
Se Assunção Cristas for eleita para a Câmara Municipal de Lisboa, demitir-se-á do cargo de deputada e irá ocupar o lugar na CML? Ou tudo se resume a uma fantochada?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Se Assunção Cristas for eleita para a Câmara Municipal de Lisboa, demitir-se-á do cargo de deputada e irá ocupar o lugar na CML? Ou tudo se resume a uma fantochada?

Como diz a sabedoria popular, é cada tiro, cada melro. Primeiro foi a fase do Calimero e da negação da democracia representativa. O resultado foi uma fuga para a direita e o início de uma sucessão de quedas em todos os estudos de opinião, que se continua a agravar até hoje.
Depois vieram as profecias da desgraça, com sanções, resgates e ritmos venezuelanos à mistura. Porém, à medida que os números o começaram a tramar, o discurso inverteu-se e afinal era tudo herança dele, apesar de ter passado meses a afirmar que a Geringonça tinha destruído a tal herança e que vinha aí a grande catástrofe. Uma anedota completa. De Calimero passa a ser alvo de chacota, para além de se transformar na melhor coisa que poderia ter acontecido a António Costa: uma oposição fraca, liderada por um líder que não passa uma semana sem meter os pés pelas mãos. [Read more…]

É tudo uma inventona. E quem discorda sofre de politicamentecorrectivite – que se internem.

O desfecho das eleições alemãs está em destaque na edição online do Expresso e ocupa o topo da página web. Entre as várias peças, citações e considerações, há um nome que se destaca: Pedro Passos Coelho. O líder da oposição está preocupado com a extrema-direita alemã mas, assegura, o que se passa no domínio da chanceler nada tem a ver com a situação portuguesa. Até porque, pelo menos por enquanto, nada mais por cá há do que um partido fascista sem expressão eleitoral e um outro, outrora moderado, que apoia um candidato que foi acusado de roubar o discurso da extrema-direita. Um candidato xenófobo com sonhos molhados sobre penas de morte e castrações químicas. Pelo que importa dar destaque à preocupação de Passos Coelho com a ascensão da extrema-direita, não vá essa esquerdalhada injusta e ingrata querer ligar o homem a gente dessa. Ainda bem que temos o Expresso para saber o que se passa no país.
foi desmentida pela própria Nestle. Não há contrato assinado nem a certeza que o investimento anunciado pela multinacional suíça seja feito no concelho de Cascais. Mas pode ser que renda alguns votos.
“O Expresso nunca disse que este relatório era oficial nem que era final.” – Pedro Santos Guerreiro sobre a notícia que levou o líder da oposição dizer que é preciso ler o Expresso para saber o que se passa no país.

Na mesma linha, também se pode ler o Aventar para saber o se diz nesse relatório.


E relatório diz:
RELATÓRIO TANCOS
Desaparecimento de armamento militar
Julho (?) de 2017
Parece que não tem autor. É possível que tenha páginas impressas por baixo da capa.
Já que aqui estamos, ó Pedro Santos Guerreiro, e os Panama Papers? Já houve tempo para cruzar os dados e sabermos quem são esses jornalistas avençados? E os cables da Wikikeaks?
Onde é que estavas em 1983, é a questão que se pode colocar quando a conversa se inclinar para o lado apocalíptico.

No dia 26 de Setembro de 1983, Stanislav Petrov estava no lugar certo à hora certa. Tivesse sido outro e talvez não estivéssemos aqui. Nesse dia, um satélite espião soviético confundiu um reflexo solar em nuvens de elevada altitude com a assinatura térmica de seis mísseis a serem lançados a partir dos EUA. De acordo com o procedimento militar soviético, Petrov devia ter avisado a cadeia de comando, a qual, possivelmente, teria lançado todos os mísseis soviéticos como retaliação.
“Tinha todos os dados [a sugerirem que estava a decorrer um ataque com mísseis]. Se eu tivesse enviado o meu relatório à cadeia de comando, ninguém teria dito uma palavra contra ele “, disse Petrov numa entrevista à BBC, em 2013. “Apenas tinha que me dirigir ao telefone para ligar directamente aos comandantes de topo, mas não me conseguia mexer. Sentia-me como estando sentado numa frigideira quente”. [Read more…]

