
O Expresso mente. Podia antes escrever, para soar menos severo, que o Expressso cometeu um erro ou que foi impreciso. Tendo em conta que quem o escreve, a jornalista Joana Nunes Mateus, tem insistido em fazer do Expresso uma espécie de segundo Observador, a conclusão mais provável é mesmo a inicial. Contrariamente ao que diz o título do artigo linkado abaixo, a economia portuguesa não cresceu no 3o trimestre à boleia das exportações. Mais de metade do crescimento do PIB é explicado pela procura interna, sendo decisivo o contributo do consumo privado. Claro que reconhecê-lo seria péssimo para quem precisa muito que se mostre que a estratégia da devolução dos rendimentos falhou. Mas esse não é suposto ser o papel de um “jornal de referência”, pois não?
Ricardo Paes Mamede
Reconhecê-lo seria péssimo. Como é que se justifica uma coisa destas aos devotos do culto catastrofista? É desta que o Diabo foge de F-16 para a Roménia. Sem impacto no crescimento do PIB.
Entretanto, na Marktest.




A partir do momento em que um país se abre ao mundo, após quarenta e oito anos de clausura, é natural que a Educação beneficie, porque as ideias entram, o saber espalha-se, os livros circulam, as mentalidades mudam, enfim, tudo aquilo que a História da Educação em Portugal já sabe e mais saberá no futuro, esse sítio em que o passado fica mais distante e menos presente.






Carlos Almendra Barca Dalva
Sala de consultas num hospital público (porque é fundamental defender o Serviço Nacional de Saúde). O doente (utente para ministros e gestores) entra, cumprimenta o médico e senta-se.









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