Tão Lindos, os Bichinhos…


Sou pragmático: defendo o afogamento nas águas progressistas de uma barragem dos ministérios da Cóltura e do Ambiente e a criação, em vez, do Ministério da Felicidade Suprema dos Portugueses. Com um brilhozinho nos olhos e um sorriso de margem a margem…

O pódio mundial do PIB sem Europa

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Com uma evolução de 10,3% do PIB em 2010, a China desalojou o Japão do 2.º lugar da economia mundial – 4,47 biliões de euros é o valor atingido pela economia chinesa, contra os 4,20 biliões do Japão (3,9% de crescimento). Na frente, continuam os EUA com 10,97 biliões.

EUA, China e Japão, e agora por esta ordem, afirmam-se como as três principais economias mundiais, prevendo alguns analistas que, dentro de 10 anos, os chineses venham a arrebatar o 1.º lugar aos norte-americanos.

No pódio do PIB mundial, de Europa nem um leve cheiro. Envelhecido, com um conjunto de economias fragilizadas e socialmente doente, o ‘Velho Continente’ vai-se arrastando penosamente em múltiplas crises. A UE está sujeita às ordens da Sra. Merkel, coadjuvada por Sarkozy; e salpicada, aqui e acolá, pelas aventuras de Berlusconi (o eterno ‘sex symbol’).

Sem estratégia e líderes à altura dos desafios que enfrenta, a Europa está condenada ao fracasso como potência social, cultural e económica. Afasta-se gradual e intensamente do estatuto e papel que já teve no mundo.

10 coisas que parece mal fazer num urinol

As Regras de Etiqueta de Michael Kessler

Ou dito de outra forma, Governo tem desperdiçado 5 milhões de euros em cargos dirigentes

A notícia como vem no DN A tradução feita por um pagador de impostos
Governo poupa 5 ME com extinção de cargos dirigentes

O Governo anunciou hoje que foram extintos nos últimos tempos 100 cargos dirigentes na Segurança Social e poderão ser extintos outros 70 ainda este ano, o que levará a uma redução de despesa de cerca de cinco milhões de euros.
  
“No quadro do Orçamento do Estado, a Segurança Social tem feito um grande esforço de modernização mas ao mesmo tempo tem conseguido reduzir o número de dirigentes sem pôr em causa a qualidade dos serviços prestados”, disse aos jornalistas o secretário de Estado da Segurança social Pedro marques.

Segundo Pedro Marques, a redução de 100 lugares de dirigentes correspondem a uma redução de 2,8 milhões de euros.

A redução foi conseguida à custa de aposentações, não renovação de comissões de serviços e transferência de funcionários para Instituições Privadas de Solidariedade Social, no âmbito de externalizaçõa de competências, como aconteceu com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Governo andou a desperdiçar 5 ME com cargos de dirigentes

O Governo anunciou hoje que manteve nos últimos tempos 100 cargos dirigentes na Segurança Social e que outros 70 continuarão a existir, pelo menos, este ano, o que tem levado a uma despesa de cerca de cinco milhões de euros.

“No quadro do Orçamento do Estado, a Segurança Social tem mudado umas coisas que deixaram tudo na mesma e a prova é que um certo número de dirigentes poderia sair sem que a qualidade dos serviços prestados fosse beliscada”,  disse aos jornalistas o secretário de Estado da Segurança Social Pedro Marques.

Segundo Pedro Marques, os 100 lugares de dirigentes que têm sido mantidos correspondem a uma despesa de 2,8 milhões de euros.

Estes cargos têm sido mantidos à conta de contratações, comissões de serviços e duplicação de serviços já prestados por outras instituições, como tem acontecido com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Moção de censura do BE faz vítimas no… BE

No dia seguinte à apresentação da intenção de moção a trinta dias do BE, a propósito das declarações de J. M. Pureza, escrevi num comentário a um post meu

Dá a sensação de repentismo e improviso, um pouco como se JMP viesse à pressa apagar um fogo que F. Louçã ateou ontem.

A demissão, hoje, do membro da mesa nacional do BE Paulo Silva vem confirmar o que eu suspeitava. Mas não só. Vem confirmar, se ainda fosse necessário, que o partido que se apresentou há uns anos reinvindicando uma postura e uma ética diferente dos outros partidos políticos é, agora e nesse sentido, farinha do mesmo saco, roída pelo mesmo bicho.

