RTP Porto e mau spin…

Eu não tenho nada contra as Casas de Pasto, bem pelo contrário. Só não confundo alhos com bugalhos. Acredito que Alberto da Ponte perceba bastante de gestão e de fornecimento de águas e cervejas às “Casas de Pasto”. Já no que toca a administrar a RTP, as minhas dúvidas crescem de dia para dia.

Vamos por partes.

Sou insuspeito: apoiei o PSD nas últimas legislativas e sempre defendi que não se justifica ter dois canais públicos em sinal aberto. Ou seja, nem sou da oposição nem contra, em parte, a privatização ou encerramento de parte do universo RTP/RDP. Melhor, a minha ligação ao Porto Canal aconselha silêncio e até agrado. Só que não embarco em “tangas”.

Reparem neste pormenor delicioso: “Porto perde Praça da Alegria e ganha grande projecto”. Pelo amor da santa, caro Alberto da Ponte, esse tipo de spin é “gato escondido com o rabo de fora”. Pior, é “rabo escondido com o gato de fora”. Verdadeiramente confrangedor e amador.

Se querem fechar a RTP Porto tenham tomates, porra! Sejam corajosos e digam-no de uma vez por todas e deixem-se de floreados. O Norte já não se espanta. Quem não se lembra da “nacionalização” da NTV? Quem já esqueceu a partida dos Bancos? Da Bolsa? Sempre com promessas, ao mais puro estilo spin, de grandes projectos a caminho? [Read more…]

Acordo ortográfico: Rui Tavares é mais ou menos a favor

nao2c4Rui Tavares, historiador e europedutado, escreve semanalmente no Público e decidiu que as suas crónicas sejam publicadas segundo as regras, por assim dizer, do chamado acordo ortográfico (AO90).

Há dias, resolveu republicar um desses textos no facebook. Não estando aqui em causa o conteúdo, que subscrevo inteiramente, um comentador notou que o cronista acordista usara a forma verbal “pára”, proscrita pelo AO90. Sempre combativo, Rui Tavares respondeu: “pára ou para têm ambos o uso possibilitado pelo AO. Para evitar confusões uso pára. Mas diga-se de passagem que sempre disse que a norma oficial, esta ou a anterior, é sobre a escrita oficial. Faz todo o sentido que se use a língua com critério e criatividade em simultâneo, e isso depende de cada um.”

Mais tarde, acabou por reconhecer que se enganara, no que respeita ao conteúdo do AO90, o que lhe fica bem. Na realidade, e de acordo com a Base IX, art. 9.º, do AO90, a forma “pára” desaparece: “deixam de se distinguir pelo acento gráfico: para (á), flexão de parar, e para, preposição”.

Apesar disso, voltou a defender o direito a fazer “adaptações no uso pessoal” e acaba por reconhecer que o acento em “pára” é necessário. Depreende-se, portanto, que qualquer um tenha direito, por exemplo, a acentuar conforme lhe apeteça, independentemente das regras ortográficas em vigor, ou até a prescindir de acentos, se considerar que o contexto é suficiente para que não haja ambiguidade. Segundo Rui Tavares, portanto, um conjunto de regras ortográficas é uma espécie de self-service em que cada um escolhe o que mais lhe agradar.

Não se negando ao debate, o cronista ainda dispara mais umas opiniões avulsas, sendo de realçar o reconhecimento de que algumas consoantes eliminadas pelo AO90 tinham valor diacrítico, o que, no fundo, equivale a dizer que deveriam ter sido conservadas, tal como o acento em “pára”. Já não deve faltar muito para que Rui Tavares, fazendo um uso pessoal da ortografia, acabe por renegar, na prática, o AO90, mesmo que o defenda, em teoria.

Da série ai aguenta, aguenta (9)

Salários. Em dois anos houve trabalhadores a perder mais de 5000€

Matar na Estrada

Em Portugal dá menos cadeia que roubar para comer.

