É tal a incomodidade e medo das claques que Bettencourt em vez da cara vai pintar o cabelo de preto!
É que se for a cara não o reconhecem no banco onde é director e que por acaso é o maior credor do clube!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É tal a incomodidade e medo das claques que Bettencourt em vez da cara vai pintar o cabelo de preto!
É que se for a cara não o reconhecem no banco onde é director e que por acaso é o maior credor do clube!
A 1 de Abril de 1996, aconteceu aquilo que, infelizmente, não foi uma mentira. Foi, antes, verdade e cruel.
António Mário Lopes Pereira Viegas faleceu há 14 anos, após prolongada doença.
Embora as escutas sejam reais e a voz de Vara seja do Vara, a voz de Sócrates é deste senhor aí em cima!

O futuro de Anabela Lopes de Abrantes


Em desespero, nos anos 80 do Século passado, procurava uma casa para o meu projecto de pesquisa sobre O Saber Letrado, financiado para mim e equipa pela antiga Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (JNICT), que muito bem nos tratava, hoje Fundo para a Ciência e Tecnologia (FCT). Éramos vários. A casa devia ser grande e isolada: demanda da minha equipa!
Acabava de estudar as mentes dos membros da aldeia de São João do Monte. Para esse estudo, residi na casa de um pastor de ovelhas, com a sua mulher e os seus filhos. Aluguei-lhes um quarto. Às vezes, cozinhava o meu comer, outras, era convidado pela família. A pesquisa demorou um ano: nem sempre podia estar na aldeia, situada a oito quilómetros de distância da Vila de Nelas, sede do concelho. Usava um carro Morris, desses pequenos, denominado mini Morris. Carro trazido da Grã-Bretanha, com o volante do lado direito. Um desespero! As ultrapassagens eram impossíveis, não havia auto-estradas em Portugal, apenas a A1, ou Lisboa – Porto, desenhada para entrar em todas as cidades. Um desespero! Mas, nós que gostávamos de pesquisar, não nos importávamos. Íamos. Éramos fortes. Tínhamos imensa paciência. De Lisboa a Nelas, era preciso passar por Coimbra, pelas intermináveis curvas da estrada da Beira. Entre Coimbra e Nelas, pelo menos cinco horas de condução, e entre Nelas e São João do Monte, mais uma hora. A sorte foi ter acabado num livro intitulado Fugirás à Escola para Trabalhar a Terra. Ensaios de Antropologia Social, publicado em 1990 b), pela antiga Escher, hoje Fim de Século. O livro acabou por ser publicado também em Paris, pela Editora L’Harmattan: Échec Scolaire ou École en Échec? que até ao dia de hoje não pagou nem meio cêntimo pelo texto…mas vender, vendeu e bem, com 2ª edição. Como dizem por ai, todo o escritor de livros de ciência, é um escritor pobre….A minha pesquisa acabou na rodagem de um filme, realizado por Sarah Harrison, Alan Macfarlane e eu: Of priests, peasants and, peacocks gravado em DVD na Biblioteca da Universidade de Cambridge, Universidade a que os três pertencemos. Com esse filme, acabei a minha pesquisa em São João do Monte: o início foi desesperante, ninguém queria falar comigo, fugiam, escondiam-se, eu tinha que meter um pé entre a porta e a aduela da mesma. Tanto insisti, que acabaram por ser meus amigos e contaram-me as suas histórias de vida. Mas, fiquei farto e cansado, cheio de frio, sobretudo no inverno quando ia pastar as ovelhas com o Manuel, o senhor da casa onde eu morava. A sua história de vida era tão criminosa que não a reproduzi, publiquei apenas alguns excertos na nossa Revista Ler História.
(Com especial abraço aos amigos aventares)
Mal-aventurada palavra, bem-aventurada palavra, espectaculosa ou mal-entendida, repentina, abandonada, terrosa ou etérea.
