Projecções da Católica para as eleições legislativas 2019:




Parlamento resultante da eleição de 2015:

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Projecções da Católica para as eleições legislativas 2019:




Parlamento resultante da eleição de 2015:

Estamos a resolver um problema do chat. Ficam aqui as mensagens trocadas até agora.

Diziam que os acordos não durariam um mês.
Duraram.
Diziam que a solução não sobreviveria após a devolução dos rendimentos.
Sobreviveu.
Diziam que não chegaria ao fim da legislatura.
Chegou.

Dados sobre a afluência às urnas até às 16h revelam algo que não surpreende. A abstenção voltará a ser a grande vencedora destas eleições legislativas, como de resto foi em 2015, quando obteve a preferência de 43,07% dos portugueses.
É triste, muito triste, que a maioria dos portugueses opte por não exercer um direito que tanto sangue, suor e lágrimas custou aos homens e mulheres que lutaram contra a ditadura salazarista. Pobre democracia.
Lembrando as palavras de Donald Davidson, recordando uma das faces mais visíveis do drama e agradecendo esta imagem aos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico, aqui ficam umas levíssimas canções de Billy Bob Thornton & The Boxmasters, a pesada explicação do Karl Childers/Billy Bob Thornton e os meus votos de um óptimo e espectacular domingo.

Caro Rui Rio,
São vários os motivos que me levam a escrever-lhe esta carta, mas foi o medo o que mais me motivou. Conhece o velho ditado da política portuguesa, “quem se mete com o PS leva”? Pois bem, aqui pelo concelho da Trofa, a versão que melhor se adequa à realidade actual é “quem se mete com o PSD leva”. E alguns dos principais responsáveis locais do PSD Trofa estão consigo, a trabalhar activamente na campanha e em lugares elegíveis pelo círculo do Porto. Uns “bateram”, outros ficaram à porta a ver.
Ao longo dos últimos seis anos, fui várias vezes ameaçado e insultado por elementos do seu partido, que incomodaram familiares, amigos e a minha vida profissional, por ter a ousadia de tentar fazer aquilo que o senhor anda a defender há meses: dar um banho de ética à política local. Vou contar-lhe a minha história, na esperança de conseguir a sua atenção para este caso.
A morte tem, entre outros, o efeito secundário de interromper em definitivo a possibilidade do individuo se defender. Se bem que tal se torna irrelevante a partir do momento em que voltamos a ser poeira das estrelas, mesmo que envolta num recipiente de chumbo — apesar de haver quem acredite que algo, a alma, persiste para além da particular combinação de átomos que nos define, mas essas são outras opiniões e cada qual que se entenda com a sua.
Por isso, na minha forma de encarar a vida, para Freitas do Amaral será indiferente que os pulhas que lhe fizeram o que fizeram hoje o homenageiem. Já para os vivos, fica o registo da hipocrisia e a total falta de vergonha nas fuças dos que a esse papel se dão. Dirão alguns que a política é assim. Na verdade, são as pessoas que são assim e há destas em todo o lado.
1: Um funeral. 2: Coisas do Vaticano. 3: A República da qual é presidente.
As línguas estão cheias de passado e o passado, já se sabe, nem sempre é um país recomendável. Há por lá uns crimes de sangue, resquícios de colonialismo, racismo com o rabo de fora, disputas antigas entre bisavós que perduram nos bisnetos, antigos insultos com prazo de validade indefinido.
O passado europeu, sendo alegadamente branco, tem um lado negro.
(Cá está: negro, mau, terrível. Será só uma tradicional questão de trevas, mas não faltará quem, correctamente político, se insurja, a lembrar que há a cor da pele de quem se pode sentir ofendido)
Não nos iludamos: a culpa do homem branco tem razões fundas, porque, sob a capa da civilização que levou a outros mundos, houve e há violências várias, desculpáveis ou desculpadas com o contexto, com a cultura do tempo. Nada disso nos deve tolher algum horror (porque um acto histórico pode ser estudado, compreendido e revoltante), como também não nos pode levar a uma culpabilidade eterna, a fazer lembrar o cordeiro que pagou pela água que o avô teria sujado. [Read more…]
Daqui a quatro dias, todos poderemos votar (sem que nos possamos candidatar) para eleger alguns que, maioritariamente, nem sequer conhecemos. Chamamos a esta liturgia, de certa menoridade política, eleições legislativas. Neste cenário, demasiados protagonistas comportam-se como as antigas máquinas do tempo do vinil: tocam a música escolhida por quem tiver a moedinha. Exemplo? A repercussão que teve, em plena campanha eleitoral, a iniciativa de António Guterres. [Read more…]
Em parelo com a divulgação das sondagens que apontam para o PS em queda nas intenções de voto, assistimos à participação de António Costa numa reunião da Protecção Civil para acompanhamento do furacão que passou ao largo dos Açores, sem que o alarido comunicacional que o antecedeu se tivesse concretizado. É a campanha eleitoral a funcionar, o que revela muito sobre a sua utilidade quando realizada nestes moldes.

