PORQUE ONTEM JÁ ERA TARDE

Este governo é mentiroso
mentiu aos Portugueses quando prometeu que iria governar e governar foi das poucas coisas que não fez;
mentiu aos seus Parceiros quando assinou acordos que, pior que não ter cumprido, já sabia de antemão que não iria cumprir;
mentiu ao Mundo quando anunciou números que sabia não serem verdadeiros.

Este governo é prepotente
o, ainda, Primeiro Ministro, petulante e insolentemente, nunca quis entender que o eleitorado não lhe deu uma maioria absoluta;
o, ainda, Primeiro Ministro tratou os seus Parceiros parlamentares com desdém e desprezo;
o, ainda, Primeiro Ministro, casmurro e caprichoso, nunca quis perceber que o caminho que escolheu estava, claramente, errado.

Este governo é incompetente
este governo nunca efectuou qualquer reforma nas estruturas administrativas, económicas e sociais que permitisse ao nosso País evoluir e enfrentar os presentes desafios em condições de equidade com o resto do Mundo;
este governo absteve-se de governar e, em substituição, limitou-se a pedir dinheiro emprestado e a roubar os Portugueses;
este governo teve um único desígnio que foi a sua própria sobrevivência, esquecendo-se dos Portugueses e de Portugal;
este governo orientou toda a sua actividade em função de operações de propaganda;
este governo nunca assumiu qualquer responsabilidade por nada, mas culpou todos os outros por tudo.

Por tudo isto e porque a continuidade deste governo só hipoteca o nosso futuro, espero que hoje seja, realmente o DIA.

Metamorfose mediática em 6 anos

É hoje!

Avancei há apenas algumas semanas, a propósito da rejeição da desastrada moção de censura apresentada pelo B.E., que Sócrates iria durar provavelmente até Abril. Confesso que me enganei, felizmente acaba hoje o seu consulado, o pesadelo no entanto continuará, é de esperar para os próximos 2 meses uma sucessiva nomeação de boys and girls para todo o tipo de cargos no Estado. Basta ficarem atentos às próximas edições do Diário da República, mas hoje é um dia para celebrar, o fim da era Sócrates. Desconheço qual será o futuro, mas o presente não deixa saudades!

saber

dizem por aí que o saber nunca é demais

Parte de um livro meu em edição….

Queira lembrar o leitor, que denomino tempo à cronologia. Esse, que era delineado enquanto expunha saber. Pense o leitor, que talvez Jack Goody (1973,1976), bem como os seus mestres Meyer Fortes (1938 e 1970) e Evans Pritchard (1962) – todos eles mestres meus também, tenham tido razão ao correlacionar o tempo e a estrutura dos grupos sociais, entre os quais, o doméstico. Como debato em outro texto

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A Partir de 1,100 Euros

Os interessados devem contactar o dono.

O risco de bancarrota nacional

Tanta pró-actividade propagandeada para a nova magistratura; afinal…

Cavaco também está à rasca

 Bancarrota nacional é o óleo endémico-infeccioso com que, no discurso e comentário políticos, se vem ungindo a vida dos portugueses. O cidadão comum, constrangido por problema colectivo sem precedentes há décadas, sente o garrote da ameaça às mais simples condições de vida.

Chegámos, pois, onde chegámos, pela mão de homens, como Cavaco, que, sem  pudor, reclamam hoje a produção de bens transaccionáveis, por eles próprios dizimada. Guterres, a seguir, não ficou atrás, Barroso ajudou Portas a comprar uns submarinos e evadiu-se. Finalmente, temos tido Sócrates, homem sem perfil de estadista ou sequer de cidadão credível.

Por dever democrático, e dado o momento que vivemos, os políticos de partidos que nos governam há 30 anos deveriam declarar, sem subterfúgios, que uma  provável bancarrota fará implodir os sistemas de prestações sociais e salários do Estado, de remunerações do sector privado, da actividade empresarial e ameaçar as  poupanças de muitas famílias, aforradas nos bancos. Isto, para citar apenas um subconjunto de graves incidências.

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Apedrejamento do autocarro do Benfica: a culpa é do ministro

A super-lua foi há uns dias, mas parece que os efeitos só hoje chegaram a Portugal.

Depois de Sócrates ter inventado mais um triunfo e de Cavaco ter vindo dizer que já desistiu de ser PR (pelo menos com este governo), o F.C. do Porto vem comunicar que condena o ataque ao autocarro do Benfica, mas não muito. E enquanto a polícia procura os responsáveis, o FCP diz que não é preciso porque a culpa é… do ministro.

Grande país, cada cavadela, cada minhoca! Será que os anelídeos se podem exportar?