Penoso viver do lado direito, com obtuso cérebro que irradia uma luz cor-de-rosa de banal bom-senso, ridícula, religiosa e fria, estranho conúbio de cálculo e simetria.
Do lado esquerdo, vestígios de terra seca, retocados de sol e água, húmida palavra em secreta transição da estreiteza da vida para a infinita margem do sonho.
(Palavras tépidas, impuras, laterais, resplandecentes nas vitrinas de luxo, insalubres, umbrosas, sepulcrais).
(monumentais, desdobráveis, descobríveis, maduras de oiro e trigo e penoso desejo de céu azul no imenso tossir da poeira dos ideais insubmissos).
(Jactância lodosa, leitosa, grudada a translúcidos horizontes, respirando asfixia na secura de todas as fontes).
Dúctil criatura de aço e pés pequenos, em largos sonhos de vibração das manhãs de rosto alvo, sem distâncias nem delírios.
Bem-aventurada palavra (mal-aventurada palavra), viva (morta), sensual (fria), erecta (impotente), ofegante (sibilosa), rotunda (famélica), fremente.
Eu temo muito o mar, o mar enorme, solene, enraivecido, turbulento…se a minha amada um longo olhar me desse dos seus olhos que ferem como espadas, eu domaria o mar que se enfurece, com a força das palavras estranguladas.
O FCP exige que os adversários esclareçam em tribunal em que cabeças foram aplicados seis pontos, devidos às cotoveladas do Bruno!
O Tomaz Costa já se prontificou…
A propósito de certas investidas das Juntas Autónomas espanholas fronteiriças ao território português – o caso do SAP de Valença do Minho e a intervenção galega -, será bastante conveniente consultar como mera curiosidade, este artigo e este.
Exmo. Senhor
Bispo Carlos A. P. M. Azevedo
A/C da Secretaria da CEP C. c. para Agência Lusa
Casa Patriarcal
Quinta do Cabeço – R. do Seminário
1885-076 – MOSCAVIDE
Senhor bispo Carlos Azevedo
A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) compreende a preocupação da Igreja católica com o ateísmo, a ponto de ter realizado a peregrinação de 13 de Maio de 2008, a Fátima, «contra o ateísmo na Europa» e de, no mesmo ano, o Sr. Patriarca Policarpo ter considerado o ateísmo como o «maior drama da humanidade», maior ainda que a fome, as doenças, as guerras, as catástrofes naturais, a pedofilia e o terrorismo religioso. E a AAP reconhece, e defende, o direito de V. Ex.ª e da sua Igreja de não gostar de ateus e de manifestar o azedume que esta associação lhes tem causado nestes escassos dois anos que leva de existência. [Read more…]
Tendo em vista os areópagos internacionais em que terá de usar a palavra, após a excelente vitória do Benfica nas várias frentes em que se bate, o Presidente, inscreveu-se em vários cursos de línguas.
Começa logo de manhã no ” Instituto Camões”…
(Poema de Ofélia Bomba, minha colega, não de cardiologia mas de psiquiatria)
O ninho
É do azul que parto
Para o percurso único da poesia
Do azul do mar imenso
Do azul intenso
Que banha o meu país
E a minha fantasia
E segue solitário até ao infinito.
Passo pelo roxo da saudade
Nos lírios imortais de Van Gogh
Mistura de óleo e eternidade
De espanto e grito.
Passo, depois, no amarelo vivo
Dos girassóis de Julho em Portugal
E brindo à vida, ao amor cativo
Único, intemporal.
Navego no vermelho. Lume e fogo
Aurora boreal do meu percurso
Em que me perco e quase afogo
E desço à terra, ao castanho baço
Força telúrica a lembrar o curso
Do passado e do presente, num abraço.
Continuo no preto. Tinta-da-china.
Ou numa nuvem carregada de água
Na viuvez duma tarde chuvosa.
Liberto-me no branco em que assisto
À neve, à cal, aos vestidos de noiva
À bata da escola de menina
E paro p’ra pensar. Duvidosa.
