Hoje, através da Folha de S. Paulo, ficámos a conhecer esta extraordinária ocorrência:
Nova facção mais violenta se organiza em presídios de SP
Decerto, neste preciso momento, alguns defensores do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 terão ficado estupefactos com tamanha heresia no título de um jornal de referência.
Próclise (‘se organiza’) e ênclise (‘organiza-se’) à parte, eis mais um exemplo da “unidade essencial da língua portuguesa” conseguida através do AO90.
A ocorrência da palavra ‘facção’ na Folha de S. Paulo, como acontece com ‘recepção’, ‘acepção’, ‘confecção’, ‘intercepção’, ‘percepção’, ‘peremptório’ ou ‘ruptura’, demonstra que a aplicação de critérios tecnicamente inválidos, além de afectar a tal “unidade essencial“, é claramente prejudicial para quem não adopta a norma brasileira.
Existem razões para o c de ‘facção’. Aquilo que não existe é motivo para se insistir no absurdo Acordo Ortográfico de 1990.






![Relação das duas dinastias de Correios-Mores do Reino[4]](https://i0.wp.com/aventar.eu/wp-content/uploads/2013/12/relac3a7c3a3o-das-duas-dinastias-de-correios-mores-do-reino4.jpg?resize=640%2C566)














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