Portugal está melhor que os portugueses

José Sócrates, o eminente químico português, descobriu que Portugal e os portugueses são, afinal, elementos independentes na tabela periódica, sendo, portanto, possível que o empobrecimento dos segundos não afecte a riqueza do primeiro. Deste modo, Sócrates deu origem a um profundo corte epistemológico, contrariando os dados, hoje considerados obsoletos, que levavam a conclusões erradas como a que afirmava que, por exemplo, a operação química denominada “corte salarial” daria origem a uma reacção que, antigamente, era designada “recessão”.

Entretanto, ao contrário do que sucedeu com o urânio enriquecido, as instâncias internacionais não vivem preocupadas com o português empobrecido, considerado um resíduo facilmente reciclável, graças à facilidade com que pode ser transformado em adubo de relva para campos de golfe.

Como todos os visionários que têm razão antes de tempo, o ilustre cientista corre o risco de ser expulso do laboratório onde tem trabalhado nos últimos seis anos. Sócrates já confessou que, neste momento, se sente muito identificado com a figura também injustiçada de Galileu e declarou ao Aventar: “Ó pá, e, no entanto, isto move-se, pá!”

A magistratura activa de Cavaco Silva

O Presidente da República pronunciou-se finalmente sobre a actual crise política. Para dizer o quê? Para dizer que foi tudo tão rápido – aconteceu logo nas primeiras horas e até, pasme-se, nos primeiros dias – que já não tem nada para dizer.

Ainda bem que esta é a magistratura activa. Se fosse a outra nem tinha chegado a aperceber-se de que existe uma crise.

Sócrates, para ex-primeiro só falta o quase

O quase ex-primeiro-ministro José Sócrates anunciou hoje mais um triunfo para o país.

Tem sido assim com Sócrates, o “filósofo”: de triunfo em triunfo até à derrota terminal.

O mesmo tem acontecido com Sócrates, o político: de vitória em vitória até à crise final.

Já Sócrates, o mentiroso, andou de consenso em consenso até ao abandono total.

Por outro lado Sócrates, o ilusionista, apresentou truques de crescimento em crescimento até à recessão real.

Também Sócrates, o provinciano, foi de afirmação internacional em afirmação internacional até ao descrédito local.

E lembremos Sócrates, o engenheiro, de PEC em PEC até ao desespero mortal.

Falta apenas Sócrates, o demitido, a bem de Portugal.

golfar…

Gastar tempo em coisas que não servem para nada

Pelos vistos o Parlamento quer limites à remuneração dos gestores públicos, vai daí aprova mais uma daquelas resoluções que de tão genéricas e subjectivas não servem para nada.

Por exemplo, a proposito do nº de administradores diz que devem ser “considerando-se apenas justificável alargar a sua composição para cinco administradores quando a empresa desenvolver uma actividade complexa e a nível nacional e ou internacional”.
O que quer dizer actividade complexa? Qual o indicador de complexidade que definiram para aplicar automaticamente a todas as empresas de forma a perceber se tem actividade complexa ou não?

Continua a proposito das remunerações dos administradores, “que devem ser definidos níveis de remuneração para os gestores públicos que não podem deixar de ponderar as condições económicas e financeiras do País”.
Isso quer dizer o quê mesmo? Traduz-se em quê? Se o crescimento do PIB e valor da despesa for Y então já só pode haver salários de Z?

Também diz que “A utilização de cartão de crédito deve ser erradicada”… claro é melhor passar para gastos em dinheiro vivo, assim é mais dificil perceber onde é que foi gasto.

Ah! E claro, convém criar uma comissãozita para verificar que isto é mesmo implementado
“O Parlamento propõe ainda a constituição de uma comissão de supervisão do sector empresarial público composta por um membro indicado pelo Tribunal de Contas, um membro indicado pela Direcção -Geral do Tesouro e Finanças e um membro por cada tutela sectorial.”

E agora, que livros vai Cristiano Ronaldo ler?

Morreu um dos grandes portugueses. 90 anos, lúcido até ao fim. Actor, jornalista, escritor. Paz à sua alma e um grande obrigado, Artur Agostinho.

Acelerar até velocidade warp

 Lenha para a fogueira

O reino de Galiza

a galiza de sempre

Parte de um de vários livros meus, escritos sobre Galiza, ao longo de 40 anos de trabalho de campo….este troço é do texto de 1998: Como era quando não era o que sou. O crescimento das crianças, Profedições, Porto…. Texto que contextualiza a vida da filha de Hermínio Medela e a sua mulher, Esperanza Dobarro, a minha colaboradora na Paroquia de Vilatuxe, Concelho de Lalín, Província de Pontevedra Alta: Pilar Medela de Batán.

O reino da Galiza tinha já sofrido diversas invasões. Como nas lembranças sociais de Victoria do Chile, nas de Pilar há também uma memória social que as repete. Mas, ao contrario que no caso de Victoria e os seus pares. Porque para Victoria, a Conquista é

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A Linha do Minho em Barcelos

Gustave Eiffel viveu aqui pertinho dois anos da sua vida. Barcelos, Linha do Minho, 2011.