Que importa se o teu olhar
É verde ou dourado
Bordado de sol ou de luar
Que importa se o teu sorriso
É um poente
Tinto de promessas quase a naufragar.
Se este poema é um caminho
Tecido de arco-íris e de asas
Onde me aventuro e ouso
E todas as cores do mundo
São o ninho
Em que eu repouso.
O Sporting Clube de Portugal devolveu à procedência o jogador Pongolle por não corresponder às caracteristicas que o jogador mostrou em vídeo! Dizem os dirigentes sportinguitas que no vídeo não se via a cara do atleta..
O jogador, agente desportivo e o Atlético de Madrid vão pedir indemnizações.

Hoje no Parlamento ,graças a uma importante iniciativa do Bloco de Esquerda,conseguiu-se com o apoio de toda a esquerda,incluido o PS, uma importante vitória anti discriminação,na questão da doação do sangue de homens que fazem sexo com outros homens.O critério de análise, vai mudar,e vai deixar de ser “grupos de risco”,mas “comportamentos de risco”,como devia ser há muito tempo e sempre defendi.Mais um preconceito homofóbico que se salta.Parabéns ao Bloco , à sua bancada parlamentar,e ao dr.João Semedo!

É uma notícia surpreendente e todos aqueles que acabam de ler a notícia no «Público» não podem deixar de sorrir.
Comecemos pela questão ética: será que é legítimo uma mulher de 70 anos dar à luz? Já tivemos casos iguais, é verdade, com o célebre médico italiano Severino Antinori, mas isso não torna este caso mais aceitável. Uma mãe com idade para ser avó? E a educação da criança, como vai ser? Será que a mãe vai poder vê-la crescer?
Depois há a questão política, que só não o é porque Manuela Ferreira Leite perdeu as eleições. Se as tivesse ganho, teríamos agora uma primeira-ministra grávida. Lindo serviço, quem é que ia governar o país durante meses a fio? Sim, porque dada a provecta idade da senhora, é óbvio que estamos na presença de uma gravidez de risco.
Felizmente para todos e até para a própria, Manuela Ferreira Leite é hoje uma simples deputada do PSD. O pior que pode acontecer é suspender o mandato e regressar depois do fim da gravidez e da licença de parto com os seus dois novos descendentes nos braços.
Sim, porque o Aventar está em condições de avançar um «pormenor» que a notícia do «Público» omite: são gémeos!
Entalado, Sócrates avança com Almeida Santos. Com isto consegue duas coisas. Não tem que escolher desde já Manuel Alegre, e fica com um trunfo para jogar na devida altura.
Segundo a imprensa de hoje, a Liga 2009/2010 está suspensa!
Ao que apurou o Record, tal suspensão deve-se ao facto de a águia vitória estar infectada com a gripe das aves o que, segundo os especialistas, causou um profundo distúrbio mental no Sr. Ricardo Costa levando-o à loucura de ter penalizado gravemente dois jogadores do F.C.P. Ao que o Aventar apurou, a convivência do Sr. Ricardo Costa com a águia vitória, partilhando cama e mesa, provocou neste jurista graves danos mentais e comportamentos estranhos confundindo clubite com justiça. Além disso, a associação ANIMAL já fez saber da sua intenção de processar este dirigente desportivo por conduta transgressiva em relação aos direitos dos animais – a vitória está profundamente abalada.
Estará na calha a conclusão do acordo entre o Governo português e o Governo espanhol, quanto a Olivença, dependente de avaliação constitucional, embora o Tribunal Constitucional espanhol não esteja na melhor fase.
Tudo terá sido tratado directamente entre Sócrates e Zapatero, por telemóvel, usando linguagem codificada a pedido do Primeiro-Ministro português.
O acordo prevê que Olivença passe a integrar o território português e o território espanhol, rotativamente: um ano é portuguesa e outro ano é espanhola. A administração será feita por gestores de nomeação política, e todos, portugueses e espanhois, terão de usar o Magalhães.
