunciaram. Tivesse Passos Coelho um poucochinho de honestidade intelectual ou, no mínimo, alguma preocupação em disfarçar, e poderia dizer que, afinal, estava enganado, que as coisas eram piores do que tinha pensado e que, agora, tínhamos de fazer ao contrário do que tínhamos dito e desculpem qualquer coisinha. Em vez disso, prossegue o seu caminho, com a falta de vergonha tradicional que nos leva rapidamente ao discurso de que os políticos são todos iguais. [Read more…]

Personalizar e Despersonalizar a Crítica

André, André, como é que podes ser tão suave: «Personalizar a crítica na figura de José Sócrates é apenas mais um dos erros da “direita” portuguesa.» Lamento, mas despersonalizar essa mesma crítica é que é apenas mais uma forma de ser cúmplice com os erros da “esquerda” moderada portuguesa. É terrível que Passos, ao não denunciar o Passado Burlo-Keynesiano e ao fazer pesar sobre nós todo o peso do ajustamento, na prática caucione e justifique aqueles abusos, tudo o que está para trás, num silêncio consentidor.

Não deves ter vivido no mesmo País que eu, um País toldado pela frenética engrenagem mediática com a sua barragem diária de fogo e que custou balúrdios a esse Estado Português cujo problema-não-era-sócrates. Que disparate! Pela primeira a vez, o mau carácter e as más políticas casaram tão perfeitamente que o primeiro determinou o grau de abuso das segundas e as segundas só se agudizaram sob o influxo tresloucado do primeiro.

Demasiada brandura cheira-me a esturro.

Sócrates: da Sciences Po à Superior Sul

socrates expresso

 

O que mais me espantou em toda a entrevista foi o espírito “ultra”. O tom de líder de claque. A sério.

José Sócrates foi Primeiro-ministro de Portugal. Com a legitimidade que o voto livre e universal concede. Um voto que, em determinadas circunstâncias lhe foi “dado” tanto por homens e mulheres de esquerda como de direita.  Uns mais que outros. Não sei se foi ou não vítima de enormes calúnias, de processos de intenção vergonhosos.

Recordo-me de dois momentos em especial que escrevi sobre o tema. No caso Freeport sublinhei as minhas dúvidas: custa-me a acreditar que alguém envolvido em semelhante trapalhada e negociata fosse, mais tarde, arriscar uma candidatura a Primeiro-ministro. Mesmo em Portugal. A segunda foi a famosa (e muito lisboeta) boataria sobre as suas preferências sexuais. Uma baixaria de todo o tamanho. De resto, combati com todas as minhas forças as suas políticas e a forma como governou o país. Ou seja, à política o que é da política.

Lendo a revista do Expresso surpreendeu-me, isso sim, a forma como apelidou os seus adversários: pulhas, fanáticos, conspiradores e hipócritas. Se Sócrates fosse um tripeiro e tendo em conta o espírito da entrevista, certamente que os insultos seriam outros e com direito a “piiiiiii”.

Nomeadamente, no caso do Schauble estou convencido que não seria “estupor” mas antes “cabrão” nem tão pouco “filho da mãe”. Quer dizer, a parte do filho seria igual, a “mãe” é que seria apelidada de outra forma… Em suma, linguagem própria de estádio de futebol.

E isso surpreendeu-me. A sério. Não me chocou ou não fosse eu da Areosa. A forma como generaliza no tocante à “direita” é de quem não conseguiu absorver todos os ensinamentos da filosofia política e dos professores da Science Po. Na direita existe gente boa e gente medíocre. Tal e qual como na esquerda. É verdade que não se espera, de um antigo Primeiro-ministro, uma linguagem de taverneiro. Porém, bem mais grave, é ver alguém que ganhou eleições com os votos de uns e outros, enveredar por um estilo “claque de futebol”.

O pior da mistura entre futebol e política não é o relacionamento entre dirigentes desportivos e dirigentes políticos (isso é normal aqui como em qualquer outro país). O que deve merecer, isso sim, total repúdio é esta visão do mundo a preto e branco. Nós somos os bons e os outros são os maus…

Estou certo que na Science Po existem disciplinas onde se ensina o oposto destas teorias. O problema é que, naturalmente, nem sempre estamos atentos a todas as aulas e nem todos os professores cativam. Deve ter sido esse o problema.