A natureza política é composta por espécies que se cruzam habitualmente de forma endogâmica, com pontuais dissidências. Observando outros ecossistemas, sabemos que a variedade é fundamental para a preservação de uma espécie saudável, sem problemas de consanguinidade e liberta de malformações.
É, portanto, um favor que se faz à classe política não lhe oferecer uma maioria absoluta. Fica mais resistente às pragas e ervas daninhas. Se uma maioria simples já gera casos graves de nepotismo e de acentuada queda de vergonha na cara, imaginem-se estes seres libertos do travão parlamentar, mesmo que frouxo como na legislatura que agora terminou.

É tema recorrente nesta época. Seja por causa da desactualização dos cadernos eleitorais, com eleitores falecidos a aumentarem a abstenção na proporção directa dos apoios autárquicos contados em cabeças, seja devido à governação que apenas ouve os cidadãos durante as semanas que antecedem as eleições, o número de eleitores que acha que o seu voto nada conta vem aumentado de eleição em eleição, com o consequente corolário de estes não irem votar.

Belo texto de Vítor Belanciano.
Apesar do dilúvio de publicações teóricas significativas e consagradas, de programas políticos ou de simples opiniões que pretendem hoje conhecer o caminho que leva à saída do beco a que nos conduziram os modelos – e sobretudo as práticas – económicas e financeiras seguidas há décadas, não há à vista um modelo económico alternativo consistente e abrangente que, até agora, tenha conseguido eficazmente configurar uma transformação sustentável do sistema – desde o Green New Deal ao Decrescimento, à Economia Pós-Crescimento, ou à Economia do Bem-Comum.
A impedi-lo, a pressão férrea e translúcida do poder do capital – a quem os estados brindaram uma desregulação quase ilimitada – que nos domestica e devasta o planeta. E também a tacanhez, a gritaria, o agarramento a esquemas quadrados (esquerdo/direito encolhe a barriga e estica o peito), o generalizado egoísmo neoliberal.
Enquanto andamos a ver no que isto vai dar, quanto mais flocos de neve, quanto mais nichos de alternativas, quantas mais escolhas responsáveis e solidárias no dia a dia, quanto mais recusa de consumismo, quantos mais protestos na rua em prol do clima, melhor. Não resolvem, mas acabam por ajudar.
Decidi votar na Iniciativa Liberal, porque gostaria de ver mais partidos representados no parlamento. Não me revejo na actual Constituição da república portuguesa, não acredito no sistema político, mas é o que temos, não acredito que algo vá mudar nos próximos tempos, porque há demasiados interesses instalados a viverem à sombra do Estado. De empresários a subsidio-dependentes, passando por uma intocável casta de funcionários e políticos, são milhões à sombra do Estado, que se financia à custa do verdadeiro investimento e iniciativa empresarial, ou dos rendimentos do trabalho. [Read more…]
O regresso de Tancos fez mossa. De acordo com uma das sondagens diárias, a da Pitagórica (JN/TSF/TVI), o PS deslizou para os 37,1%, menos 3,5% do que no início da semana. Uma mossa que (ainda) não faz assim tanta mossa, e que mantém os socialistas a 10,7% do PSD, que também termina a semana em queda, ainda que de apenas duas décimas, para os 26,4%. Considerando os 3,6% atribuídos ao CDS, a direita parlamentar vale, neste momento, 30% do hemiciclo. Mas pode valer 33,8%, se lhes juntarmos a IL (2%), o Chega (1,1%) e o Aliança (0,7%). [Read more…]