Em compensação, todas as concessões de aluguer de barracas, cadeiras e bicicletas, com como os postos de venda de gelados, nas novas praias de Madrid, já anunciadas pelo Ministro das Obras Públicas, António Mendonça, no âmbito do TGV – onde se inclui, por exemplo, Cascais e Estoril -, serão adjudicas a custo zero, sem limite temporal, a empresas de capitais exclusivamente espanhois, e terão o mesmo regime fiscal das “lojas dos chineses”.
Jorge Jesus encontrou-se hoje com o Presidente do Clube Minhoto, com o Presidente da Câmara e com o Arcebispo de Braga para reinvindicar a medalha correspondente ao 2º lugar alcançado pelo clube da cidade no campeonato nacional.
Segundo Jesus, não só escolheu os 15 melhores jogadores da equipa, como o sistema de jogo é dele, e derrotou o Dragão, permitindo assim, que o Sporting de Braga alcançasse o segundo lugar.
As entidades ficaram de dar uma resposta.
Podia ser a sério, mas não é. Podia ter sido em português, mas não foi.
Só por mera casualidade, obviamente.
Porque assuntos por cá não faltam, sejam escutas, faces ocultas, submarinos, empresas-fantasmas, contratos, contrapartidas, luvas, não importa o que se investiga.
Tudo entre o que é da Política e o que é da Justiça.
Este Editorial de Henrique Monteiro é digno de se ler:
Declaração de interesses prévia: Até hoje os dedos da minha mão direita chegam e sobram para contar as vezes que estive com Marco António Costa e nos cumprimentamos. Não o conheço pessoalmente nem ele a mim.
Feitas as apresentações, vamos ao tema. Ao longo das últimas semanas e em especial durante a campanha para as directas no PSD, alguns bloggers e outros tantos opinion makers, apresentavam como exemplo negativo dos apoios de Pedro Passos Coelho, entre outros, o Marco António Costa. Como vivo na mesma região do actual Presidente da Distrital do Porto, conheço melhor o seu trabalho que o dos restantes exemplos apontados.
Ora, para os críticos, Marco António Costa é um aparelhista cuja única obra conhecida seria/será arregimentar ovelhas para o rebanho laranja. Sem perder tempo com explicações sobre liberdade, pensamento próprio e outras, no entender dos críticos, minudências, prefiro lançar a debate as realizações palpáveis de Marco António.
Enquanto autarca fez um bom trabalho em Valongo e está a repetir a façanha em Gaia. Pelo que me é dado a ver, a sua capacidade de trabalho é imensa. Aliás, segundo sei por amigos comuns, é frenético no que toca a trabalho. Enquanto líder da distrital, a ele se deve o crescimento do PSD no distrito nos últimos anos. Nas recentes eleições autárquicas foi uma peça fundamental para os autarcas da região e marcou presença em todo o lado. A sua equipa de trabalho, nota-se, está bem coordenada e raramente falham.
Foi deputado na Assembleia da República e conseguiu uma visibilidade suficientemente positiva para ser convidado como um dos elementos fixos de um dos painéis de debate da RTP. Nas últimas legislativas preferiu não se recandidatar ao lugar, demonstrando não estar agarrado a nada.
Então, qual é o problema de Marco António para gerar tantos anticorpos? É fácil: é um homem do Norte. Daqueles que não esquece nem renega as origens e isso, como todos sabem e nós por cá já estamos habituados, causa pele de galinha a muito boa gente para quem, nós, nortenhos, não passamos de uns broncos e, quiçá, não temos hábitos de higiene.
Quer se queira, quer não, Marco António é um dos vencedores da noite de 26 de Março e mereceu-a. Quem quiser e estiver de boa-fé acredita que foi trabalho. Quem preferir alimentar a maledicência e nos considera a todos acéfalos, continuará a acreditar na teoria do rebanho.
Por momentos, ao ler a notícia do La Vanguardia até pensei que a malta tinha trocado um tipo da ETA por um presunto!!! Era um “presunto implicado”, je, je, je.
