O heliocentrismo negado pela aviação e pela estupidez

Fico sempre na dúvida se estes radicais islâmicos são apenas patetas ou se usam argumentos desta categoria para manter os seus correlegionários na infinita estupidez subjacente a qualquer radicalismo religioso. E, como de costume, os piores exemplos acabam sempre por chegar desse nosso estimado aliado que é a Arábia Saudita, a referência maior no financiamento do fundamentalismo islâmico.

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As manobras do poder

À hora a que escrevo, a Carta Aberta de Alexis Tsipras aos Leitores do Handelsblatt e o artigo Não há tempo para jogos na Europa somam entre si 12 mil partilhas no Facebook. Outros textos sobre o que se passa na Grécia são também habitualmente populares aqui no Aventar, indicando, claramente, que os portugueses não estão desatentos quanto ao desenrolar desta crise política europeia.

Há uma bola de neve que começou na Grécia e, tal como aconteceu com a expansão das revoluções da Primavera Árabe, pode tornar-se na avalanche que derrube a hegemonia nórdica, alemã, sobretudo. A popularidade destes textos, bem acima do habitual não só deste blog mas também do panorama nacional, aponta para que não estejamos apenas perante wishful thinking.

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Municipalização da Educação: leituras e bom senso

Continua a bom ritmo o processo de municipalização da educação. Como tem sido hábito, especialmente nos últimos dez anos, trata-se de uma medida imposta pelo governo ao arrepio da maioria dos que trabalham no terreno.

Vale a pena, apesar de tudo, ler o Decreto, especialmente o palavreado introdutório, porque nunca devemos perder uma oportunidade de nos rirmos, mesmo no meio das desgraças. Aqui pelo Aventar, Santana Castilho glosou o tema. O Paulo Guinote tem dedicado vários textos ao assunto (para além dos publicados no blogue, recomenda-se “Municipalização da Educação: uma reforma necessária e coerente?”). O Arlindo, como de costume, colocou vários materiais ao alcance dos leitores, sendo de realçar a Declaração conjunta ANDAEP, CONFAP e FNE sobre transferência de competências para as autarquias (a primeira sigla é a da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, a segunda é a da Confederação Nacional das Associações de Pais, sendo a terceira a da Federação Nacional de Educação). A FENPROF tem uma página especificamente dedicada esta questão.

No que se refere à transferência de competências para as câmaras municipais, o Arlindo comenta “nada disto me parece um bicho papão.” Mesmo que seja verdade, pergunto-me se deverá ser esse o critério para que um governo imponha medidas, seja em que área for.

Finalmente, o Conselho de Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação constituído por directores de escolas, emitiu um parecer em que são levantadas várias reservas ao processo de transferência de competências para as câmaras. Leia-se a notícia do Público sobre este parecer, com direito a contra-argumentação do Ministério.

O leitor sensato pensará “Se eu fosse ministro, iria, no mínimo, ler todos estes pareceres e, muito provavelmente, iria reconsiderar, tendo em conta que provêm de pessoas e entidades informadas e conhecedoras.” O leitor tem, no entanto, um problema: é sensato.

Squealers

Vassalos

Montados nos seus unicórnios cor-de-rosa e financiados pelos interesses que sustentam o regime através dos vários meios que usam para disseminar propaganda orientada para a promoção do liberalismo selvagem e da extrema-direita disfarçada de conservadorismo responsável, onde governos desonestos como o actual vão recrutando mercenários como forma de pagar os serviços prestados na área da “corda” e da manipulação de fóruns da TSF, os ideólogos do regime congratularam-se pela decisão do social-democrata que exerce funções de Provedor do Telespectador da RTP e que saiu em defesa do fundamentalismo jornalístico de José Rodrigues dos Santos e da sua anedótica cobertura das eleições gregas, tão conveniente para com os interesses do seu próprio partido e das pessoas que o colocaram lá. [Read more…]

Confessaram os fatos em Ponta Delgada

Sim. Confessaram os fatos. Em Ponta Delgada. Em 2012, havia exceto. Em 2015, há exceção. Contudo, os fatos mantêm-se. Tudo como dantes. Siga.

fatos

Testa de ferro…

Um cidadão português apresenta amanhã candidatura ao lugar de Chairman da empresa multinacional FIFA, entidade sediada em Zurique, operando sob as leis do direito suíço, detentora dos direitos de organização e imagem da indústria futebol. O local escolhido será o mítico estádio de Wembley, verdadeira catedral na velha albion, pátria do desporto-rei. Um acto simbólico que será correspondido e explorado à exaustão pela imprensa portuguesa, com a dita de referência rivalizando com a cor de rosa, para entusiasmar os parolos do costume em Portugal e também os amigos do Santiago Barnabéu, mais discretos, que desagradados com Blatter, esperam ganhar influência nos bastidores colocando alguém da sua confiança no organismo. Não será fácil e desejo sinceramente que o Real Madrid não consiga levar por diante os seus propósitos de hegemonia do futebol europeu e mundial, com a estratégia de colocar muchachos em lugares chave.

