Feminismo vs Liberdade Individual 2.0

Uma cambada de fanáticos pela igualdade, em detrimento da liberdade individual, lembrou-se de querer tornar as mulheres em algo que não querem, em nome de uma luta identitária. Eis os resultados.

Assim vai o país…

Foi possível assistir a espectáculos ao vivo na praça de toiros do Campo Pequeno, mas até ao momento não foi autorizado um único evento tauromáquico. Ao que parece e cedendo à pressão do sector, passará a ser possível a realização de corridas de toiros, desde que os promotores garantam que a lotação das praças não exceda os 50 por cento. Já o futebol, cujos estádios também são ao livre, continua a ter os jogos disputados sem público. Isto nas competições que interessam, as que envolvem muito dinheiro em contratos televisivos e patrocínios, porque os amadores, esses nem podem treinar. Para não causar mais falências permitiu-se a abertura de ginásios, mas os atletas das modalidades amadoras continuam impedidos de entrar em competição. [Read more…]

Pornografia industrial

Embalar abóboras, bananas, curgete e outros legumes que têm eles mesmos a sua “embalagem” natural. Ou uma caixa destas para um peixe.

O custo monetário do plástico é tão baixo que permite esta omnipresença. E o custo ambiental parece não importar ninguém.

O que me impressiona neste cenário é absoluta irracionalidade do acto. Para quê embalar uma abóbora em plástico? Qual é o valor acrescentado disso?

(Fotos feitas antes do covid.)

Auto-mutilação

Actualmente, ser de esquerda implica mutilar a sua própria liberdade. Principalmente, a liberdade de pensar.

[Read more…]

A bandalheira na Casa Branca

O grande presidente da Law and Order comutou ontem a sentença de prisão de seu amigo e ex-conselheiro político, Roger Stone, dias antes de Stone ter que se apresentar numa prisão federal na Geórgia.

Eis a palhaçada a que chegou a América de hoje.

Adenda: Desmascarando 12 mentiras e falsidades na declaração da Casa Branca sobre a comutação da sentença de Roger Stone

O Conselho Geral e de Supervisão da EDP é inútil e a culpa é do socialismo

EDP

Foto: Bruno Colaço/Jornal de Negócios

De um momento para o outro, o ex-ministro do PSD, António Mexia, passou de gestor premiado a socialista. Bastou para isso ser cozinhado em lume brando pelo justiceiro Alexandre, acrescentando-se 200 gramas de José Sócrates em pó e meio quilo de Manuel Pinho à receita, antes de ir ao forno do populismo chegófilo e liberacho. Admira-me como é que Durão Barroso ainda não foi grelhado, à conta do “porreiro, pá!”.

E enquanto ultraconservadores e neofascistas se entretêm a tratar as suas ovelhas como um rebanho de otários, o Conselho Geral e de Supervisão da EDP esteve estes anos todos sem ver a ponta de um corno à sua frente. Entre CAEs, criados por Cavaco Silva, e CMECs, criados por Santana Lopes, durante o tal governo socialista que teve Mexia como ministro, a EDP é o melhor espelho possível para o capitalismo rentista que parasita este país há décadas.

[Read more…]

Fim da linha para João Rendeiro

BPP

Foto: Nuno Fox@Expresso

João Rendeiro, antigo presidente do BPP, outrora elogiadíssimo génio do private banking, foi hoje condenado a 5 anos e 8 meses de prisão efectiva pelo Tribunal da Relação de Lisboa, por crimes de falsidade informática e falsificação de documento, confirmando assim a condenação em primeira instância. Para a história fica mais um episódio de terrorismo financeiro, que vitimou contribuintes, depositantes e investidores, e um buraco que andará na ordem dos 900 milhões de euros. Acompanha-o Paulo Guichard, ex-administrador do banco, condenado a 4 anos e 8 meses. [Read more…]

Não é possível explicar mais “devagar”

Via Twitter @Salsaparrilha4

Decorem este nome: Volt!

Na semana passada, tivemos a entrada de mais um partido para o jogo democrático português: o Volt. Sou honesto, apenas conheço o Volt há umas semanas e interessei-me bastante pelo projeto. O Volt apoia a ideia de uma Europa federal e é bastante progressista. [Read more…]

O fundamental e o acessório

Tempos estranhos que a pandemia exponenciou. A seriedade tornou-se mansa e a falsidade, assanhada. E o método não varia. O desprezo pelo essencial e a supervalorizaçâo do acidental ou secundário.

[Read more…]

Liberdades? Sim, claro, quando me dá jeito.

Na Assembleia, o deputado único do CHEGA teve uma declaração em que disse que lá por ser do Benfica, não tinha o direito de acabar com alguns adversários. Claro que a frase dele teve bastante impacto por se referir a clubes de futebol, mas nem é isso o que me impressiona na frase. André Ventura defende, e bem, que cada pessoa tenha a liberdade de ser do clube que quer e que essa liberdade acaba quando interfere na do outro.
Onde está André Ventura, o grande defensor das liberdades, quando defende que não deve ser ensinada a ideologia de género, tirando assim uma opção às escolas e aos pais? Onde está o sentimento de liberdade, quando defende um isolamento especial para uma etnia? Onde está o respeito pelas opiniões dos outros, quando se  promete acabar com a bandalheira que vai para o Twitter?

Ignorando o assunto que estava em questão na Assembleia, André Ventura percebeu, que para defender uma ideia, é preciso pensar como podemos tornar as pessoas mais livres. Mas tal como outros de direita e a maioria de esquerda, apenas proclama liberdade quando dá para defender os dele e aquilo que os dele gostam.

