O pénis ou a vida?

Os eunucos vivem mais do que os homens não castrados

Fazer mal, especialidade governativa

Finalmente, o governo tornou pública a lista de fundações a abater. É de salutar o fim dos apoios a essa enormidade chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Mas é pouco. Muito pouco.

Fundações que não terão qualquer corte: (…) Belmiro de Azevedo, BIAL (…), Fundação Social Democrata da Madeira. Com 30% de corte: Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, Fundação Mário Soares, Fundação Inês de Castro (…). A extinguir: Fundação Paula Rêgo (…).


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6000 manifestantes em Madrid, diz o governo

Por isso 1400 polícias devem chegar.

Foto do El Pais.

Mais um motivo para apoiar a independência da Catalunha

Pode ser que a Madeira siga o exemplo.

61 mil euros em ajuste directo por uma causa perdida

A história conta-se em poucas palavras.

De acordo com as Leis existentes quando termina o contrato de trabalho de alguém, há o direito a uma indemnização, a compensação por caducidade.

No caso dos Professores, a FENPROF tem liderado os processos que pela via judicial têm permitido vitórias umas atrás das outras  – 48 até hoje. No entanto o MEC insiste em não pagar.

Há uma posição da Procuradoria Geral da República, do Provedor de Justiça e outros se seguirão.

Mas, apesar desta realidade, o MEC foi pagar sessenta e um mil euros por ajuste directo a uma sociedade de advogados para que esta elaborasse um parecer sobre o assunto, procurando justificar o não pagamento: as provas estão no site da FENPROF e quem recebeu, de acordo com o referido documento, o dinheiro foi a Sérvulo e Associados – Sociedade de advogados, R.L..

Ou seja, nos tribunais o MEC perdeu 48 processos, mas mesmo assim Nuno Crato foi dar 61 mil euros à Sérvulo e Associados – Sociedade de advogados, R.L.,

Comentários?

– Chegaram vários. Este tem a sua importância.

Não pagarás a dívida dos outros até porque nem terás dinheiro para isso

José Vítor Malheiros enumera hoje as perguntas óbvias:

Devemos dinheiro a quem? E quanto? Quem o pediu e para quê? Onde está a lista das dívidas? Quem a certifica? Quem a auditou?

Blasfémia. Horror. Leva com um chorrilho de banalidades neoliberais que tem o seu clímax nisto:

 Aquilo que se chamava ataques especulativos eram tão somente investidores a deixar de comprar dívida portuguesa e outros receosos a aceitarem apenas juros mais altos.

Nestas cabecinhas delirantes não existe nenhuma coincidência no facto de o “receio” concertado exigir juros especulativos, de o fazerem simultaneamente em vários países, e fingem que 2008/09 nunca existiu em Wall Street. Foi só o défice, esse mantra ritual dos dividocratas. Calhou, foi uma coincidência, porque tinha de suceder, como se dever dinheiro não fosse na história dos estados tão natural como sempre foi. [Read more…]

Aguiar Branco faz variação sobre a cigarra de Macedo

E as formigas são as forças armadas.

O Nariz Vermelho

Os nossos doutoresJá lá vão 10 anos…

Parabéns Operação Nariz Vermelho!

Hoje, no Jornal de Notícias, Beatriz Quintella fala deste projeto que deu à luz e que teve como ponto de partida um artigo que leu em 1993 sobre o trabalho dos Doutores Palhaços que visitavam crianças hospitalizadas nos Estados Unidos.

Já foram muitos sorrisos, muitas crianças que, por instantes, esqueceram a dor e o medo. O trabalho destes doutores palhaços é fundamental, mesmo que demore a chegar aquele sorriso no menino calado, de ar carrancudo e que se coloca sozinho a um canto. (Pode apoiar este projeto aqui).