21 de março, dever cumprido, e comprido

não fiz nem li versos, quanto mais poemas, não plantei nem beijei nenhuma árvore, embora as ame a quase todas, e só não fui discricionário com uma raça qualquer  porque, azar,  hoje não me cruzei com cães, gatos e os humanos não são raça nenhuma.

que alívio.

1965 .- Collection MONDRIAN and POLIAKOFF. Suede coats with knitted sleeves. Mink coats with “Cire”. Single color coats. Two colors knitted tunics and dresses. Dresses homage to Mondrian and Poliakoff. Backless dresses, or belly exposed dresses.

Soldados Americanos posam ao lado de cadáveres

Esta foto mostra o corpo de Gul Mudin, filho de um agricultor que foi morto em 15 de Janeiro de 2010. Um membro da denominada "kill team" posa atrás dele. Esta imagem faz parte de uma colecção de mais de 4000 que o Der Spiegel obteve

Está a rebentar outra história de abusos e desumanidades por parte de soldados nos palcos de guerra do Afeganistão.

Isto serve para lembrar que não existem guerras com honra.

 
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Chora, chora, PS, chora…

O choradinho aumentou de volume, vem aí a berraria.

A culpa? É dos outros. Responsáveis? Os outros. Quem falhou? Os outros. Maus da fita? Os outros, pois claro, nós até queríamos dialogar, queríamos resolver, queríamos o melhor para o povo, os cidadãos, sei lá, os gajos que pagam e não choram muito alto porque o microfone é nosso, deles será a macrofome, quando muito.

Entretanto, buaáááá, mamã Merckel, aqueles meninos já não querem brincar mais comigo, sou tão coitadinho, tão incompreendido, tão injustiçado…

Esta foi a parte que ouvi. Como não tinha tampões para os ouvidos  aumentei o volume da aparelhagem e ouvi um CD. De quem? Dos Deolinda, era o que tinha à mão.

 

Um país falido e miserável

Vejamos: Recessão já este ano, com a economia a perder quase 1 por cento; aumento de impostos sobre o consumo; privatizações antecipadas e alargadas, que é como quem diz, a preço de saldo; prestações de compra de casa vão ter menor dedução fiscal no IRS; autarquias com mais cortes.

Assim de repente, este é um pedaço do PEC IV.

Já sabíamos que o país estava de rastos. Agora sabemos que está ainda pior. Por este andar, vamos mendigar a Espanha que tome conta de nós.

Se os deixassem PECar por aí…

O Fernando Nabais anunciou há uns dias que o Governo iria passar directamente para o PEC 100, evitando todos os outros entre o 5, que se seguiria ao 4, e o 99.
Não acredito. José Sócrates, se o deixassem, teria a desfaçatez de ir por aí fora enquanto o deixassem, produzindo e realizando novos PEC’s, sendo que o PSD funcionaria sempre como o actor secundário. Que, no final de 100 PEC’s, acabaria por receber, sem qualquer outra retribuição, um merecido Prémio Carreira.
Consigo imaginar as medidas que, se o deixassem, Sócrates poria em prática nos próximos 95 PEC’s. Mas há medidas inimagináveis, que acredito que ele também tomaria se o deixassem. Seria fastidioso enumerá-las a todas:

PEC 5 – Aumentar o IVA máximo para 27%.
PEC 10 – Reduzir os salários da Função Pública em mais 20% e exigir igual diminuição no sector privado.
PEC 15 – Aumentar o IVA máximo para 30%.
PEC 20 – Aumentar o IRC para as Pequenas e Médias Empresas.
PEC 25 – Reduzir a taxa de IVA sobre o Golfe para 5%.
PEC 30 – Aumentar o IVA máximo para 40%
PEC 35 – Reduzir em 30% as Pensões Mínimas.
PEC 40 – Acabar com o Rendimento Social de Inserção.
PEC 45 – Reduzir a taxa de IVA sobre o Golfe para 4%.
PEC 50 – Aumentar o IVA máximo para 50%.
PEC 55 – Cobrar Imposto Extraordinário às Pequenas e Médias Empresas.
PEC 60 – Extinguir os Sindicatos.
PEC 65 – Extinguir Confederações Patronais.
PEC 70 – Criar Corporações chefiadas pelas antigas Confederações Patronais.
PEC 75 – Aumentar o IVA dos produtos básicos para 60%.
PEC 77 – Reduzir a taxa de IVA sobre o Golfe para 3%. [Read more…]

Lista de medidas de austeridade

O J. Mário Teixeira fez uma série de perguntas inocentes que não vão ter resposta pelos responsáveis desta trapalhada onde o país está metido.