Com as urnas fechadas e os votos contados, as conclusões a retirar destas legislativas alemãs parecem-me muito óbvias: a CDU/CSU de Angela Merkel sofre uma queda aparatosa, dos 45,3% de 2013 para 33%, o SPD de Martin Schulz obtém o pior resultado de sempre, ficando-se pelos 20,5%, após os 29,4% de 2013, e o grande vencedor do acto eleitoral é o partido de extrema-direita AfD, que nas eleições de 2013 não conseguiu eleger um único deputado e que agora consegue uma votação de 12,6% e 94 dos 709 assentos disponíveis no Bundestag. [Read more…]
Aguardemos o que o PCP vai dizer sobre isto.
Este livro tem duas partes. A primeira é tentar perceber por que houve atitudes, ao nível da política, que aparentemente tiveram uma justificação. Mas que depois, quando começamos a tentar perceber, constatamos que as peças não encaixam. Por exemplo, a “demissão irrevogável” de Paulo Portas, em julho de 2013, um dia depois de Vítor Gaspar ter pedido a demissão, quando no Governo já todos sabiam desde 2012 que o ministro das Finanças pretendia sair. Portas demite-se na sequência de um braço de ferro com Passos Coelho, que não estava completamente explicado na minha cabeça, porque Paulo Portas nunca apresentava políticas alternativas para subsituir aquelas que não queria permitir. Ele não aceitava as medidas de Passos e Vitor Gaspar, mas também não apresentava alternativas. E mais tarde, no final de 2014, princípio de 2015, ao falar com vários protagonistas do que foi a resolução do BES e dos acontecimentos políticos anteriores e posteriores, houve muita informação que me foi dada mas que na altura guardei porque não quis interferir direta ou indiretamente no processo eleitoral que viria a decorrer no final de 2015. Achei que algumas pessoas poderiam interpretar isso como uma tentativa de influenciar a discussão política num determinado sentido. Não quis correr esse risco e guardei a informação até hoje [José Gomes Ferreira em entrevista ao Jornal Económico]
José Gomes Ferreira não quis influenciar a discussão política num determinado sentido. A saber, no sentido da coligação PSD/CDS perder as eleições. Quando um jornalista opta por guardar informação para si deixa de o ser, tornando-se num agente político.
E porquê escolher este momento específico? A restante entrevista deixa pistas para a motivação. Por um lado aponta todos os dedos a Paulo Portas. Ele terá sido, na visão de Gomes Ferreira, um actor em conluio com Ricardo Salgado. Baseia-se numa fonte, que lhe explicou tudo, para chegar a tais conclusões. Por outro lado, deixa um conjunto especulações, que a partir de certo ponto são dadas como certas, sobre Costa e Marcelo, caso tivessem estado no poder em 2013, poderem ter optado por uma solução para o BES que seria prejudicial aos contribuintes (como se a solução escolhida não o fosse). Chega, mesmo, a entrar em teorias da conspiração quanto à saída de António José Seguro da liderança do PS. E, por fim, faz a defesa em toda a linha de Passos Coelho e de Maria Luís Albuquerque.
Se for para entrar em especulações, à la José Gomes Ferreira, podemos pensar que este livro só seria para publicar mais perto das próximas eleições legislativas, mas, dado o mau momento que Passos Coelho passa, teve que ser antecipado. É o mínimo que se pode pensar de quem tenha tido informações relevantes, segundo o próprio, ou não tivesse delas feito um livro, e tenha optado por as sonegar quando eram relevantes para o momento político.
Num país que pretende liderar a construção europeia, presidido por alguém que se diz liberal.

Eis, em todo o seu esplendor, a problemática do porco no espeto como argumento eleitoral. Chama gente, mas depois a gente não arreda de ao pé dele. Quando vão começar os discursos, uma voz no altifalante pede às pessoas para que se cheguem à frente, para perto do palco montado num camião TIR, mas as pessoas fazem orelhas moucas. São muitos mais os que estão a comer à sombra ou à espera de comida ao sol do que os que fazem o esforço de ficar a engolir discursos.
O caso pede medidas extremas e elas são tomadas: ouve-se ordem para que, “durante os discursos”, pare o serviço de sandes. É um daqueles momentos em que se percebe como uma coisinha de nada pode causar a revolta do povo.
“Então, e a gente não come?”; “Nem pense nisso!”; “Estou aqui há uma hora e param de servir?”. Uns protestam que “isto não tem jeito nenhum”, outro, mais exaltado, ameaça “escaqueirar isto” e só se acalma quando alguém promete “resolver isto”. O facto é que quem estava na fila para “a sande” na fila ficou, porque, como explicava uma senhora com uma bandeira a fazer de lenço na cabeça, “se eu sair daqui vêm outros e eu perco a vez”. Há livros de teoria dos jogos sobre isto.
Filipe Santos Costa, Expresso

Extrema direita com ca. 13% no parlamento (vindos sobretudo do leste (ex-RDA)), partido de Merkel com o pior resultado desde 1949, SPD de rastos, Linke e Verdes na mesma e os (neo-)Liberais regressam ao parlamento.
Isto dá vontade de emigrar.
Ao som desta música, muitos milhares de pessoas dançaram ontem na rua até de madrugada nas festas da cidade de Barcelona. Esta gente sabe unir-se, sabe protestar e sabe desfrutar.

