O Professor Fati arranja e mantém emprego… é deste homem que Pedro Passos Coelho precisa lá em Massamá. Ainda por cima, facilita os pagamentos…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O Professor Fati arranja e mantém emprego… é deste homem que Pedro Passos Coelho precisa lá em Massamá. Ainda por cima, facilita os pagamentos…


…meditação de docente perante discente…no começo do ano escolar… a uma pequena que nunca foi a escola antes deste dia
É com uma certa tristeza que vos digo isto. É com stress e melancolia. É a lamentar não poder ser poderoso perante vós. É a pensar que é bem possível que eu seja um senhor do mundo em frente dos pequeninos. É a reparar que, por vezes, a vida nos [Read more…]
O senhor Bastonárioda Ordem dos senhores doutores médicos ao ver que o senhor ministro queria tocar nas intocáveis despesas do SNS, veio muito depressa a terreiro defender mais um imposto, este numa área que lhe é muito grata.
Assim, defende o senhor Bastonário da Ordem do senhores doutores médicos, que com mais este impostozito, já não seria preciso fazer cortes nos serviços, já que quem come comida de plástico iria pagar o que os senhores doutores médicos não entendem dever poupar.
E até parece que há por aí paises que já implementaram sem sucesso uma medida semelhante e outro que a vai concretizar agora.
A ideia do Bastonário da Ordem dos Médicos de aumentar o IVA da comidinha rápida e gordurosa apenas pecou por ter sido apresentada ao ministro errado. Paulo Macedo tem mais que fazer, rebentar com o SNS parecendo que não dá muito trabalho.
Tivesse apresentado a proposta a Pedro Mota Soares e aposto que este teria logo feito contas à vida: ora crianças magrinhas, cabe mais uma em cada sala dos infantários, velhotes sem obesidades, podemos empilhar mais uns três em cada lar, hambúrgueres mais caros vendem-se menos, passam de prazo, dão-se aos pobrezinhos … só vantagens, é claro.
Depois do êxito que foram as apresentações no Palácio de Laguares, a Teatros Precários & Co. volta a apresentar “Avenida à Rasca 193 – O Condomínio Mistérico” de Luigi Abbondanza e A. Pedro Correia às 5ªs, 6ªs e Sábados durante o mês de Setembro, sempre às 23.30h. A não perder estas apresentações, provavelmente as últimas em Lisboa.
As primeiras vítimas do acordo ortográfico iniciaram a penitência por estes dias. Tinha de sobrar para os professores, o Paulo Guinote foi dos primeiros a sofrer o choque das letras desaparecidas.
O assunto já fez correr muita tecla no Aventar (ler a categoria acordo ortográfico) e a seu tempo deixei o meu nim: se a língua portuguesa deve ser unificada tanto quanto possível, que o seja a sério, e adivinho no horizonte uma reforma ortográfica. Além disso o vocabulário nacional foi feito por quem fala a norma dos gabinetes, cortando consoantes mudas que não o são, tipos em delírio pensando que a malta diz fato por facto, quando é um facto que quem nos ensina a falar também são as letras e não as etimologias que só vivem na cabeça da erudição mais bacoca. Pessoal ao nível do génio que colocou este ano os professores obrigados à imposição de uma norma quando a maior parte dos manuais ainda está na outra.

Ora isto tudo é muito giro, mas na vida real a dialéctica gajo da esquerda revolucionária mas muito conservador numa data de coisas ameaça-me com psico-avarias potencialmente graves. Salvação? viva a tecnologia: existe uma ferramenta, gratuita, para os três sistemas operativos, onde se mete um ficheiro na norma antiga e sai um novo na norma em que agora sou obrigado a escrever profissionalmente. Tenho testado, funciona e recomenda-se. Descarrega-a, e evite escrever nas duas ortografias, o que convida ao erro e à dupla personalidade, para isso já temos dialécticas que nos cheguem na vida (por acaso o c da dialéctica é dos tais que não estão lá a fazer nada, mas o hábito também faz a escrita, e a idade não perdoa).