Há uma maneira muito portuguesa de desqualificar pessoas que fazem exigências perfeitamente racionais e justas e que, por via disso, se envolvem em situações que podem gerar algum bulício. Não esquecerei nunca de como, ainda adolescente, meia volta tinha o problema de só ter uma nota de 20 escudos na pasta, para pagar o autocarro; “não tenho troco” ouvia repetidamente do condutor, que, sem quaisquer pruridos, achava que o problema era meu e que, ou eu ficava em terra, ou tinha a possibilidade de perguntar, uma a uma, a todas as pessoas que se encontravam no autocarro, se me trocavam a nota. Se eu contestava que não entendia porque a Carris não garantia aos utentes a possibilidade de pagarem com 20 escudos e que esse era o verdadeiro problema, era certo e sabido que os passageiros – a quem teria de ir pedinchar que me trocassem a nota – achavam que o problema era de todo meu, e que para estar a discutir com o condutor eu devia ter acordado mal disposta nesse dia. Tipo: “mas que bicho lhe mordeu, não sabe comportar-se?” Isto foi há muito tempo e as coisas entretanto melhoraram um bocadinho. [Read more…]

A forma diligente como o Ministério Público tem conduzido o caso Rui Pinto, faria corar de vergonha o Ministério Público que conduziu certos outros casos, envolvendo indivíduos que, de forma consciente, prejudicaram gravemente os portugueses e o país, provocando ondas de choque por todo o tecido social, imunes ao grosso das penalizações previstas pela lei.
No caso Rui Pinto, tudo é célere. Todos os prazos se cumprem. Todos os recursos existem. Tudo parece ser possível, incluindo violar a lei. Há dois dias, com destaque residual nos órgãos de comunicação social, foi divulgado que o diário pessoal de Rui Pinto foi confiscado pelo MP, à margem daquilo que a lei permite. [Read more…]
It’s pretty much what I said before.
— Noam ChomskyWith the communicative paradigm, it has been recognised that the goal of getting foreign/second language learners to have perfect pronunciation may be unrealistic and inappropriate (Jenkins, 1998). Instead, it has been suggested that the goal in teaching pronunciation should be “intelligibility” (Kenworthy, 1987) and “communicative efficiency” (Harmer, 1993).
— Gölge Seferoğlu
***
O Acordo Ortográfico de 1990 é efectivamente (ou seja, de facto) aplicado assim:

Isto é, o Acordo Ortográfico de 1990, de facto (ou seja, efectivamente), não é aplicado — se fosse aplicado, perder-se-ia o brilho desta habitacção:

Quanto ao sítio do costume, continuamos sem novidades:

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
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Como notou um notável indivíduo que não sabe estar, Pedro Mota Soares e Assunção Cristas conseguiram, penso que no mesmo dia, fazer o pleno. Numa acção de campanha em Viseu, Mota Soares afirmou qualquer coisa como “parece que se voltou ao PREC de 1974 e 1975”. Assunção Cristas não lhe ficou atrás. Mais a norte, algures entre Vila Real e Miranda do Douro, a líder do CDS agitou o papão fascista.
Como penso que já terão reparado, estamos aqui perante duas situações no mínimo estranhas. A primeira tem que ver com a estratégia de, no mesmo dia, a poucos KMs de distância, altos dirigentes do mesmo partido acusaram o governo (e a maioria de esquerda) de terem conseguido a proeza de fazer o país regressar, simultâneamente, ao PREC e ao Estado Novo. Assim, sem respeito nenhum pelas leis da física. [Read more…]
O Novo Banco perdoou uma dívida de 25 milhões de euros à Clínica Maló. O Estado emprestou 850 milhões de euros ao Fundo de Resolução para a injeção de 1.149 milhões de euros no Novo Banco. Pelo meio, há umas histórias que ainda incluem Joe Berardo e Luís Filipe Vieira, entre outros.
Um banco não é menos do que uma pessoa, penso eu, e será, no mínimo, um animal. Não sei se o PAN incluirá os bancos nas pessoas ou nos animais, mas acredito que uma instituição constituída por pessoas (não sei se haverá instituições sem pessoas, mas isso agora não interessa nada) terá sempre qualquer coisa de humano, o que pode não ser bom, porque os humanos estão cheios de doenças. Um banco poderá estar abrangido, portanto, pelos direitos humanos, que um banco também é gente.
Se uma pessoa, mesmo que seja gente, tiver uma dívida, está em condições de perdoar, por sua vez, a um devedor? Imagine o leitor que emprestou uma quantia a um amigo ou a um conhecido (não sei bem se um banco poderá ser amigo de alguém, mas terá conhecimentos, será conhecido) e que esse amigo ou conhecido, não tendo ainda pago o que lhe deve, lhe diz qualquer coisa como “Aqui há tempos, emprestei uns dinheiros a Fulano, mas como o gajo andava um bocado à rasca, perdoei-lhe parte da dívida.” Algumas pessoas são assim; têm um vocabulário limitado, é verdade, ficam-se por um pedestre “gajo” ou um subterrâneo “à rasca”. Os bancos não são melhores, são só pessoas. [Read more…]
Desta vez, completamente de acordo com Raquel Varela…