Na edição impressa desta semana, o Expresso lança a polémica que promete marcar a narrativa da máquina de propaganda da direita nos próximos dias, com uma manchete onde se pode ler que “Relatório das secretas sobre Tancos arrasa ministro e militares”.
Tem início um incêndio nas redes sociais. Spin masters da direita a carburar a todo o gás. O Gorjão a ter orgasmos múltiplos. Pedro Passos Coelho, indignado, a cuspir nos pratos onde come desde 2011 e a questionar quem ainda o ouve – e o Expresso até lhe fez o frete de lhe dar destaque durante toda a tarde de ontem na edição online – se é preciso comprar o Expresso para saber o que se passa no país. [Read more…]
(Carta aberta à “PESTE GRISALHA”)
“A nossa pátria está contaminada pela já conhecida peste grisalha.”
Carlos Peixoto
Advogado e Deputado do PSD
(In: Jornal I)
É… a tão almejada campanha eleitoral avizinha-se, sendo por isso a época da poda – da poda, disse eu; não subentendam por isso, qualquer tipo de impropério ocasionado por imperfeição interpretativa – às vezes a idade não perdoa – que vos possa aflorar erradamente ao pensamento.
Eu não vos dizia?! Não sei se recordam!? Como eu perdoo mas não esqueço, faço questão de vos lembrar da carga psicológica negativa que a frase acima exposta teve, a somar ao peso da nossa idade afectada pela implacável velhice; do corpo, porque do cérebro, salvo algumas excepções, ainda supera a de muitos miúdos que andam p’raí com a cabeça cheia de brilhantina e nada mais, e keffiyeh enrodilhado ao pescoço de garnizo, a mandar uns manientos bitaites armados em doutos, mas que na realidade não passam de imprestáveis acéfalos.
Pois bem caros compinchas, digníssimos elementos do nosso clube da velhada, a tal época da esfrança está a chegar e não podemos de forma alguma, mercê da nossa experiência, deixar de dar umas tesouradas no nosso pomar, por causa dos ramos que nada produzem, e “desladroá-lo” – o que não presta corta-se ou esgaça-se – uma vez que as árvores não conseguem fazê-lo por si sós. [Read more…]

Pedro Passos Coelho está indignado, coitado. A censura soviética que grassa asfixia a democracia e coiso e tal. Só era escusado ser tão ingrato para com jornais como o Sol, o i e o Correio da Manhã, que tanto têm lutado pela causa passista. Mas a luta continua e o revolucionário líder do PSD não baixará os braços.
Já agora, que jornal temos que comprar para saber o que se passa com o caso Miguel Macedo?

Anda por aí muita discussão por causa de animais nos restaurantes, vivos, entenda-se.
Nos pubs de Inglaterra, a discussão é de outro teor. Cheers…!
Caballeros, parte de madurar es aceptar las cosas que a uno no le gusta.
O azul não tem qualquer conotação clubística.
La vie n’est pas un roman. C’est du moins ce que vous voudriez croire.
***
O fim-de-semana está à porta. É uma óptima notícia, semelhante àquela da recaída do Expresso.
Todavia, eis o desastre:

No sítio do costume? A vergonha habitual.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
é mais lutar para não ficar atrás da líder do pequeno partido à vossa direita (ou será à esquerda?) e evitar o pior resultado de sempre em Lisboa, o que não será tarefa fácil, pelo menos a julgar pelas sondagens.

Maior que o gigantesco “GRÁTIS” que surge neste cartaz, só mesmo o nome da localidade que recebe a grande festarola, Rio Tinto. A ver se a malta percebe bem a grande oportunidade que ali está. O resto, a julgar pelo histórico, será o standard do bloco central: zero propostas concretas, mil promessas vagas (que ainda assim não são para cumprir), porcos no espeto e álcool com fartura, que os abutres em bando tratam da lavagem cerebral à presa quando ela estiver bem bebida e de barriguinha cheia. [Read more…]

Luís Marques Guedes deve saber do que está a falar. Afinal de contas, é um grupo de notáveis da anterior governação, do qual se destacam o ex-ministro Miguel Macedo, o ex-presidente do Notariado, António Figueiredo, e o antigo diretor do SEF, Manuel Palos, que está alegadamente envolvido numa rede ilegal ligada à imigração de luxo, chamada de Vistos Gold.
Ou então, está só a atirar lenha para a fogueira mediática, o que, partindo de um político, é um pleonasmo, alinhando Marques Guedes na última moda deste alt-PSD.