Penso também nos outros meninos e meninas que, não estando doentes, já sofrem que chegue. Possamos nós, gente comum, dar-lhes um pouco de alegria, tornar-lhes a vida um pouco mais fácil. No nosso dia-a-dia, no nosso trabalho…

Às vezes passa-me pela cabeça, mas não concretizo, tenho vergonha, poderão pensar que endoideci de vez: «e porque não trazer um nariz vermelho no bolso e colocá-lo no momento certo para aquele aluno que não há maneira de sorrir?». « – Não é Carnaval…».

O riso falta também na sala de aula…

A cultura também se exporta

Em meados de Julho passado, foi levada a cena na Casa do Vinhal, em Vila Nova de Famalicão, uma peça de teatro dedicada a José de Azevedo e Menezes, ilustre famalicense cuja vida e obra tive oportunidade de estudar para redigir a dramaturgia.

A peça foi representada pelo grupo de teatro “O Andaime” que é composto por jovens estudantes e dirigido por Fernando Silvestre (direcção, encenação e voz-off), com música duma orquestra da “Arteduca” dirigida por Gil Teixeira,  tendo a produção, no âmbito do projecto “Viver Famalicão”, ficado a cargo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, entidade promotora da iniciativa que, espera-se, irá repetir por outras ilustres casas famalicenses. É, também, por todos os envolvidos, um belo exemplo do que se pode fazer com amor e paixão à arte.

Ora, da peça de teatro, faz parte uma curta-metragem com os personagens José de Azevedo e Menezes, Vicente Pinheiro (da Casa de Pindela) e Bernardino Machado, cuja acção decorre durante as suas juventudes (1868). Foi realizada por Paulo Lima, que este ano foi estudar cinema para Barcelona e cujos trabalhos, como aquele de ora falo e outros (que aqui voltarei para falar), demonstram já o quanto promete. Aqui está ela:

Eu, cigarra, me assumo

Por Noémia Pinto

Sinto-me insultada.
E não devia sentir-me assim.
Tentaram ser pedagogos e chamaram-me cigarra. Com toda a razão. Talvez tenha sido isso que me ofendeu mais. Chamarem-me preguiçosa, mandriona, gastadora, irreflectida, pouco previdente e tudo o mais implícito no termo e terem razão para o fazer.
Neste momento sou, como infelizmente o são milhares de Portugueses, uma cigarra. Vivo da ajuda de terceiros. Não sou capaz de prover ao meu sustento e ao sustento dos meus dependentes, a saber, duas crianças, dois cães e quatro gatos. Não soube poupar os ganhos exorbitantes (!!!) que tive até há algum tempo atrás e agora estou na penúria, a viver da caridade do Estado, ou seja, a viver da caridade de todos os meus compatriotas.
Mas deixem-me contar a história desta cigarra.
Comecei a trabalhar com 17 anos de idade. Como operária numa fábrica. Tinha reprovado na escola e, depois de completar o 9º ano de escolaridade, a minha mãe pôs-me a trabalhar. Já aí se notava a minha «costela» de cigarra. Eu não queria ser operária. Não queria trabalhar. E a minha mãe, formiga muito trabalhadora, obrigou-me. O Director-Geral da fábrica, também ele um homem de trabalho, uma grandessíssima formiga, disse à minha mãe que eu não queria trabalhar e, por isso, ia pôr-me na linha de produção, apesar de os meus testes psicotécnicos terem sido os melhores de todos os candidatos.
E lá comecei eu, mas como boa cigarra poliglota que sou, evidenciei-me pelos conhecimentos de Inglês. Vá-se lá saber como é que num departamento de produção se repara que uma formiga fala línguas estrangeiras… Fui observada frequentemente e prolongadamente e o novo Director-Geral achou que eu era mesmo o insecto perfeito para ser sua tradutora/ secretária. E esta formiga lá saiu do carreiro… [Read more…]

A felicidade também faz um jornal

Hoje, Miguel Esteves Cardoso (Público) sacia-nos com estas palavras, poesia perdida (?), poesia que não é um engano nos dias que correm, poesia que é a nossa maior necessidade. As suas palavras – intencionalmente encaixadas entre notícias de austeridade, troika, dívidas, TSU, pobreza, desaparecimento da classe média, etc.- que, com amor se casam uma às outras, como MEC e Maria João, falam do que verdadeiramente interessa na vida, ofuscado pela miséria que nos aparece mais visível:

O futuro contém a nossa morte e, depois dela, o infinito de nadas, chato como o ferro do cosmos, que antecedeu os nossos nascimentos.

