“O número de estudantes a beneficiar de bolsa de estudo para frequentar o ensino superior pode diminuir cerca de 25 por cento este ano.” Depois dos professores, os alunos.
Yo, María del Totoral – 2
a casa de adobe é casa de pobre, o que María del Totoral não queria
(Continuación del encerto anterior)
Como dice Melanie Klein (1948) 1957, en su ensayo Envidia e Gratitud, Imago, Brasil. No es extraño, sin embargo, que esos pequeños busquen el amparo de sus adultos. Adultos que saben decir, para el pequeño, lo que debe ser hecho en definitivo, como difícil es para ellos tomar una decisión en relación a otros adultos y, especialmente a los m. Una situación difícil para una infante, [Read more…]
Paga aí, que eu não trouxe a carteira – o Estado e os funcionários públicos
Versão portuguesa de “Robin dos Bosques”, com Cavaco Silva no papel de Príncipe João e José Sócrates no de Xerife de Nottingham.
Robin dos Bosques é um dos meus heróis de sempre, o mito que me fez odiar não ter nascido na Idade Média, onde poderia enlaçar Lady Marian, ao mesmo tempo que, com a mão livre, enfiaria setas certeiras no bucho dos poderosos que desfavoreciam constantemente os desfavorecidos.
Uma das imagens marcantes desse mundo mítico-cine-televisivo consistia na alarvidade com que os esbirros do Xerife de Nottingham arrombavam as casas humílimas dos pobres agricultores ingleses para lhes extorquir o último grão de trigo e restantes fazendas de que sobreviviam. Os ditos esbirros juntavam à aleivosia praticada o argumento arbitrário de que o Príncipe João precisava de dinheiro, o que deixava a minha firme ética infantil revoltada, numa ingenuidade que me levava a acreditar que cenas dessas não seriam possíveis nos dias de hoje. [Read more…]
Presidenciais: o direito à abstenção
A campanha das presidenciais tende a subjugar os portugueses à fatalidade de uma escolha simplificada: ou Cavaco ou o caos. É uma espécie de versão do provérbio “Outono, ou a seca das fontes, ou saltas as pontes”. Portanto, ou viveremos, como já acontece, sob a inclemência de uma seca também alimentada por Cavaco, ou sob o dilúvio de águas da agiotagem de juros de dívidas mais elevados, ‘Aníbal dixit’. Vários anos outonais nos aguardam.
O desfecho eleitoral seja ele qual for, com ou sem Cavaco, não evitará a continuidade da pior das crises económicas e financeiras da História de Portugal, e em particular no período pós 25 de Abril; induzida também, diga-se, pela crítica situação internacional. E, se historiadores e analistas objectivos e independentes investigarem com rigor todo o processo democrático do período pós-revolucionário, convergirão, entre outras, nas seguintes conclusões: Cavaco, enquanto PM, impôs ao País um modelo de destruição das capacidades produtivas na agricultura, nas pescas e na indústria; Guterres, mais dócil e popular, prosseguiu com o despesismo das grandes obras públicas. Durão Barroso, ajudado por Portas, comprou os submarinos e, à semelhança do antecessor, evadiu-se para cargo bem remunerado no estrangeiro; depois, a roleta do bloco central ofereceu-nos Sócrates, cuja prestação, tão negativa e contestada, dispensa comentários. [Read more…]
Faça aqui a sua declaração de voto: diga porque é que devemos votar ou não votar num candidato
Por causa destes leitores a quem agradeço, ocorreu-me abrir um espaço para que o leitor faça a sua declaração de voto.
Tenha uma palavra a dizer, não se iniba. Diga-a e faça um comentário a afirmá-la.
Porque é que devemos votar (ou não votar) num determinado candidato?
ADENDA: Se pretender fazer a sua declaração para as eleições legislativas de 2011 pode fazê-lo numa página actualizada para o efeito clicando aqui.
A quem serve a abstenção?
É fácil prever uma subida da abstenção nas eleições presidenciais. Os motivos são vários e óbvios, começando pelo desencanto com a situação do país e com a classe política, acabando nestes candidatos e nesta paupérrima marcha sem ideias nem propostas de futuro a que erradamente se chama campanha eleitoral.