Agora que os deputados do PSD, CDS e PS ofereceram de bandeja uma fatia de soberania nacional por via da aprovação do CETA, falta apenas a sua ratificação pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa para que Portugal se junte à Croácia, Dinamarca, Malta, República Checa e Letónia no grupo dos estados-membros da UE que já deram luz verde ao CETA.
Gil Penha Lopes, investigador do Departamento de Biologia Vegetal Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, aproveitou ontem a presença do Presidente da República na Universidade para o seguinte diálogo:
– Gil Penha Lopes: “Exmº Presidente, como cidadão e docente universitário fiquei preocupado com a aprovação, esta manhã no Parlamento Português, do CETA, acordo comercial entre o Canadá e a Europa, pois está em causa a perda de soberania nacional e europeia, assim como é mantido o apoio à destruição ecológica e degradação ambiental.
– Presidente: Já sei, já sei. Isto ainda não foi ao Parlamento, pois não?
– Gil Penha Lopes: O CETA foi aprovado esta manhã no Parlamento sem ter ocorrido uma discussão alargada sobre o tema na sociedade Portuguesa. Deixo-lhe aqui esta revista que sintetiza as principais preocupações de plataformas cidadãs (como a Plataforma Não ao TTIP), ONGs, Sindicatos e de outras entidades e grupos de cidadãos.
– Presidente: Mas então já foi ao Parlamento.
– Gil Penha Lopes: Sim, foi aprovado hoje de manhã. Está agora nas suas mãos e por isso estamos mais confiantes.
– Presidente: Tenho de ver isso. Obrigado.
– Gil Penha Lopes: Muito obrigado.
O CETA concede direitos especiais, ou seja, privilégios, a investidores estrangeiros para processarem os estados por decisões em defesa dos cidadãos ou ambiente que possam diminuir os seus “potenciais futuros lucros”.
Por favor, Exmo. Sr. Presidente, reveja lá isso bem.
com a diferença que, na Alemanha, a extrema-direita não costuma brincar aos social-democratas.
Marte não é sítio para educar as crianças – in Rocket Man (Elton John)

No Público de hoje, e mais ou menos igual, no Jornal de Negócios de ontem, Agostinho Pereira de Miranda, Advogado, membro do Painel de Árbitros do ICSID (Banco Mundial) vem dizer-nos: “O CETA não contém qualquer referência a arbitragem, salvo para os diferendos entre o Canadá e a União Europeia. Em vez disso prevê a existência de um novo sistema de resolução de conflitos assente num tribunal de investimento permanente e institucionalizado.“ E remata “os detractores da arbitragem podem dormir descansados: nos diferendos entre os investidores canadianos e o Estado português não vai haver tribunais privados a decidir, nas costas do povo, litígios de milhões…“
De facto, Exmo. Sr. Árbitro, o ISDS não é o ICS, anda por aí muita confusão, e que o Sr. defenda os dois, é linear. Acontece que os graves problemas levantados pelo ISDS (convenhamos, nem é preciso ir buscar os russos) são tais, que acabou mesmo por ter de ser substituído pelo ICS (Investment Court System), o qual tão somente é ligeiramente melhor; mas adiante. [Read more…]
O sibilino José Eduardo Martins não encontrou melhor forma de se luzir na campanha de Teresa Leal Coelho que recitar-lhe, em altos brados, um poema de Sophia de Mello Breyner. Eu sei que ninguém é proprietário exclusivo de poetas. Mas há qualquer coisa de sórdido nesta cena. De batota. E, curiosamente, dirigir a Teresa Coelho versos como “Porque os outros vão à sombra dos abrigos/ E tu vais de mãos dadas com os perigos/ Porque os outros calculam mas tu não”, é uma rematada mentira. Não da poetisa, claro, mas do declamador, que sabe que a sua dama não merece nem corresponde a um único destes versos.
Isto é poesia de gente grande, para gente grande. Não para pigmeus políticos e oportunistas.

Discurso objectivo e prioridades bem delineadas. A “Conceição” deve estar orgulhosa.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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