Do ponto de vista ético e de seriedade política, o Bloco vem perdendo – não apenas agora – legitimidade para criticar as derivas dos outros, chamem-se eles José Sócrates ou Paulo Portas. A continuar assim assistiremos ao progressivo esvaziamento do Bloco de Esquerda.

Isso acontecer numa  altura em que o descontentamento popular atinge valores muito elevados é prova de grande inabilidade política.

Terramoto do Haiti: As imagens duras e frias merecem mais que um simples juízo de valor?

No Bitaites, o seu autor, Marco Santos, coloca “A velha discussão entre jornalismo e pornografia” em debate. Por causa de uma fotografia. Em causa, a ética e a moralidade de publicação de uma imagem dura, cruel, que ali é apelidade de pornográfica. É uma velha questão, de facto. Deve a imagem de Olivier Laban-Mattei, que venceu na categoria General News Stories, do World Press Photo, ser mostrada, seja onde for, num jornal, numa revista, num site, numa exposição? A fotografia foi tirada a 15 de Janeiro do ano passado, num dia normal das prolongadas operações de limpeza que se seguiram ao terramoto no Haiti.

Todos nós vimos imagens de momentos únicos de salvamentos no pós catástrofe no Haiti. Daqueles que nos fazem encolher o peito, embargar a voz e humedecer os olhos. Eram momentos felizes. Dos escombros saiam vidas, depois de horas, dias e até uma semana em suspenso. Gostamos dessas imagens. Proporcionam esperança. Sabemos que há milhares de mortos mas é nestas que obtemos mais uma recarga de humanidade.

Por isso, é tão duro olhar para a imagem do homem que efectua limpezas na morgue do repleto hospital central de Port-au-Prince. Ali, parece não haver humanidade.

Um corpo de uma criança voa em direcção a uma pilha onde já há outros cadáveres. Há um despejar literal, como se fosse um pedaço de madeira. Como se fosse nada. O nosso espanto é ainda maior porque se trata de uma criança.

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Crédito: Olivier Laban-Mattei, França, Agence France-Presse

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O papel do movimento associativo

As questões levantadas com a recente descoberta de uma idosa que faleceu na solidão da vida e permaneceu numa solidão de morte durante 8 ou 9 anos (e todos os casos seguintes que vieram a público graças à capacidade inata da comunicação social de transformar o óbvio em tendências abruptas) recordaram-me as noções de vicinidade e laços sociais. Quando a humanidade passou por fases eminentemente rurais (e hoje caminhamos aceleradamente para uma situação de urbanismo global) a sobrevivência estava assegurada por recursos e espaços devidamente controlados, mas sobretudo, por uma coesão sanguínea e afinitiva que as cidades não autorizam por várias razões: entre elas a composição dos novos agregados familiares. E, no caso de Portugal, um país eminentemente litoralizado, em que as relações já não se baseiam no sangue, nem na afinidade ou na vicinidade, como resolver esta solidão, estes casos de alienação social forçada? [Read more…]

Cartão de S. Valentim

Cartão de S. Valentim

A caneta é mais forte do que a espada e o discurso é uma arma

Os discursos portugueses são catalisadores. Depois do episódio do ministro e secretário de estado lerem o mesmo discurso, é agora a vez de um ministro indiano sucumbir ao poder da palavra portuguesa.

Já era conhecido o caso da anedota mortal, tão bem documentada pelos Monty Python, que era tão mortífera que morreria de rir quem a lesse na totalidade. Foi arma de guerra contra os alemães, com exércitos inteiros a lerem apenas palavra a palavra e em alemão. Devastador.

Eis que agora, depois de darem mundos ao mundo, oferecem os portugueses mais este notável artefacto, saído direitinho das Novas Oportunidades: o discurso pega-monstro. Tal como esse brinquedo que se atirava às paredes e por elas escorria viscosamente, este género de discurso cola-se ao orador, levando as cordas vocais da vítima a proferir as palavras escritas.

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Encontrado Mais Um Cadáver*

É mais um cadáver descoberto dentro de portas e sem cheiro; sem que alguém tivesse alguma vez dado sequer pela sua existência, eis que o Instituto de Conservação da Natureza foi encontrado morto, prostrado na sanita, quando se preparava para cooperar na “gestão do fundo Baixo Sabor“; a banal descoberta aconteceu por acaso quando o próprio Ministério do Ambiente procurava um novo buraco para se esconder, já que gosta de pautar a sua existência pelo recato e inutilidade.

