Acompanho, geralmente, as sessões da Assembleia da República que deliberam sobre o Orçamento de Estado. Não me lembro, em todos estes anos, de uma participação da direita tão politicamente indigente, tão grosseira e iliterata na linguagem, tão intelectualmente preguiçosa, tão cheia de raiva quanto vazia de ideias.
Dir-se ia que poderiam fazer melhor. A verdade é que, recorrentemente, têm mostrado que não são capazes. Seria de esperar uma direita empenhada na difusão das suas ideias – caso as tenha – no combate político pelos seus programas para o país. Mas tudo o que vemos é gente a escavar cada vez mais fundo a toca de seu próprio ódio. Que não leva a lado nenhum. Mas conforta os que lá cabem. Que, voto meu, serão cada vez menos.

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) quer dar um arranjo no «Acordo Ortográfico de 1990». A ideia data, pelo menos, dum artigo que 



















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