Os meus colegas do Aventar -blogue pluralista, importa repetir – foram aqui deixando a sua opinião e análise.
Nem sempre é possível prever quem ganha com a abstenção numas dadas eleições. É frequente o candidato ou partido mais bem posicionado temer uma elevada abstenção, receando que o eleitorado se desmobilize ao dar por certa a vitória. Nesse cenário os adversários dão, sem o dizerem expressamente, a abstenção por bem vinda.
Mas também acontece o contrário: o candidato ou partido menos bem colocado recear que a interiorização da derrota leve à desistência do ato de votar, confirmando não só os temores como, também, erodindo a base de apoio e os equilíbrios representativos que em função dela se estabelecem, até nas presidenciais (Alegre deve o apoio do PS ao resultado que obteve nas eleições anteriores, por exemplo).
Nestas eleições, para ser claro, penso que a abstenção [Read more…]
No Domingo, fico em casa
-Não me entusiasma minimamente ver Cavaco Silva na Presidência da República durante os próximos 5 anos, pior mesmo, só se o lugar fosse ocupado pela absoluta inutilidade que dá pelo nome de Manuel Alegre. Fernando Nobre desperdiçou a meu ver uma excelente oportunidade de dar uma merecida lição à classe política, mas faltou-lhe capacidade de discurso, propostas concretas centradas na acção, dentro das competências do P.R., mas a falta de experiência levaram-no a ceder à tentação de algum populismo e demagogia, fazendo promessas que não está de todo habilitado a cumprir enquanto Chefe de Estado. A forma como decorreu a campanha eleitoral, sem interesse, a par das tendências apresentadas nas últimas sondagens, levam a que não me sinta motivado a percorrer a pé no próximo Domingo, os 800 metros que distam da minha casa ao local de voto, sinceramente nenhum dos candidatos justifica que coloque a chave na ignição do automóvel, pois tal acto seria capaz de me custar uns 50 cêntimos e penso que nenhum deles merece tal esforço…
Ainda a casa de Cavaco: honestidade?
A casa de férias de Cavaco Silva continua a dar que falar. Cada investigação jornalística, cada minhoca. Segundo o Público:
Cavaco Silva fez obras durante um ano na sua actual residência de Verão com a licença caducada e em desrespeito do processo inicialmente aprovado.
Isto depois de se ter sabido que a tal permuta de terrenos foi feita deforma a não pagar impostos, e trocando terrenos quando a casa já estava em construção.
O conhecimento destes factos deve assegurar a vitória de Cavaco Silva à primeira volta: os portugueses querem que os deixem construir à vontade, impostos é fugir de os pagar, e só não ganha uns cobres num cambalacho com um amigo que nos deve favores ou seja quem é parvo.
É complicado demitir este povo e eleger outro, mas às vezes apetece.
(corrigido)
Ao Menos, será Amarelo o Nosso Submarino?
“A redução de cinco mil docentes no actual ano lectivo foi um dos factores que ajudou a compensar a derrapagem da despesa pública provocada pelo pagamento dos dois submarinos.”
– ministro que fala verdade merece a minha admiração; resta saber é se o naufrágio de 5,000 professores nos coloca mais próximos do “modelo finlandês” ou, pelo contrário, nos deixa mais na merda. Os Cagalhães flutuarão?
Presidenciais: Cavaco ainda não nasceu
Já há muito tempo que sei em quem não vou votar, a partir do momento em que Cavaco Silva concorra a umas eleições. É certo que o facto de ser um homem de direita já é suficiente para que me recuse a votar nele, mas há homens em quem nunca votei ou votarei e que, de alguma maneira, me merecem consideração. Lembro-me da inteligência de Lucas Pires, respeito a erudição de Vasco Graça Moura, aprendi muito com O Independente de Paulo Portas, aprecio a combatividade de Nuno Melo. Cavaco nunca me despertou nada de positivo. Para além dos vários defeitos que partilha com os restantes membros da classe política, é um poço de vacuidades e truísmos. Só uma partidarite extrema ou a defesa de interesses pessoais poderá ter levado homens inteligentes e cultos, como Pacheco Pereira, a defendê-lo. [Read more…]
Yo, Maria del Totoral. Ensayo de etnopsicologia de la infáncia
casas de adobe usadas en la éreas rurales de Chile e de América Latina
Escribí este libro en la parte más pesada de esas enfermedades que matan.