O Ministério da Cóltura manifestou já a sua solidariedade, advogando – como compete a um cão amestrado – que a Barragem do Tua é também um imperativo não de Trás-os-Montes ou de Portugal mas sim de toda a Humanidade.

* com o Alto Patrocínio da EDP

PR After Work Norte:

Acordo Ortográfico: e se José Saramago fosse brasileiro?

Antes de ter alcançado o Olimpo da literatura mundial, Saramago dedicou-se a várias actividades, entre as quais, a de tradutor. Descobri, cá por casa, uma dessas traduções, a Arte do Ocidente. A Idade Média românica e gótica (a primeira edição é de 1978), e resolvi fazer uma experiência: como poderia ser esta mesma tradução, em Portugal e no Brasil, com base no próximo Acordo Ortográfico? Já se sabe que estamos no campo das suposições e que podemos sempre argumentar que Saramago poderia, hoje, ter traduzido de maneira diferente, mas não deixa de ser curioso ver se a desejável uniformização poderia ser alcançada através de uma suposta unificação ortográfica.

Leia-se, então, em primeiro lugar, uma parte do primeiro parágrafo da Introdução do livro acima referido, de acordo com a tradução de Saramago:

“Cada um dos capítulos da nossa civilização tem o seu suporte geográfico e a sua paisagem. Acordam-se e iluminam-se sucessivamente, como os diversos aspectos dum grande sítio percorrido pela luz. A Antiguidade Clássica deu ao Sul da Europa a substância e o contorno da sua humanidade. Foi em redor do Mediterrâneo que a Grécia e Roma conceberam e fizeram prevalecer princípios políticos, uma perspectiva do pensamento e uma imagem do homem que adquiriram um valor universal. As origens do cristianismo são orientais e mediterrânicas: teve primeiro o tom da cultura helenística, depois o das comunidades da Ásia.”

Vejamos, agora, que modificações seriam introduzidas pelo Acordo Ortográfico, numa edição portuguesa: [Read more…]

as minhas memórias-8-sindicatos

os sindicatos marcham para protestar por falta de pagamento

Tinha eu 19 anos, era estudante e junto com outros duzentos, andávamos pelos campos a falar com os trabalhadores com o objectivo de fomentar a sindicalização. Éramos todos estudantes universitários e utilizávamos as nossas férias de verão para dinamizar a criação de sindicatos. No Chile havia sindicatos para técnicos, docentes e outras actividades que usavam a sua mente no seu trabalho e não o corpo. Os sindicatos para operários[1], formados pela classe operária industrial, caracterizavam-se, sobretudo, pela desunião entre os seus membros, dada a sua orientação ser regida por partido políticos e não por princípios sindicais, até aparecer na actividade sindical chilena, Clotário Blest Riffo, fundador da Central Única de Trabalhadores, sem afiliação partidária. [Read more…]

Vigo

Vigo, como o Porto, já teve uma vasta rede de eléctricos. Qualquer dia regressam.

Afinal este ano é o ano que vem

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, esse grande e imbatível especialista em derrotas eleitorais, o PSD não pode votar a moção de censura porque não está preparado para ganhar eleições. Tem de fazer uns estados gerais, mudar os estatutos e mais umas arrumações na casa. Ah, e o interesse nacional, o interesse nacional pelos vistos este ano é mais Sócrates.

Donde se conclui que, para Jessica Rebelo de Sousa, o ano do Coelho foi adiado para 2012, porque no outono sim, as papeladas do PSD estarão tratadas, e chumba-se o orçamento.

Espero que os chineses não fiquem chateados com esta falta de respeito pelo seu calendário. É que se ficam ainda pedem a dívida de volta, e lá vai o interesse nacional pró galheiro.

Mubarak & Fillon + BCP & Mourinho

A Moral e  Ética obedecem a conceitos distintos. Porém, em domínios individuais e grupais ou à escala da comunidade humana do ‘ethos’, no todo, é consensual exigir que o comportamento humano cumpra os princípios de inalienável respeito pelo interesse colectivo e  pelos valores universais que o sustentam.

