
Um acampamento diante do Museu Egípcio. Uma carga de camelos, umas tantas pedradas, dois discursos presidenciais seguidos de uma demissão, uma feira de música e comes e bebes. Afinal de contas, foi isto, a “revolução egípcia”. Os olhinhos dos comentadeiros televisivos brilhavam, quando pronunciaram vezes sem conta, a palavra “revolução”.
Pelo menos até este momento, o Egipto não houve qualquer revolução, tendo-se limitado a um render da guarda militar. Esta é a verdade e nada mais.




A EDP está a investir em coisas giras:
Por acaso, ainda há pouco tempo, também investiu em outras coisas giras:



















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