Em artigo de opinião sobre a intenção de o Governo privatizar algumas empresas, nomeadamente a RTP, o CEO da Ongoing afirma que “há privados que, não sabendo gerir as suas empresas, querem que seja o Estado a assegurar-lhes a sobrevivência”. Nuno Vasconcelos esclarece que “a Ongoing não vai à privatização da RTP – porque a televisão da Ongoing é a SIC”.
Pois é, a teoria dos corredores das más-línguas era tão simples e simplista como isto: O Nuno Vasconcelos da Ongoing queria um canal de televisão. O Ministro Miguel Relvas queria privatizar a RTP. Estavam feitos um com o outro. É muito português falar do que se não sabe…
A Ongoing já está na televisão e quer, quando muito, ser maioritária na empresa que é, também, sua: a Impresa. Sendo a Ongoing uma das principais accionistas da Impresa, a privatização da RTP é um pau de dois bicos. A privatização da RTP terá como consequência natural (é o mercado) uma desvalorização do valor da Impresa e da Media Capital. Sobretudo, tendo em conta as audiências dos últimos 12 meses, sofre a Impresa.
Sendo Nuno Vasconcelos accionista da Impresa, se fosse à privatização da RTP teria de vender a sua quota e ninguém gosta de vender em perda…Mais, é mais fácil e barato recuperar a SIC para níveis de audiência do passado do que colocar a RTP financeiramente viável.
Obviamente, para quem conhece o mercado e as personagens em causa (Impresa/Balsemão vs Ongoing/Vasconcelos) a tentação de acreditar que a Ongoing quer a RTP até podia colher: Balsemão e Vasconcelos não se vão entender e seria mais simples a este último vender a sua participação (22,8%) e partir para a aventura RTP. Errado.
Enquanto as virgens (ofendidas ou suicidas) andam entretidas a tentar fazer a cama a Miguel Relvas com a desculpa, falsa, da guerra Ongoing-Impresa, temos dois players internacionais e um nacional interessados, esses sim, na privatização da RTP a rir às escondidas.
Pelo andar da carruagem e com tanta gente a continuar a desempenhar o papel de idiota útil, sobretudo certa esquerda e imprensa, temo que chegou a hora das hienas. Como sempre, no fim elas vão continuar a rir e os idiotas vão chorar e muito…
Os bancos portugueses estão aflitos com a chegada da troika aos seus balanços. Afinal, o dinheiro que lhes falta para financiar a economia está nas mãos de alguns, poucos, grandes clientes que o pediram para comprar acções que agora não valem nem metade do que custaram.
Isabel Tavares in Sou tão rico, não era? Dívida supera mil milhões
Também já vi este filme, conhecido entre uns por Investir no Mercado Bolsista Através do Crédito e por outros chamado Jogas na Bolsa e Quem Se Lixa Sou Eu.
A simples ideia de um banqueiro emprestar para comprar um papel, agora nem o papel existe, arrepia-me desde que li umas coisas sobre 1929. Quem vai agora emprestadar aos bancos também sou eu, no meu vencimento anual e nos gastos de todos os dias.
Que culpa temos de as acções terem descido, se quando subiram nada ganhámos com isso?
O actual governo quer acabar com o estado paralelo. Disso ninguém fala. Aqui vai o resumo do documento público em causa:
Em consonância com o PAEF, o Governo reconheceu, no seu programa, a urgência da redução do “Estado Paralelo”, normalmente identificado por institutos, fundações, entidades públicas empresariais e empresas públicas ou mistas ao nível da administração central, regional e local, definindo que nos primeiros 90 dias de governo, com base num levantamento da dimensão deste “Estado Paralelo” serão definidas as opções de extinção, de reorganização, de privatização ou de reintegração na administração direta das entidades que o constituem, sempre visando uma melhoria dos processos e simplificação das estruturas organizativas consideradas dispensáveis, de dimensão excessiva ou cujas tarefas e funções se encontram sobrepostas na estrutura do Estado, e introduzir alterações legislativas necessárias para melhorar a sua monitorização e operação.