A felicidade, se calhar, é desejar que as coisas não piorem muito, de dia para dia, para não se notarem tanto.

O presenteaquilo que ainda se tem, a começar por estar vivo e lembrarmo-nos de termos estado pior — é a felicidade maior, somada às memórias de felicidades que continuam vivas e que nos fazem sorrir, pertencer e desejar bem aos outros que ainda não as tiveram. Se não nos lembrarmos de termos estado pior ou não tivermos a esperança de ficarmos melhor, já não conta como felicidade; já não conta como presente. Não é só dizer “eu ainda consigo”: é preciso também haver a consciência de ter prazer, não em conseguir, mas nas coisas que se fazem.

Todos sabemos o que nos espera. Interessa apenas decidir não tanto o que fazer enquanto esperamos como descobrir as formas que ainda nos restam de nos distrairmos. A distracção é a forma mais exaltante da vida. Quem se pode distrair — amando, lendo, pintando, trabalhando, coleccionando, politicando — não pode ser inteiramente triste, não por não estar apenas simplesmente não-morto e vivo, mas por ter encontrado a maneira de fazer pouco do presente, em atenção ao passado ou ao futuro lembrado ou desejado, como momento e movimento em direcção a eles.

Restam as consolações.

Quando é ser momento ou movimento a única coisa, para se ser feliz, que se quer.

À atenção do ministro Álvaro


O design da Pastelaria Semi-Industrial Portuguesa

via Tiago do 5 Dias

Morte e impostos

Hoje, no Escrito na Pedra (Público):

“Nada é mais certo neste mundo do que a morte e os impostos” – Benjamin Franklin (1706-1790)

 

 

Miguel Macedo diz que os portugueses têm de ser menos bois e mais rãs

Miguel Macedo, depois da gaffe da cigarra e da formiga, poderia estar preocupado com a imagem, mas, segundo fonte do seu gabinete, “felizmente, não tem vergonha na cara. Para além disso, como está sempre a abrir muito os olhos e tem uma voz demasiado grave, anda constantemente entontecido, pelo que não se apercebe das consequências do que diz, sendo imune ao arrependimento, o que é imprescindível num político.” [Read more…]

Caminhos da Memória: A trajectória dos Judeus em Portugal

As perseguições, as conversões e a expulsão dos Judeus, o rei D. Manuel I e a Inquisição.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