Quanto ao resto, foi uma entrevista de quem “anda por aí”. Apenas e só.

 

Da Mais Abjecta Absolvição de Si

Admito-o, com a máxima franqueza: Passos e as suas circunstâncias trouxeram-me um curral de desemprego, trouxeram-me cortes selváticos e perversões no que realmente recebo de subsídio de desemprego e é abaixo de miserável, indigno, tornando impossível ser pai, marido, gente. Mas não tenho ódio com que odeie este Governo já sobejamente odiado por ter cão e por não ter, porque sim e porque sim, para além das grilhetas herdadas. Sócrates, com a sua máquina mediática furiosa que debitava treta de entreter vinte e quatro por vinte e quatro horas, sete dias na semana, varria os pobres e a paisagem do real feio para debaixo do tapete nas inaugurações-croquete, nos anúncios repetidos, no optimismo vácuo, na mensagem charlatã e no luxo com que se rodeava e a que se não poupava. Passos atira-nos com o real para cima das costas, em bruto. Sócrates fingia que não havia pobreza nem cada vez mais desempregados. Passos quer evacuar de Portugal o máximo de activos humanos através de uma massiva emigração de corações, braços e cérebros, e porventura matar de inanição desempregados, doentes e pobres com mais doses de abaixo de penúria. Um luxava e fingia. Outro perde cabelo e procede segundo a mais estrita crueza em consonância com a situação das Contas Públicas e o que delas puder salvar. [Read more…]

O favor popular

Uma narrativa demonstrativa da consideração que o animal político tem pelo voto.

A esquerda e a fossilização do homem pelo homem

A alma de paleontólogo do meu amigo Joaquim permite-lhe descobrir fósseis com uma aparente facilidade. Diz ele que a esquerda portuguesa é, toda ela, um fóssil babando uma revolta e uma ira anacrónicas.

Apesar de eu ser de esquerda, tenho de concordar que o Joaquim parece ter razão: a esquerda continua a defender as mesmas causas de há dezenas ou centenas de anos. No entanto, se analisarmos mais de perto, acabamos por descobrir que o fóssil é outro.

O problema é que a história que deu vida à esquerda está longe do fim. A esquerda existe e age, porque continua a selvajaria dos que, há milhares de anos, se alambazam com o trabalho alheio, negando-lhe, o mais possível, valor, considerando-o apenas despesa, ao mesmo tempo que usa a globalização para levar uma maioria a considerar que um emprego é uma benesse, mesmo que implique apenas direito a sobreviver, que viver é outra coisa. [Read more…]

Acima de Qualquer Suspeita

Diz-me com quem andas!

Uma Vergonha Comenta Outra

Quando o ex-primeiro-ministro José Sócrates defende que se fosse líder do Executivo demitiria o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, devido às informações falsas prestadas ao Parlamento acerca das acções do BPN, isso quer dizer que também se teria demitido de Primeiro-Ministro por ter feito da mentira uma forma de vida?! A Mentira da Licenciatura. A Mentira do Freeport. A Mentira da Mentira. A Mentira por grosso. A Mentira por atacado. A Mentira em Promoção. A Mentira em Saldos. O Espectáculo Demagógico da Mentira e da Conspiração Anti-Portugal Travestida de Comentário. E agora um Livro Mentiroso que se escreve a si mesmo. É o que dá um pluralismo cor-de-merda quando foge para Paris.