Esta ação deverá estar concluída até final de Dezembro de 2011 e com base nos seus resultados a administração (central, regional ou local) responsável pela entidade ou pelo seu financiamento tomará as decisões consequentes com a avaliação, até final do segundo semestre de 2012, em conformidade com a lei, tendo em vista a racionalização do número de entidades. Até Julho de 2012, e com o resultado do levantamento, serão adotados novos regimes jurídicos para os diferentes tipos de entidades, definindo as regras aplicáveis à sua criação, funcionamento, monitorização, reporte, avaliação do desempenho e extinção, aumentando o controlo sobre essas entidades.
Dizia Churchil que a democracia é o menos mau dos sistemas políticos. É verdade. Tem defeitos e falhas, como tudo o que é humano, mas tem vantagens incontestáveis sobre as ditaduras. Também se diz que a democracia é um sistema político caro porque as suas decisões obrigam a debates e consensos, não são tão rápidas como as imposições das ditaduras. É igualmente verdade. Mas a crítica, unilateral, vem dos que não querem ter o trabalho de pensar pela sua cabeça, de participar activamente na coisa pública. Exige civismo 365 dias por ano, 24 horas por dia. É uma vocação de bem comum, de solidariedade, de construção cultural assente em liberdade e respeito pelo próximo.
Todo o ser humano tem direito à educação, à saúde, à habitação, ao trabalho, à livre expressão dos seus pensamentos, à associação na defesa dos seus legítimos interesses – seja qual for a sua raça, religião, sexo, orientaçao sexual, opção política e país de origem. Não é preciso ser crente ou pertencer a uma religião para se saber que é assim. Basta ser decente. [Read more…]
Um ciberataque a várias páginas institucionais começou esta manhã. Vítimas: psd.pt | ps.pt | cds.pt | sis.pt | idn.gov.pt | bolsa.sic.pt | http://www.parlamento.pt | ceger.gov.pt
Aparentemente trata-se de um ataque de negação de serviço.
O ataque partiu do grupo LulzSecPortugal, que deixou o seu manifesto também em formato vídeo:
a nossa equipa internauta, é um esforço além fronteiras e a consequência de todos os movimentos em uníssono. vamos provocar comichão aos governos on-line, e mostrar-lhes o que é um choque tecnológico quando nos privam dos nossos direitos.. da nossa privacidade e até mesmo da nossa humanidade. é por isso que temos como alvo as primeiras instituições corruptas a conhecer as nossas frotas e vão estar sobre ataque nos próximos dias. pelas ilegalidades que cometem ao nosso povo, e pela destruição gradual da Constituição Da República portuguesa. mas a revolução nas ruas, depende de ti, e dos teus. a revolução não passa na televisão.
Verdade se diga que descobri a notícia pela página online da TVI. O resto da comunicação social ainda não acordou.
O João Miranda enumera várias das razões porque as secretas devem muito simplesmente acabar. E nem sequer pede a sua privatização. É certo que tanto o Ricardo Alves como o João Lisboa têm feito a mesma demonstração exaustiva. Mas faltava a cereja para compor o bolo.
Alguns desalbergados do espanhol, e não só, entrincheiraram-se no Forte Apache. Acho muito bem: se há governo, que haja quem o defenda. A presença do nosso Fernando Moreira de Sá dá-me para já a garantia de que pelo menos no futebol temos coisas a comemorar juntos. Nada como uma faísca para incendiar a pradaria.
Rakia @ Arredas Folk Fest, Tregosa-Barcelos, 2011.
Esta segunda-feira, a partir das 13h, arranca o novo blog “Forte Apache”.
Sim, nas margens de um dos rios mais intocados de Portugal – o Neiva – , e a marcar a fronteira entre Barcelos e Viana do Castelo existe uma terra chamada Tregosa; a dois quilómetros fica a estação de comboios de Barroselas e lá desembarcaram uns quantos forasteiros a caminho da 3ª edição do Arredas Folk Fest. Foi este fim de semana, foi grátis, foi óptimo. Foi qualquer coisa…
Depois de ver na televisão e ler o artigo acerca da presença de Mário Soares na universidade de Verão do PSD, tirei algumas conclusões bem preocupantes e espero que Portugal não tombe da ponta do penhasco para o abismo.