Cartoon de: Letícia Carmo
Os grandalhões da energia estão protegidos pelo Tratado Carta da Energia, do qual a UE é signatária, que lhes garante acesso a uma justiça privada e exclusiva (o chamado ISDS) para processarem governos que arrebitam cachimbo. Por uma passadeira VIP, mandam a soberania e a Justiça dos estados às urtigas e vão decidir o assunto lá no aconchego secreto dos quartos de hotel, onde a luz lhes é mais propícia. São os próprios estados que lhes oferecem de bandeja essa possibilidade, para os mimar. Mesmo em estados que se retirem do tratado, como fez a Itália em 2016, ele permanece em vigor durante mais 20 anos. Que tal? Isto é que é ser querido. As milionárias indemnizações exigidas são pagas por nós.
É à luz desta pouca vergonha que Galamba lida com paninhos quentes com a EDP: “A notícia (do BE) é falsa, porque o Governo não deixou cair o que quer que seja; simplesmente não somos o bloco de esquerda e, nestas matérias, importa avaliar base legal para agir”, escreveu o secretário de Estado da Energia, na rede social Facebook.
A base legal, não tenhamos dúvidas, coloca na balança o ISDS; já há um ano, a EDP tinha ameaçado a ele recorrer.
Enquanto os governos (mesmo que se pomposamente se denominem socialistas) encolherem assim a cabeça perante as multinacionais, a Democracia continuará truncada e a Justiça mais do que injusta.
Contra o ISDS pode subscrever https://stopisds.org/pt/
O grupo Cofina, dono do Correio da Manhã, CMTV, revista Sábado, Jornal de Negócios e Record, entre outros títulos, prepara-se para comprar a TVI, num negócio que rondará os 181 milhões de euros e do qual resultará o maior grupo de comunicação social do país.
O mesmo grupo Cofina deve 13,5 milhões de euros às Finanças e à Segurança Social, isto após um perdão de 5,7 milhões do anterior governo, e pediu, já este ano, um plano de recuperação, por não conseguir fazer face a essa dívida. [Read more…]
Segundo notícia recente, a ASAE não detectou nenhuma ilegalidade no fundo de financiamento da greve dos enfermeiros.
O primeiro-ministro classificou as greves dos enfermeiros como “selvagens” e “absolutamente ilegais”. Que me tenha apercebido, não houve um único jornalista que pedisse um comentário ao chefe de governo e jurista sobre as conclusões da ASAE.
Convém, também, não esquecer que o PCP e a CGTP criticaram o modo de financiamento da greve, integrando esta mesma greve numa possível conspiração contra o Serviço Nacional de Saúde. Na prática, pelos vistos, defendem que um grevista só pode sê-lo perdendo o ordenado e, portanto, a capacidade de luta. Mais uma vez, não me lembro de ver um jornalista a pedir um comentário a um representante de qualquer uma destas duas estruturas. [Read more…]
-Bem sei que em eleições há sempre quem interprete os números da forma que lhe convém, procurando exaltar a derrota do adversário, mesmo que não tenha razões para cantar vitória.
-O PSD perdeu a maioria, para governar precisará uma coligação ou acordo pós-eleitoral com o CDS.
-O PS apostou forte na vitória, sonhou que poderia ultrapassar o PSD ou no mínimo construir uma geringonça. Apesar do crescimento, perdeu.
-O CDS viu fortemente reduzida a sua representação parlamentar, apesar de se ter tornado indispensável à formação do próximo governo regional. Perdeu.
-A CDU conseguiu eleger in extremis 1 deputado, o que lhe valeu ainda assim ficar à frente do partido rival à esquerda. Perdeu.
-O BE foi riscado do mapa parlamentar regional madeirense. Foi o grande derrotado, porque além de ter perdido, passou a ser irrelevante.
-O PAN continua irrelevante na Madeira. Perdeu.
-O JPP, partido com expressão na região autónoma, também perdeu 2 deputados.
Predictably, people reacted to the late-night tweets (I had misspelled “douche bag”) with how-dare-you outrage and labeled me a hater and a jealous troll.
— Bret Easton Ellis, “White”Como vos atreveis?
— Greta Thunberg
***
Como vos atreveis (“how dare you?”) a averiguar fatos?

Enfim, podeis retorquir, tal Vieira:


Em suma, tudo como dantes, no sítio do costume.
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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