Mi suerte fue que el Ministro de la Ciencia, Tecnologia y Eseñanza Superior y mi antigua alumna, hoy compañera, Maria de Graça Pimentel Lemos, me llevaron a los mejores médicos. Parte de mi terapia para librarme de la muerte, fue escribir. Éste es el primero que escribí en 2007 y entregare por capítulos en Aventar. Una parte; la otra, corresponde a mi hermana analista, Blanquita Iturra de quien nació la idea para curarme, completar en breve. Agradezco a todos los que se interesaran por mí, me visitaron, me enviaran bouquet de flores y me acompañaran en los tristes días que apenas podía mover el cuerpo par air de la cama a ésta silla. Pero la persistencia siempre gana la causa que es nuestro objetivo. Vamos al libro…
Falemos de Números
SOS Educação – em Coimbra foi assim há dois dias.
Querem roubar a escola a alguns portugueses…
O nome da filha de Luciana Abreu e Yannick Djaló
A menina parece que nasceu bem e com saúde. Infelizmente não conheço os pormenores importantes: o peso da criança, a primeira roupinha, os primeiros presentes, a hora exata do acontecimento. A culpa é minha, eu sei, está tudo nos jornais e nas revistas.
Mas sei o nome. Treinei e já o consigo pronunciar: Lyonce Viiktórya.
Segundo os felizes papás é uma fusão do nome de ambos.
O que vale é que o bebé ainda não fala e não entende o ridículo nome que lhe deram. Senão aproveitava agora e desnascia.
Presidenciais: a opinião de uma profissional do sexo
Exclusivo Aventar: declarações explosivas da prostituta que prestou serviços aos seis candidatos presidenciais
Em mais um rigoroso exclusivo, e após uma investigação cuidada, o Aventar descobriu Maria (nome fictício), a prostituta cujos serviços, por coincidência, foram solicitados pelos seis candidatos presidenciais, durante a presente campanha. Porque a perspectiva desta profissional do sexo pode permitir aos nossos leitores uma visão diferente dos seis homens que poderão vir a ocupar a cadeira presidencial, aqui deixamos as declarações de uma mulher que partilhou a intimidade de todos eles, ainda que por breves momentos.
No geral
“Olha, amor, os políticos são na cama como na rua: falam muito e não fazem nada. Tirando o Manuel João Vieira, que é um homem como deve ser, que sabe portar-se como um porco, nunca mais aceito clientes vindos da política, até porque isto pode vir a saber-se e fico malvista e eu posso ter muitos defeitos, mas sou muito limpinha, ficas a saber.” [Read more…]
Vamos lá suspender a democracia
Cavaco insiste na estratégia do medo por haver uma segunda volta.
Esta quinta-feira, num almoço com apoiantes em Felgueiras (Porto), Cavaco alertou para as consequências de uma segunda volta, que seria “desviar as atenções do essencial”. E “o “essencial” é que iria causar “uma contracção do crédito e uma subida das taxas de juros. Com as consequências para as “famílias, empresas e famílias”. [Público]
O homem dos formalismos, tão cioso das suas competências formais que lhe permitiu repetidas vezes justificar silêncios injustificáveis, vem agora com mais uma laracha na linha da suspensão da democracia. Estarei enganado ou houve umas décadas em que isso já foi feito e com os resultados conhecidos?
Presidenciais: desta vez, contra eles próprios

Pelo que parece, Daniel Oliveira, o timoneiro do Arrastão, anda a ler a “imprensa blogosférica” monárquica. No Expresso desfia o despesismo republicano e ainda indica que o actual presidente aumentou em 31 milhões, os gastos de Belém em 31%. São males que de longe vêm, Daniel e é lamentável que só se dê por isso em certos momentos. Pior ainda, paga-se para sustentar uma instituição que todos sabemos ser uma agência de influências para cargos rendosos.