“Se Portugal não negociar agora irá fazê-lo daqui a seis meses de joelhos”

A frase não é de nenhum dirigente do BE ou do PCP. É o título de uma entrevista publicada hoje no Expresso, e o seu autor é Artur Baptista da Silva, coordenador do Observatório Económico e Social da ONU para a Europa; ONU que propõe uma uma renegociação da dívida portuguesa em três pontos, que me parecem bem razoáveis e sensatos.

Claro que estes que nos governam, apoiados por um terço dos portugueses que dizem votar, não estão para aqui virados. A crise é uma oportunidade para negócios e vinganças. Acabar com os direitos conquistados,  transformar Portugal numa estância turística com empregados dóceis, e distribuir ao Domingo distribuir esmolas pelos pobrezinhos. O sonho de uma vida, desde os bancos da jota. Clique na continuação deste artigo (e eventualmente nas imagens) para ler os textos publicados no Expresso: [Read more…]

A ilegalidade do PR

A notícia é simples e direta. Os atos do Presidente da República são contra a constituição. Esta notícia não é novidade, estou certa que é conhecida por todos. Um programa que subscrevi, dá-me notícias ao minuto. A notícia é simples e é fornecida por um antigo governante do PS, Pedro Silva Pereira, que foi Ministro do Executivo de Sócrates. Podíamos perguntar se será uma vingança do PS contra o PSD mas quem conhece a Silva Pereira e a lei, não pode pensar de outra maneira. O antigo Ministro de José Sócrates, não é homem de maldades nem de vinditas. É como é: faz uma análise da lei e lança uma conclusão: ou o Presidente da República “finge que não vê e promulga, como fez no ano passado, ou cumpre o seu juramento de ‘fazer cumprir a Constituição’ e pede a fiscalização da constitucionalidade”.

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This Is America

Massacre explicado aos ingénuos.

A mama do Estado

“Foi o Estado que pagou as minhas mamas”

Da série ai aguenta, aguenta (8)

Apoios vão ser ainda menores: Pensão de sobrevivência, Pensão de invalidez, Pensão de Velhice, Subsídio familiar por doença, Rendimento Social de Inserção, Subsídio de desemprego.

Quando Chove

couto-de-cambeses-rio-esteNo Vale d’Este.

Agente infiltrado

“Na América Tudo é Grande”

Até as tragédias.

Homenagem a Joana Vasconcelos

homenagem a JVApropriação, descontextualização e subversão de Fernando Campos.

 

Biografia breve do PAI NATAL

Séc. XX, Dezembro 1952, Aeroporto, Ilha de Santa Maria

A chegada do Pai Natal ao Aeroporto da Ilha de Santa Maria
(Dezembro 1952) © Grupo Facebook Memorias Santa Maria

QUEM É O PAI NATAL?
Chamêmos-lhe S. Nicolau, Papai Noel, Papá Noel, Père Noël, Viejito Pascuero (chileno), Santa Claus, Joulupukki (finlandês), Father Christmas, Ded Moroz (russo), ou Kris Kringle (um nome que se julga derivar do alemão Christkindl – Menino Jesus – apropriado pelo «vernáculo» dos primeiros colonos norte-americanos), é tido hoje como verdadeiro que mora longe, muito longe da grande maioria dos beneficiários da sua acção benévola: para lá do círculo polar árctico, no sopé de uma misteriosa montanha chamada Korvatunturi, com os seus duendes ajudantes, as suas renas e, enfim, toda a parafernália de espantosas excentricidades a que já nos habituou. Trata-se da mais intricada das fantasias demiúrgicas do nosso tempo, pejada de zonas sombrias, contradições e, claro, grandes cedências ao marketing, constantemente necessitado de renovados ícones.

