Junto-me aos aventadores que dissertaram sobre o seu sentido de voto, aproveitando para sublinhar o aspecto plural do Aventar.

Há quatro anos e meio escrevi umas linhas e agora, ao reler, até parece que estava a falar da presente campanha eleitoral.
Depois de seis anos de campanha eleitoral, em quem votar? No que me toca, já lá irei, mas antes gostaria de explicar esta da campanha eleitoral dos seis anos. Para tal, socorro-me do recorrente anúncio do sucesso frustrado, sendo o grande feito das contas públicas o último acto desta tragédia. Em Fevereiro, o governo lançou aos quatro ventos a ideia de termos um tal sucesso ao nível da execução orçamental que havia um excedente orçamental. A comunicação social nem questionou os dados embrulhados em celofane que, certamente, as assessorias de imprensa prepararam. Apresentei na altura as minhas dúvidas e, há dias, vi-as confirmadas quando a Unidade Técnica de Apoio Orçamental nos informou que apenas se tinha adiado o pagamento de contas.

















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