Mega – agrupamentos: Diretores de escola têm o que merecem.

A Educação não foi ontem tema do Prós e Contra. Lá, no cantinho da Fátima, falou-se de muita coisa, mas não de Educação. De Educação, pouco ou nada ouvi. Fico sempre com a ideia que o cérebro é uma coisa tão interessante, que toda a gente deveria ter um, nomeadamente quando vai à televisão.

A temática dos mega-agrupamentos tem estado muito presente no Aventar nos últimos tempos: a manifestação em gaia que furou o silêncio em torno dos MEGA, as reflexões de Nuno Crato, comentador, sobre o tema,  ou até uma análise entre os MEGA e o trabalho de sala de aula.

Mas não temos visto explanada uma argumentação que tem sido consensual nas escolas: este processo é uma espécie de infanticídio, onde o criador mata o monstro. [Read more…]

Sondagens à portuguesa

O gráfico do Pedro Magalhães mostra como as coisas em Portugal começam a seguir um rumo lógico. Uns sobem, outros não.

A típica demagogia da Esquerda

Ferreira Leite diz que austeridade está a ter efeitos arrasadores

Londres – 2012, as Olimpíadas do Medo

Porta-aviões no rio Tâmisa: parte de pacote que inclui vigilância intensa sobre cidadãos e armas sônicas para dispersar manifestações.

Aparato de segurança nunca visto controlará cidadãos durante os Jogos. Eles terão se tornado cavalo-de-tróia para medidas de controle social? [Read more…]

Diz-me com quem andas

Secretas: Deputado Ricardo Rodrigues solidário com Silva Carvalho

Marcelo e os Marcelóides

Ouvi, no Domingo, Marcelo Rebelo de Sousa tecer considerandos que chovem no que tem molhado e humidificam o facto conhecido de que não gosta de Miguel Relvas: repetiu que o ministro “é um peso nas costas do Primeiro-Ministro”; “está descredibilizado” e deveria sair pelo próprio pé.

Continuo a insistir neste ponto singelo: independentemente das díspares versões que Relvas tenha tido em oito dias acerca do coito mais ou menos íntimo com o bicharoco-alternadeira Jorge Silva Carvalho, convém que Marcelo e todos os demais marcelóides de caninos em riste percebam que se a credibilidade de um político fosse aferida a partir da inconsistência discursiva ou das variações de formato e versão, o palavrório do Filho da Puta Supremo Abichador de Comissões em Negócios Ruinosos para o Estado Português até era bastante consistente e nem por isso subsistem dúvidas acerca do respectivo fundo reles a vários níveis devastador para o País. Donde, se o Regime português, tal como o conhecemos e concebemos, não quer colapsar ao menor sopro, o melhor é deixar de consentir na impunidade dos seus corruptos da política, auto-exilados ou com lata para a deputação, deixando de ter no cume da Justiça títeres em vez de homens desassombrados e livres. Títeres em compromissos de covardia, títeres em submissões ultracaninas a eminências pardas cujo verniz merdífero cumpre raspar.

Esta novela Relvas não passa de um desfile de cínico, uma vírgula, um arranjo e uma agenda lateral que fazem bocejar.

Homo Sapiens

Filme-documentário em francês, realizado sob a supervisão de Yves Coppens, que retrata a longa evolução do ser humano até ao Homo Sapiens. O filme vai contando a história de sucessivas gerações que se encadeiam e que chegam mais longe, sempre mais longe do que os seus antecessores. A parte final (cerca de 20 minutos) aborda já os tempos do Neolítico e da domesticação das primeiras plantas e dos primeiros animais – eis o momento ideal para iniciar a 2.ª unidade do programa do 7.º ano, As sociedades produtoras.
A versão que apresentamos hoje inclui alguns comentários técnicos e não tem legendas. Em breve contamos pôr on-line o filme original legendado em português.


Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.1. – As sociedades recolectoras
Unidade 1.2. – As primeiras sociedades produtoras

Marão

Um burro coberto de ouro será sempre um burro


«Em nome da Selecção entrego-lhe esta camisola e convidamos você para ir assistir a um jogo, tá?» (Cristiano Ronaldo dirigindo-se ao Presidente da República)

Demos um passo em frente

Passos Coelho diz que os portugueses já não estão à beira do abismo.

Afinidades electivas

Para além das afinidades azuis, passo a partilhar com o André Azevedo Alves o mesmo desejo de uma vitória do Syriza nas eleições gregas. Ele como antídoto, eu como medicamento.

Pese essa diferença, estamos habituados a ganhar.

Escreveu um comunicado porque ao vivo não disfarçava a gargalhada

Olivier Rehn acredita que Portugal regressa ao crescimento positivo no próximo ano.

Obama, o cibersuicida

E se o Irão contra-ataca?

Um “liberal” chama os coronéis

O pânico perante a possibilidade de os gregos votarem à esquerda faz sair os pinochetinhos do armário.

Terapia do riso

Abriram as portas dos manicómios

Robert Benmosche, presidente da maior seguradora mundial, defendeu que a idade da reforma  terá de se estender até aos 80 anos. A este ia-lhe mesmo ao focinho, merece.

Ministro italiano a favor das eurobonds

Corrado Passera, ministro do desenvolvimento económico, infraestruturas e transportes é mais um dos apoiantes das eurobonds, pelo menos na sua nova versão “project bonds”.
Numa passagem recente pela LSE, numa palestra intitulada “Austerity and growth: time to shift gear“, Corrado Passera aponta a Itália como mais um país ao lado dos que consideram importante a Europa ter uma emissão comum de obrigações.

“the idea of project bonds and better, stronger use of european investment bank is certailny the right direction [to go]”

Merkel vai aos poucos ficando isolada (nem os seus conterrâneos lhe valem) numa Europa que segundo as palavras deste ministro tem sido gerida de forma insuficiente.

“(..) Europe is beeing managed in a disapointed way in many respects (..) certainly the greek crisis, the sovereign debtcrisis is not being managed has it should (..)”

A ilusão do trabalho barato

João Miranda não tem estofo para admitir que o desemprego é propositadamente elevado para que os salários baixem. Chama-se mercado de emprego, e foi intervencionado pelo estado com todas as leis para um despedimento cada vez mais fácil da última década.

Objectivo: acumulação de capital (e medo social). Ilusão: que esse capital será investido (e que o medo terá efeitos prolongados). Destino óbvio: fuga de capitais para um paraíso qualquer, que mal a Espanha demonstre estar apenas um ano atrasada em relação a Portugal a Europa fica deserta de investidores. Nem a dívida alemã escapa.

(e já agora: mesmo um ex-quadro menor da Goldman Sachs é alguém que trabalhou para uma associação de malfeitores; o que há é muita gente a fingir não dar por isso)

a terra para quem gosta dela

Entendo que a virtualidade canse, e que vos dê gosto meter as mãos na terra, e rebolar nus por uma ladeira, cada um expressa a sua vitalidade como entende, mas comigo é que não vale a pena contar. Lamento muito, eu também tentei, mas não lhe vejo a graça. Depois de uma tarde de enxada, formigas, minhocas, sol impiedoso e dores nas costas cheguei à conclusão de que a agricultura não é para mim.

Se estamos a falar daquela versão benigna, que é o vaso na varanda, controladinho, metido no seu sítio, ali à espera do regador, sem bichos maiores que formigas, sem enxadas nem ancinhos, lá nos vamos entendendo. Também tenho as minhas beringelas, também tenho o meu alecrim, e umas flores muito bonitas que só floriram no segundo ano e por essa altura já eu me tinha esquecido do que lá tinha plantado, de maneira que não sei como se chamam nem falta faz. Tenho e rego, às vezes esqueço-me mas depois compenso, e salvo algumas espécies que não vingaram a coisa até nem tem corrido mal. [Read more…]

Difícil de Digerir

O almoço caiu-me mal. O bacalhau gratinado estava jeitoso, mas a mistura de notícias ouvidas e vistas na TV, acompanhadas do Jornal de Notícias, deixou-me mal disposta.