Há dois acontecimentos noticiados, neste fim-de-semana, lesivos, quanto a mim,  dos citados princípios:

  • O primeiro corresponde às férias, no Egipto, pagas por Mubarak ao primeiro-ministro francês, François Fillon, e família, no último Natal. Da promíscua relação com o ex-ditador egípcio, Fillon defende-se com o argumento de outros políticos franceses – Mitterrand, Chirac e Sarkozy –  terem feito o mesmo. Ou seja, segundo Fillon: “Se outros roubaram, eu também posso roubar, se outros mataram, igualmente me é permitido matar”. Ao recorrer a esta lógica, Fillon pretende convencer-nos de que fica despenalizado, tão só porque outros fizeram igual. [Read more…]

Tenho o meu cachicol na mão….

Dezasseis sem tirar é obra.

A moção que segurou Sócrates, por enquanto…

-O B.E. cometeu um inacreditável erro político, anunciando que irá apresentar uma moção de censura no parlamento dia 10 de Março próximo. Nunca vi, e provavelmente jamais alguém que submete uma proposta a votação, terá afirmado que outros, cujos votos necessita, ficariam expostos a ridículo se votassem favoravelmente a moção. Será previsível que o CDS/PP afirme já amanhã a sua posição, o PSD deverá nos próximos dias, após  reunir os órgãos estatutários, traçar o destino, contribuindo assim pela inabilidade, o BE para manter a trupe que nos governa, mais algum tempo no poder. A não ser que o PCP tenha arte e engenho para conseguir obter o resultado que os bloquistas desperdiçaram.

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Abaixo os professores

Abraracurcix JuizAbaixo os professores porque é deles a culpa do estado do país. Quando se esperam anos por uma justiça ineficaz, não é  do legislador a culpa de não mexer num sistema que não funciona. É dos professores que não conseguiram incutir nos seus alunos a correcta noção da legalidade.

Quando grassa corrupção, é culpa dos professores porque falhou o ensino da ética. Se há desemprego é porque os professores não desenvolveram o espírito de iniciativa nos estudantes. Se há fome é culpa dos professores não terem ensinado a pescar. Se está escuro, é culpa dos professores não terem ensinado a fazer luz. Quando há problemas, é culpa dos professores não aparecerem soluções.

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Dicionário do futebolês – remate espontâneo

A expressão em análise é habitualmente utilizada para comentar a situação em que um jogador resolve rematar o mais rapidamente possível, com o objectivo de não permitir ou dificultar a reacção do oponente. É o que fez maravilhosamente Van Basten no vídeo que se exibe abaixo.

Ora, ser espontâneo implica suspender o raciocínio, o que transformaria o acto de rematar numa espécie de espasmo e não no resultado de uma deliberação que não deixa de o ser por ser rápida, como não deixamos de usar a razão ao responder prontamente a uma pergunta. Por muito repentino que possa ser, o acto de rematar não é algo que se possa fazer assim do pé para a mão e resulta, evidentemente, do treino e da repetição, o que quer dizer que é tanto mais rápido quanto mais treinado, ou seja, nada espontâneo. O próprio Fernando Pessoa, num momento de extrema parvoíce e rematado mau gosto, poderia ter criado uma quadra definitiva e definidora:

O futebolista é um rematador

Que remata tão de repente

Que chega a parecer um tremor

O remate que efectivamente

Não deixa, no entanto, de ser divertido imaginar o terreno de jogo povoado por futebolistas que não conseguissem controlar o que fazem as pernas. O marcador involuntário de um golo diria: “Não sei o que me aconteceu: eu estava ali quieto, a minha perna mexeu-se e rematou espontaneamente. Até hei-de pedir desculpa ao guarda-redes, que eu nem queria fazer aquilo.”

 

a são valentim ou a são bartolomeu das crianças?

para a minha mulher. Ela sabe quem é…

A Morte ea Donzela, D. 810, mov 1 (1/4 …

Retirado do calendário romano em 1963, o Dia de São Valentim continuou, no entanto, a ser o que era: uma instituição para comemorar o dia do amor. Desse amor que resulta da ligação de duas pessoas que um dia se encontram, olham uma para a outra e ficam mutuamente seduzidas. Subordinadas uma à outra, diria eu. Subjugadas. Subsumidas ou incutida uma na outra. Como acontece nesse dia único, em que a mãe vê a criança que acaba de produzir. Em parceria com o homem, a partilhar com ela uma paixão. Desta vez, pai e mãe ficam de olhos abertos ao contemplar o resultado da sua paixão, do seu reprodutivo desejo.

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Eles é que não são parvos, apenas ignorantes

A partir da canção-hino dos Deolinda o Público apresenta hoje um trabalho sobre a geração que descobriu musicalmente a parvoíce do sistema. Destaco esta afirmação:

A qualificação dos nossos empresários é pior do que a dos operários. E com este tipo de empresários não criamos empregos para diplomados com ensino superior”, acrescenta Alberto Amaral, da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior.