Um concorrente de Jesus
Patrono dos marinheiros (sobretudo dos holandeses), dos comerciantes de todas as latitudes, dos guardas-nocturnos arménios, dos meninos de coro italianos, das raparigas solteiras e casadoiras, o multinacional padroeiro Nicolau terá sido antes de mais um protector dos fracos e dos oprimidos, fama que se por um lado o tornou amado um pouco por todo o mundo cristão, por outro o colocou em franca posição de concorrência com Jesus, o que terá determinado (juntamente com a Reforma protestante que aboliu o culto dos santos, e com a escassez de documentação sobre a sua vida) a decisão do Papa Paulo VI em retirar, em 1969, as festividades de São Nicolau do Calendário Oficial Católico. [Read more…]

O natal de Portugal

Não me parece ser uma realidade, é apenas uma escrita livre. Vamos deixar as leis e a Constituição do Estado. É o dia de começar a preparar o Natal. Antigamente, era o dia de preparar a árvore, com luzes a cintilar, a espera de uma consoada que, no passado, era de bacalhau com repolho, batatas, ovos cozidos e couve lombarda, com vinho ou água-pé, a comida mais tradicional de Portugal nas aldeias, onde normalmente tenho passado a Noite Boa, com os trabalhadores rurais que habitam em elas. Todo isto, caso não se não houver peru, champagne, vinho do Alentejo, carne asada e presentes, como passou a ser a seguir o 25 de Abril de 1974.

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A Madrassa da República

Porque razão a escola pública é a catequese dos cidadãos?
E os não-católicos não são cidadãos?

Boa malha

PCP leva 700 propostas de alteração contra a fusão de freguesias

O PCP e o PSD falam entre eles

Deveria, talvez, ter dito que o Presidente da República recebe a Jerónimo de Sousa, Secretário General do Partido Comunista Português na sua qualidade de representante do povo português, como está definido no artigo 120 da Constituição do Estado, que reproduço no texto:

Artigo 120.º
Definição

O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas.

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As primárias no PS do Tó-Zé:

Li no Público que as primárias (autárquicas) no PS estão uma valente confusão.

Se a memória me não falha, quem apoiou e aprovou a ideia de primárias para a escolha dos candidatos autárquicos foi António José Seguro. Uma medida arriscada e, até certo ponto, inovadora. Os militantes de um partido não podem servir apenas para pagar quotas, colocar “likes” no facebook e encher restaurantes “carne assada”. As directas para eleger o líder e, agora, os candidatos nas autárquicas de 2013 são opções que permitem dar um pouco mais de sentido ao facto de se ser militante. Mesmo que tal medida possa ser problemática por via dos chamados sindicatos de voto. Ou seja, a decisão tomada por António José Seguro tinha sido corajosa. Tinha, reparem bem, tinha.

O problema é que o António José Seguro, por ter medo da própria sombra, transformou-se no “Tó-Zé” com uma rapidez impressionante. O homem e a sua equipa vive em permanente medo: medo dos apoiantes de Sócrates, medo dos apoiantes de Costa, medo de tudo o que mexe. Transformou-se num político medroso. E assim se percebe que as ditas directas para a escolha de candidatos rapidamente se tornaram numa novela mexicana.

Em Matosinhos reina a confusão. Em Monção, um dos militantes que queria ser candidato nas directas não foi autorizado. Em Santo Tirso, está tudo em polvorosa. Segundo o Público (página 8, de 12/12/12, Margarida Gomes), a actual Vice-presidente da Câmara Municipal é candidata nas directas com o apoio da concelhia e a oposição da Distrital. O ex-Presidente da Câmara é candidato apoiado pela Distrital mas, como não conseguiu preencher os mínimos para ir a directas, a Distrital resolveu a coisa administrativamente e, via secretaria, vai disputar as eleições directas com Ana Maria Ferreira – por acaso, Ana Maria Ferreira é apoiada pelo actual Presidente da Câmara que, por sua vez, não apoiou José Luís Carneiro que, por sua vez, apoia o Tó-Zé e ambos foram apoiados por Joaquim Couto que, ao contrário do que aconteceu em Monção, lá conseguiu na secretaria ser candidato. Confusos? Também eu. Já agora, a talhe de foice, o mesmo Joaquim Couto que é o Coordenador Autárquico Distrital e que está metido numa grande confusão em Barcelos (outra câmara PS), por via de uns ajustes directos da CMBarcelos à sua empresa (Empresas ligadas ao PS lucram perto de 300 mil euros, pode-se ler no Barcelos Popular). [Read more…]