121 mil euros é o que a FPF vai pagar pela estadia da Seleção no Hotel Remes (Opalenica, Polónia), ou seja, 8.120 euros por noite (a FPF já tinha o hotel reservado desde outubo de 2010- que organização!!) e a Fundação Champalimaud ofereceu hoje um almoço às estrelas. Há dias, os nossos jogadores «perderam» tempo a «provar» os fatos oficiais para o Euro 2012 desenhados pela estilista Fátima Lopes … tempo que teria sido muito útil se investido no treino para o jogo com a Turquia no passado sábado…

À mistura destas notícias, o outro lado da moeda portuguesa: a dívida pública irá atingir os 118% do PIB em 2013.

É difícil engolir tanto esbanjar de dinheiro quando o país está neste estado…

O dinheiro gasto com o Euro 2012, antes, durante e depois, sei lá, não podia ser canalizado para outro lado? (Fala uma leiga em futebol e assuntos da FPF…).

«Seleção Portuguesa de Futebol não participa no Euro 2012: Vitor Gaspar e a troika não permitem despesas supérfulas». Como eu gostava de ver isto!!

E para terminar… Vejo menos bandeiras de Portugal nas varandas, comparativamente a 2004. Por que será??

Uma seleção rica representando um país paupérrimo…

Estes tipos foram eleitos por quem!?

Troika pede mais medidas para flexibilizar o mercado de trabalho

Mais dinheiro para os bancos!

Estado vai pôr até 6650 milhões de euros em três grandes bancos.

Bruce Springsteen no Rock in Rio Lisboa 2012

Bruce Springsteen subiu ao palco do Rock in Rio Lisboa 2012 e, com ele, boa parte da história da música popular americana, a começar pela e-street band sem o mítico saxofonista Clarence Clemons (falecido há um ano, agora substituído pelo seu sobrinho Jake Clemons) mas onde ainda pontificam Steve van Zandt, Nils Lofgren, Roy Bittan, Max Weinberg, Garry Tallent e Patti Scialfa (que não actuou neste concerto).

Spirit in the Night foi um dos momentos altos do concerto

 e o início foi assim [Read more…]

Corta Relvas

Crato atacado

Chegou a vez do Ministério da Educação e Ciência.

Estilo rasca

Homo Erectus, Planeta dos Homens-Macaco – Batalha pela Terra

A evolução do Homo Erectus ao longo de milhares de anos. Vale a pena fazer um esforço e traduzir algumas partes deste episódio e do outro da série.
[
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.1. – As sociedades recolectoras

Viva o arroz de tomate

Coelhinho se eu fosse como tu

tirava a mão da TROIKA e metia-a no…. Co….elhinho, se eu…

 

Kalu, dos Xutos e Pontapés, no Rock IN RIO.

Depois dos James, os Xutos…  O que irá dizer o Boss?

O direito ao sucesso não tem retorno. É eterno.

Paulo Guinote saiu do Umbigo por um dia e tem um “post” no público (sem link porque, por agora, só está disponível na versão em papel) que questiona o espaço da avaliação nas aprendizagens dos alunos, procurando refletir sobre as consequências de ter uma avaliação das aprendizagens distinta da avaliação de outro tipo de dimensões, nomeadamente das atitudes.

Sou, à Esquerda, dos que não tem qualquer problema em assumir que a Escola Pública de hoje não está a prestar um bom serviço aos mais desfavorecidos porque não lhes está a exigir o que eles têm que dar, sendo que também não tem tido, a escola pública, politicamente, as condições necessárias para o fazer.

Como o Paulo, também acho que hoje, pelo menos até ao 6º (realidade que conheço melhor), “se eles se conseguirem sentar e comer à mesa, passam.[Read more…]