Milícia Cristã

Sim, eles existem. O Estado Islâmico que se cuide!

Sagres, só o promontório

Para quê perder tanto tempo e indignação com aquela água chilra holandesa que dá pelo nome de Sagres? Coitados dos homens, eles têm lá cerveja bem melhor e aquilo é a mijoca que fazem para os portugueses. E como patrocinam o Benfica, devem ter acreditado naquela treta dos 6 milhões, o que faria da sua publicidade merdosa um bom negócio. Marimbem-se nesta cena. E saia uma Super Bock! Ou uma Budweiser.

Nas urgências – uma história sem ficção

Era um dia frio, caía uma chuva miudinha, era véspera de Carnaval e estávamos nas urgências de um hospital público português.

Ao início da tarde, a sala estava cheia, uma mulher dormia, ocupando três cadeiras. A seu lado, deixara um saco de viagem e um par de sapatos de salto alto. O lugar-comum que nos diz que o tempo pára na sala de espera do hospital era confirmado pelo relógio na parede, detido nas 8h21 de um dia já talvez longínquo.

Uma vez passada a triagem, e tendo recebido a pulseira colorida que lhe dita quanto tempo pode dar-se ao luxo de esperar sem que isso lhe perigue a vida, o doente desaparece para dentro da sala de urgências e passamos a só saber dele através do serviço de informações. Ao longo das horas, as informações, sempre telegráficas, confirmam que o tempo é outro. “Ainda não foi visto pelo médico”. “Vai fazer análises”. “Está à espera dos resultados das análises”. “Vai fazer uma ecografia”. “Está à espera que o médico veja a ecografia”. “Está à espera de reavaliação.” Cada um destes breves boletins informativos pode ser intercalado por períodos de uma, duas, três horas.

Na véspera de Carnaval, uma anomalia ditou um boletim informativo intercalar: “Estamos sem sistema”. E sem sistema, significa que tudo pára. Os serviços de informação não sabem informar, os médicos não conseguem ver os resultados de análises e exames. O tempo fica suspenso. [Read more…]

As propostas de António Costa

-São cada uma melhor que a anterior. Enquanto existir dinheiro é gastar à tripa forra. No final, quando o incumprimento estiver iminente, quem vier atrás que feche a porta, os socialistas passam à oposição vociferando contra o governo, U.E. e todos os que apresentarem a factura do costumeiro desvario socialista…

Santana, o ser e o nada

santana lopesNum golpe de génio, Santana Lopes enunciou ontem uma verdadeira novidade teórica que fará tremer os fundamentos do pensamento político e, digo mesmo, filosófico. Segundo ele, a prova de boa governação e a permanente relegitimação do governo, emerge do número de grandes manifestações que não se fazem. Quer dizer: não havendo manifestações, o povo está com o governo. É feliz. Estivesse do outro lado da mesa qualquer cândido cidadão que não o sabido do Vitorino, não deixaria de lhe perguntar se o governo, quando há grandes manifestações, se deveria demitir. Mas parece que, no seu tempo, ambos faltaram às aulas de lógica.

Paga, Zé

A bronca da falência do Europarque – lá voam mais de 30 milhões dos nossos impostos – é uma espécie de tragicomédia que representa, metaforicamente, a aliança entre os maus governantes e piores empresários que têm conduzido os destinos do país – com o assentimento e/ou cumplicidade de muita gente, diga-se em abono da verdade. Que se dispõe a continuar, segundo se nota pelas últimas sondagens.
A propósito: masoquismo é uma tendência ou prática parafílica, pela qual uma pessoa busca prazer ao sentir – com um pensamento, uma situação ou um acto – dor ou imaginar que a sente. Por isso, para muitos, o que estamos viver não é uma crise, é uma verdadeira orgia. E, pelos vistos, não falta quem queira continuar.

A funda

david e golias
Não faltam, nestas e noutras páginas, referências comparando o confronto entre a Grécia e o directório comandado pelo governo alemão ao mito de David e Golias, usado como atraente metáfora. Acontece que a lenda do Livro de Samuel passa-se depois de a conversa ter acabado. Já não havia negociações. Era o momento. Por isso, o jovem David não perdeu tempo e partiu, com sucesso, para a calhoada. Quer dizer, se nos agrada a imagem, fiquemos cientes de que ainda não chegamos a esse ponto. Mas não faltará muito. A ver se o nosso David consegue.