Poema em Linha Recurva

só crashNunca conheci, na imprensa,  nas rádios, nas TV,
quem tivesse ousado declarar merdífero e impróprio
para consumo-comentário o comentador Sócrates.
Todos os meus co-bloggers têm sido esquecediços de tudo quanto lhe respeita.
E eu, tantas vezes obcecado por ele,
tão lindo a dizer coisas com embrulho mariquesco-gay na RTP,
eu, tantas vezes insistente em que ele cheira mal e não tem vergonha nem se enxerga,
a não ser o penteado artificialmente grisalho ao espelho, lindo,
eu, tantas vezes fetichista com ele nu-nádegas por seviciar com ramos de rosas rubras,
eu tantas vezes tresandescamente repetitivo contra ele,
indesculpavelmente o mesmo acerca dele,
eu, que tantas vezes não tenho tido paciência
para escrever sobre outra merda qualquer senão sobre ele,
eu, que tantas vezes tenho sido obtuso, direitolas, elitista, nortista,
que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das sinceridades orgânicas e viscerais,
que tenho sido prolixo, exaustivo, monótono e pesporrente,
que por isso mesmo tenho sofrido enxovalhos, escarros, mil dislikes e engolido,
que quando não tenho engolido, tenho sido mais ridículo ainda com palavrões e palavronas;
eu, que tenho sido cómico às turistas de hostel e às melgas iliteratas,
eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos colegas de ócio e vítimas da dívida,
eu, que tenho feito vergonhas vocabulares sem me arrepender,
poupado dinheiro como um salazarento sem me indulgenciar sequer com uma cerveja,
eu, que, quando a hora dos socos surgiu, me tenho inchado de peito
para dentro da possibilidade de calçar socos e abandonar sandálias;
eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
dos grandes desprezos e grandes condescendências cínicas e invejosas,
eu verifico que não tenho par nisto tudo neste merdi-mundo da bloga.

Toda a gente que eu penso que conheço e que posta como eu
nunca teve uma sanha ridícula anti-Sócrates, nunca postou enxovalhos a Sócrates,
nunca lhe radiografou o recurvo carácter
nem o imaginou paliativamente num cárcere húmido, com cheiro a mijo,
nunca foi senão rei – todos eles reis – na grande bloga abstinente
e incapaz de hostilizar o Poli-Indecente Político por antonomásia
e por execrável excelência…

Quem me dera ouvir de alguém blogger a voz humana no youtube
que confessasse não uma tendência anti-Sócrates,
mas uma equidistância anti-Sócrates e semi-pró-Passos;
que emitisse, não um post arrasador sobre um Crato,
mas um post atoleimado e sanguinolento anti-Sócrates!
Não, são todos a Suprema Condescendência e o Absoluto Olvido,
se os leio e postam.

Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi teimoso
militante anti-maçónicos,
anti-jacobinos, anti-ateus, anti-mafiosos socialistas no grande antro do Rato?
Ó reis, meus irmãos, arre, estou farto de puritanos e beatos laicos!
Onde é que há gente na bloga? Então sou só eu que é obcecado e insistente
vigiando um caramelo que abraçou Portugal com as pernas
e ainda aspira a repetir a inglória proeza
constringindo-o-serpente como Presidente da República?

Poderão os leitores não os terem lido,
podem ter sido encornados pela sintaxe – mas bloggers anti-Sócrates nunca!

E eu, que tenho sido obcecado pela matéria socratesiana sem ter sido distraído,
como posso eu postar como os meus iguais sem recalcitrar nesta relíquia culposa
que ousa comentar lá, onde é imperdoavelmente culpado?
Eu, que tenho sido anti-Sócrates, literalmente anti-Sócrates,
anti-Sócrates no sentido milimétrico e atrevido da anti-socratice.

Almoçar com o Mal

Flamingo at the BeachMais um convite para um almoço sorrateiro socratista nas costas do Tó Zé. Se tivessem vergonha, declinariam o convite para almoçar com o Mal. Não se almoça com Gestão Danosa, Dolo Político, Devastação e Saque. Não se almoça com o ultra-comissionismo em negócios de Estado lesivos dos interesses do Estado e chorudos para os amigos, as Construtoras amigas do partido e a Banca do Salgado. Não se almoça com a Vaidade e a Psicopatia desprezivas das gentes, insensíveis a Povo, capazes de lhe legarem tais sofrimentos, tais fomes, tais lágrimas. Não se almoça com a Cabeça perpetradora de actos e decisões sistemáticos anti-contribuintes, rodoPPP, toxi-swap. Não se almoça com o grau zero do mau carácter. Não se almoça com o Mal Político e o Malefício Público em forma de gente. Dá-se-lhe ordem de prisão.

