Segundo estes títulos do jornal A Bola, André Almeida e Cédric terão sido convocados para a ‘seleção’. Assim sendo, Felipão está de parabéns: trata-se de dois jovens muito promissores e que, obviamente, não podendo jogar na selecção, merecem uma oportunidade alhures.
Desconhece-se o que terá levado A Bola a abandonar a excelente prática de pôr entre aspas palavras criadas pelo AO90.
Aliás, para quem andar distraído, talvez valha a pena indicar que ‘dececionado’ não existe em português do Brasil.
Bem-vindos ao fabuloso mundo da “unidade essencial da língua portuguesa“.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.




Verifica-se uma descida generalizada nas
Não votaram, no passado dia 29, pelo menos os 9,7% da população portuense autóctone perdida para os concelhos limítrofes ao longo dos últimos dez anos. Também duvido que o reumatismo do envelhecimento portuense, cujo índice é de 189,9 face à Região Norte, pudesse exercer plenamente o seu direito, entre queixas de artrite, falta de ar, e sobretudo a maldita solidão. 9,7% de exilados mais uma escandalosa abstenção de 47,4%, mais os votos nulos 1,9%, somados aos votos em branco 2,5%, determinam uma vergonhosa e questionadora maioria de não exercentes do direito de votar, no Porto: 61,5%. Perante isto, não pode haver triunfos de pacotilha nem regozijos parolos. Humildade. Somente humildade.
Sou formal e explicitamente contra a qualquer espécie de punição sobre militantes que não foram seguidistas quanto às escolhas para estas Autárquicas 2013. Rui Rio pode ter muitos defeitos, inclusive a falta de agilidade e visão integrada para potenciar os milhões de turistas que a Ryanair deposita no Porto, mês após mês, mas jamais deverá ser sancionado, irradiado, punido pelas posições que assumiu. Nem ele, nem Pacheco Pereira, nem Capucho, nem ninguém. Ninguém de valor, no PSD, se é que o PSD merece regenerar-se, aprender e progredir, pode ser punido apenas por conceber um PSD diferente deste apascentado por Passos, por discordar frontalmente desta liderança e criticá-la, pondo em causa o chamado PSD Sistémico. Criticar é ajudar. Dou graças a Deus pelos que me criticam, mesmo quando se apressam nos seus julgamentos aos meus posts. Com isso, tal como com a indiferença, só me impulsionam para diante.





O nosso sofrimento é duro. O modo como nos dois últimos anos o Sistema Cratoniano comprimiu as condições na sala de aula e inventou 

Nem optimismo pateta. Nem negativismo piedoso. Por uma vez, Cavaco, finalmente, tem um discurso positivo lá, onde Semedo-Catarina, Jerónimo ou Seguro, Passos vs. Portas, têm a puta da matraca ou desafinada com as respectivas responsabilidades ou desfasada com as nossas expectativas e necessidade de encorajamento. O galo barcelense tem muitas formas, mas nunca deixa de ser álacre, desafiador e feliz. Para que sevem os vossos discursos se vocês não estão, nunca estão, felizes?! Se não auguram, nunca auguram, nada de bom para os portugueses?! Se não nos sabeis dar esperança, ide todos c’o caralho. Obrigados!
Corre a ideia de que, no Porto, as eleições foram ganhas e perdidas no Facebook e que é no Facebook que a cidade do Porto se pensa, se agita e se move, sendo o seu centro nevrálgico e a sede da sua massa crítica os passeantes pela Avenida Brasil. É bem possível. Alguns dias antes do voto, dei-me ao trabalho de ir comparando a quantidade de gostos por post entre a Página Oficial de Campanha de Rui Moreira e a de Menezes. Foi aí que as evidências me perturbaram a convicção quanto ao sucesso certo do meu candidato, um político assertivo, ágil, um decisor com visão de futuro, experiente, forte. Embora com menos posts, menos fotos, menos ideias, menos um pouco de tudo, cada post rui-moreiraniano tinha para cima de duzentos gostos, ao passo que a página de Menezes averbava em média, por cada post, cem ou menos. Valia o que valia.










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