Já disse que estamos na ponta do penhasco para cairmos de cabeça para o abismo e este sentimento leva-me a pensar que uma nova revolução não vai tardar e desta vez não vai ser com cravos e com os oculta-chamas das espingardas. Desta vez vai ser a doer. Acoitem-se, vem aí o inferno ao vivo.
Os governantes têm que assumir as suas responsabilidades nos erros que cometem. Ninguém os obriga a assumir as funções que desempenham, Não podem continuar a criar situações financeiras irresponsáveis e depois virem a obrigar pela força da Lei a pagarem as suas faltas sem termos culpa nenhuma. [Read more…]
Servem as crises para o exercício do jogo do medo pisando todos os limites. Com um milhão de desempregados pode a legislação laboral regressar 50 anos atrás que ninguém se espanta, e pode mesmo afirmar-se que o objectivo de facilitar os despedimentos é criar emprego que ninguém se ri.
Mas em contrapartida eles também têm medo. Os pirómanos da economia afligem-se com as potenciais chamas nas ruas que construíram. O discurso de Passos Coelho de hoje mistura uma narrativa desse medo com um hilariante anúncio do fim da crise, que até a Drª. Leite já explicou não ter ponta por onde se lhe pegue.
Nas crises ganha quem tiver menos medo, nos momentos decisivos. Ainda é cedo para contar gasolina e agulhetas, e nem dependemos das nossas ruas, mas das avenidas europeias. É um jogo perigoso, sobretudo quando levado ao extremo, como é o caso. Verdade se diga que vaticinei a este governo uma curta duração, e também armado em tarólogo achei que acabava na rua. Dois meses depois não me parece que seja bem assim: pode acabar mais prosaicamente por via das divisões internas da própria coligação, porque começam a ter medo das ruas: ainda ninguém saiu de casa e já se chamam os bombeiros. Em Outubro conversamos.
Precisamos é de um país que fala por si, que mostra a democracia nas ruas.
Francisco Louçã, citado pelo Público
Esta frase é um programa político. Mas os dez milhões de pessoas deste país não falam por si. Há, isso sim, grupos com maior influência e que têm a arrogância de pretender falar por todos. E nas ruas não há democracia. Há pressão política, há violência, há material mediático. Mas confundir isso com democracia é mais do que um erro, é calculismo para ganhar o poder que os em vão evocados “trabalhadores” não deram a políticos como Louçã.
…de Portugal. Acabou-se a Grande Teta, doravante é só tetinhas…
Anda pelos jornais, e um deputado do BE requereu a confirmação ao Ministério das Finanças, uma estorinha que a ser verdadeira transformaria o caso BPN na maior burla da História de Portugal, deixando o Alves dos Reis no capítulo dos meninos de coro.
Em 2006 a Amorim Energia teria pedido um empréstimo de 1600 milhões de euros ao BPN, o qual entretanto não pagou. Ora e de quem é a Amorim Energia? do trabalhador Américo Amorim, da Santoro Holding Financial, da trabalhadora Isabel dos Santos, e da Sonagol. E quem é o accionista maioritário do BIC que comprou o BPN? a Santoro Holding Financial.
Com casos destes na vida real, quem precisa de ir ao cinema?
Compreendo a revolta do nosso Jorge quando pede ao Governo para não cortar mais na despesa porque a sua carteira já não aguenta mais.
Afinal de contas, estava tudo à espera que este Governo se referisse à despesa pública quando fala em cortar na despesa.
Talvez não seja bem assim.
O Governo parece estar preocupado, sim, em cortar na despesa privada. E não há melhor modo para isso do que tirar o dinheiro da carteira das pessoas.
Sem dinheiro o pessoal não gasta. A não ser que peça emprestado e se endivide ainda mais, além do tutano, e se agudize ainda mais a crise financeira e tal e coisa…
Pois…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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