Só se almoça com a Ganância na Política, com o Lixo Ávido de Poder e com a Sufocação Insidiosa de Adversários Internos e Externos se se for conivente com tudo com que se almoça. Se não se for capaz de uma coluna direita, recta, mas recurvada e servil: «Da lista dos comensais fazem parte, para além de José Sócrates e Manuel Pizarro, Augusto Santos Silva [ASS], ex-ministro da Defesa, Francisco Assis, deputado e ex-líder da bancada parlamentar do PS, Renato Sampaio, deputado e candidato do PS ao Agrupamento de Juntas de Freguesia do Centro Histórico do Porto, Acácio Pinto, deputado pelo círculo eleitoral de Viseu, os presidentes das câmaras de Amarante e de Mangualde, Armindo Abreu e João Azevedo, o antigo vereador da Câmara do Porto Hernâni Gonçalves, entre outros convidados.»

Rimas

José Sócrates: “Esta operação swap [swɒp] é um flop [flɒp]” – Público.

O hipócrita

Trilha-se o anterior caminho mas Sócrates agora diz: “Greve dos professores é justificada”.

Poiares Maduro Satiriza a Narrativa

O saco de estrume com hálito a cocaína em que se resume alguma da bloga socratista não perdoa um ataque, manso que seja, ao seu feroz deus manso e Mega-Burlão, Sócrates. Por isso não perdoa ao Ministro, intelectual e académico, Poiares Maduro, braço-direito do Primeiro-ministro. Já por aqui alertei Poiares Maduro para a necessidade de subir o tom e terçar com dureza e frieza cortantes o discurso que diagnostica a Corrupção do Regime e a Corrupção inerente à pré-bancarrota socratista. Esta gente é tóxica e imoral e, por se inchar de orgulho intelectual e superioridade de Esquerda-na-Cabeça-Deles, dá-lhe para chamar palhaços aos outros, enquanto perpetuam o circo de esterco narrativo e imoral que é a sua pseudo-Esquerda Corrupta, neta do soarismo, filha do socratismo. Nada mais irritante para esse lastro imoral que alguma inteligência, algum sentido de humor, alguma capacidade de ironia e sarcasmo, procedendo à sátira para cima das merdas, problemas e atentados ao nosso futuro que as legislaturas anteriores pariram. Penso mesmo que se há ponto fraco na constelação baça socratista é precisamente a incapacidade para o humor, para o auto-ridículo, o que explica a extinção injusta e imediata do Contra-Informação, mal tal gentalha se viu Poder. À falta de argumentos e de alguma pedra para atirar ao jovem Ministro, esses cães da retórica pela retórica resolvem esquadrinhar a biografia de Luís Miguel Poiares Pessoa Maduro como se, pela biografia, resolvessem o problema que os antagoniza: Poiares tem eficácia comunicacional, pode espetar perfeitamente o punhal da sátira e da verdade bem fundo, rasgando as tripas maricas da tralha. Atacam-no porque Poiares ridicularizou o conceito de «narrativa política» com que o Playboy Parisiense se armou na tentativa de reescrita e branqueamento de actos e comportamentos passados bem documentados nos seus efeitos, não passíveis de reconstrução facial. [Read more…]

Novas do Cara-de-Cu

… mas o ex-primeiro-ministro optou por outras leituras, a “Marianne”, revista francesa de informação geral e assumidamente de esquerda.

Expresso

Mostrar Serviço

Daniel Oliveira já exibe garbosa uma enorme capacidade de mostrar serviço, elogiando o irrespirável Sócrates, comparando o incomparável. Nem os valupis ou os corporativos fariam melhor.