Les fables de La fontaine

Marie-Jo Lafontaine

Quando Não Há Dinheiro Para Torrar em Luxos

Tamel Aborim é uma pequena freguesia do concelho de Barcelos; tem cerca de 900 habitantes e aconteceu em Tamel, como em Tadim, passar o comboio.
No caso de Tamel (ao Ponto Kilométrico 60 da Linha do Minho), em direcção a Viana do Castelo e à Galiza; no caso de Tadim (ao Ponto Kilométrico 47,4 do Ramal de Braga), em direcção a Braga.
Mercê as alterações profundas no modo de exploração ferroviária na Europa e em Portugal ocorridas nas últimas décadas, acontece em Tamel o mesmo que acontece em Tadim: o(s) edifício(s) da estação deixou de ser necessário do ponto de vista operacional.
No caso de Tadim, o edifício secular que o povo chama de “a estação” perdeu mesmo qualquer utilidade ferroviária a 5 de Outubro de 2001, data do encerramento do Ramal de Braga para as profundas obras de remodelação que demorariam cerca de 18 meses a concluir-se.
No caso de Tamel, e dado que a Linha do Minho, a montante de Nine, segue sendo explorada no regime de cantonamento telefónico, a mesma encontra-se guarnecida (com trabalhadores, portanto) na maior parte das horas do dia. Isto no edifício “da estação”. O “edifício de passageiros”, para ser mais concreto.
Sucede em Tamel que outros dois edifícios contíguos, outrora para alojamento de trabalhadores, perderam há já longos anos a sua utilidade, deixaram de ser necessários ao sistema ferroviário. Desde aí até há cerca de dois anos, os edifícios estavam sós, à espera.
Entretanto, surgiu em Tamel (Aborim) a necessidade de dar uma casa à nobre instituição Junta de Freguesia. Como Tamel não aparenta ter a facilidade de acesso ao dinheiro público, proveniente dos impostos pagos pelos portugueses, em Tamel não se optou por construir um edifício de raiz para albergar a Junta de Freguesia. Em Tamel… reciclou-se um edifício secular para que a população, como anteriormente, pudesse beneficiar da sua existência.
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serviço público

Esta noite, a RTP-2 conta-nos a vida do maior poeta português vivo.

Cláudia Sarrico, uma amanuense dos estudos sobre Educação

O Ministério da Educação criou uma equipa para descobrir qual “o custo real dos alunos do ensino público por ano de escolaridade”. Num país em que a honestidade intelectual não tem imperado nos estudos encomendados pelos ministros da Educação, é de prever que as conclusões a que esta equipa chegará estarão de acordo com as expectativas de quem encomenda.

O Paulo Guinote, secundado pelo João José Cardoso, já teve oportunidade de chamar a atenção para o facto de que o presidente desta equipa desempenhou, entre 1989 e 1995, a função de Presidente do Conselho Coordenador do Ensino Particular e Cooperativo, o que pode tornar o estudo um pouco tendencioso, até porque o objectivo é proceder à “alteração do modelo de financiamento público aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo em regime de contrato de associação.”

Entretanto, reconheci um outro nome entre os membros da mesma equipa: Cláudia Sarrico. Há cerca de dois anos, participou numa coisa a que se chamou estudo, tendo concluído que o sucesso dos alunos dependia pouco do meio socioeconómico, uma afirmação que corresponde ao sonho de todos aqueles que, na realidade, não querem resolver os problemas educativos, atirando as culpas para cima das escolas.

Deixo, já a seguir, algumas ligações que, no mínimo, põem em causa as conclusões dessa encomenda e, portanto, a competência de Cláudia Sarrico, pelo menos enquanto alegada estudiosa dos fenómenos educativos. Entretanto, se os restantes membros da equipa recentemente nomeada forem feitos da mesma têmpera de amanuenses que, em letra bonita, escrevem umas conclusões à medida, estamos conversados e mal pagos. [Read more…]

O Soberano

Quando um dia, de modo sério e limpo, se escrever a história deste ano de 2012 na República Portuguesa,as datas de 15 e 21 de Setembro merecerão estudo aprofundado.
A 15 foi a manifestação nacional da dignidade ferida, do orgulho nacional insultado, do direito espezinhado, da vida destruída, do grito por dar dos que foram esbulhados do que legitimamente lhes pertencia, da impotência face a uma justiça que deixa à solta gatunos e corruptos(chegando ao desvario de negar a sua existência), do imenso nojo pela partidocracia instalada, da indignação pelas seitas secretas e criminosas que estendem os tentáculos venenosos por toda a parte, da imensa raiva contida (por enquanto). [Read more…]

Pior a ementa do que o cimento

Se Portugal não pode ser “país de muitas cigarras e poucas formigas” e se as formigas são os «trabalhadores», quem são as cigarras? No Parlamento costuma-se ouvir muitas…

MEC vai negociar vinculação dos Professores?

O Ministro da Educação falou, está falado!