Ora essa é que é essa.

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A escolaridade dos nossos patrões é das maiores vergonhas do capitalismo português, maioritariamente constituído por pequenas e micro-empresas, muito self mad sucateiro à godinho. Estão à espera que eles contratem licenciados? E mestres e doutores? E o orgulho?

É que o segredo do luso-empreendedorismo tem muito da arte de bem traficar influências, do contrato ganho debaixo da mesa, dos robalos e outras simpatias, e isso não se aprende nas universidades, mas na afamada escola da (má) vida. No país onde se glorifica um Berardo, que fez fortuna no esclavagismo mineiro sul-africano, estão à espera de quê?

Tabela de Eugénio Rosa

Se conduzir não tome: 10 drogas que nunca deverá usar ao volante

As Regras de Etiqueta de Michael Kessler

as minhas memórias-7-o código civil de Bello

escrito pelo venezuelano Andrés Bello, feito chileno por graça

Desde o sítio em que escrevo é-me impossível usar o texto completo do Código Civil do Chile. Felizmente, a Internet disponibiliza excertos possibilitando, assim, a sua consulta e comentários. No entanto, esta maravilhosa tecnologia, recentemente criada, guarda o texto completo da autoria de Andrés Bello e, paralelamente, a modificação introduzida, no ano de 2001, sobre filiação. O Código de Bello, como é conhecido, foi tão completo, que somente de verificaram, posteriormente, mudanças quanto à filiação e às heranças. Há quem diga que o Código foi retirado do de Napoleão, outro texto perfeito que, como o chileno, soube organizar a vida civil, desde a interacção social até às transacções comerciais, como os contratos, acordos ou convenções para a execução de algo sob determinadas condições.

A filiação, precisava de uma ordenação dos descendentes por causa, especialmente, das heranças, que o código refere como designação dos pais de alguém, define, até onde eu lembro pelos meus estudos e graduação em Ciências do Direito e Ciências Sociais, quem é descendente de quem e qual o direito à herança dos bens, definidos dentro do articulado do código, como referi no ensaio 6 das minhas memórias – escrevo a partir das minhas lembranças, com o apoio dos artigos necessários para apoiar uma hipótese ou um facto. [Read more…]

"Como Chegar ao Hotel Onix"

“Do aeroporto do Porto apanhe um taxi para a Estação dos comboios, Depois apanhe um comboio para mangualde, de Mangualde apanhe um táxi para o Hotel.” (uns meros 24 km)

Do aeroporto do Porto apanhe um taxi para a estação dos comboios? – qual delas? Ao contrário de Viseu, o Porto tem muitas! talvez lá se possa chegar de metro, não?… a Campanhã, a São Bento, a General Torres, a Contumil, a Rio Tinto… de metro!…

Eu nunca pensei viver tanto quanto se me permitisse ver alguém propôr o comboio como forma de chegar a Viseu… indo eu, indo eu a caminho de Viseu

No dia dos Namorados a verdade será revelada:

A Moção e o PSD numa explicação dos Deolinda:

ARGÉLIA, a luta difícil contra a repressão

“Lembro-me”, canto de lamento de IDIR (Hamid Cheriet)

Tenho tido notícias da Argélia. Imolações de jovens, tentadas ou concretizadas, e manifestações populares contra o duro regime presidido por Abdelaziz Bouteflika. Figura de sinuosa carreira que, ao arrepio de promessas eleitorais, criou invulgares estruturas militares e policiais de repressão. Uma vez mais, segundo a imprensa nacional e estrangeira e conquanto a contestação na Praça 1.º de Maio, em Argel, se tenha limitado a reunir 2.000 manifestantes, foram arregimentados múltiplos batalhões anti-motim. O ‘El País’ e o ‘Le Monde’ referem cerca de 30.000 efectivos de forças de segurança. Com sofisticados dispositivos e equipamentos,  logo pela manhã,  ocupavam diversos pontos estratégicos, no controlo da capital argelina. [Read more…]

10 motivos para não usar drogas em encontros

As Regras de Etiqueta de Michael Kessler

O poker da moção de censura

poker da moção de censura

«José Manuel Pureza sublinha que a direita “cairá no ridículo” se apoiar moção de censura» [Antena 1]