Por regra geralmente aceite, quando falam dos candidatos oficialistas dos partidos, declaram-nos como saídos da vontade das oligarquias financeiras e caciquistas. Quando falam dos candidatos/presidentes a eleger a Belém, colocam-lhes o rótulo de “parciais, facciosos e servidores de Partido”. Quando é eleito um cacique-chefe que não corresponde ao grupo de interesse, desde logo o acusam de “incompetência, desleixo e contemporização oportunista com erros governativos”. Quando entram em campanha, os argumentos baseiam-se no insulto pessoal, no boato acerca de “garantias de carácter” – aqui sim, no luso sentido do termo -, nas contas bancárias, títulos de propriedade, amigos semi-presidiários a prazo, etc. Assim sucessivamente, o tom vai subindo entre todas as candidaturas e o povo vai tendo a exacta percepção de quem ignominiosamente tem ocupado o trono deixado vazio por D. Manuel II.
Não precisamos de pesquisar muito, para concluirmos que seguem rigorosamente a cartilha que o defunto PRP. Desta vez, contra eles próprios.
Presidenciais: Cavaco é um fantasista, Nobre oferece a cabeça às balas
Diante do título da edição impressa do JN (“Fantasia convenceu Cavaco a permutar vivendas“), há perguntas que é necessário fazer. Em primeiro lugar, será que Portugal pode correr o risco de ter como Presidente da República um homem que se deixa convencer por uma entidade tão etérea? O que mais poderá Cavaco Silva fazer por fantasia? Terá sido assim que se convenceu que tem coisas inteligentes para dizer?
Entretanto, Fernando Nobre teve o seu momento Ramalho Eanes, com a vantagem de não correr verdadeiramente o risco de ser baleado: afirmou que a única maneira de não ir para Belém é levar um tiro na cabeça. Se for atingido num braço ou numa perna, por exemplo, não irá para onde, então? Perguntas, sempre tantas perguntas.
Mais um dilema: entre um candidato que se deixa levar por fantasias e outro que só será derrotado por um tiro, o que fazer?
“Railway & Statistical Map of Spain & Portugal”
Por volta do ano de 1885. Já era possível sonhar ir do Alto Minho ao Baixo Alentejo; em mais meia dúzia de anos, o caminho-de-ferro chegaria também a Faro e Mirandela.
Viver não custa.O que custa é saber ensinar a viver

símbolo da liberdade que todo candidato deve respeitar
A flor da liberdade
Ontem escrevi sobre o dever da heresia, por causa de vários políticos andarem a correr para o cargo de Presidente da República. Não há texto em que eu não tenha escrito sobre o debate da hecatombe que deveria percorrer todo o país. Fala-se de tudo, vive-se como se entende, gastam-se as poupanças em divertimentos, o crédito é o rei do dia-a-dia, os debates são sempre entre candidatos e pela televisão que vemos e ouvimos calmamente desde a cama. Não há comícios nem desfiles para apoiar o candidato preferido. Ninguém fala das suas preferências: resultaria num sortilégio, como cumprimentar alguém antes do seu aniversário, dá má sorte…
O que pretendemos do próximo Presidente, é apenas debatido na Assembleia da República ou nas reuniões de pessoas do mesmo partido. Do que se fala, é de louvar os candidatos. É raro que, esse pretendente à mais alta magistratura da Nação, sai à rua para esclarecer pontos obscuros do seu programa. Portugal é infantil: [Read more…]
Claro que se pode mudar a Lousã para Coimbra, mas fica mais caro
Um dos problemas de asnearmos é a tentação em continuar a asnear, negando a asneira. Acontece aos melhores. A João Pinto Castro acontece mais vezes. Tirando pormenores irrelevantes como colocar Coimbra no interior, uma disfunção geográfica que talvez ainda seja tratável nas Novas Oportunidades, JPC descobriu o absurdo:
Ora o meu ponto é precisamente denunciar esse absurdo: não faz sentido algum que uma cidade pequena como Coimbra tenha um subúrbio a 30 kms de distância.