O duo

Terças-feiras na SICN. As noites impagáveis em que dois putativos candidatos à presidência da República concorrem em poses de estadistas, olhos postos no infinito, queixo levantado, discurso tentando parecer sábio e profundo (ma non tropo, senão a malta muda de canal), análise de alcance planetário. ar de quem sabe algo que todos nós ignoramos. Santana e Vitorino, os candidatos que querem ser candidatos no lugar dos candidatos. O futuro augura-se auspicioso.

Enganado por banqueiro burlão

um drama com Ricardo Salgado.

Are you following this, America?

Óptica! Óptica. Sim, exactamente: ó-p-t-i-c-a.

Como diria o John Cleese: The clue is in the title.

Se ‘foot’+’ball’ = ‘football’, então ‘ó’ + ‘p’ + ‘t’ + ‘i’ + ‘c’ + ‘a’ = ‘óptica’.

E óptica ≠ ótica.

Sim, é extremamente simples.

óptica

Jaime Fernandes, o countryman

JAIME FERNANDES PROVEDOR DA RTP - SÓCIO DE LUIS MONTEZ - PAVILHÃO ATLANTICO

O provedor do telespectador da RTP acha que Rodrigues dos Santos fez uma boa sopa de leite, perdão: um bom trabalho na Grécia.

Jaime Fernandes, antes de ficar com o Pavilhão Atlântico privatizado, foi durante décadas a voz off dos tempos de antena do PSD. E antes disso um locutor de rádio que gostava muito de música country.

É indecente não ter, antes de responder às críticas dos telespectadores, feito a sua declaração de interesses, assim tipo, bem, eu sou suspeito, porque gosto muito de música foleira norte-americana.

Agora é a minha vez…

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Ainda não é desta que me irei pronunciar sobra a Grécia. Como dizemos em África, há que deixar correr o marfim… Mas indignou-me o noticiário das 14h na SIC-N. Federica Mogherini visitou Portugal, foi recebida por Rui Machete, a estação televisiva avançou para o Palácio das Necessidades, aturei quase 5 minutos do discurso do ministro e quando me preparava para ouvir a voz da senhora, qual Varoufakis qual quê, esta senhora deve ser o político europeu mais interessante nos dias que correm, que me perdoem os amigos aqui do blog, as senhoras até compreendo, mas de facto queria ouvir a voz da responsável europeia da política externa. Ainda por cima italiana. Depois admiram-se que os cidadãos estejam cada vez mais afastados das instituições europeias. A culpa é da comunicação social. Quando um político tem algo a dizer, um cidadão interessado como eu se predispõe a ouvir, o máximo que oferecem é um canastrão, sem que consiga recordar uma palavra ou sequer o assunto da conferência. Salvou-se a foto, ou pelo menos metade. Neste caso, prefiro a esquerda à direita…

Congresso do PS em 1975

Mário Henriques

Mário Soares: Nós queremos lutar contra a burguesia.

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O ultimato alemão

Conferência de imprensa de Yanis Varoufakis depois da reunião do Eurogrupo (16/02/2015). Em vez de se ler recortes criteriosamente seleccionados pela comunicação social, é de ouvir as declarações integrais do próprio (em inglês), bem como a sessão de perguntas e respostas.

Ouvir por exemplo que o governo grego estava pronto para assinar um documento de extensão do programa a troco de algumas condições, tais como não haver mais cortes das pensões mais baixas e não haver aumento do IVA durante esse prolongamento.  Mas esse documento foi retirado minutos antes da reunião do Eurogrupo começar, tendo sido trocado por uma versão anterior, da passada quarta-feira, no qual os gregos estavam a ser pressionados para assinar não uma extensão mas sim um novo programa, onde era pedido “alguma flexibilidade” nos cortes, sem explicitar.

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SSchäuble, ordem para matar

E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas.
E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.

Apocalipse 8:10-11

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E à terceira semana cessou o fogo de artifício (do cachecol à ausência de gravata, passando pela mentira dos arbustos), e a extrema-direita apontou a artilharia pesada. Paulo Rangel explica tudo hoje no Público, com uma franqueza exemplar: “O caso mais glosado, mas que não é sequer o mais iminente, é o do contágio dos extremismos de esquerda“.

Traduzindo: há que dar uma lição à esquerda grega, antes que pela Europa fora, a começar no estado espanhol, a esquerda comece, ó horror, a ganhar eleições. A ser irresponsável, como já afirma um monte de excrementos chamado SSchäuble, decidido a brincar à blitzkrieg sem força aérea.

Assim se demonstram vários factos, para os quais muito distraídos andamos: quem governa a Europa não é a direita, mas uma extrema-direita, ordo ou neoliberal, que quando sente ameaçado o edifício totalitário que subtilmente construiu e se chama federalismo, não hesita em mandar às urtigas o direito dos povos ao voto livre, que já não o era numa sociedade onde a informação é controlada pelo poder económico, mas fica assim bem claro como nunca o foi. [Read more…]

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990?