Zezé Sócrates

O vídeo acima publicado constava do material pedagógico que serviu de suporte ao curso de José Sócrates. Na realidade, não foi só no Bairro Alto que o antigo primeiro-ministro aprendeu inglês. Ao que se sabe, Zezé Camarinha foi outro dos seus mestres e não apenas no campo linguístico. [Read more…]

High Quarter English

Sócrates fez inglês no Bairro Alto

Batman e Robin

Sócrates mata Cavaco todos os Domingos e Galamba esfola-o à primeira oportunidade: «Discurso miserável de um miserável presidente. Que vergonha»

Foi Fiado

Uns [os pachecos, os marinhos, os esquerdodeputados, os diabo-que-os-carregue] sem memória. Outros sem a obrigação de apresentar garantias. E nós com fome e sem dinheiro para criar os filhos. Mais um dia a Cerelac. Foda-se, Portugal!

O Amoral

Ele é «totalmente inocente dos males que afligem o País.»

Bom dia, Mark Twain!

Imagem

Hoje, acordei com Mark Twain a bater na janela dos pensamentos, como a pedir-me para ter juízo. Podia ser pior!

Não sei se foi pela raiva que começa a instalar-se nos comentadores políticos. Então, na dúvida, leio: A raiva é um ácido que danifica mais o recipiente em que está armazenado do que a superfície sobre a qual é lançado.

Não sei se foi por estar farto deles, e deveria calar-me.

Na dúvida, ainda, retenho: É melhor ficar calado e ser considerado tolo do que abrir a boca e dissipar todas as dúvidas. [Read more…]

Tretas do Zé Pocilga

Cheira a MerditraficânciaO Zé Pocilga estuda em Paris. Zé Pocilga dá entrevistas à RTP. Zé Pocilga é ‘cu-mentador’ residente. E mente, mente e mente, mas não se passa nada. [Read more…]

Grande Merdificador

Encontros ImediatosO grande Merdificador escapa sempre incólume.

Mega-agrupamentos: como desagregar escolas

contabilidadeA questão do tamanho das escolas é um factor fundamental para a qualidade do ensino. Nuno Crato, depois de, em 2010, ter criticado os mega-agrupamentos impostos por José Sócrates, prossegue a mesma política, orgulhando-se do que poupa, fingindo que não há perdas irreparáveis naquilo que é fundamental e mentindo repetidamente, quando afirma que tudo é feito com a aquiescência de autarquias e encarregados de educação. [Read more…]

O Zé é a pitança do momento

Sempre manifestei reprovação em relação à maioria das políticas de Sócrates. Contudo, recuso liminarmente colocar no regressado emigrante de luxo  as integrais responsabilidades pela situação a que o País chegou.

A nível interno, existem outros co-autores do desastre. Cavaco, fundador do ciclo das PPP, e Guterres foram dos mais responsáveis. Dispuseram de abundantes fundos comunitários, a maior parte desperdiçada em obras de fachada (CCB, Expo 98, Mercados Abastecedores, pontes, viadutos e autoestradas); fundos de tal monta que, diga-se, qualquer PM jamais desfrutou posteriormente. Barroso, outro PM refractário, da aquisição dos submarinos alemães, aos contratos das ‘Pandur’  (Paulo Portas sabe disso muito, muito mais do que eu) deixou o Estado com défice de 3% em 2004; mas, logo de seguida, em 2005, o governo do generoso Santana Lopes permitiu que o défice disparasse para 6%. [Read more…]

Diabólica Santeirice

Enquanto o coelhíssimo Jorge Coelho vem falar da brilhância da entrevista, há quem não vá por aí, pelas lambidelas gratas coelhónicas que, bons tempos!, uniram Salgado, o mesmo Jorge Coelho ex-MotaEngil e Sua Exma. Obscenidade José Sócrates para blindar as últimas PPP.

Ó Correio da Manhã, agora quero saber quanto custou a máquina de lavar e o frigorífico de Sócrates

A vingança é uma coisa tramada. Às vezes leva as pessoas a cometer atitudes infantis. Daquelas capazes de transformar homens de barba feita, e alguns até carecas, em meros adolescentes imberbes e espinhosos.  Quem não se lembra de, na nossa meninice, termos exercido actos de retaliação a quem não nos deixava jogar à bola “à frente”, como os avançados?

Foi inevitável lembrar-me desses tempos ao olhar hoje para a primeira página do Correio da Manhã.

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