Imagine que algures no mundo há alguém a quem você pode salvar a vida. Não com acrobacias intrépidas de super-herói, sem necessitar de se equilibrar no parapeito de um arranha-céus, ou saltar para um mar infestado de tubarões, ou desactivar, no último instante, um engenho explosivo.
Imagine que a única coisa que teria a fazer seria sentar-se num cadeirão almofadado, desses onde se pode adormecer com um livro em cima do peito, e estender o braço. Mais nada.
E que, com um pouco de sorte, num desses acasos que a cega lei das probabilidades determina, ser contemplado com a feliz notícia de que você, sim!, você, cidadão anónimo, igual a tantos outros, boa pessoa, talvez um pouco teimoso, que é dos poucos defeitos que não nos importamos de admitir porque achamos que revela força de carácter, você vai salvar uma vida. [Read more…]
Para as almas que sempre aparecem quando as greves alastram queixando-se dos prejuízos para o país, valha-me deus, dizendo dos grevistas o que não dizem dos banqueiros, sobra por vezes um argumento fantástico: os malandros marcam as greves em datas que permitem prolongar um fim-de-semana ou fazer uma ponte (heresia máxima, esta).
Tenho visto exemplos de irracionalidade maior, mas raramente tão parva.
Vamos lá ver o que é uma greve: é uma falta ao trabalho. Falta que acarreta perda do salário desse dia de trabalho.
Ora se eu prescindo de um dia de salário, porque não há-de coincidir com o dia em que me dá mais jeito não ir trabalhar? Qual é o problema de prolongar o fim-de-semana? O trabalho à segunda-feira tem alguma diferença em relação ao de quarta?
Patetas são os sindicatos que com medo desta opinião pública marcam mesmo as greves para o meio da semana. De cedência em cedência ainda acabam a marcar greves para o Domingo. Ou seja, perco um dia de salário, e nem um dia de descanso ganho. Só falta.
Blogue da terra onde viveu e onde está sepultada a minha amiga Lurdes Rocha Girão. Foram os seus filhos que mo indicaram. O bloguer é um homem de cultura que olha pela rica arqueologia da terra, atento ao museu municipal, à biblioteca, às festas e romarias que tanto enriquecem o património de Moncorvo.

O parvo sonho de todo homem
para Rita Conde, amiga impagável, que me salvou o texto…
Não é simples escrever sobre a doçura de uma mulher, depois de ter escrito que as mulheres não gostam de nós. Sobretudo, pelos comentários que o meu ensaio recebeu, a maior parte de mulheres. Também não é simples por me parecer sentir nos meus ouvidos: caramba, este tipo parece gostar das melhores fêmeas. E não simples, porque no país machista em que vivemos, todo o homem com desejo libidinoso, gostaria de beijar esse corpo que escolhi entre várias imagens de mulheres belas. Mulheres que não falam, só se exibem e mostram as suas intimidades levemente escondidas por um pano, em frente de uma paisagem maravilhosa.
Se os meus sentimentos forem orientados pela libido que Freud tão bem estuda e analisa nos seus textos, por mim sempre citados como uma bíblia, o de 1906, Três ensaios sobre a sexualidade e o de 1923, O Ego e o Id, que aqui pode ser lido. Por os ter já comentado diversas vezes em anteriores ensaios, gostaria, apenas, de dizer, como Freud, que não é o sentimento libidinal o que orienta as nossas emoções. Não é a coxa nua da mulher da imagem, a que acorda os nossos sentimentos. Os nossos sentimentos são orientados pela companhia da mulher que acabamos por sentir ser a nossa companheira nas aventuras da vida. [Read more…]
Na comemoração do primeiro aniversário, desfilou diante do Grande Líder Ricardo Santos Pinto – de uniforme verde -, o regimento de defesa Aventar. Video à disposição de todos, num computador Made in China, perto da sua sala de estar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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