Que nunca seja ‘la azquena’
este postal e o próximo são escritos já de Aveiro, ainda que neste as fotografias sejam de Sevilha ou dos seus arredores. Foram 4 dias cheios para mim, ainda que só dois os tenha de facto passado em Sevilha. Dois dias inteiros, três noites e uma manhã. Dias de dormir, exceto hoje que dormi mais, entre três a cinco horas. Dias que foram dois num só. Na verdade dias de estar acordada quase 20h. Trabalhar entre 7 a 10 horas e ir ‘de copas’ a seguir. Querer fazer muita coisa em pouco tempo. Querer estar com os colegas que também são, alguns, amigos e, todos, pessoas de que gosto. Aproveitar bem o tempo. Trabalhar, mas também rir muito, brincar, falar de política, levantar o punho cada vez que uma máquina fotográfica nos observa.
Do dia antes de ontem escrevi já um postal, sem fotografias. Sevilha é uma cidade magnífica. Dizem-me que tem o maior centro histórico da Europa e, pelo que andei (e não vi metade) acredito que assim seja. Sevilha e o seu folclore. As procissões, as meninas vestidas de Sevilhanas, os bares recriados como tradicionais para os turistas. A ‘movida’ intensa de sexta e sábado à noite. O flamenco mal cantado nas esplanadas, os turistas americanos, as mil e uma tapas e montaditos, as cañas frescas, o tinto de verano con blanca, uma exposição de ‘Genesis’ de Sebastião Salgado no meio de uma praça. A catedral, o alcazar, o pátio Banderas onde fica uma parte da UIMP, a Plaza Carmen Benitez, onde fica o hotel onde dormimos. Já não me lembrava que Sevilha fervilha e não é (só) do calor que falo.





















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