Atropelamento e fuga

Hoje, uma menina de 9 anos foi atropelada mortalmente em Gaia. O DN refere que ela “estaria a atravessar a estrada pela passadeira quando surgiu um carro que a veio a atropelar, tendo a viatura depois abandonado o local, numa possível fuga”.

Ela estava na passadeira! E mesmo que não estivesse.

É preciso estar muito mal da cabeça para fazer uma coisa destas e fugir.

Quem foi? O que terá levado aquela pessoa a conduzir desta maneira? O que estará a pensar a esta hora?

Ponho-me no lugar desse homem ou dessa mulher.

Que desespero tamanho, que ódio está dentro dele ou dela?

Não sabemos.

Matar alguém…

As loucuras que se fazem sem emenda possível. Não há volta a dar. Não há retorno. Acabou. Não há inversão de marcha para a morte.

Ponho-me no lugar dos pais dessa menina. Que dor absurda!

Não há comentários. Os meus sinceros pêsames. Sinto muito.

Pensei na minha filha que não estava comigo.

Não está certo. É uma brutalidade.

Sinto muito. Não é justo.

Matou e fugiu!

Hoje é um daqueles dias que não deveria existir. O fim do mundo chegou. Para nós por uns minutos, os do choque. Para a passadeiramãe, para o pai, para o irmão chegou de forma definitiva – A menina deles morreu!

Uma Aluna do 5º ano, ainda com a manhã triste, tão triste que parecia noite, estava a chegar à escola (o Google Maps mostra a localização). À sua, à nossa escola. Despediu-se da mãe, a caminho do trabalho, colocou o pé na passadeira, depois outro e foi o FIM…

Morreu!

E quem matou, fugiu!

E quem mata assim e foge é um FILHO DA PUTA! E vai ter que viver com uma dor para todo o sempre. O de ser um assassino. Ainda por cima, um cobarde que deixa uma mãe com a filha nos braços, debaixo de uma noite longa que escurecia a manhã, que parecia não querer chegar.

Não sei se a culpa é da localização da passadeira ou da porta da escola, se da localização da própria escola, metida entre dois acessos à A1, perto da ponte da Arrábida.

Mas alguém tem que fazer alguma coisa – as Estradas de Portugal? A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia?

Ninguém pode voltar a ser vítima daquela passadeira!

Como é que se acaba com o que não existe?

Líder da JSD quer acabar com saúde e educação grátis. Se não tivesse cheirado tanta cola dos cartazes que anda a afixar desde pequenino, talvez o menino soubesse que a educação não é gratuita, em Portugal.

É a fome senhores

[youtube http://youtu.be/4HGp0CNHMiI]

Pobres crianças – reportagem de Patrícia Lucas para o programa Linha da Frente da RTP.

Uma reportagem de choque, para ir ao focinho dos que insistem em que a crise não arrasta consigo a fome e a miséria e pensam que as pessoas são números. Inclui mais um momento Jonet:

Eu penso que é mais correcto falar-se em carências alimentares, porque há que relativizar até a situação que se passa nos países mais desenvolvidos e o que se passa nos países subdesenvolvidos, como África. E, portanto, temos que relativizar e falarem carências alimentares

Citação roubada ao artigo 58

O disparate não limites, mas a paciência tem

Sinceramente, espero que um dia destes haja limite para a benevolência. Fomos nós que deixámos estes rapazes passearem as calças bege mais os sapatos de vela e os penteados à fosga-se pelo nosso país fora. O problema é que subiram ao palco e a plateia não pode fugir, porque as saídas de emergência são apertadas. Mas pode atirar-lhe tomates e calá-los, que ninguém merece ouvir tanta asneira junta.