O problema é que André Ventura ainda não entendeu que não podemos defender apenas a liberdade quando é algo que nos toca. Temos defendê-la sempre. Alguém que lute verdadeiramente por pessoas livres, luta até por aqueles que não gosta.

Uma questão de imagem

Tens 550 mil euros para gastar com a tua cidade. Podes investir em educação, saúde, alimentação, etc. Mas não, a Câmara do Porto optou por investir num projeto para pessoas consumirem drogas. Isto apenas contribui para a marginalização dos próprios.

Ennio Morricone

1928 – 2020

O que significa ser comunista?

Isto dava um livro, pelo que a sua redução a um texto obriga à (grosseira) preferência pelas conclusões e ao (ético) consentimento comum sobre os factos que as sustentam.

[Read more…]

A dimensão do contato

This is not a playable instrument.
Flea

***

Efectivamente, o Acordo Ortográfico de 1990 não funciona. Se ainda houver dúvidas, o Diário da República esclarece-as. Para uma visão pormenorizada do assunto, podeis recorrer à etiqueta sítio do costume.

Com votos de um óptimo fim-de-semana, eis o pano de fundo musical dos últimos dias, distinguindo-se um toque de deliciosa assimilação progressiva no primeiro verso:

A ajuda do Estado à TAP é negociada em dias.

A ajuda do Estado a crianças com cancro no Hosp. S. João no Porto é adiada durante uma década.
Um país de prioridades bem definidas.

Imbecil Mor

Pedro Nuno Santos recordou que 90% dos turistas que chegam a Portugal vêm por via aérea e que, destes, cerca de METADE são trazidos pela TAP, sublinhando que a companhia aérea nacional é a maior exportadora nacional” e que “A TAP é demasiado importante para a deixarmos cair”

Primeiro, este imbecil que tem a mania que tem mau feitio e que é um “durão” nem se apercebe que o registo crispado a que, artificialmente, recorre não convence ninguém. Pelo contrário só o transforma num enorme pateta que ninguém respeita. E num tempo em que abundam os patetas, conseguir fazer-se notado pela patetice, é obra.

Segundo, este imbecil já nem disfarça e assume, expressamente, que para esta corja, Portugal se reduz à capital do império. O interesse nacional é o interesse de Lisboa. As necessidades nacionais são as necessidades de Lisboa. O resto do País quase exclusivamente composto por parolos inconvenientes, é-lhes tão próximo quanto a Nova Zelândia.

Terceiro, este imbecil como bom trafulha que é, mente com quantos dentes. No último ranking conhecido (2019), a TAP (na prática, a TAL, transportes aéreos de lisboa) nem aparece nas 10 maiores exportadoras nacionais. Mas, provavelmente, por circunstancias transitórias (aquisição de aviões), é a 2ª maior importadora (cfr https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/as-10-maiores-exportadoras-e-as-10-maiores-importadoras-de-2019).

Quarto, este imbecil acha que se repetir muitas vezes o que lhe interessa, a ilusão passa a ser real. A TAP (TAL) só é demasiado importante para ele e para a corja de que faz parte. Não compreendo e estou certo que pouca gente compreende, essa necessidade quase física de não abdicarmos de uma companhia de bandeira. Não tenho qualquer orgulho especial em ver o nome de Portugal pintado numa data de aviões. Principalmente quando o custo é o que tem sido e, pior, o que se prevê. Para que se perceba, esta injecção de 1.200 milhões de euros corresponde a um esforço de 120€ por cada Português. Por exemplo, numa Família típica, Pai, Mãe e 2 Filhos, traduz-se num custo de 480€. Perguntem-lhes o que preferem: um alívio fiscal de quase 500€ ou a sobrevivência da TAP (TAL). E atenção que essa sobrevivência vai ser nível “zombie”, nivel “morto-vivo” porque nos próximos tempos, muitas e muitas vezes lá terão de voltar a pagar mais 480€ para que os aviõezinhos continuem com a cauda pintada de verde e vermelho.

O envelhecimento da classe docente

 

Vídeo encontrado no ComRegras

Prosperidade socialista II

A austeridade que por acaso nem foi contratada pelo Sócrates no Memorando de Entendimento que negociou em 2011, acabou quando caiu o governo “antipatriótico” de Passos Coelho. Desde esse momento, pagamos menos impostos, o País deve muito menos, a prosperidade não está só no discurso e nas cabeças dos governantes,etc.

[Read more…]

Prosperidade socialista

Se o PS e a extrema-esquerda governassem o Saara, estávamos agora a discutir uma injecção de capital para o deserto poder importar areia.

Em qualquer País decente em que a comunicação social não estivesse arregimentada e os Tribunais funcionassem com plena isenção, a recompra da TAP e a venda do Novo Banco já tinha enviado alguns dirigentes socialistas, PM incluído, e os seus dilectos amigos, por exemplo o Lamerda Machado, perdão, Lacerda Machado, para os calabouços. E o PR que aparenta estar confortável numa posição que, com boa vontade, parece ser a de “primeiro corno”, já tinha sido, no minimo, repreendido pela sua passividade e pelo seu colaboracionismo ou cumplicidade.

Se a nossa perspectiva económica já é negra (não sei se ainda posso usar esta expressão), ser governados por estes trafulhas ineptos, é condenar este País à eterna indigência. A do País. Não a deles e a dos amigos.

Confesso que estou a ser injusto. Afinal sempre vamos ter as finais da Liga dos Campeões na capital do império.

Rebardamerda para quem vota nestes cabrões.