Apesar de ninguém lhe ter perguntado nada, o ex-comentador repetiu vezes sem conta a vontade política de vincular professores, isto é, vai “meter nos quadros” os professores que trabalham há muitos anos a contrato.

Confesso que não acredito muito (nada!) nas palavras de Nuno Crato – penso, aliás, nos milhares de docentes dos quadros que ainda estão sem horário.

Mas por economia de tempo, vamos assumir que desta vez as palavras são coerentes com a intenção e o Governo pretende mesmo “meter nos quadros” alguns professores – da última vez foram pouco mais de trezentos, mas isto poderá servir para a FNE fazer o frete do costume.

Com Nuno Crato a educação passou a viver sobre uma matriz – a do despedimento. Se o ano passado foram uns milhares, este ano não lhe fica atrás. Estão hoje em casa alguns milhares de professores com muitos anos de serviço: há dois anos estavam no sistema mais de 38 mil contratados. Este ano, nem 10 mil estão a trabalhar. [Read more…]

Quem paga(ou) a casa da formiga é(foi) a cigarra

Miguel Macedo, recebe todos os meses cerca de 1400 euros por subsídio de alojamento apesar de ter um apartamento seu na área de Lisboa.

(Renunciou depois de sair nos jornais)

A História faz-se com fontes, as estórias inventam-se

Dalila Mateus exemplifica mais uns delírios de Rui Ramos, o estoriador.

Liga Mundial é já amanhã em Lousada

Armindo de Vasconcelos

Portugal inicia amanhã, em Lousada, a sua participação na Liga Mundial, pelas 16h45, prova que, como já escrevemos, se disputa em Lousada até domingo. Pelas 14h30, teremos a “stickada” de saída do Gibraltar – Marrocos.

Numa acção promocional de grande escala, ímpar para a modalidade em Portugal, a FPH, através do seu site institucional e da página oficial da prova no Facebook, tem apelado activamente à participação da comunidade hoquista, socorrendo-se ainda da abertura concedida pelos espaços de informação da Lousada TV, Vale do Sousa TV e da MVM/RTV. [Read more…]

Meter a raposa a contar as ovelhas

Um estudo sobre custos de ensino público vs privado presidido por um ex-Presidente do Conselho Coordenador do Ensino Particular e Cooperativo. E vergonha no focinho, não há?

Nós somos as formigas que trabalham para as cigarras

Quanto aos parasitas que nos governam, aqueles que nunca trabalharam na vida, basta lembrar que num ano em que perderam metade do subsídio de Natal ainda conseguiram ter um aumento médio mensal superior a 80 euros. Sim, há cigarras a mais neste país.

A revista Colóquio agora online

Colóquio, Revista de Artes e Letras disponível online a partir de dia 24 Set 2012

A partir de hoje, a Colóquio, Revista de Artes e Letras (1959-1970) editada pela F.C.G., está acessível a todos em versão digital.

Uma boa notícia no dia em que  se inicia uma semana de luta pela Cultura, uma organização do Movimento de Defesa da Cultura.

Acorrei que matam a Cultura

Vai haver «peixeirada» ou insulto, porque é este o estado a que a Cultura chegou em Portugal, dizem os organizadores desta semana que se pretende de luta pelo sector.

Destinar 1% do Orçamento de Estado para a Cultura é um insulto e isso não se percebe num país civilizado, ou que se espera civilizado, disse Pedro Penilo à Antena 2 esta manhã.

O Manifesto em Defesa da Cultura, redigido pelo Movimento em Defesa da Cultura, é um documento contra  as medidas impostas pela “troika” e para exigir aumento do investimento público no sector.

Não aceitam o discurso da crise. Vão fazer uma semana de luta pela cultura, a Cultura que em Portugal já nem merece Ministro nem lugar na mesa das decisões políticas.

Continuar a roubar os mesmos

Agora em fundo azul, com ar triste, mas as trapalhadas são as de sempre. O roubo organizado vai continuar.