Então hoje é isto: “Novo líder da JSD quer acabar com saúde e educação gratuita para todos”.

E enquanto deixarmos, continuará a ser isto!

Os bancos, não só não são pessoas de bem,

como também são imunes à lei, através de chantagem simples. O HSBC que foi condenado a pagar 1400 milhões de multa, não vai ser alvo de acusações de carácter criminal (em inglês). Para os bancos fugir à lei não é mais do que o custo de fazer negócio.

Há 25 anos, o FC Porto foi ao céu buscar a única jóia que faltava na sua coroa

Da esquerda para a direita. Em cima: Lima Pereira, Inácio, João Pinto, Jaime Magalhães, Geraldão e Mlynarczyc. Em baixo, Madjer, Rui Barros, Sousa, Gomes e André.

Da esquerda para a direita. Em cima: Lima Pereira, Inácio, João Pinto, Jaime Magalhães, Geraldão e Mlynarczyc. Em baixo, Madjer, Rui Barros, Sousa, Gomes e André.


Com a vitória na Taça Intercontinental, em 13 de Dezembro de 1987, o FC do Porto foi buscar ao Céu a única jóia que faltava na sua coroa. Ao céu não, ao inferno! Uma neve infernal que durante 120 minutos não parou de cair num relvado (?) completamente impraticável. Mas a magia do melhor jogador que alguma vez pude ver ao vivo, Rabah Madjer, acabou com o sofrimento e deu mais uma taça internacional a Portugal.
Nesse dia 13 de Dezembro de 1987, faz hoje 25 anos, o FC Porto vingou o nosso Benfica, que na Taça Intercontinental de 1961 sucumbira por 5-0 face a esse mesmo Peñarol.
A 25 anos de distância, era eu um puto de 16 anos, valeu bem a pena acordar às 3 da manhã para ver mais um jogo da nossa alegria.

Eis o jogo integral: [Read more…]

Da série ai aguenta, aguenta (7)

Hospitais falidos param cirurgias

Quem muda sempre alcança

Uns dias atrás reclamei aqui de umas cenas da Fenprof, nomeadamente de alguns desatinos na sua relação com a internet.

Uma, a ausência de um simples feed na sua página, está resolvida; agora ele existe neste endereço (não clique, os feeds servem para usarmos via Google Reader ou outro aplicativo do género, permitindo que os locais que nos interessam nos apareçam à frente sempre que actualizados, ou seja: poupando muito tempo, facilitando a nossa relação com a net, esse mundo dentro do mundo onde o excesso de informação é o grande problema).

Fica a nota, e os meus aplausos.

Aulas assistidas? Este ano, não!

Caríssimo Professor, se anda atrás do Excelente, sugiro que termine a leitura do post agora mesmo. Se é, como eu, dos que está farto destas amostras de avaliação que os Governos, uns atrás dos outros, teimam em tentar implementar então faça o favor de continuar.

E vamos começar pelo fim, só para facilitar a leitura.

O SPN e a FENPROF tinham já, nos respectivos sites, respondido às questões sobre avaliação. O MEC  decidiu copiar o modelo e divulgou há dias um conjunto de esclarecimentos onde podemos encontrar esta questão respondida de forma muito clara:

Questão 6. Quem deve apresentar requerimento com vista à observação de aulas no ano  letivo de 2012/2013?
Devem apresentar requerimento com vista à observação externa de aulas no corrente ano letivo:
i) Os docentes de carreira posicionados no 2.º e 4.º escalões que completem o  tempo de serviço de permanência no escalão entre 1 de janeiro de 2014 e 31 de  agosto de 2015, desde que optem por realizar a observação externa de aulas no corrente ano lectivo e não pretendam recuperar a classificação da observação de aulas obtida em modelos de avaliação do desempenho anteriores;

Assim sendo, há duas coisas que são certas: [Read more…]

Adquiridos, a tua tia

Direitos conquistados.