Para que não reste o mais mínimo resquício de dúvida, sobre quem estou a falar, declaro desde já que estou a referir-me ao PS/D – duas faces da mesma moeda.

Como os dirigentes destes partidos não têm formação nem técnica, nem política para lidar com o problema em que estamos metidos vão fazer apenas o que sabem fazer, isto é, roubar cada vez mais o povo português. E até estão com sorte, não necessitam de usar a imaginação, basta copiar o que os Gregos têm feito com tanto sucesso.

A seguir ao corte podem encontrar a lista de medidas aplicadas pelos Gregos. Esta lista foi traduzida a partir de:

 
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Volta a Portugal em Blogues: A Vida Vista de Anadia

Um blogger que se estreou no Aventar, como convidado, avança com o seu A Vida Vista da Anadia. Em 3 dias já conseguiu que vários democratas se tenham queixado ao Blogger, acusando-o de conteúdos impróprios para crianças. Uma atitude infantil, e a medalha que certifica mais um blogue sem medo de afrontar os poderzinhos locais.

Mais um prego…

PEC 4

Perguntas (i)nocentes

Para o país atingir as metas de combate ao défice, o PSD acha que não são precisos mais sacrifícios e, também por isso, votará contra o PEC IV no Parlamento?
Ou entende que serão necessários mais sacrifícios mas diferentes dos propostos pelo Governo PS? E, se assim for, quais são eles em concreto?
É que face ao atoleiro provocado por este Governo e sendo real a possibilidade do PSD vir, de novo, governar o país, enquanto cidadão e, principalmente, contribuinte, eu gostava de estar esclarecido.

Miguel Sousa Tavares: ignorante, irresponsável, inimputável ou pior?

O conteúdo da última crónica de Miguel Sousa Tavares já foi comentado aqui e aqui. Resumidamente, o cronista do Expresso comete duas inexactidões em duas afirmações, numa ilustração do adágio que diz “cada cavadela, cada minhoca”: os professores recebiam 25 euros por cada exame corrigido e, ao que parece, corrigiam os exames dos seus próprios alunos.

Para lá da necessária discussão sobre as novidades impostas pelo Ministério neste âmbito, fica, mais uma vez, demonstrada a irresponsabilidade de alguns comentadores pagos pelos meios de comunicação social. O mesmo Miguel Sousa Tavares que, ainda há pouco, proferira imprecisões sobre a manifestação de dia 12, volta a falar do que não sabe.

O poder não constitui um privilégio; é, antes, uma responsabilidade. Miguel Sousa Tavares junta a uma formação de jurista uma longa carreira de jornalista. Presentemente, exerce funções de comentador, o que é uma forma de poder. Se é certo que de um comentador se espera, evidentemente, uma opinião, isso não o exime de rigor na busca e na confirmação dos dados em que vai basear essa mesma opinião.

Miguel Sousa Tavares é lido por milhares de portugueses que ainda acreditam que estão a ler as opiniões de um antigo jornalista, ou seja, de alguém que sabe do que fala, de alguém que só fala do que sabe, de alguém que só fala quando sabe. Puro erro: Miguel Sousa Tavares faz um uso irresponsável, eventualmente inimputável, do poder que não sabe merecer.

Aconselha-se, portanto, os leitores do ex-jornalista a fazer, semanalmente, um trabalho que devia ser anterior à escrita e da responsabilidade de quem escreve: confirmar os factos.

o real dos pais – caim e abel

lita pelo lucro que dura uma eternidad, como o dia de hoje

Retirado do meu livro O saber das crianças e a psicanálises da sua sexualidade

Durante anos de textos, em todos eles, como ao proferir conferências, costumo dizer que toda a sociedade tem duas culturas, a do adulto e a da criança e que ambas as culturas estão entrelaçadas e que para entender uma, é preciso entender a outra no seu comportamento e na sua epistemologia. Ao escrever este livro as minhas dúvidas fizeram-me pensar outra vez e hoje eu diria que toda sociedade tem adultos e crianças, hierarquizados pela forma de materializar os seus sentimentos em emoções diferentes, como acontece em diferentes culturas em todo o mundo. [Read more…]

Homens da Luta respondem a Miguel Sousa Tavares

ser escritor

para ser escitor a disciplina é a base do que se quer dizer em palavras

…para o meu amigo Carlos Loures… 

Parece-me que as pessoas pensam que ser escritor é a alegria da vida. Sentar-se numa cadeira ora com caneta e papel, ora com máquina de escrever ou, ainda, com um computador. Pode ser escritor quem viva da sua obra literária, ou escrevedor, quem escreve mal, verbo que roubo ao meu amigo e colega da Universidade de Cambridge, Jorge ou Mario Vargas Llosa.

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Apeadeiro de Aveleda

Apeadeiro de Aveleda, Ramal de Braga, 2011.