Não faz realmente sentido. Quem mandou as pessoas instalarem-se onde tinham um comboio para aceder ao seu local de trabalho? as pessoas deviam estar todas a viver em Coimbra, admitindo que Coimbra faça sentido.
Agora, e para conhecimento do JPC, as pessoas tiveram a ousadia de fazer pior, espalharam-se num raio de 50 km não por terem aderido à ideologia da ruralidade, as pessoas não vivem em ideologias vivem em casas, e as casas em Coimbra tiveram durante décadas um dos m2 mais caros do país, mas por falta de dinheiro, ao contrário do que JPC pensa a ruralidade não é uma ideologia é uma necessidade. Estas pessoas, sobretudo as mais jovens, vivem no rural porque não conseguem ir para o mais urbano. Existe uma ideologia urbana que prega a ruralidade mas não é para aqui chamada. A Cidade é outra, e das Serras nem se fala.
Agora quando diz que [Read more…]
Preços gasolina, gasóleo, brent: 2005 a Janeiro 2011
Sendo novamente tema quente, continuo o registo da variação de preços do brent, do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo com 95 octanas (IO95).
Estes gráficos (clicar neles para ampliar) apresentam dados para o período de 2005 a 10 de Janeiro de 2011:
- 2005 – 2011: Câmbio Dólar / Euro
- 2005 – 2011: Preço do Brent em euros
- 2005 – 2011: Preço de Venda ao Público do Gasóleo Rodoviário
- 2005 – 2011: Preço de Venda ao Público da Gasolina 95 octanas
- Gasolina, gasóleo e brent 2005-2011
Presidenciais: Cavaco defende o fim das eleições
Já que o candidato Silva defende que não deve haver segunda volta, porque fica muito caro, não seria ainda mais barato acabar com as eleições todas? A Democracia é uma coisa muito cara, efectivamente. E pouco cara a alguns que não gostam de ser contrariados, escrutinados, avaliados. Uma maçada!
O milagre que já tardava
De um grande amigo meu, a quem enviei um texto de Mark Twain, recebi este mail:
A propósito do Criador, das doenças e da ciência: circula nos meios noticiosos que vai ser beatificado (ou santificado? pouco importa) João Paulo II, com base na cura de uma freira que, com a “cunha” do papa, conseguiu d’Ele a cura da doença de Parkinson (ou alzaimer – era a mesma doença de que padecia o papa).
É nestas alturas que dá sempre jeito termos por perto os homens da ciência, para ajudarem a refletir os “rescapé” da Arca.
A criatura tinha a doença devidamente diagnosticada. Será que os especialistas confundiram uma daquelas doenças arrasadoras com uma benigna doença nervosa, que qualquer abanão psicológico pode, numa noite, fazer desaparecer sem deixar rasto?Tratando-se doença séria, comprovada pela ciência (ou também não devemos dar grande crédito aos especialistas?), como de explica que a senhora nos apareça agora sem qualquer rasto da terrível doença?Tudo manipulado? Não será demasiada gente (aparentemente séria) a ser manipulada? A alguns dá para refletir; a outros para rir. Certo é que o Criador deu uma cabeça a todos. Como cada um a usa, é isso mesmo, depende de cada um.
Eu respondi: [Read more…]
As mentiras (ia quase dizer as burlas) da D-Mail, a empresa das ideias que não funcionam e que não servem para nada

Ali, na D-Mail, há de tudo. Desde um porta-chaves para distraídos, que faz bip-bip quando o dono assobia; passando por um rato para o computador em forma de Fiat 500 (os faróis acendem-se enquanto navegamos na internet); até uma caneta que é ao mesmo tempo um levanta-cutículas, um bisturi e uma lima. É possível passar umas boas horas a rir com o catálogo que alguém nos enfia, mesmo com o autocolante da correspondência não endereçada, na caixa do correio. É de rir e, naquele momento, a pergunta que nos ocorre é sempre a mesma: será que alguém compra isto? [Read more…]












Recent Comments