Ou seja, “para no próximo sinal amarelo” e “em risco para o clássico”? Ah! “pára no próximo sinal amarelo” e “em risco para o clássico“. OK. Siga.

Os sítios e os nomes

Finalmente, após um longo – e, certamente, sábio – silêncio no que diz respeito a propostas concretas, António Costa irrompe, firme, com uma das ditas. Dar o nome de Humberto Delgado ao aeroporto da Portela. Compreendo o embaraço das outras bancadas. É difícil e mal compreendido fazer oposição a este tipo de proposta. E, note-se, não duvido da boa vontade dos proponentes nem da sinceridade da sua consideração pelo homenageando. Mas reparem: quando se fazem estes exercícios de toponímia, que consistem em substituir um nome ou referência tradicional e popularmente consagrados por novas designações – independentemente dos méritos dos homenageados -, raramente o novo nome se sobrepõe ao antigo na fala popular, o que reverte em prejuízo da intenção com que a alteração é feita. Portela, continuará a ser Portela, excepto nos comunicados oficiais e, eventualmente, nas notícias da Imprensa. E, aqui, surge a segunda objecção: é que raramente se ouve ou lê uma boa notícia quando se fala de aeroportos. “Avião aterra de emergência no aeroporto Humberto Delgado”, “aviões desviados, devido ao mau tempo no H.D.”, “avião retido com grave avaria no H.D.”, ” ameaça de atentado no H.D.”, “avião despenha-se após descolagem no H.D.”, “voos adiados e caos no H.D.” e por aí fora, estão a ver a ideia.
Abreviando: esta é mesmo a melhor forma de homenagear alguém?

Aguentas Ulrich?

Caixabank lança OPA ao BPI.

É demais

Depois de suportar as baboseiras dos governantes alemães e portugueses (ah! a harmonia entre os pequenos e os grandes filhos da puta, como diria o Alberto Pimenta), após ser massacrado pela cáfila do Eurogrupo, o governo grego foi – oh, inclemência! – vítima do apoio do Alberto João. Irra, que há dias de azar!

Não há tempo para jogos na Europa

Yanis Varoufakis

Yanis Varoufakis

ATENAS— Escrevo este artigo à margem de uma negociação crucial com os credores do meu país — uma negociação cujo resultado poderá marcar uma geração, e tornar-se mesmo um ponto de viragem quanto aos efeitos da experiência da Europa com a união monetária. [Read more…]

Era uma vez um primeiro-ministro desorientado

Manif Grécia

Foto@Expresso

Quando questionado pelo jornalista Rui Pedro Antunes (DN) no rescaldo da vitória do Syriza nas legislativas gregas, a eurodeputada do BE Marisa Matias referiu que “finalmente Portugal terá um primeiro-ministro que o defende no Conselho Europeu“. Concordo com esta premissa e só lamento que esse primeiro-ministro não seja o português. Esse já há muito demonstrou que as suas prioridades são a Alemanha, a corte e os boys do seu partido e a sua agenda ideológica além-Troika. E à medida que o cerco anti-austeridade se aperta e o vazio de ideias se avoluma, pouco mais restará a Passos Coelho do que esconder-se debaixo das saias de Angela Merkel, refém da sua própria inércia.

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O resultado é sempre o mesmo

O capitalismo pode ter inúmeros defeitos, mas sempre que um país muda rumo ao socialismo, inevitavelmente acaba falido. É uma questão de tempo…

O Egito, o Egipto e o Estado Islâmico

Exactamente: o Egito e o Egipto. Efectivamente.

o egito e o egipto

 

O infiltrado fascista

Petro Poroshenko

Fico sempre muito comovido quando assisto a declarações do milionário ucraniano que os EUA adquiriram para servir os seus interesses nos jogos de poder em curso fronteira russa, posteriormente convertido em presidente da república daquele triste país transformado em ringue de boxe por russos e ocidentais. Como se já não chegasse serem governados pela extrema-direita que, apesar de extremamente violenta e perigosa, não desperta a obsessão pelo uso dos termos “radical” e “extremista” por parte dos Josés Rodrigues dos Santos desta vida, os ucranianos têm também que aturar este mercenário alinhado com os neonazis no poder chamado Petro Poroshenko.

Depois do encontro em Minsk, e de Poroshenko ter imediatamente afirmado não acreditar que o cessar-fogo entre forças ucranianas e separatistas pró-russas fosse respeitado, a verdade é que, à excepção de pequenos incidentes que se verificaram durante o fim-de-semana, os beligerantes parecem estar empenhados em cumprir o acordo assinado na capital bielorrussa, o que poderá complicar os planos de imposição da tão pretendida lei marcial por parte dos fascistas ucranianos. A NATO vai ter que esperar.